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A Diplomacia Na Construcao Do Brasil Ricupero

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da luta interna e o quadro da América Latina 
 O fator argentino 
 A exacerbação oposicionista 
 O atentado e o suicídio 
 391 Contraste entre o discurso varguista e o discurso e a prática da diplomacia 
393 DO SUICÍDIO DE VARGAS À POSSE DE JUSCELINO (24/8/1954-31/1/1956)
 395 As eleições de 1955 e as ameaças de golpe 
 396 O contexto internacional 
396 GOVERNO JK: 50 ANOS EM 5 E DIPLOMACIA DESENVOLVIMENTISTA (1956-1961)
 397 Os constrangimentos econômicos externos e internos 
 Café 
 Relação com o FMI 
 Operação Pan-Americana 
 406 Balanço da política externa de Juscelino Kubitschek 
407 GOVERNO JÂNIO: FRUSTRAÇÃO INTERNA E PONTO DE RUPTURA EM POLÍTICA EXTERIOR 
 (31/01/61-25/08/61)
 409 O choque da realidade 
 410 Paradoxo da diplomacia de Jânio Quadros 
 Singularidade da diplomacia de Jânio 
 As ambiguidades 
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 Contraste entre as diplomacias de JK e de Jânio 
 O estilo de Jânio Quadros
 416 A crise e a renúncia 
419 GOVERNO GOULART: RADICALIZAÇÃO INTERNA E POLÍTICA EXTERNA INDEPENDENTE 
 (7/9/1961- 1/4/1964) 
 420 O pano de fundo interno
 A ação de San Tiago Dantas no plano interno 
 Agonia e morte do regime parlamentarista 
 424 A curta existência da Política Externa Independente 
 O que é a “independência” da Política Externa Independente? 
 San Tiago Dantas como refundador e aperfeiçoador da diplomacia independente 
 Cuba, o ponto focal da Política Externa Independente 
 Punta del Este: a prova mais difícil de San Tiago Dantas 
 A crise dos mísseis: epílogo da questão cubana 
 436 A degradação na relação Brasil-Estados Unidos e seu papel na queda de Goulart 
 O debate interno no governo americano 
 Um momento crítico: a visita de Robert Kennedy 
 A breve fase de ilusões: janeiro a junho de 1963 
 O último capítulo do drama: junho de 1963 a abril de 1964 
 Enquanto isso, no Itamaraty... 
 O ato final 
 470 Epitáfio para a Política Externa Independente
477 PARTE IX | OS GOVERNOS MILITARES E SUAS POLÍTICAS EXTERNAS (1964-1985)
481 DIVISÃO POR PERÍODOS DO PONTO DE VISTA INTERNO E EXTERNO
482 GOVERNO CASTELO BRANCO: REORGANIZAÇÃO ECONÔMICA E RETORNO À DIPLOMACIA 
 DA GUERRA FRIA (1964-1967)
 483 A diplomacia de Castelo Branco: negação radical do passado recente 
488 GOVERNO COSTA E SILVA: LINHA DURA NO PODER E DISTANCIAMENTO DOS ESTADOS 
 UNIDOS (1967-1969)
 490 O fim da lua de mel com os Estados Unidos 
 492 A reviravolta da economia 
 493 Mudança diplomática a meias 
497 GOVERNO MÉDICI: REPRESSÃO, “MILAGRE ECONÔMICO” E DIPLOMACIA DE CONTENÇÃO 
 DE DANOS (1969-1974)
 498 Exacerbação da repressão e luta armada 
 499 A legitimação do poder pelo desempenho da economia 
 501 A diplomacia possível: cooperação com vizinhos e atenuação do isolamento 
 507 A maré começa a virar 
509 GOVERNO GEISEL: DISTENSÃO INTERNA E RETORNO DA POLÍTICA EXTERNA INDEPENDENTE 
 (1974-1979)
 510 A arriscada e contestada estratégia de distensão 
 512 Economia a serviço do projeto político 
 515 O “pragmatismo responsável” torna-se o princípio orientador da diplomacia 
 A seleção do novo chanceler 
 O senso de oportunidade da Política Exterior 
 Os realinhamentos do contexto exterior nos anos 1970: a China 
 A descolonização na África portuguesa: o reconhecimento do MPLA 
 O contexto global das relações com os Estados Unidos 
 O relacionamento do Brasil de Geisel com os Estados Unidos 
 Glória e fracasso do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha 
 O Brasil estende seu tapete em direção a Meca 
 Europa e Japão: êxitos mais consistentes 
 Os contrastes e confrontos do entorno sul-americano 
 As negociações com a Argentina sobre Itaipu-Corpus 
 534 Para benefício de inventário 
537 GOVERNO FIGUEIREDO: FIM DO REGIME MILITAR E DIPLOMACIA SÓBRIA E PROFISSIONAL 
 (1979-1985)
 538 Chega ao fim a distensão, lenta e gradual, mas não muito segura 
 540 A maldita herança econômica do regime militar 
 541 Política externa sóbria e eficaz 
 A solução do contencioso com a Argentina sobre rios internacionais 
 A cooperação com a Argentina: allegro ma non troppo 
 O Brasil perante o intervencionismo recorrente do governo Reagan 
 Epílogo da diplomacia de Guerreiro e do regime militar
553 PARTE X | A REDEMOCRATIZAÇÃO E AS RELAÇÕES EXTERIORES (1985-1995)
557 GOVERNO SARNEY: REDEMOCRATIZAÇÃO INTERNA E DIPLOMACIA LATINO-AMERICANA 
 (1985-1990)
 558 A equação política 
 561 A hiperinflação volta a assombrar o país 
 563 Política externa marcada pela crise da dívida 
 Os imperativos da redemocratização: a aproximação com a Argentina 
 A evolução da integração Brasil-Argentina para o Mercosul 
 A construção da confiança na área nuclear 
 A moratória e a atribulada relação comercial com os Estados Unidos 
 Os contenciosos comerciais bilaterais e sistêmicos 
 Cuba, América Latina e ONU 
 Epílogo com perda de controle da economia e da política 
583 GOVERNO COLLOR: CORRUPÇÃO, IMPEACHMENT E DIPLOMACIA DE LIBERALIZAÇÃO 
 ECONÔMICA (1990-1992)
 584 A reformulação dos modelos de desenvolvimento 
 585 Mais uma vez as mudanças vêm do mundo exterior 
 A reconstrução nacional na dimensão exterior 
 588 O trauma do confisco da poupança e dos ativos 
 589 Rápido e mal feito ou as vantagens de ser periférico 
 590 Política exterior: uma promessa não realizada 
 Resultados e atores principais 
597 GOVERNO ITAMAR: O PLANO REAL E UMA DIPLOMACIA PARA DENTRO (1992-1994)
 600 O Brasil como o “homem doente” da América Latina 
 602 A decisiva virada do Plano Real
 605 Política externa discreta e de continuidade 
 606 Final en beauté 
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609 PARTE XI | O APOGEU E A CRISE DA NOVA REPÚBLICA (1995-2010)
613 GOVERNO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO: UM INTELECTUAL NO PODER E POLÍTICA 
 EXTERNA LIBERAL E DEMOCRÁTICA (1995-2002)
 614 A estabilidade: o começo do princípio e a base do monumento 
 616 As reformas: a privatização e o resto 
 619 A batalha da reeleição e suas consequências morais e políticas 
 620 O preço econômico do atraso do ajuste fiscal e cambial 
 622 O menor impacto da globalização na América Latina 
 624 A relativa exceção brasileira 
 625 A política externa de FHC: autonomia pela participação e integração 
 A adesão ao TNP, marca decisiva da política exterior de FHC 
 Autonomia versus participação: o contraste com a Argentina 
 A sul-americanização da diplomacia 
 A América do Sul como espaço de pacificação e democratização 
 As negociações da ALCA: autonomia pela integração ou pela distância? 
 Os 500 anos do Brasil: quase um happy end 
639 GOVERNO LULA: AVANÇOS SOCIAIS E DIPLOMACIA PROTAGÔNICA E DE PRESTÍGIO (2003-2010) 
 640 A natureza do desafio inicial 
 A vitória notável sobre os desafios iniciais 
 642 A curva do governo inverte-se para baixo 
 643 As conquistas em redução da pobreza e da desigualdade 
 645 O surgimento de contexto externo propício 
 646 Os eixos principais da diplomacia 
 647 A crise do consenso diplomático 
 A “diplomacia paralela” do PT 
 651 Análise dos resultados 
 Diferença em relação ao Conselho de Segurança da ONU 
 Continuidade na Organização Mundial de Comércio 
 O aumento da heterogeneidade e da divergência na América do Sul 
 Consequências para a política de integração sul-americana 
 A diplomacia do predomínio ideológico na América Latina: o caso da Bolívia 
 Outros exemplos da diplomacia na América Latina 
 A difícil relação com os Estados Unidos 
 A evolução da política externa nos dois últimos anos de Lula 
 A relativa volta do Brasil-Potência 
 A declaração