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• 01.Planaltos e Chapadas da Bacia do Parnaíba - constituem-se também de terrenos de uma bacia sedimentar, estendendo-se das áreas centrais do país (GO-TO), até as proximidades do litoral, onde se alargam, na faixa entre Pará e Piauí, sendo cortados de norte a sul, pelas águas do rio Parnaíba. Aí encontramos a predominância das formas tabulares, conhecidas como chapadas. • 02.Planalto da Borborema - corresponde a uma área de terrenos formados de rochas pré cambrianos e sedimentares antigas, aparecendo na porção oriental no nordeste brasileiro, a leste do estado de Pernambuco, como um grande núcleo cristalino e isolado, atingindo altitudes em torno de 1.000 m. • 03.Depressão Sertaneja e do São Francisco - ocupam uma extensa faixa de terras que se alonga desde as proximidades do litoral do Ceará e Rio Grande do Norte, até o interior de Minas Gerais, acompanhando quase todo o curso do rio São Francisco. Apresentam variedade de formas e de estruturas geológicas, porém destaca-se a presença do relevo tabular, as chapadas, como as do Araripe (PE-CE) e do Apodi (RN). • 04.Planícies e Tabuleiros Litorâneos - correspondem a inúmeras porções do litoral brasileiro e quase sempre ocupam áreas muito pequenas. Geralmente localizam se na foz de rios que deságuam no mar, especialmente daqueles de menor porte. Apresentam-se muito largas no litoral norte e quase desaparecem no litoral sudeste. E em trechos do litoral nordestino, essas pequenas planícies apresentam-se intercaladas com áreas de maior elevação as barreiras-, também de origem sedimentar. • Espinhaço • Faz parte de um conjunto de terras elevadas e se estende desde os arredores de Juazeiro na Bahia até a parte central de Minas Gerais. Abrange na Região, a Serra Geral do centro-norte de Minas e Bahia até os arredores do Pico das Almas e a Chapada Diamantina. • Grandes depressões • Os maiores destaques são a Depressão Sanfranciscana, a Cearense e a do Meio Norte. A Sanfranciscana situa- se ao longo do percurso do Rio São Francisco, especialmente na Bahia e em Pernambuco. A Cearense limita-se ao sul pela Chapada do Araripe, a leste pela Borborema e a oeste pela frente da "cuesta" da Ibiapaba. • Existe nesta depressão uma série de maciços "inselbergue", destacando-se dentre eles o de Baturité e a da Meruoca. A do Meio-Norte, localizada no Nordeste ocidental, teve a sua superfície retrabalhada pela erosão fluvial, originando uma série de vales encaixados. • Chapadões e chapadas • Compreendem a porção meridional dos Estados do Maranhão e do Piauí e as "cuestas", delimitando quase toda a bacia sedimentar do Nordeste ocidental. É possível também encontrar testemunhos sedimentares na porção oriental da Região, a exemplo da Chapada do Araripe, compreendida entre os Estados do Piauí, Ceará e Pernambuco, e a do Apodi, no Rio grande do Norte. Massas de ar • 1.Massa Equatorial Contineltal (mEc) • É uma massa quente e instável originada na Amazônia Ocidental, que atua sobre todas as regiões do país. Apesar de continental é uma massa úmida, em razão da presença de rios caudalosos e da intensa transpiração da massa vegetal da Amazônia, região em que provoca chuvas abundantes e quase diárias, principalmente no verão e no outono. No verão, avança para o interior do país provocando as “chuvas de verão”. • 2.Massa Equatorial Atlântica (mEa) É quente, úmida e originária do Atlântico Norte (próximo à Ilha de Açores). Atua nas regiões litorânes do Norte do Nordeste, principalmente no verão e na primavera, sendo também formadoras dos ventos alísios de nordeste. • 3.Massa Tropical Atlântica (mTa) Origina-se no Oceano Atlântico e atua na faixa litorânea do Nordeste ao Sul do país. Quente e úmida, provoca as chuvas frontais de inverno na região Nordeste a partir do seu enconttro com a Massa Polar Atlântica e as chuvas de relevo nos litorais sul e sudeste, a partir do choque com a Serra do Mar. Também é formadora dos ventos alísios de sudeste. • 4.Massa Polar Atlântica (mPa) Forma-se no Oceano Atlântico sul (próximo à Patagônia), sendo fria e úmida e atuando subretudo no inverno no litoral nordestino (causa chuvas frontais), nos estados sulinos (causa queda de temperatura e geadas) e na Amazônia Ocidental (causa fenômeno da friagem, queda brusca na temperatura). • 1.O clima Tropical Semi-Árido • Caracteriza-se pela escassez e pela irregularidade de chuvas. O índice de chuvas é inferior a 800 mm/ano, as temperaturas médias em torno de 27º C e a amplitude térmica por volta de 5º C. • O clima é controlados por massas de ar equatoriais e tropicais. • Irregularidade de chuvas, com chuvas concentradas no verão e outono(janeiro-maio). A “quadra chuvosa”. • 2.Clima Tropical Atlântico ou Litorâneo Úmido • Manifesta-se no litoral do Nordeste e do Sudeste, sendo controlado pela Massa Tropical Atlântica, que causa no verão as chamadas chuvas orográficas ou de relevo, ao chocar-se com as serras do Planalto Atlântico (Chapada da Borborema, Serras do Mar, da Mantiqueira, etc.). No litoral nordestino, há concentração de chuvas no outono e no inverno, em razão do choque da Massa Polar Atlântica (mais intensa nesta época) com a Tropical Atlântica. • 3.Tropical de Altitude no Nordeste. • É caracterizado por ter verões amenos e chuvosos, e invernos frios a muito frios, e secos. No Nordeste ocorre em áreas com o período de chuva inverso ao que ocorre no sudeste brasileiro, com um período seco no verão e chuvoso no inverno, sendo assim , um clima parecido com o mediterrâneo e que ocorre nas regiões altas no agreste nordestino em cidade como: Em Rio de Contas, Morro do Chapéu, Piatã na BA, excetuando-se Vitória da Conquista, cidade, em que o clima é úmido o ano inteiro portanto, ocorrendo:Em Triunfo e Garanhuns no PE. e em Ubajara e Guaramiranga no CE. • Equatorial úmido e Equatorial Sub-úmido. • Ocorre principalmente na região Amazônica, ao norte de Mato Grosso e a oeste do Maranhão (equatorial sub- úmido) e está sob ação da massa de ar equatorial continental – de ar quente e geralmente úmido. Suas principais características são temperaturas médias elevadas (25°C a 27°C); chuvas abundantes, com índices próximos de 2.000 mm/ano, e bem distribuídas ao longo do ano; e reduzida amplitude térmica, não ultrapassando 3°C. No inverno, essa região pode sofrer influência da massa polar atlântica, que atinge a Amazônia ocidental ocasionando um fenômeno denominado "friagem", ou seja, súbito rebaixamento da temperatura em uma região normalmente muito quente. Hidrografia do Nordeste • As áreas cristalinas, que compõem cerca de 70% do semi-árido, têm potencial hidrogeológico restrito, com vazões médias no entorno de 4 m3/h. • As rochas cristalinas representam as grandes unidades geológicas predominantes no Nordeste oriental, à exceção das bacias sedimentares costeiras, que ocupam a faixa litorânea. Enquanto as grandes bacias de domínio das rochas sedimentares situam-se no lado ocidental da Região. • O Rio Jaguaribe tem sua nascente localizada na Serra da Joaninha, município de Tauá/Ce e deságua no Oceano Atlântico, mais precisamente na cidade de Aracati-CE. • Percorrendo uma extensão 633 km. As águas do Rio abastecem muitas cidades. Lembrando que a mesma não é a única privilegiada e prejudicada pela sua degredação.E com a ajuda do açude Orós, deixou de ser o maior Rio Seco do Mundo e passou a ser um rio perenizado. Nas fotos temos um paralelo entre o ontem/hoje,onde resgataremos a sua história e sua importância para toda a região Jaguaribana. • A bacia do Atlântico Nordeste Oriental é uma dasdoze regiões hidrográficas do território brasileiro. Possui uma área de 287.348 km², abrangendo em seu território 5 estados: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, com suas respectivas capitais; Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife e Maceió. • A Bacia do Atlântico Nordeste Oriental caracteriza-se pela ausência de grandes rios, configurando um cenário de baixa disponibilidade hídrica com relação às demandas, principalmente em períodos de estiagem. • A vazão média conjunta da bacia é de cerca de 813 m³/s. Destacam-se os rios Capibaribe, Paraíba, Jaguaribe e Acaraú. • A bacia do rio Parnaíba É uma das doze regiões hidrográficas do território brasileiro, abrangendo quase totalmente o estado do Piauí, parte do Maranhão e uma pequena área do Ceará, totalizando 344.112 km². O Rio Parnaíba é o principal da região, com aproximadamente 1.400 km de extensão. O maior adensamento urbano da região é a capital piauiense de Teresina. Toda a região é caracterizada por índices críticos de abastecimento de água, esgotamento sanitário e tratamento de esgotos. A escassez hídrica é historicamente apontada como causa do atraso econômico e social da região. Juntamente com a bacia do Paraná e a do Amazonas, as três maiores bacias sedimentares brasileiras. • A bacia do Atlântico Nordeste Ocidental • Possui uma área de 254.100 km², que engloba grande parte do estado do Maranhão e uma pequena região no leste do estado do Pará, abrangendo 223 municípios. • Em seu território estão contidas as bacias hidrográficas dos rios Gurupi, Turiaçu, Pericumã, Mearim, Itapecuru, Munim e a o litoral do Maranhão, apresentando uma vazão média conjunta de 2.514 m³/s. • A região é caracterizada por ser uma transição entre os biomas da Amazônia e do Cerrado, apresentando também formações litorâneas. • O principal centro urbano inserido na bacia é a capital maranhense de São Luís. • Formada pelo rio São Francisco e seus 168 afluentes, essa bacia está inteiramente localizada em terras brasileiras. Estende-se por uma área de 631.133 km², o que equivale a 7,5% do território nacional. O São Francisco é um rio de planalto, que nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e atravessa os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Além de ser navegável em cerca de 2.000 km, possui também grande potencial hidrelétrico, merecendo destaque as usinas de Três Marias, Paulo Afonso e Sobradinho. Atravessa trechos semi-áridos, permite a prática da agricultura em suas margens, além de oferecer condições para irrigação artificial de áreas mais distantes. Possuindo um regime tropical austral, com cheias de verão, tem um débito que oscila de 1.000 m³/s nas secas, a 10.000 m³/s nas cheias. • O projeto de transposição das águas do rio São Francisco consiste na transferência de águas do rio para abastecer pequenos rios e açudes da região Nordeste que possuem um déficit hídrico durante o período de estiagem. • Pela proposta de transposição em estudo pelo governo, o rio São Francisco doaria cerca de 60 metros cúbicos por segundo de vazão aos açudes e pequenos rios da região. Os estados mais beneficiados seriam a Paraíba, o Rio Grande do Norte e o Ceará. O rio São Francisco possui 2,8 mil km de extensão, nasce em Minas Gerais, na Serra da Canastra, e desemboca no Oceano Atlântico, entre Sergipe e Alagoas. Vegetação Nordestina MATA ATLÂNTICA Também chamada de Floresta tropical úmida de encosta, a mata atlântica estendia-se originalmente do Rio Grande do Norte até a Bahia , em consequência dos desmatamentos, que ocorreram em função, principalmente, da indústria açúcareira, hoje só resta cerca de 5% da vegetação original, dispersas em "ilhas". Foi na mata atlântica nordestina que começou o processo de extração do pau-brasil. MATA DOS COCAIS • Formação vegetal de transição entre os climas semi-árido, equatorial e tropical. As espécies principais são o babaçu e a carnaúba, os estados abrangidos por esse tipo de vegetação são o Maranhão, o Piauí, o Rio Grande do Norte, parte do Ceará e o Tocantins na região Norte. Representa menos de 3% da área do Brasil. CERRADO • ocupa 25% do território brasileiro, mas no Nordeste só abrange o sul do estado do Maranhão e o oeste da Bahia. Apresenta árvores de baixo porte, com galhos retorcidos, no chão é coberto por gramíneas e apresenta um solo de alta acidez.. CAATINGA • vegetação típica do sertão, suas principais espécies são o pereiro, a aroeira, o aveloz e as cactáceas. É uma formação de vegetais xerófitos (vegetais de regiões secas), mas é muito rica ecologicamente. • VEGETAÇÃO LITORÂNEA E MATA CILIAR • os mangues, que é um riquíssimo ecossistema, local de moradia e reprodução dos caranguejos e importante para a preservação de rios, lagoas; também podemos incluir as restingas e as dunas que são cenários bem conhecidos do Nordeste; Já as matas ciliares ou matas-galerias são comuns em regiões de cerrados, mas também podem ser vistas na Zona da Mata, são pequenas florestas que acompanham as margens dos rios, onde existe maior concentração de materiais orgânicos no solo, funcionam como uma proteção para os rios e mares. • Litoral nordestino Corresponde a uma faixa de terras de características diversificadas dividida em dois conjuntos: o litoral setentrional e o litoral oriental. • O litoral setentrional corresponde ao trecho que vai do rio Curupi, no Maranhão, até o Cabo de São Roque no Rio Grande do Norte. • O litoral oriental estende-se do Rio Grande do Norte até a Bahia, encontrando-se ao longo desse trecho, uma diversidade de formas litorâneas como: restingas, dunas, lagunas, mangues, tabuleiros da formação Barreiras e colinas. A essas feições da geomorfologia dessa sub-região litorânea, somam-se também a embocadura do Rio São Francisco e a baía de Todos os Santos. Pac do Nordeste • Investimentos de 7.4 bilhões no sistema de transportes. • Duplicação da BR-101 do RN a BA e BR-230(PB) construção da BR-131(PI/BA). • Construção da ferrovia transnordestina, do contorno de São Félix da Cachoeira(BA)da Variante de Aratu(BA). • Investimentos nos Portos de Itaqui(MA),Fortaleza(CE),Aratu(BA) no terminal salineiro de Areia Branca(RN). • O Complexo Industrial Portuário de Suape entra em uma nova fase de desenvolvimento. No mês de janeiro, o presidente Luis Inácio Lula da Silva assinou o contrato entre a Transpetro, subsidiária da Petrobrás, e o Estaleiro Atlântico Sul, da Camargo Corrêa. A iniciativa insere, definitivamente, o Porto de Suape na reativação da indústria naval brasileira. • As obras de terraplanagem do Estaleiro começaram no início de fevereiro. A estimativa é que a primeira embarcação deve começar a ser construída em março do próximo ano e ficar pronta em 2010. No total, o Estaleiro irá gerar 5 mil empregos diretos e cerca 15 mil indiretos. • Dragagem e decorragem da hidrovia do São Francisco e a construção do acesso ferroviário ao porto de Juazeiro(BA). • Revitalização das bacias do São Francisco e do Parnaiba. R$1,8 bilhões. • Investimento de 4,8 bilhões para a integração da Bacia do São Francisco. • Investimento de 9,4 bilhões em habitação e saneamento. • Investimento de 640 milhões no sistema de abastecimento de água bruta. • Investimento de 269 milhões para o aprimoramento de distribuição de água potável. • Investimento de 2,7 bilhões para a melhoria do sistema de irrigação. • Até 2010, ampliação da geração de energia elétrica da região em mais 2.036MW. A expectativa sejam gerados 4.004MW. • Construção do gasoduto da malha Nordeste, trechos Pilar-Ipojuca(AL-PE)etrecho Catu-Itaporanga(BA-SE). • Construção do terminal GNL de Pécem(CE). • Construção da refinaria Abreu e Lima(PE). Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40