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simulado civil VI 6ª aula (2)

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DIREITO CIVIL VI
6a aula
		
	 
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	Exercício: CCJ0147_EX_A6_201408273829_V3 
	11/05/2018 10:57:41 (Finalizada)
	Aluno(a): IRAN BARROS DA SILVA
	2018.1
	Disciplina: CCJ0147 - DIREITO CIVIL VI 
	201408273829
	 
	Ref.: 201409393671
		
	
	 1a Questão
	
	
	
	
	Consoante as regras processuais em vigor sobre o inventário, julgue os itens e após assinale a alternativa correta:
I - O foro de domicílio do autor da herança, no Brasil, é o competente para o inventário, a partilha, a arrecadação, o cumprimento de disposições de última vontade;
II - Se o autor da herança não possuía domicílio certo, o foro competente será o foro de situação dos bens imóveis;
III - Não detendo o autor da herança domicílio certo e nem bens imóveis o foro competente será o do lugar onde ocorreu seu falecimento;
IV - Por se tratar de ação pessoal comum, o inventário segue a regra geral de competência devendo ser proposto no foro do domicílio do réu, no caso os do domicilio de qualquer dos herdeiros.
		
	
	Apenas uma afirmação está correta
	
	Todas estão incorretas
	
	Apenas três afirmações estão corretas
	 
	Apenas duas afirmações estão corretas
	 
	Todas estão corretas
	
Explicação:
LINDB
Art.  10.  A sucessão por morte ou por ausência obedece à lei do país em que domiciliado o defunto ou o desaparecido, qualquer que seja a natureza e a situação dos bens.
§ 1º A sucessão de bens de estrangeiros, situados no País, será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, ou de quem os represente, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus.      (Redação dada pela Lei nº 9.047, de 1995)
§ 2o  A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a capacidade para suceder.
 
Código Civil
Art. 1.785. A sucessão abre-se no lugar do último domicílio do falecido.
	
	 
	Ref.: 201408382206
		
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	(Questão 29 130º Exame OAB-SP) Sobre a sucessão legítima, é correto afirmar que, na falta de descendentes e ascendentes, sendo casado o falecido,
		
	
	a sucessão será inteiramente deferida ao cônjuge, ainda que o casamento tenha sido na separação convencional.
	
	o cônjuge terá direito apenas à meação, enquanto que os demais parentes do falecido terão direito à sucessão.
	
	herdarão os irmãos do falecido.
	 
	o cônjuge sobrevivente não será considerado herdeiro necessário.
	
	 
	Ref.: 201409051460
		
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	(DPE/AM) No inventário:
		
	
	será nomeado inventariante, preferencialmente, o filho mais velho do falecido.
	
	não cabe nomeação de perito para avaliação dos bens.
	
	julga-se a partilha independentemente do pagamento do ITCMD.
	 
	incumbe ao inventariante a administração dos bens do espólio.
	
	admite-se instrução probatória para apuração de débitos do espólio.
	
Explicação:
Art. 618, CPC
	
	 
	Ref.: 201408382177
		
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	(Questão 4 23º Exame OAB-RJ) A Sucessão Legítima ficou estabelecida pelo sistema de quotas:
		
	 
	O cônjuge sobrevivente em concorrência com os pais do cônjuge falecido terá direito a 1/3 da herança, não importando o regime de bens que rege o casamento
	
	O cônjuge que se tornar herdeiro perde o direito à meação
	 
	O cônjuge sobrevivente só será herdeiro do cônjuge falecido se este tiver patrimônio particular e forem mortos seus ascendentes
	
	O cônjuge sobrevivente ao concorrer com filho do casal terá sua quota fixada em ¼ da herança
	
	 
	Ref.: 201409175715
		
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	(FUNDEP/ MPE-MG 2011/ PROMOTOR DE JUSTIÇA/ADAPTADA) Quanto ao Direito das Sucessões, é INCORRETO afirmar:
		
	
	O juiz nomeará inventariante, em primeiro lugar, de acordo com a ordem disposta na legislação processual, o cônjuge ou companheiro sobrevivente, desde que estivesse convivendo com o outro ao tempo da morte deste.
	
	Os herdeiros em posse dos bens da herança, o cônjuge sobrevivente e o inventariante são obrigados a trazer ao acervo os frutos que perceberam, desde a abertura da sucessão; têm direito ao reembolso das despesas necessárias e úteis que fizeram, e respondem pelo dano a que, por dolo ou culpa, deram causa.
	
	Ficam sujeitos a sobrepartilha os bens sonegados e quaisquer outros bens da herança de que se tiver ciência após a partilha.
	
	A partilha, uma vez feita e julgada, só é anulável pelos vícios e defeitos que invalidam, em geral, os negócios jurídicos;
	 
	Os herdeiros capazes, bem como os incapazes, mediante representação por instrumento público, poderão fazer partilha amigável, por escritura pública, termo nos autos do inventário, ou escrito particular, homologado pelo juiz.
	
Explicação:
O Novo Código de Processo Civil  no seu art. 610, in verbis: ¿Havendo testamento ou
interessado incapaz, proceder-se-á ao inventário judicial. § 1.º Se todos forem capazes e concordes, o inventário e a partilha
poderão ser feitos por escritura pública, a qual constituirá documento hábil para qualquer ato de registro, bem como para
levantamento de importância depositada em instituições financeiras. § 2.º O tabelião somente lavrará a escritura pública se todas
as partes interessadas estiverem assistidas por advogado ou por defensor público, cuja qualificação e assinatura constarão do ato
notarial¿.
	
	 
	Ref.: 201408382223
		
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	(Questão 23 121º Exame OAB-SP) Companheiro, na concorrência com colateral de 3.º grau do falecido, na sua sucessão quanto aos bens onerosamente adquiridos na vigência da união estável, fará jus a:
		
	
	1/3 daquela herança.
	
	1/2 do que couber ao colateral.
	
	quota equivalente ao que, legalmente, couber ao colateral.
	 
	1/4 daquela herança.
	
	 
	Ref.: 201409055265
		
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	(TJDFT) No que se refere à sobrepartilha, no âmbito do direito das sucessões, assinale a opção correta.
		
	 
	Realizado o inventário perante o juízo de direito da vara de órfãos e sucessões, a sobrepartilha, por sua natureza complementar, somente poderá ser realizada via judicial, em petição protocolada nos próprios autos, ainda que os interessados sejam capazes e concordes.
	
	Na hipótese de o cônjuge herdeiro sobrevivente falecer antes da partilha dos bens do premorto, os bens omitidos no inventário não poderão ser descritos e partilhados no inventário do consorte herdeiro supérstite, não se admitindo inventário conjunto ou cumulativo.
	
	Verificado o estado de indivisão de bens, é necessária a proposição de outro processo de inventário e partilha, observado o prazo prescricional da ação.
	
	Pelo princípio da eventualidade, admite-se a sobrepartilha do espólio somente no caso de bens sonegados que foram descobertos após a partilha da herança.
	 
	Não é obrigatório que bens remotos da sede do juízo do inventário, litigiosos ou de liquidação morosa ou difícil fiquem para sobrepartilha, podendo os herdeiros e o cônjuge meeiro, se houver, concordar que sejam partilhados ou permaneçam indivisos.
	
Explicação:
	não é obrigatório que bens remotos da sede do juízo do inventário, litigiosos ou de liquidação morosa ou difícil fiquem para sobrepartilha, podendo os herdeiros e o cônjuge meeiro, se houver, concordar que sejam partilhados ou permaneçam indivisos.
	
	 
	Ref.: 201408384530
		
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Bino e Andrea são companheiros, sendo certo que, desta relação, não adveio nascimento de filhos. O homem faleceu em maio deste ano, deixando para serem partilhados dinheiro, automóveis, cotas societárias e um imóvel. Sobreviveram

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