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simulado civil VI 2ª aula (2)

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DIREITO CIVIL VI
2a aula
		
	 
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	Exercício: CCJ0147_EX_A2_201408273829_V3 
	03/04/2018 09:26:41 (Finalizada)
	Aluno(a): IRAN BARROS DA SILVA
	2018.1
	Disciplina: CCJ0147 - DIREITO CIVIL VI 
	201408273829
	 
	Ref.: 201409060543
		
	
	 1a Questão
	
	
	
	
	Sobre o Direito das Sucessões, é incorreto afirmar:
		
	
	A propriedade e a posse dos bens são transmitidas aos herdeiros no momento da abertura da sucessão.
	
	é lícito a José ceder os direitos que possui na sucessão do seu pai, Joaquim, que já faleceu.
	
	Pedro pode nomear como herdeira testamentária uma de suas filhas, não contemplando os demais (filhas) no testamento.
	 
	os filhos do herdeiro renunciante herdam por representação, e não por direito próprio.
	
	As atuais regras normativas do Direito Sucessório, aplicam-se a todas às sucessões abertas a partir da entrada em vigor do atual Código Civil.
	
Explicação:
Art. 1.811 CC Ninguém pode suceder, representando herdeiro renunciante. Se, porém, ele for o único legítimo da sua classe, ou se todos os outros da mesma classe renunciarem a herança, poderão os filhos vir à sucessão, por direito próprio, e por cabeça.
	
	 
	Ref.: 201408381669
		
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	(Questão 7 7º Exame OAB-RJ) A aquisição da propriedade dos imóveis que integram a herança pelos herdeiros legítimos se dá:
		
	
	Com o trânsito em julgado da sentença que homologa a partilha;
	
	Quando concluído o inventário;
	
	Com o registro do formal de partilha nos Cartórios do Registro de Imóveis competentes;
	 
	Com a abertura da sucessão, pelo direito hereditário.
	
Explicação:
Art. 1.784 CC. Aberta a sucessão, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e testamentários.
Princípio de origem francesa, pelo qual se estabelece que a posse dos bens do "de cujus" se transmite aos herdeiros, imediatamente, na data de sua morte (princípio da saisine).
	
	 
	Ref.: 201409364441
		
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Quanto ao princípio da saisine, que significa a transmissão dos bens da herança aos herdeiros legítimos e testamentários, podemos afirmar que:
		
	 
	ocorre no momento do óbito
	
	ocorre no momento do pagamento do ITCMD
	
	ocorre no momento da abertura do inventário
	
	ocorre no momento do registro do atestado de óbito
	
	ocorre no momento da partilha
	
Explicação: Art. 1784 do Código Civil em que os herdeiros podem se imitir na posse dos bens do falecido.
	
	 
	Ref.: 201408984434
		
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Caio faleceu deixando muitos bens, tendo tido 3(três) filhos. Semprônio, Cornélio e Pôncio. Qual a opção que representa corretamente a divisão da herança de Caio, considerando que Semprôncio é pré-morto, tendo deixado 2(dois) filhos menores, que Cornélio, com um filho maior, foi declarado indigno, por sentença da transitada em julgado e que Pôncio, com 8(oito) filhos, renunciou a herança de Caio?
		
	
	nenhuma das respostas anteriores.
	
	A totalidade da herança de Caio pertence aos dois filhos de Semprôncio.
	
	A herança será dividida em quotas iguais para os netos de Caio, sendo 1/11 avos para cada neto.
	 
	Metade da herança de Caio cabe ao filho de Cornélio, enquanto a outra metade cabe aos filhos de Semprôncio.
	
Explicação:
Na renúncia não existe o exercício do direito de representação uma vez que considera-se que o renunciante nunca tenha existido. Assim, pelo o que dispõe o art. 1811 do CC, não há direito de representação para os herdeiros do renuncianteArt. 1.811. Ninguém pode suceder, representando herdeiro renunciante. Se, porém, ele for o único legítimo da sua classe, ou se todos os outros da mesma classe renunciarem a herança, poderão os filhos vir à sucessão, por direito próprio, e por cabeça.
Assim, não havendo mais herdeiros, acresce para os outros da classe subsequente, e tal ato não se dá por representação, mas por direito próprio. No caso concreto, o renunciante não era o único legítimo de sua classe.
	
	 
	Ref.: 201409146652
		
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	(FCC 2009/DPE-MT/DEFENSOR PÚBLICO)Sobre o Direito das Sucessões, é correto afirmar:
		
	
	Havendo herdeiros necessários, o testador só poderá dispor de um terço da herança.
	 
	O coerdeiro poderá ceder a sua quota hereditária a pessoa estranha à sucessão, mesmo que nenhum coerdeiro a queira.
	
	A companheira ou companheiro participará da sucessão do outro, quanto a todos os bens adquiridos na vigência da união estável, sendo certo que se concorrer com filhos comuns, terá direito a uma quota equivalente à que por lei for atribuída ao filho.
	
	O coerdeiro, a quem não se der conhecimento da cessão, poderá, depositado o preço, haver para si a quota cedida a estranho, se o requerer até cento e oitenta dias após a transmissão.
	
	Regula a sucessão e a legitimação para suceder a lei vigente ao tempo da abertura do testamento ou do início do inventário.
	
Explicação: Vide arts. 1795; 1846; 1787; 1790 e 1794, CC
	
	 
	Ref.: 201409036101
		
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	A abertura da sucessão ocorre:
		
	
	no momento da assinatura do termo de inventariança
	
	no momento da abertura do inventário
	
	no momento da abertura do testamento
	 
	no momento do óbito
	
	no momento da partilha
	
	 
	Ref.: 201408404516
		
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	ENADE 2009
Helena da Silva era uma mulher que não tivera oportunidade de concluir o ensino básico. Mas, em razão do destino, veio a conhecer John Look, divorciado há 20 anos, homem rico e bem-sucedido, que, em pouco tempo, se casou com Helena, na esperança de viver um grande amor com a consorte que conhecera no Rio de Janeiro. Logo após o casamento, o casal passeou por diversas capitais do país, entre as quais Recife, Maceió e Salvador. Infelizmente, John Look, em uma visita a seu país, dois meses depois, veio a falecer. No Brasil, o de cujus deixou um pequeno apartamento que deveria partilhar com a ex-mulher, do primeiro casamento. Entretanto, Helena soube que a lei do país de John, diferentemente do Brasil, incluía na sucessão ex-cônjuges separados há mais de 10 anos.
Considerando o inciso XXXI do artigo 5º da Constituição brasileira, que dispõe que a sucessão de bens de estrangeiros situados no país será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus, é CORRETO afirmar que
		
	 
	a sucessão deverá ser regida pela lei brasileira, uma vez que seria mais favorável à Helena.
	
	a sucessão deve excluir qualquer pretensão de Helena e beneficiar a ex-cônjuge do de cujus, em razão de o óbito ter ocorrido no exterior.
	
	a sucessão deve ser regulada pelo direito internacional de um país neutro, uma vez que há conflito de competência.
	
	a sucessão deve observar as leis do país do de cujus, independentes de serem ou não mais favoráveis à Helena.
	
	a sucessão deve obedecer às leis do Brasil, uma vez que o casamento foi realizado sob as leis brasileiras.
	
	 
	Ref.: 201408938799
		
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	A respeito da cessão de direitos hereditários, é possível afirmar que:
		
	
	O direito à sucessão aberta, bem como o quinhão de que disponha o coerdeiro, pode ser objeto de cessão por escritura pública ou privada;
	 
	O coerdeiro poderá ceder a sua quota hereditária a pessoa estranha à sucessão mesmo que outro coerdeiro a queira;
	 
	É ineficaz a cessão, pelo coerdeiro, de seu direito hereditário sobre qualquer bem da herança considerado singularmente;

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