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pop lab urpa   001 (1)

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL 
PADRÃO 
 
 
 POP LAB URPA - 001 
 
 
 
 
 
 
 
I - CONTROLE HISTÓRICO 
 
REVISÃO DATA Nº PÁGINAS 
HISTÓRICO 
ALTERAÇÃO 
ELABORAÇÃO VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO 
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EMISSÃO 
INICIAL 
Lourdes Pereira Shinfay M. Liu 
Ana Marina Campas de 
Faria 
 
ASSINATURA E CARIMBO 1 
 
TÍTULO: AVALIAR A QUALIDADE DAS AMOSTRAS E MATERIAIS 
 
 
1. Introdução 
O processo de geração de um resultado começa com a coleta e o transporte da amostra 
clínica. Entretanto, uma vez que ela esteja no laboratório, o setor deve determinar sua 
qualidade que implica em identificação correta, tipos de amostras aceitáveis, recipientes 
adequados e transporte em tempo hábil. 
Este procedimento descreve os passos necessários para garantir que a amostra esteja 
adequada antes que seja processada. 
 
2. Objetivo 
Este procedimento Operacional Padrão foi elaborado pela Seção de Urinálise e 
Parasitologia e tem como produto final a qualidade das amostras e materiais processados. 
 
3. Campos de aplicação 
 Setor de Urinálise e Parasitologia. 
 
4. Referências normativas 
 Resolução nº302, de 13 de outubro de 2005: Dispõe sobre Regulamento Técnico para 
funcionamento de Laboratórios Clínicos. 
 
5. Responsabilidade / competência 
 Bioquímico: avaliação e preparo das amostras. 
 Biomédico: avaliação e preparo das amostras. 
 Técnico em Patologia Clínica: avaliação e preparo das amostras. 
 
6. Definições 
 Não se aplica. 
 
7. Conteúdo do padrão 
 7.1 Recursos necessários 
PROCEDIMENTO OPERACIONAL 
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 POP LAB URPA - 001 
 
 
 
 
 
 
 
I - CONTROLE HISTÓRICO 
 
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Ana Marina Campas de 
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TÍTULO: AVALIAR A QUALIDADE DAS AMOSTRAS E MATERIAIS 
 
 
 Mão de obra capacitada 
 Orientações e instruções para o paciente sobre a coleta adequada do material, de 
acordo com o exame a ser realizado. 
 Material/amostra fornecida pelo paciente. 
 
7.2 Principais passos 
1. Mnemônico (s): Não se aplica 
2. Sinonímia: Não se aplica 
3. Princípio: Para realização de exames no setor de Parasitologia e Urinálise, o Setor de 
Recepção e Cadastro fornece aos pacientes orientações e instruções para coleta 
adequada do material de acordo com o exame a ser realizado. A amostra biológica 
recebida é avaliada no setor para aceitação ou rejeição do mesmo. 
4. Aplicação: Usado para avaliar a qualidade das amostras e materiais do Setor de 
Parasitologia/Urinálise. 
 
5. Fase pré-analítica 
i. Preparo do paciente: O preparo do paciente é feito através das instruções de 
coleta, que são distribuídos no setor de Cadastro. 
 
ii. Amostra 
1) Avaliar para aceitação seguindo critérios abaixo (amostras adequadas) 
a. Amostras de urina, de preferência recentes, com volume entre 15 e 20 ml; 
b. Amostras em frascos identificados com nome e registro do paciente, data da 
coleta e separação de jatos, no caso de urina de 1º e 2º jatos; 
c. Amostras de fezes para exames parasitológicos, colhidas em COPROTEST, 
frasco de farmácia ou no MIF, de acordo com pedido médico (uma, duas ou 
três amostras separadas); 
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d. Amostras de fezes, sem conservantes, para realização de pesquisa de 
sangue oculto, pesquisas pelo método Kato Katz, pesquisa de pH nas fezes, 
pesquisa de substâncias redutoras e pesquisa de trofozoítos; 
e. Amostras colhidas em frascos comprados em farmácia, bem vedados, 
quando o laboratório não fornecer o recipiente. 
 
2) Avaliar para rejeição seguindo critérios abaixo (amostras rejeitadas) 
a. Amostras consideradas inadequadas quando não obedecem aos requisitos 
das orientações de coleta; 
b. Frascos não identificados; 
c. Frascos contendo excesso de material; 
d. Amostras mal conservadas; 
e. Frascos inadequados (que não foram adquiridos em farmácia ou no 
laboratório). 
 
3) Amostras aceitas com restrição 
a. Amostras com volume menor que o padrão, por alguma dificuldade na 
coleta, o exame é realizado, seguido de observação no resultado, pedindo 
novo material caso o volume não seja suficiente; 
b. Amostras que tenham resíduos ou presença de medicamento são 
executadas e o resultado segue pedindo novo material ou alguma 
observação que justifique a rejeição. 
6. Fase analítica 
No momento da realização do exame, se acontecer erro técnico, perda do material, pede-
se nova coleta (SNA: solicitação de nova amostra), justificando o acontecimento. 
 
7. Fase pós-analítica 
i. Se a amostra foi aceita, realiza-se o exame e o resultado é liberado no sistema MV 
pelos funcionários da área técnica. 
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TÍTULO: AVALIAR A QUALIDADE DAS AMOSTRAS E MATERIAIS 
 
 
ii. Se a amostra é rejeitada, usam-se os seguintes motivos para solicitação de 
recoleta: 
1) Amostra com identificação inadequada; 
2) Amostra insuficiente; 
3) Amostra extraviada; 
4) Amostra coletada em tubo/frasco inadequado; 
5) Amostra com volume inadequado; 
6) Confirmação laboratorial diagnóstica de resultados; 
7) Quebra/acidente com frasco/derramamento; 
8) Acondicionamento inadequado da amostra; 
9) Recebido dia incorreto. 
 
 7.3 Cuidados especiais 
 Não se aplica. 
 
8. Siglas 
 Não se aplica. 
 
9. Indicadores 
 Recoleta (geral, por material impróprio, para confirmação, por acidente e diversas). 
 TAT (test turnaround time) para testes imediatos e de emergência - BACTERIOLOGIA. 
10. Gerenciamento de riscos 
Categoria de 
risco