TG VII melhorado
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TG VII melhorado


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TR AB A LH O EM GR U PO (TG)
Al unos :
Pr is la Cr is t ina D ia s Pere ira RA 1626959
D ia na Kar la Mo nte iro Go mes RA 1626942
Elida lva D ina de So uza RA 1619991
Camila I ngr id d e O live ira Car va lho RA 1626938
Barba ra Ho ra nna C r uz Le itão RA 1626936
Je ffe rso n Far ias de So usa R A 1619904
Que s tão:
O Conse lho Feder a l de Ser viço Soc ia l (CF ESS) e laboro u do is doc ume ntos q ue são
funda me nt a is na o r ie ntação da ação p ro fiss io na l no â mb ito da ass is nc ia soc ia l e da
saúde. Ve ja Parâ metro s para At u ão de As s is te nte s Soc ia is na Po lítica de Ass ist ê nc ia
Socia l e Par â me tros pa ra At uação de Ass iste ntes Soc ia is na Po lítica d e Sa úde. Em
re lação à ge stão, no doc ume nto de st inado a sa úde, te mos q ue : O proce sso de
desce ntra liza ção das po lít icas soc ia is ve m req uis it a ndo aos pro fis s io na is de Ser viço
Socia l a a t uação nos níve is d e p la ne ja me nto, ges tão e coorde na ção de eq uipe s,
progra ma s e proj etos. Ta l at uação d e ve ser e mbasada p e la r ea lização de es t udos e
pesquisas q ue re ve le m as rea is co nd içõe s de vida e a s de ma nda s da c la sse traba lhadora,
a lé m dos e studos sobre o per fi l e s it uão de sa úde dos us uá r ios e/o u co letividade. As
invest igações rea lizadas m po r obje t ivo a lime ntar o p rocess o de for mulaçã o,
imp le me nt ação e mo nito ra me nto do p la ne ja me nto do Ser viço Soc ia l, da po t ica
inst it uc io na l, be m co mo da po lít ica d e sa úde lo ca l, r e gio na l, estad ua l e nac io na l. Co m
base no do c ume nto, espec ific a me nte q ua ndo e le aborda a invest igação, p la neja me nto e
ges tão, rea lize uma r e fle xão sobre a s ações apo ntadas nes se ite m q ue po ss ue m re l ão
direta co m o q ue fo i es t udado na d isc ip lina.
Bom t ra ba l ho!
A pol ític a de As s is tênc ia Soc ial, legalm ente reconhec ida c om o direito s oc ial e dever
es tatal pela c ons tituiç ão de 1988 e p ela Lei O rgânic a de As s is ncia Social (LOAS),
vem s endo regulamentada intens ivam ente pelo Governo Federal , c om aprovaç ão pelo
Cons elho Nac ional de As s is tênc ia Soc ial (2004) e do Sistema Ún ic o de As s is nc ia
Soc ial (2005). O objetiv o c om ess e proc ess o é c ons olidar a Ass is tênc ia c om o pot ica
de Es tado; para es tabelec er c ritérios objet ivos de part ilha d e recursos entre os
s erviç os s óc io ass is nc ias e entre es tados , DF e m unic ípios ; para es tabelec er uma
relação s istem ático e interdepente entre program as , projetos , s erviç os e benec ios ,
c omo o benefic io de prestação c ontinua da (BPC) e o Bols a Fam ília, para estabelecer
a rel ão dem oc rática entre p lanos , fund os, c ons elhos e órgãos ges tor; para garantir
repas s e autom átic o e regular de recurs os fundo a fundo e para ins tituir um s istema
inform atiz ado de ac om panhante e m onitoram ento até eno inex is tente. A expa ns ão
da pol ít ica de as s is tênc ia s oc ial vem dem andando c ada vez mais a inserç ão de
as s is tentes s ociais com prom etidos /as c om a c ons olidaç ão do Es tado dem oc rátic o dos
direitos , a uni vers alizaç ão da s eguridade s oc ial e das
pol íticas blic as e o fortalecim ento dos es paç os de c ontrole s oc ial dem oc tico. Is s o
requer o fortalec imento de um a intervenç ão profis s ional crítica, autônom a, étic a e
politic am ente c omprom etida c om a c lass e trabalhadora e c om as organiz aç ões
populares de defesa de direitos.
Ess es parâm etros m com o pres s upos to que a definiç ão de es tratégias e
proc edimentos no exerc ício do trabalho dev e ser prerrogativa dos /as ass is tentes
s ociais, de ac ordo c om s ua com petênc ia e autonom ia profis s ional. Is s o s ignific a que
não c abe a o órgã o ges tor es tabe lec er padron iz ão de rotinas e p rocedim entos de
interve ão, pois o tr abalho profis s ional requer inve ntivi dade, inte ligênc ia e ta lento
para c riar, inventar, inovar, de m odo a res ponder dinamic am ente ao m ovim ento da
realidade.
Com a c ons titu ão de 1990 e a c ri ão do S US a s aúde pas s ou a ter outros
s ignific ados e logo O traba lho d o As s is tente Social s eguiu es s e cam inho,
fundamentando-s e nas c aus as soc iais , nas interações do hom em c om a s oc iedade e a
garantia da ef etivação dos direit os s ociais e sendo a s de um direito uni vers al do
c idadão e enc ontrar -s e diretam ente li gado a s eguri dade s oc ial o prof is s ional do s erviç o
s ocial deve atra s do s eu c onhec im ento m etodol ógico bus c ar a c ons olidaç ão des s e
direito ao cida o.
O profiss ional de s erviço s oc ial, engajado no enfrentam ento das diversas express ões
da questão s ocial, é c ons tantem ente des afiado a propor form as eficientes de
atendim ento às dem andas da s oc iedade.
Os Pam etros para atu ão do As s is tente Soc ial na Sa úde, vem expl ic itar as
c onexões entre o projet o ét ico -pol ítico da c ategoria c om as bas es da Reform a
Sanitária e s ugerir eixos para a prátic a do ass is tente s oc ial na s de. Os divers os
es tudos e enc ontros realiz ados para debater o tema s ão de prim ordial importânc ia,
pois auxili am os profis s ionais na propos iç ão e des envolvim ento de aç ões ass ertivas .
“A s d e é dir eito de t odos e d e ver do Es tad o, ga rant id o m e dia nte p olít ic as s oc iais e
econôm ic as que vis em à r ed ução do ris c o d e doe nça e de o ut ros ag ra vos e ao
aces s o uni vers al e igu alit ári o às ões e s er viç os pa ra s ua pro moç ã o, proteç ã o e
rec up er aç ão
(CF, 19 88, a rt igo 1 96)