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Aula 01   27 08 18   UNIDADE 02 (Ética, política e Sociedade)

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Aula 01 27 08 18 UNIDADE 02 (Ética, política e Sociedade)

UNIDADE 02 – ÉTICA, POLÍTICA E SOCIEDADE 
27/08/2018 = SEGUNDA FEIRA. 
*Recado da professora: O Grupo tem mais de 100 pessoas e não é 
preciso (não é necessário) dar mensagens de Bom dia! ( O grupo foi 
criado para atender nossas necessidades mais urgentes). 
Mensagens necessárias para o nosso bom andamento do Curso de 
das disciplinas. E ainda os recados urgentes da professora. (Temos 
também alunos especiais com deficiência visual) eles precisam ser 
respeitados também, pois todas as mensagens eles ouvem no 
programa de reconhecimento de texto para voz. 
 
Mito: 
 
*Política? @ (Não podemos reduzir o conceito de política para 
politicagem). Pesquisar mais... 
*política 
substantivo feminino 
1. 1. 
arte ou ciência de governar. 
2. 2. 
arte ou ciência da organização, direção e administração de nações 
ou Estados; ciência política. 
3. 3. 
orientação ou método político. 
4. 4. 
arte de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de 
um partido, influência da opinião pública, aliciação de eleitores etc. 
5. 5. 
prática ou profissão de conduzir negócios políticos. 
6. 6. 
cerimônia, cortesia, urbanidade. 
7. 7. 
figurado (sentido)figuradamente 
habilidade no relacionar-se com os outros, tendo em vista a obtenção 
de resultados desejados. 
Origem 
⊙ ETIM gr. politikḗ ( sc. tékhnē ) '(ciência) dos negócios do Estado 
etc.' 
 
*como se concebeu o pensamento ocidental? 
 
___Senso comum é o modo de pensar da maioria das pessoas, são 
noções comumente admitidas pelos indivíduos. Significa o 
conhecimento adquirido pelo homem partir de experiências, 
vivências e observações do mundo. 
 
*O que é MITO? 
substantivo masculino 
1. 1. 
relato fantástico de tradição oral, ger. protagonizado por seres que 
encarnam as forças da natureza e os aspectos gerais da condição 
humana; lenda. 
"m. e lendas dos índios do Xingu" 
2. 2. 
narrativa acerca dos tempos heroicos, que ger. guarda um fundo de 
verdade. 
"o m. dos argonautas e do velocino de ouro". 
 
 
UM MITO: (em grego clássico: μυθος; transl.: mithós) é 
uma narrativa de caráter simbólico-imagético, ou seja, o mito não é 
uma realidade independente, mas evolui com as condições históricas 
e étnicas relacionadas a uma dada cultura, que procura explicar e 
demonstrar, por meio da ação e do modo de ser das personagens, a 
origem das coisas[1] (do mundo; dos homens; dos animais; das 
doenças; dos objetos; das práticas de caça, pesca, medicina entre 
outros; do amor; do ódio; da mentira e das relações, seja entre 
homens e homens, homens e mulheres e mulheres e mulheres, 
humanos e animais etc.). Sendo dessa maneira, é correto dizer que 
o mito depende de um tempo e espaço para existir e para ser 
compreendido[1]. 
 
*Sócrates: (Filósofo). Trouxe uma base: Filosofia científica. 
(comprovadas). 
*Hoje foi feita uma atividade em proposição: (em sala de aula). 
ESCRITA! (responder em forma de texto). Argumentando enquanto 
professor: (Relacionada a Gênero). 
 
ARQUÉTIPOS: De acordo com o suíço Carl Gustav Jung, criador do 
termo, arquétipos são conjuntos de imagens primordiais em nosso 
imaginário, que dão sentido as histórias passadas durante as 
gerações, servindo para representar o conhecimento no 
inconsciente. 
Arquétipo – Wikipédia, a enciclopédia livre 
 
Mitologia grega é o estudo dos conjuntos de narrativas relacionadas 
com os mitos dos gregos antigos e dos seus significados.[1] Para 
muitos estudiosos modernos, entender os mitos gregos é o mesmo 
que lançar luz sobre a compreensão da sociedade grega antiga e seu 
comportamento, bem como suas práticas ritualísticas.[2] Os mitos 
gregos ilustram as origens do mundo, os modos de vida, as aventuras 
e desventuras de uma ampla variedade de deuses, deusas, heróis, 
heroínas e de outras criaturas mitológicas. 
 
Mitologia romana é estudo das lendas da Roma Antiga, usadas 
para explicar a formação do mundo, os fenômenos da natureza, os 
sentimentos e sensações físicas dos humanos e a evolução do 
conhecimento; de uma maneira pagã. Surgida em meados do 
século VIII a.C. com a fundação de Reino de Roma, vigorou por 
mais de mil anos na península Itálica. 
O romano, que impregnava a sua vida pelo numen, uma força 
divina indefinida presente em todas as coisas, estabeleceu com 
os deuses romanos um respeito escrupuloso pelo rito religioso 
o Pax deorum – que consistia muitas vezes em danças, invocações 
ou sacrifícios.[1] 
 
*---- Storytelling é uma palavra em inglês, que está relacionada com 
uma narrativa e significa a capacidade de contar histórias 
relevantes. Em inglês a expressão "tell a story" significa "contar uma 
história" e storyteller é um contador de histórias. = Narração de 
histórias (também conhecido como Contação de histórias) é a 
atividade que consiste em transmitir eventos na forma 
de palavras, imagens, e sons muitas vezes pela improvisação ou 
embelezamento. Histórias ou narrativas foram compartilhadas em 
cada cultura e em toda a terra como um meio de entretenimento, 
educação, preservação da cultura e para incutir valores morais. 
Elementos cruciais de histórias e narrativas 
incluem enredo e personagens, bem como o ponto de vista 
narrativo. 
Segundo a National Storytelling Network (NSN), dos Estados 
Unidos, a definição de storytelling (narração de histórias em inglês) 
é esta: “storytelling é uma forma de arte muito antiga e uma valiosa 
forma de expressão humana usada de diversas maneiras.” 
 
**** ------- O mito de Pandora 
Em tempos muito, muito longínquos, não existiam mulheres no 
mundo, apenas homens, que viviam sem envelhecer, sem 
sofrimento, sem cansaço. Quando chegava a hora de morrerem, 
faziam-no em paz, como se simplesmente adormecessem. 
Mas um dia, Prometeu (cujo nome significa ‘o que pensa 
antecipadamente’, isto é, Previdente) roubou o fogo a que só os 
deuses tinham acesso e deu-o aos homens, para que também eles 
pudessem usufruir desse bem, na defesa contra os animais ferozes, 
na confeção dos alimentos, na garantia de aquecimento nas noites 
frias. 
Ora, o rei dos deuses não podia deixar passar em branco a afronta 
de Prometeu e concebeu um castigo terrível para a humanidade. 
Mandou então que, com a ajuda de Atena, Hefesto, o deus ferreiro, 
criasse a primeira mulher, Pandora, que significa (‘todos os dons’), e 
cada um dos deuses dotou-a com uma das suas características: 
Afrodite deu-lhe beleza e poder da sedução; Atena fê-la arguta e 
concedeu-lhe a habilidade dos lavores femininos; mas Hermes deu-
lhe a capacidade de mentir e de enganar os outros. 
Zeus ofereceu-a então de presente a Epimeteu, que era irmão de 
Prometeu. O seu nome significava exatamente o contrário do do 
irmão, pois Epimeteu quer dizer ‘o que pensa depois’, isto é, 
Irrefletido. E, de facto, sem pensar duas vezes e contrariando a 
advertência do irmão, que lhe dissera que nunca aceitasse nenhum 
presente vindo de Zeus, ele deixou-se seduzir pela bela Pandora e 
casou-se com ela. 
Pandora trazia consigo um presente dado pelo pai dos deuses: uma 
jarra (a’ caixa de Pandora’), bem fechada, que estava proibida de 
abrir. Mas, roída pela curiosidade, um dia decidiu levantar só um 
bocadinho da tampa, para ver o que lá se escondia. De imediato dela 
se escaparam todos os males que até aí os homens não conheciam: 
a doença, a guerra, a velhice, a mentira, os roubos, o ódio, o ciúme… 
Assustada com o que fizera, Pandora fechou a jarra tão depressa 
quanto pôde, colocando-lhe de novo a tampa. Mas era demasiado 
tarde: todos os males haviam invadido o mundo para castigar os 
homens. Lá muito no fundo da jarra, restara apenas uma pequena e 
tímida coisa, que ocupava muito pouco espaço, a esperança. Por 
isso se diz que ‘a esperança é a última a morrer’.