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Trabalho Escrito Seminário 3   Lucília do Nascimento Martins

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UNIVERSIDADE DO EST ADO DO RIO DE JANEIRO
CENT RO DE EDUCAÇ ÃO E HUM ANIDADES
F ACULDADE DE EDUCAÇ ÃO
FUNDAÇ ÃO CECIERJ /Consórcio CEDERJ
Curso de Lice nciatura e m Pe dagogia modalidade E AD
Se minár io 3
Alun a: Luc ília d o Nas c im ento Martins
Matr íc ula.: 16212 080245
Polo: Parac am bi
E mail: pearl_luc ili aa@yah oo.com .br
Uma bre ve re fle xão sobre a importância da for ma de utilização dos mate riais
manipuv e is no Ensino da M ate mática
O texto Eu trabalh o Prim eiro no Conc reto aborda a dis c uss ão dos m ateriais utilizados
para o ensino da m atem átic a. O uso dess es m ateriais foi des tac ado pela prim eira vez no
s éculo XIX por Pestaloz z i. Surge na déc ada de 1920 uma nova tendência no ens ino da
Mat em átic a no Bras il, o ens ino em ric o at ivis ta, ond e o alu no pas s a a s er o c entro da
aprendiz agem , e os jogos m atem áticos fortalec em a ideia do “aprender f azendo”.
O autor do texto res s alta que o aluno na m aioria das vez es não enc ara e não
entende o m ateria l e a m atéria q ue está sendo apl icada, pom o educ ador já tem uma vis ão
diferente, ele c ita o m aterial dourado e o m aterial Cuis inaire para ref orç ar s ua
argum entaç ão. Tal abordagem demons tra que os educ adores devem es tar preparados para
m anus ear e ens inar a utiliz ação dos m ateriais de form a c lara e c orreta para s eus
educ andos .
A es c ola s endo um loc al de c onhec imento deve propiciar rec urs os para c ontribuir
s ignific ativam ente na aprendiz agem dos agentes envolvid os nes s e proc ess o. Sendo a
Mat em átic a enc arada c om o um a “vilã as s ustando nos s os alunos no proc es s o de ens ino
aprendiz agem , m ostra que o trabalho c om os materiais Didátic os Manipu ve is deve s er
feito de form a atraente e prazerosa, bus c ando am eniz ar o tem or pela m atéria ap lic ada pe los
educ adores , pois as bas es tradic ionalis tas ainda as s olam as es c olas , s endo nec essária à
aplic ão de um a didática dinam iz ada e novas alternat ivas para o s uc ess o da
aprendiz agem .

Finalm ente, s aliento a refl exão s obre a im portânc ia da util izaç ão dos m ateriais
Didáticos Manip uláv eis no ens ino da Matem ática, é de s uma im portância para s anar os
m edos e as dific uldades , tant o dos educ andos em aprender, com o nas frus taç ões do
educ ador que o cons egue tr ans m itir seus conhec im entos de form a c lara e efic az, faz endo
a diferenç a no proc es s o de ens ino.
Plano de Aula
Arco Íris Comple xo Educacional
T urma: 101
r ie : 1º ano (Ensino Funda me ntal I)
T urno: M anhã
Plano de aula
Áre as do conhe cime nto:
Linguagem m atem átic a.
Linguagem oral e c or poral .
Artes Vis uais
Obje tiv os
Geral
Trabalhar o racioc ín io es pac ial atras das form as geom é tric as da c aixa de bloc o gicos e
do Tangram , propic iando e es tabelec endo um a aproxim aç ão da realidade do educ ando
através da matem ática e arte manual.
Espe ficos
Distinguir as form as geom étric as.
Desenvolver o racioc ín io lóg ic o.
Es tim ular o entrosamento dos educ andos .
Am pliar as habil idades motoras .
Conte údo
Nomear as form as geom étric as .
Ide ntificar as es pes s uras , tam anhos e c ores das form as geométric as .
Realizar dobraduras.
Conhec er um tangram .

Realização de um des enho a partir de um tangram .
Me todologia
Começ arem os com um a convers a informal sobre form as geom étric as , apres entando figuras
do c otidiano que pos s am repres en - las , tais c omo, sol, roda, jan ela, e etc. Logo em
s eguida distribuirem os a caixa de bloc os gicos e deixarem os que os educ andos
m anus eiem e brinquem livrem ente, depois c ontarem os a história do li vro: “O País Q uadrado
das autoras Nel y A. Guernel li Nucc i e Maria da Paz Vieira de L ima para i lus trar ainda m ais o
m undo das form as geom étric as . Com o atividade pr ática farem os dobraduras de c ac horro e
gato, e os alunos io c om pletar os rostos dos anim ais . Conversarem os sobre a origem do
tangram , dis tribuirem os um tangram e folha d e of íc io p ara c ada al uno e pedirem os que cada
um deles cons trua um a figura utiliz ando as peç as do tangram .
Av aliaç ão
A a valiaç ão s erá fe ita a partir da observ ão d os educ andos e do s des afios enc ontrados, do
interes s e e da p artic ipaç ão de c ada um . Se um a avali ação diag s tica, obs ervando as
dific uldades dos envolvidos no processo de ens ino aprendiz agem , bus c ando avaliar as
es tragias des envolvid as.
Re fe rê ncias
BELLINGHAUSEN , Ingrid B. Os Anim ais do M undinho. 1 ed. o Paul o: Editora DCL, 2007
NUCCI, Nely A. G; LIMA, M aria da P. V. O País do Quadrado. 8 ed. Rio de J aneiro: Editora
Paulinas , 2008
Em que aspectos, o uso do mate rial e m sua ativ idade pode ser inte r pre tado como
facilitador de apre ndiz age m?”
O m aior objetiv o da educ aç ão é a apr endizagem , ou s eja, é fundam ental que o
educ ador util ize recurs os que propic ie o alc anc e do m es m o. Os educ andos s ão figuras
c entrais desse objetivo, e c ada um c arrega c arac terís tic as individuais , habi lidad es e
dific uldades de apre nder determ inados conteúdos aplic ados no am biente esc olar.
Os m ateriais citados na atividade ac im a, s ão facilitadores no proc es s o da
aprendiz agem , pois c om eles os alunos de forma dic a serão c apazes de entender os
c onteúdos aplic ados , e s erão capaz es des envolver outras div ers as habilidades . Pois a
m otiv ão do aprendiz acontec e diante de uma didátic a dim ic a, dotada de c onteúdos que