Relatorio 4
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Relatorio 4


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Redenção/CE 
Setembro de 2018 
 
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira 
Instituto de Engenharias e Desenvolvimento Sustentável 
Bacharelado em Engenharia de Energias 
 
 
 
 
LABORATÓRIO DE QUÍMICA II 
 
 
 
 
PRÁTICA Nº 4: PROCESSO DE TRANSFERÊNCIA DE ELÉTRONS 
 
 
 
Israel Oliveira Cavalcante 
Antonio Mateus da Mata Viana 
Profº: Karolinny Chaves
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 3 
2. OBJETIVOS ........................................................................................................................ 4 
3. MATERIAIS ........................................................................................................................ 4 
4. MÉTODOS .......................................................................................................................... 5 
4.1 Processos eletrolíticos ........................................................................................................ 5 
4.2 Estudo da Pilha de Daniell................................................................................................ 5 
4.3 Estudo da Corrosão ........................................................................................................... 6 
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES ...................................................................................... 7 
5.1. Processos Eletrolíticos ...................................................................................................... 7 
5.2. Estudo da Pilha de Daniell............................................................................................. 10 
5.3. Estudo da Corrosão ........................................................................................................ 11 
6. PÓS-LABORATÓRIO ..................................................................................................... 13 
7. CONCLUSÃO ................................................................................................................... 15 
8. REFERÊNCIAS ................................................................................................................ 16 
 
 
 
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1. INTRODUÇÃO 
 
 Na química, sabemos que ocorrem vários tipos de reações e transformações, 
todas elas têm suas características distintas que nos fazem perceber qual o tipo de reação 
que está acontecendo naquele momento. Existem reações que necessitam de uma 
energia inicial para que o processo possa acontecer, já outras podem ocorrer 
espontaneamente. 
 No estudo da eletroquímica observamos a troca de elétrons para a transformação 
de energia química em energia elétrica, ou a transformação de energia elétrica em 
energia química. 
 Na eletroquímica, quando numa reação ocorre a transferência de elétrons ela é 
chamada de reação de oxirredução, nessa reação está acontecendo conjuntamente a 
redução e oxidação do composto, nesse processo onde duas espécies químicas estão em 
contato, uma irá perder elétrons e a outra irá receber esses elétrons, a espécie que perde 
esses elétrons passa por uma oxidação e fica com o número de oxidação maior, já a 
espécie que ganha esses elétrons passa por uma redução e seu número de oxidação fica 
menor. 
 Outras duas importantes concepções das reações de oxirreduções são do agente 
redutor e agente oxidante, os próprios nomes já descrevem seus papeis. O agente 
redutor é aquele que faz com que a outra espécie química entre em redução e o agente 
oxidante é aquele que faz a outra espécie química entrar em oxidação. Os processos de 
oxidação e de redução são necessariamente concorrentes, pois os elétrons liberados na 
oxidação são usados na redução. 
 As pilhas e baterias estão entre os principais campos de estudo da eletroquímica. 
No interior dessas pilhas e baterias existem substâncias químicas que espontaneamente 
reagem, havendo a transferências de elétrons. Isto ocorre devido as reações de 
oxirredução. As pilhas possuem dois eletrodos: o ânodo, e o cátodo. Esses eletrodos são 
os polos negativo e positivo onde ocorre a oxidação e a redução respetivamente. 
 
 
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2. OBJETIVOS 
 
\u2022 Identificar processos de transferência de elétrons espontâneos e não espontâneos. 
\u2022 Observar o processo de eletrólise reconhecendo seus componentes. 
\u2022 Verificar a montagem e funcionamento de uma célula galvânica. 
\u2022 Investigar o processo de corrosão. 
3. MATERIAIS 
\u2022 Tubos de ensaio; 
\u2022 Fios de cobre; 
\u2022 ZnSO4 0,1 M; 
\u2022 CuCl2 0,1 mol/L; 
\u2022 Grafite; 
\u2022 NaCl; 
\u2022 Água destilada; 
\u2022 Fenolftaleína 1%; 
\u2022 Béquer de 150 mL. 
\u2022 CuSO4; 
\u2022 Lâmina de cobre previamente lixada; 
\u2022 Voltímetro; 
\u2022 Lâmina de zinco previamente lixada; 
\u2022 Tubo de vidro em forma de U; 
\u2022 KCl(aq); 
\u2022 Béquer de 250 mL; 
\u2022 Cloreto de sódio; 
\u2022 Ferrocianeto de potássio. 
 
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4. MÉTODOS 
4.1 Processos eletrolíticos 
 
 
\u2022 Montou-se, com material encontrado na bancada, um sistema eletrolítico 
utilizando fios de cobre como eletrodos e ZnSO4 0,1 M como eletrólito. Ligou-
se a este sistema a uma fonte, observando as reações nos eletrodos. Procurou-se 
identificar o cátodo e o ânodo; 
\u2022 Fez-se a eletrólise da solução aquosa de CuCl2 0,1 mol/L, utilizando o 
mesmo sistema eletrolítico. A solução não foi descartada, pois foi utilizada no 
item seguinte. 
\u2022 Fez-se a eletrólise da solução aquosa de CuCl2 0,1 mol/L, utilizada no 
item anterior, desta vez, usando grafite como ânodo. Observou-se atentamente se 
houve na reação alguma diferença em relação a etapa anterior. 
\u2022 Dissolveu-se 0,5 g de NaCl em 60 mL de água destilada e acrescentou-se 
algumas gotas de fenolftaleína 1%. Fez-se a eletrólise desta solução, usando 
eletrodos de grafite; 
4.2 Estudo da Pilha de Daniell 
 
\u2022 Em um béquer de 150 mL adicionou-se até sua metade, solução aquosa 1 
mol/L de CuSO4 e nesta solução, mergulhou-se parcialmente uma lâmina de 
cobre previamente lixada. 
\u2022 Ligou-se a lâmina de cobre ao terminal positivo de um voltímetro; 
\u2022 Adicionou-se solução aquosa de ZnSO4 1 mol/L em outro béquer de 150 
mL até sua metade e, nesta solução, mergulhou-se parcialmente uma lâmina de 
zinco previamente lixada. 
\u2022 Ligou-se a lâmina de zinco ao terminal negativo de um voltímetro; 
\u2022 Encheu-se um tubo de vidro em forma de U com uma solução aquosa 
saturada de KCl e vede as extremidades com algodão. Uniu-se as duas 
semipilhas através da ponte salina, montando a pilha; 
\u2022 Fez-se a leitura do voltímetro. 
 
 
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4.3 Estudo da Corrosão 
 
\u2022 Em um béquer de 250 mL, colocou-se 200 mL de solução aquosa 3% em 
cloreto de sódio, 1 mL de solução alcoólica 1% em fenolftaleína e 2 mL de 
solução 0,2 M de ferricianeto de potássio. Imergiu-se dois eletrodos metálicos, 
sendo um de cobre e não deixando que os dois entrem em contato diretamente; 
\u2022 Procedeu-se do mesmo modo da experiência anterior usando, porém, 
eletrodos de zinco e ferro em vez de cobre e ferro. 
 
 
 
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5. RESULTADOS E DISCUSSÕES 
5.1. Processos Eletrolíticos 
 
 Após a montagem do equipamento, se deu início ao experimento ligando o 
sistema à fonte que havia sido conectada em corrente contínua. Instantaneamente houve 
a deposição de massa em um dos eletrodos dentro do béquer com a solução de ZnSO4 
utilizada como eletrólito, como mostra a figura a seguir: 
Figura 1: Deposição de massa no eletrodo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Acervo pessoal. 
 Sendo ambos os eletrodos constituídos de cobre, a deposição de massa que 
ocorre em apenas um dos fios se