Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

“Quem é EBOM deixa marcas” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RPG / REPOSTURARSE 
REESTRUTURAÇÃO POSTURAL SENSOPERCEPTIVA 
MÓDULO IV 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rua Palmira, 26 – Serra 
Belo Horizonte – MG 
Cep: 30.220.110 
Tel: (0xx31) 3227-1662 
Fax: (0xx31) 3227-1172 
e-mail: info@osteopatia.com.br 
Home Page: www.osteopatia.com.br 
 www.reposturarse.com.br 
 www.ebomescola.com.br 
 
 2 
 
 
 “É muito difícil manter uma postura, a menos que tenhamos ajuda sensorial que aumente 
nossa orientação em relação ao corpo” 
Paul Schilder 
Professora Laís Cristina Almeida 
 Graduação em Fisioterapia pela FCMMG 
 Graduação em Psicologia pela UFMG 
 Osteopata (DO) pela EBOM 
 Mestranda em Ciências do Desporto pela 
Universidade de Trás-os-Montes (Portugal) 
 Docente do curso de Fisioterapia – FCMMG 
(1981/1998) 
 Docente da Pós Graduação do CPG da FCMMG 
 Pioneira em RPG em Minas Gerais 
 Coordenadora do Curso de Pós-Graduação Lato 
Sensu em RPG/REPOSTURARSE junto ao CPG 
- Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da 
FCMMG 
 Fundadora, Diretora e Coordenadora Científica 
da EBOM 
 Membro da WOHO – World Osteopathic 
Health Organization 
 Reeducation Postural Globale (RPG) – França 
 Cranio Sacral – Therapy Upledger Institute 
 Morfo Anáyse et Rejustament Postural – França 
 Manual Therapy – Fundação Marcel Bienfait – 
Itália 
 Cadeias Musculares – Léopold Busquet – Belo Horizonte 
 Pilates Contemporâneo - BH 
 Fundadora e Responsável pelo Serviço de Fisioterapia da Clinica CIPOS – Centro 
Internacional de Postura e Osteopatia BH 
 Autora dos Livros 
 O Tiro da Bruxa - Postura Correta Corpo Saudável. São Paulo: Editora Saraiva, 2004. 
 Reeducação Postural Sensoperceptiva – Fundamentos Teóricos e Práticos. Rio de Janeiro: 
Editora Med Book, 2006. 
 Colaboradora do livro: Baracho, Elza. Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia, Uroginecologia e 
Aspectos de Mastologia. Rio de Janeiro: Edit. Guanabara Koogan, 2006: 
 Cap. 3 – Adaptações do Sistema Músculo Esquelético e suas Implicações 
 Cap. 15 - A Reestruturação Sensoperceptiva e a Osteopatia Aplicada á Obstetrícia 
 
EDITORAÇÃO E REVISÃO 
Mestre PRISCILA ALBUQUERQUE DE ARAÚJO 
REVISÃO E ATUALIZAÇÃO 
Ft. PAULA FERNANDA DE SOUSA SILVA 
Ft. MATHEUS DE ALMEIDA E SILVA 
 
 3 
SUMÁRIO 
 
I. DIAFRAGMA 4 
II. BIOMECÂNICA DA INSPIRAÇÃO 10 
III. MANOBRAS PARA CORREÇÃO DA CADEIA 
MIOFASCIAL INSPIRATÓRIA 
12 
IV. CINTURA ESCAPULAR 15 
V. TÉCNICAS SENSOPERCEPTIVAS PARA A 
CINTURA ESCAPULAR 
23 
VI. TÉCNICAS OSTEOPÁTICAS E OUTRAS 
MANOBRAS PARA A CINTURA ESCAPULAR 
 
29 
VII. SÍNDROME DO DESFILADEIRO CERVICO-
TORÁCICO 
34 
VIII. TÉCNICAS PARA SÍNDROME DE COMPRESSÃO 
CERVICOTORÁCICA 
 
40 
IX. AUTO-POSTURAS 42 
X. POSTURAS GLOBAIS 46 
 1) Postura “ASA DELTA” 46 
 2) Postura “DE PÉ NA PAREDE” 50 
 REFERÊNCIAS 53 
 
 
 4 
I. DIAFRAGMA 
 
1. Anatomia e Biomecânica 
 
De acordo com DÂNGELO E FATTINI (2007), o diafragma 
é um músculo ímpar, em forma de abóbada, de concavidade 
inferior, que separa o tórax do abdome. Possui uma porção 
periférica e muscular, que se insere no tórax e no abdome, 
constituída de finos músculos digástricos, cujos tendões formam a 
outra porção, central e tendinosa, o centro frênico. 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 1: Músculo diafragma 
Fonte: CALAIS-GERMAIN, 1992. (Acréscimo de diagramas para fins didáticos). 
 
A) Divisão 
SOUCHARD (1989) afirma que o diafragma pode ser dividido de acordo com suas 
inter-relações em: 
1. Porção Vertebral – fixa-se às vértebras lombares mediante pilares bilaterais: 
Pilar D: Insere-se sobre L1-L2 e L2-L3 (ocasionalmente, L3-L4) 
Pilar E: Insere-se sobre L1-L2 e L2-L3 
 
Abóbada 
diafragmática 
 
 5 
 
FIGURA 2: Os pilares do músculo diafragma 
Fonte: SOUCHARD, 1989. 
 
 
1.1. Elementos da porção vertebral do diafragma (SOUCHARD, 1989) 
 Orifício aórtico 
 Orifício esofágico 
 Ligamento arqueado medial (arcada do músculo psoas maior) – une 
a face lateral do corpo de L2 ao processo costiforme de L1 
 Ligamento arqueado lateral (arcada do músculo quadrado lombar) – 
une o processo costiforme de L1 à 12ª costela 
As fibras musculares originadas nas arcadas inserem-se sobre as porções 
laterais e posteriores do centro tendíneo. 
 
2. Porção costal - Compreende toda a região lateral do diafragma. Origina-se na 
face interna das últimas costelas e sobre as arcadas aponeuróticas que unem os ápices 
da 10ª, 11ª e 12ª costelas (Arcadas de Sénac). As fibras musculares terminam sobre os 
bordos laterais dos folículos laterais e anteriores do centro tendíneo (SOUCHARD, 
1989). 
 
3. Porção esternal - Proveniente da face posterior do apêndice xifóide, esta 
porção termina sobre a porção média do folículo anterior (SOUCHARD, 1989). 
 
 
 6 
B) Centro Frênico 
O centro frênico ocupa a porção central do diafragma. É formado pelo cruzamento 
dos tendões mediais dos músculos digástricos. Apresenta três folículos: o anterior, o direito e 
o esquerdo (SOUCHARD, 1989). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 3: Elementos diafragmáticos 
Fonte: www.anatomiahumana.ucv.cl/.../fotos1/frenico.jpg 
 
 
C) Orifícios 
De acordo com SOUCHARD (1989), o diafragma possui orifícios que dão passagem a 
estruturas vasculares, nervosas e ao esôfago: 
 Orifício aórtico: osteofibroso, estende-se até a 12ª vértebra torácica, permite a 
passagem da artéria aorta e adere-se a sua porção anterior. 
 Orifício esofágico: unicamente muscular, situado no nível de T10, dá passagem 
aos nervos pneumogástricos, além do esôfago, ao qual se adere. 
 
 7 
 Orifício da veia cava: atravessa o centro frênico, na união entre o folículo 
anterior e o folículo direito. 
 
D) Posição 
Em posição ortostática e em repouso, a cúpula diafragmática direita geralmente 
projeta-se ao nível do 4º espaço intercostal e, à esquerda, ao 5º espaço intercostal 
(SOUCHARD, 1989). 
 
E) Sistema suspensor 
A aponeurose cervical profunda ou pré-vertebral continua-se na região torácica 
através do espessamento posterior da fáscia endocárdica aderida à coluna até o nível de T3-
T4. Abaixo desse nível, esta estrutura afasta-se da coluna. A bainha visceral que se 
transforma na fáscia periesofagiana tem a mesma direção, sendo que esta última continua até 
os pulmões. A continuação dessas fáscias em todas as expansões pericárdicas se dá pelo saco 
fibroso pericárdico. Na região cérvico-torácica encontra-se uma cadeia fascial muito sólida, 
prosseguindo pelos pilares diafragmáticos até as vértebras lombares, fáscia ilíaca e daí para 
os membros inferiores (SOUCHARD, 1989). 
 
F) Inervação 
O suprimento nervoso (parte motora e sensitiva proprioceptiva) do diafragma é feito 
através dos nervos frênicos (C3, C4 e C5), estes situam-se atrás da fáscia pré-vertebral, 
passam na borda lateral do músculo escaleno anterior e percorrem verticalmente em direção 
inferior através da parte anterior deste músculo cobertos pela veia jugular e pelo 
esternocleidomastóideo. Esse complexo nervoso apresenta ramificações para o pericárdio, 
pleura mediastinal e porção central da pleura diafragmática, e cada um se divide em três a 
cinco ramos adicionais. O ramo mais posterior de cada lado perfura o diafragma (o ramo 
posterior direito atravessa o orifício da veia cava) e inerva os pilares. Todos os outros ramos 
perfuram o diafragma e distribuem-se abaixo dele. O sistema simpáticotem um papel 
vasomotor e uma ação sobre o tônus muscular, assim como os quatro ou cinco últimos 
nervos intercostais (SOUCHARD, 1989). 
 
 
 8 
G) Vascularização 
Plano arterial: 
 Artéria mediastinal posterior – ramo da aorta torácica – supre os pilares 
 Artéria diafragmática superior – ramo da artéria mamária interna 
 Artéria diafragmática inferior – ramo da aorta abdominal 
 Ramos da artéria músculo-frênica 
 Artérias vindas das quatro últimas intercostais. 
O sistema venoso é anexo ao sistema arterial e termina na veia cava inferior e nas 
veias mamárias internas. No plano linfático, o tronco torácico se anastomosa com o tronco 
abdominal, e inúmeros coletores estão implantados em torno da base do pericárdio e 
terminam nos gânglios mediastinais. 
 (SOUCHARD, 1989) 
 
H) Inter-relações 
Face Superior 
Coração, pulmões, ligamentos frenopericárdicos. 
Face inferior 
Fígado – através do ligamento falciforme e triangular 
Estômago – ligamento gastrofrênico 
Baço – ligamento freno-esplênico 
Posteriormente, o diafragma corresponde às supra-renais, ao pâncreas e à 
extremidade superior dos rins. 
 
(SOUCHARD, 1989) 
Cadeia miofascial inspiratória 
 Escalenos 
 Esternocleidomastóideo 
 Peitoral menor 
 Intercostais internos e externos 
 Sistema suspensor do diafragma e das vísceras 
 Diafragma 
 
 9 
O encurtamento da cadeia inspiratória pode provocar: 
 Bloqueio inspiratório alto = retificação cervical e retificação torácica 
- Sinergia entre escalenos e longo do pescoço 
Principais músculos envolvidos 
- Esternocleidomastóideo 
- Escalenos 
- Peitoral menor 
- Intercostais 
 Bloqueio inspiratório baixo = lordose diafragmática 
Principais músculos envolvidos 
- Diafragma 
- Intercostais 
 
 
FOTO 1: Antes e após alongamento da cadeia inspiratória, especificamente do bloqueio baixo 
Fonte: Curso RPG Reposturarse, 2010. 
 
 
 
 
 
 
 10 
 Bloqueio inspiratório alto e baixo = retificação torácica e lordose 
diafragmática alta 
 Outros desequilíbrios 
- Aileron de Sigaud – orelhas de Sigaud. Apoio precoce sobre o 
centro frênico: tensão interna abdominal, hipertonia muscular abdominal e 
aumento do conteúdo abdominal. 
- Fechamento do “V” costal – cifose torácica baixa (cadeia 
cruzada anterior) 
- Abertura do “V” costal – lordose total (cadeia cruzada 
posterior) 
 
 
II. BIOMECÂNICA DA INSPIRAÇÃO 
 
Respiração de pequena amplitude 
 Esse tipo de respiração é realizado unicamente pelo diafragma. 
 Se a fáscia cérvico-tóraco-diafragmática está relaxada, o centro frênico abaixa-se de 
1,5 a 3 cm. 
Respiração de média amplitude 
 O centro frênico abaixa-se e traciona a fáscia cérvico-tóraco-diafragmática. 
 As seis últimas costelas se elevam lateralmente (principalmente). 
 Pode-se constatar uma certa atividade dos músculos intercostais e escalenos. 
 
Respiração de grande amplitude 
 Neste caso, há contração do diafragma e dos músculos inspiratórios acessórios. 
 A contração das fibras abaixa o centro frênico em aproximadamente 5 cm. 
 
Inspiradores Acessórios 
Inspiradores Nucais 
 
 11 
1. Esternocleidomastóideo - eleva o esterno e a parte esternal da clavícula 
2. Escalenos - Quando suas inserções cervicais são o ponto fixo estes 
músculos elevam a primeira e a segunda costela 
3. Trapézio Superior – Eleva as escápulas e ombros 
MOTTER (2005) 
4. Subclávio – SOUCHARD (1989). 
Inspiradores Escapulares 
1. Peitoral menor - constitui, juntamente com o serrátil anterior, um 
dos músculos inspiratórios mais potentes. Eleva a 3ª, a 4ª e a 5ª 
costelas. 
2. Peitoral maior – porção superior – age como suspensor do braço. 
Desempenha um papel menor em relação à musculatura 
inspiratória acessória. As fibras inferiores elevam as costelas com o 
braço fixado em abdução. 
3. Elevador da escápula – eleva as escápulas e ombros 
4. Rombóides e serrátil anterior - (principalmente as fibras inferiores) - 
ligam as dez últimas costelas à coluna vertebral cérvico-torácica, 
funcionando as escápulas então como ossos sesamóides. 
5. Grande dorsal – eleva as quatro últimas costelas quando o membro 
superior está fixo. 
MOTTER (2005) 
6. Trapézio médio – estabilizador escapular 
(SOUCHARD, 1989) 
Inspiradores Espinhais 
1. Transverso espinhal 
2. Dorsal longo 
3. Iliocostal 
4. Espinhal do tórax 
 SOUCHARD (1989) 
 
 12 
III. MANOBRAS PARA CORREÇÃO DA CADEIA MIOFASCIAL 
INSPIRATÓRIA 
1) Propriocepção da Respiração (ALMEIDA, 2006) 
Ver apostila 1 preparação de postura “Rã no chão”. 
 
2) Manobra diafragmática baixa (ALMEIDA, 2006) 
 
 Objetivos: trabalhar bloqueio inspiratório baixo 
 Ação: penetrar, com as polpas dos polegares, sob os 
bordos inferiores das últimas costelas, desde o processo 
xifóide até a ponta da 12ª costela. Essa manobra é realizada 
durante a expiração, de forma progressiva, e de acordo com a 
capacidade tecidual de ceder à pressão manual. 
 
 FOTO 2: Manobra diafragmática baixa 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
3) Manobra sobre o arco costal (ALMEIDA, 2006) 
 
 Objetivos: trabalhar bloqueio inspiratório baixo 
e fechamento de “V” costal 
 Ação: pressionar suave e progressivamente, 
durante a expiração, desde as costelas inferiores até o 
umbigo, ganhando sempre no abaixamento das costelas. 
Pode acompanhar vibração suave. 
 
FOTO 3: Manobra sobre o arco costal 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
4) Manobra de ampliação interescapular – recriação da cifose (ALMEIDA, 2006) 
 Objetivo: trabalhar bloqueio alto e, simultaneamente, recriar a cifose torácica. 
 Paciente: Em decúbito dorsal, com os joelhos flexionados e os pés apoiados no 
chão. 
 
 13 
 Ação 
- Encaixar as escápulas e elevar os membros superiores estendidos até 80º de 
antepulsão. 
- Manter as mãos abertas, com as pontas dos dedos apontando para o teto e 
conserve os cotovelos estendidos e desbloqueados. 
- Tirar progressivamente as escápulas do chão, abrindo o espaço 
interescapular. 
- Expirar profundamente, para ajudar a ampliar o espaço interescapular e a 
recriar a cifose. 
 
5) Manobra para abertura das últimas costelas (ALMEIDA, 2006) 
 Objetivo: trabalhar o fechamento do “V” costal e liberação do diafragma. 
 Paciente: em decúbito dorsal com os membros inferiores flexionados 
 Fisioterapeuta: ipsilateral ao segmento a ser tratado com as mãos sobrepostas à borda das 
últimas costelas. 
 Ação: pressionar medialmente as costelas para 
relaxar os tecidos abdominais. Penetrar 
suavemente debaixo das costelas através do 
abdome, então realiza-se uma abertura e, após, 
um deslizamento lateral. 
 
FOTO 4: Manobra para abertura das últimas costelas 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 6) Respiração paradoxal (ALMEIDA, 2006) 
 
 Objetivo: trabalhar o bloqueio respiratório alto, fechamento de “V” costal e rigidez 
abdominal. 
 Expirar ampliando o abdomem de forma relaxada 
 
7) Isometria abdominal: reto, oblíquos e transverso abdominal (ALMEIDA, 
2006) 
 
 
 14 
 Objetivo: trabalhar bloqueio alto e baixo, abertura do “V” costal, e períneo. Trabalhar 
os músculos abdominais 
 Paciente: em decúbito dorsal com os membros inferiores flexionados e os pés apoiados 
no chão. Ação 
- Solicitar expiração com intenção de deprimir o esterno e as costelas para 
trabalhar os músculos retos abdominais, mantendo a depressão 
- Fechar o ângulo costal para trabalhar o músculo oblíquo e mantê-lo 
fechado 
- Solicitar contração de abdominal e períneo, sem tirar o sacro do chão – 
trabalhando o músculo transverso 
- Solicitar algumas expirações, ganhando em abaixamento do esterno e das 
costelas, fechando o ângulo costal e puxando levemente o púbis para cima, 
tomando cuidado de não tirar o sacro do chão 
 
8) Auto posturas respiratórias em decúbito dorsal (ALMEIDA, 2006) 
a) Autopostura para liberar bloqueio alto 
Ação 
- Mãos no alto do tórax 
- Expirar prolongadamente com propriocepção 
b) Autopostura para liberar bloqueio baixo 
Ação 
- Mãos sobre as costelas baixas 
- Expirar prolongadamente com propriocepção 
c) Autopostura para liberar bloqueio alto e baixo 
Ação 
- Uma mão na parte alto do tórax e outra sobre as últimas costelas 
- Expirar prolongadamente com propriocepção 
d) Autopostura com respiração paradoxal 
Ação 
- Uma mão na parte alta do tórax e outra sobre o abdômen 
 
 15 
- Expirar com propriocepção estufando o abdômen, que deve ficar 
relaxado 
e) Auto-postura para fechamento do V costal 
Ação 
- Mãos obliquamente de cada lado das últimas costelas 
- Expirar prolongadamente com proprieocepção das mãos em 
direção ao umbigo. 
f) Auto-postura para abertura do “V” costal 
Ação 
- Mãos obliquamente de cada lado das últimas costelas 
- Expirar afastando suavemente as mãos para dar propriocepção de 
abertura 
IV. CINTURA ESCAPULAR 
1. Generalidades 
A cintura escapular é formada pelos ossos úmero, clavícula e escápula, os quais se 
agrupam formando as articulações escápulo-umeral, acromioclavicular e esternoclavicular. 
Nesse segmento, podem-se definir ainda duas regiões: I) Conjunto escápulo-torácico e II) 
Conjunto escápulo-umeral (CALAIS-GERMAIN, 2010). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 4: Cintura escapular e articulação escápulo-umeral 
Conjunto 
escápulotorácico 
Conjunto 
escápuloumeral 
 
 16 
Fonte: CALAIS-GERMAIN, 1992. (Acréscimo de diagramas para fins didáticos). 
 
A cintura escapular une os Membros Superiores (MMSS) ao tórax, proporcionando 
amplas possibilidades de movimento aos mesmos e estabilizando o braço nas atividades de 
força. Quanto à mobilidade, o ombro possui três graus de liberdade, o que lhe permite 
orientar o membro superior em relação aos três planos no espaço, graças a três eixos 
principais (CALAIS-GERMAIN, 2010): 
 Eixo horizontal - plano sagital – movimentos de flexão e extensão. 
 Eixo ântero-posterior - plano frontal ou coronal – abdução e adução. 
 Eixo vertical – plano horizontal – adução e abdução horizontal, com o membro 
superior a 90º de flexão anterior. 
 Eixo longitudinal – plano transversal – rotações externa e interna. 
 
2. Anatomia e Biomecânica 
 
2.1. Conjunto ósseo 
 
Clavícula 
Segundo CALAIS-GERMAIN (2010), a clavícula é um osso curto, cilíndrico, em forma de 
„S’ , sendo parte constituinte da articulação esternoclavicular. Esta é uma articulação sinovial 
“em sela” que permite movimentos nos três eixos. Nesse sentido, a clavícula realiza 
movimentos de: 
 Rotação anterior e posterior – rotação sobre seu eixo 
 Antepulsão e retropulsão 
 Elevação e depressão 
 
 17 
 
 
 
 
 
FIGURA 5: Clavícula: A – Vista anterior; B – vista posterior. 
Fonte: http://anatomiaradiologia.zip.net/arch2004-07-11_2004-07-17.html 
 
 
 
Escápula (CALAIS-GERMAIN, 2010; DÃNGELO E FATTINI, 2007) 
A escápula é um osso plano e triangular que pode ser visto através de três abordagens 
anatômicas distintas: faces dorsal e costal; ângulos lateral, superior e inferior e bordas 
superior, lateral e medial. Dentre os vários acidentes anatômicos, destacam-se: 
 Cavidade glenóide – articula-se com o úmero 
 Processo coracóide 
 Espinha da escápula - delimita as fossas supra-espinhal e infra-espinhal 
 Acrômio – articula-se com a clavícula 
 
 
1 Extremidade esternal 
2 Corpo da clavícula 
3 Tubérculo conóide 
4 Extremidade acromial 
5 Face articular esternal 
6 Extremidade esternal 
7 Impressão do ligamento 
costococlavicular 
8 Forame nutrício 
9 Sulco do músculo subclávio 
10 Linha trapezóide 
11 Face articular acromial 
B 
1 
2 
3 
4 
10 
1 
3 
5 
6 
7 
8 
9 
11 
A 
 
 18 
Esc 
Escápula - Vista Posterior 
ápula - Vista Anterior 
F 
Escápula - Vista Lateral 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 6: Escápula: A – Vista anterior; B – Vista posterior; C – Vista lateral. 
Fonte: www.auladeanatomia.com/osteologia/escapula2.jpg 
 
A articulação acromioclavicular, que une a escápula à clavícula, permite, sobretudo, 
movimentos de deslizamento, abertura e fechamento do ângulo formado por esses dois 
ossos. A cápsula articular é frouxa, sendo assim o sistema ligamentar dá maior sustentação à 
articulação: 
 Ligamentos acromioclaviculares, superior e inferior 
A 
 
C 
B 
 
 19 
 Ligamento conóide – limita a abertura do ângulo formado pelos dois ossos 
 Ligamento trapezóide – limita o fechamento desse mesmo ângulo 
 (CALAIS-GERMAIN, 2010) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 7: Anatomia articular do ombro 
Fonte: www.sogab.com.br/anatomia/ombro1.jpg (Acréscimo de diagramas com fins didáticos). 
 
Úmero 
É o osso longo da cintura escapular, sendo dividido em três partes: 
 Extremidade proximal, onde estão: 
o Tubérculo maior 
o Tubérculo menor – entre os dois tubérculos encontra-se o sulco 
bicipital 
o Cabeça do úmero – superfície articular esferóide 
 Corpo 
 Extremidade distal – articula-se com a ulna e o rádio 
Ligamento 
acromioclavicular 
 
 20 
 
 
FIGURA 8: Úmero: A – Vista anterior; B – Vista posterior. 
Fonte: www.auladeanatomia.com/osteologia/escapula2.jpg 
 
2.2. Conjunto articular (CALAIS-GERMAIN, 2010; DÂNGELO E FATTINI, 2007) 
Articulação Glenoumeral 
 
A articulação glenoumeral une a cavidade glenóide da escápula à cabeça umeral. Esta 
se orienta medialmente, para cima e para trás, enquanto a cavidade glenóide, ou glena, tem 
forma oval e se orienta lateralmente, para frente e um pouco para cima. 
A superfície da cabeça umeral é duas a três vezes mais extensa que a da cavidade 
glenóide, o que é compensado pela presença de um anel de fibrocartilagem responsável por 
aumentar a superfície de contato articular. 
A cápsula articular fixa-se ao redor do colo umeral, engloba o tendão da porção longa 
do bíceps e adere-se ao redor da cavidade glenóide, há ainda fixação superiormente no 
processo coracóide. A cápsula é reforçada pelo conjunto ligamentar (ver FIGURA 4): 
- Superior – ligamento coracoumeral – mais potente 
- Anterior – ligamentos glenoumerais superior, médio e inferior. 
 O conjunto capsuloligamentar não é muito forte, o que torna a articulação 
glenoumeral mais susceptível a luxações, especialmente às ântero-mediais. Dessa forma, a 
estabilização articular é fornecida fundamentalmente por músculos profundos que formam 
A B 
 
 21 
ao redor da articulação um manguito chamado de “bainha rotatória” ou “manguito rotador”, 
são eles os músculos supra-espinhoso, infra-espinhoso, redondo menor e subescapular. 
 
 
FIGURA 9: Manguito rotador 
Fonte: Disponível em: http://shiatsuvital.blogspot.com/2009/01/tendinitis-hombro.html.(Acréscimo de 
diagramas para fins didáticos). Acessado em: 5 de abril de 2010. 
 
 
Os movimentos globais do ombro são de dois tipos: 
I) Ombro sobre o tórax (não possuem medidas confiáveis) 
 Elevação escapular 
 Depressão escapular 
 Abdução escapular 
 Adução escapular 
 Báscula medial 
 Báscula lateral 
II) Braço 
 Flexão anterior (ou antepulsão) – 0 a 180º 
 Extensão – 0 a 45º 
 Abdução (ABD) – 0 a 180º 
 Adução (ADD) - sempre é acompanhada de flexão ou extensão devido 
à presença do tórax que limita o movimento puro 
 Adução horizontal – 0 a 40º (arco de movimento de 130º) 
 Abdução horizontal – 0 a 90º (arco de movimento de 130º) 
Tubérculo 
menor do 
úmero 
Tubérculo 
maior do 
úmero 
 
 22 
 Rotação externa – 0 a 60-90º 
 Rotação interna – 0 a 45-90º 
 
 
 
FIGURA 10: Movimentos da cintura escapular e articulação escápulo-umeral 
Fonte: CALAIS-GERMAIN, 1992. 
 
2.3. Conjunto muscular (CALAIS-GERMAIN, 2010) 
A rede muscular que atua no ombro é essencial para o funcionamento sincrônico e 
eficiente das articulações envolvidas na cintura escapular. Os músculos apresentam fixações 
em numerosos ossos, podendo ser agrupados, de acordo com suas origens e inserções, em 
músculos: 
 Escapuloumerais: subescapular, redondo maior, redondo menor, infra-
espinhoso, supra-espinhoso, coracobraquial e deltóide. 
 Escápulo-radial e escápulo-ulnar: bíceps e tríceps braquial. 
 
 23 
 Áxio-escapulares: trapézio, grande dorsal, serrátil anterior, rombóides, 
peitoral menor e elevador da escápula. 
 Áxio-umerais: grande dorsal e peitoral maior. 
 
Evidências científicas 
 
ARTIGO 1) Alterações posturais da cintura escapular em pacientes mastectomizadas após 
um ano de cirurgia. Duarte, C.M.A. Revista digital EBOM. 
 
ARTIGO 2) Alterações posturais da cintura escapular e tronco em nadadores da categoria 
juvenil. Campos, V.C. Revista digital EBOM. 
 
ARTIGO 3) A reeducação postural global e sensoperceptiva como recurso terapêutico no 
pós-cirúrgico de síndrome do impacto do ombro. Soares, L.K.G. Revista digital EBOM. 
 
 
V. TÉCNICAS SENSOPERCEPTIVAS PARA A CINTURA 
ESCAPULAR 
1) Sensopercepção das escápulas e clavículas (ALMEIDA, 2006) 
 Objetivos 
- Trabalhar tensões musculares 
- Mobilizar cintura escapular 
- Regular tônus 
- Despertar percepção de encaixe da cintura escapular na postura 
 Posicionamento 
- Em duplas: paciente/terapeuta 
- Paciente senta-se sobre os ísquios, diretamente no chão, banco ou rolinho 
de areia 
- Fisioterapeuta: atrás do paciente 
 Manobra 
 
 
 24 
- Fisioterapeuta toca, primeiramente, a clavícula e o acrômio 
- Segue-se a linha da espinha da escápula e contornam-se todas as bordas 
escapulares e a musculatura envolvida 
- Faz-se um trabalho de descolamento da escápula 
- Sem desfazer o contato manual com o paciente, o fisioterapeuta 
empalma as escápulas com as duas mãos firme e suavemente 
- Fisioterapeuta inicia movimentos em todas as direções com as escápulas, 
e o paciente segue esses movimentos 
- A respiração deve ser livre, solta, principalmente na expiração. Não há 
tempo respiratório determinado 
- Lentamente, retiram-se as mãos das escápulas e percebem-se as 
sensações 
- Mudança de controle dos movimentos: o paciente determina a 
movimentação das escápulas e o fisioterapeuta o segue 
- Após o trabalho, discutir sobre as facilidades e dificuldades do contato, a 
manualidade e a percepção do movimento 
- Trocar as funções fisioterapeuta/paciente 
 
2) Alongamento do músculo trapézio superior e membro superior em DD 
 Posicionamento: Em decúbito dorsal, com os joelhos flexionados e os pés apoiados, 
observando a linha média, buscando simetria e alinhamento corporal 
 Manobra: 
- Encaixar as escápulas e separar os braços do corpo a 45º, com as palmas das mãos 
voltadas para cima 
- Inspiração curta e nasal, expiração oral e 
longa 
- Colocar o braço direito ao longo do corpo, 
com o antebraço em pronação, segurando a 
bola 
 FOTO 5: Alongamento de trapézio superior e ms usando bola de 
tênis 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 25 
- Levar a bola da palma da mão até a ponta dos dedos, empurrando-a suavemente 
em direção ao pé, mantendo escápula, ombro e cotovelo apoiados no chão 
- Manter alongamento por 10 segundos 
- Retornar suavemente a bola para a palma da mão 
- Apoiando-se no cotovelo, colocar o antebraço na direção vertical em 90º de flexão 
do cotovelo 
- Fazer uma extensão de punho e dedos, conservando a bola no côncavo da mão, 
com o polegar apontando para o rosto, tornando a palma da mão um “ninho” para 
a bola 
- Observar e comprar os dois lados do corpo, 
especialmente escápula, membros superiores, 
pescoço e rosto 
 Repetições: seis a dez vezes 
 
 
 FOTO 6: Alongamento de membro superior 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
3) Alternando “Castiçal” e “Alça de Bule” (ALMEIDA, 2006) 
 Posicionamento: Em decúbito dorsal, com os joelhos flexionados e os pés apoiados 
 Manobra 
- Encaixar as escápulas 
- Colocar os braços em forma de castiçal, tentando manter o contato do 
antebraço, dorso do punho, mão e dedos com a superfície 
- Posicionar a região cervical de forma fisiológica 
- Tendo o cotovelo com o pivô, passar a posição de “castiçal” para a posição 
de “alça de bule”, com as pontas dos dedos tocando a pelve 
- Passar de uma posição à outra, mantendo-se em cada uma por alguns 
segundos 
- Finalizar percebendo as sensações 
 
 
 
 
 
 26 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FOTO 7: (A) Posição de castiçal; (B) Posição alça de bule 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
- Em caso de limitação, não forçar. Ganhar progressivamente, sem realizar 
compensações em outras partes do corpo, mantendo as escápulas apoiadas e 
expirando profundamente 
 
 
4) Pressão e descolamento das escápulas (ALMEIDA, 2006) 
 Posicionamento: Em decúbito dorsal, com os joelhos flexionados e os pés apoiados 
 Manobra 
- Encaixar as escápulas e eleve os membros superiores estendidos até 80º de 
antepulsão 
- Manter as mãos abertas e a ponta dos dedos apontando para o teto 
- Manter cotovelos estendidos e desbloqueados 
- Tirar progressivamente as escápulas do chão, ampliando o espaço 
interescapular 
- Expirar profundamente aproximadamente três vezes para ampliar esse 
espaço 
- Mantendo os membros superiores estendidos, recolocar as escápulas no chão, 
pressionando-as contra a superfície 
 Repetição: seis vezes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A B 
 
 27 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FOTO 8: Pressão e deslocamento da escápula 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
6) Alongamento de trapézio superior e do membro superior de pé (ALMEIDA, 
2006) 
 Posicionamento: De pé, com os pés paralelos e os membros superiores ao longo do 
corpo 
 Manobra 
- Mantendo o antebraço direito em posição neutra 
- Realizar uma flexão lateral da cabeça e do pescoço para a esquerda 
- Inclinar a cabeça para a esquerda, alongando o membro superior ipsilateral 
- Direcionar as pontas dos dedos para o chão 
- Expirar profundamente algumas vezes 
- Perceber os dois lados, relacionando-os 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FOTO 9: Alongamento do trapézio superior e do membro superior em posição ortostática 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
 28 
8) Trabalho em Oito com as Articulações do Membro Superior (ALMEIDA, 
2006) 
 Posicionamento: em pé 
 Manobra- Iniciar com o lado direito 
- Realizar um movimento em oito, inicialmente com os dedos 
- Sucessivamente, vai-se acrescentando o punho, o cotovelo e o ombro 
- Inicia-se com pequenos movimentos, ampliando-os 
- Ao chegar no ombro, solta-se o membro superior, para realizar-se, 
progressivamente, uma amplitude maior 
- Pode-se acrescentar o oito com o tronco, a pelve, os membros inferiores e os 
pés 
- Todo o corpo realiza o movimento em oito 
- Finaliza-se parando sucessivamente o movimento em oito no sentido inverso, 
até chegar nos dedos 
- Perceber as sensações 
- Repetir com o outro lado 
 
9) Balanço passivo dos Membros Superiores (ALMEIDA, 2006) 
 Posicionamento: De pé, com os pés paralelos e os membros superiores ao longo do 
corpo 
 Manobra 
- Elevar o membro superior em antepulsão, inspirando 
- Deixe-o cair passivamente na expiração 
- Perceber as sensações que foram despertadas e compare com o outro lado 
- Faça o outro lado 
- Finalize fazendo os dois lados ao mesmo tempo, o mesmo número de vezes 
- Perceba novamente as sensações despertadas 
 Repetição: seis vezes 
 
 
 29 
VI. TÉCNICAS OSTEOPÁTICAS E OUTRAS MANOBRAS PARA A 
CINTURA ESCAPULAR 
 
1) Encaixe escapular 1 (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito dorsal 
 Fisioterapeuta: Sentado à cabeceira da mesa 
ou no chão 
 Posicionamento: A mão medial estabiliza e 
a mão lateral passa sob a escápula durante 
a expiração 
 
 FOTO 10: Encaixe escapular 1 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
2) Encaixe escapular 2 (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito dorsal. 
 Fisioterapeuta: Na lateral a ser trabalhada, em 
direção à cabeça do paciente. 
 Posicionamento: O fisioterapeuta posiciona a mão 
caudal (interna) sob a escápula. A mão cefálica 
(externa) é colocada anteriormente, sobre o peitoral. 
 Ação: A mão caudal leva a escápula para baixo. A 
mão cefálica orienta e equilibra o movimento. 
OBS.: Não permitir a elevação das regiões torácica e 
lombar do chão. Faz-se a manobra durante a expiração. 
 
 
 
 FOTO 11: Encaixe escapular 2 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
 
 
 30 
 
3) Encaixe escapular 3 (ALMEIDA, 2006) 
 Objetivos: 
 Paciente: Em decúbito dorsal 
 Fisioterapeuta: Na lateral a ser trabalhada. 
 Posicionamento: O fisioterapeuta toma contato 
através da mão cefálica com a espinha da 
escápula. A mão caudal empalma a escápula, 
ficando em contato com a maca. 
 Ação: Durante a expiração, levar lentamente as 
escápulas em direção caudal através do 
deslizamento das mãos sobre as mesmas. 
OBS.: Não permitir a elevação das regiões 
torácica e lombar do chão. 
 
 FOTO 12: Encaixe escapular 3 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
4) Stretching dos Músculos Deltóide Anterior e Posterior 
4.1) Deltóide Anterior (ALMEIDA, 2006) 
 
Paciente: Em decúbito dorsal com o membro superior em 
abdução 
 Fisioterapeuta: Entre o tronco e o membro superior do 
paciente 
 Posicionamento e ação: A mão caudal traciona o úmero em 
seu eixo longitudinal e faz rotação interna. A mão cefálica 
realiza um deslizamento profundo, perpendicular às fibras 
do deltóide (de cima para baixo). O stretching é realizado 
através do movimento simultâneo de ambas as mãos. 
 
FOTO 13: Stretching do músculo deltóide anterior 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 31 
4.2) Deltóide Posterior 
 
 Paciente: Em decúbito ventral 
 Fisioterapeuta: Entre o tronco e o membro 
superior do paciente. 
 Posicionamento e ação: A mão caudal traciona 
o úmero em seu eixo longitudinal e faz rotação externa. A mão 
cefálica realiza um deslizamento profundo, perpendicular às 
fibras do deltóide (de cima para baixo). O stretching é 
realizado através do movimento simultâneo de ambas as 
mãos. 
 FOTO 14: Stretching do músculo deltóide posterior 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
5) Stretching dos Músculos Escapulares (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito lateral, com os membros inferiores flexionados. 
 Fisioterapeuta: De frente para o paciente, em finta lateral ou anterior, na altura da 
escápula. 
 Posicionamento: A mão cefálica empalma superiormente a escápula. A mão caudal 
empalma inferiormente. O antebraço do 
fisioterapeuta passa sob o braço do paciente. 
 Ação: Mobilizar a escápula em todas as direções, 
concentrando naquelas em que o movimento 
encontra-se limitado. 
 
 
FOTO 15: Stretching dos músculos escapulares 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
 
 32 
6) Teste de encurtamento dos Músculos Redondos (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito lateral, 
com os membros inferiores 
flexionados. 
 Ação: Abdução máxima, com 
estabilização da escápula e 
membro superior estendido. 
 FOTO 16: Teste de encurtamento dos músculos redondos 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
7) Inibição com Bola (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito lateral, do lado a ser tratado. O membro superior poderá 
estar a 90º de antepulsão e alongado para frente ou em antepulsão máxima. 
 OBS.: Em caso de limitação do movimento, pode-se iniciar a partir da 
possibilidade do paciente. 
 Ação: Coloca-se uma bola de tênis na 
borda lateral da escápula, iniciando no ângulo 
inferior. Quando a dor em cada ponto passar ou 
diminuir, progredir na direção cefálica. 
 FOTO 17: Inibição com bola dos músculos redondos 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
8) Pompage Glenoumeral (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito dorsal, ombros em abdução de 90o 
 Fisioterapeuta: no nível da cintura escapular ipsilateral ao lado a ser tratado. Mão 
do paciente sobre o ombro do fisioterapeuta 
 Ação: com a mão caudal mantém a escápula, a 
mão cefálica realiza pompage no sentido axial e 
ligeiramente para baixo. 
 
 
 FOTO 18: Pompage glenoumeral 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 33 
 
Evidências científicas 
ARTIGO 4) Efeito da pompage articular no pós-operatório tardio de síndrome do impacto: 
um estudo de caso. Peres, C.R.F. Revista digital EBOM. 
 
ARTIGO 5) PEREIRA, CMA, VIEIRA, EORY, ALCÂNTARA, PSM. Avaliação de protocolo 
de fisioterapia aplicado a pacientes mastectomizadas a Madden. Revista Brasileira de 
Cancerologia,São Paulo, 51(2): 143-148, 2005. 
 
9) Trabalho com bola na inserção dos músculos elevador da escápula e trapézio 
superior (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito dorsal, joelhos flexionados e pés apoiados no chão 
 Ação 
- Colocar uma bolinha macia em uma das regiões paravertebrais: direita ou 
esquerda 
- Expirar pressionando suavemente a bola 
- Colocar a bola na inserção inferior do músculo elevador da escápula 
- Finalmente, colocar a bola na massa posterior do trapézio superior. 
- Tirar a bola e perceber as sensações 
- Fazer do outro lado 
 
 
VII. AUTO-POSTURA 
 
Auto-postura para o peitoral maior com meia bola na região interescapular 
(ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: Em decúbito dorsal 
 Ação: Posicionar a meia bola entre as escápulas do paciente; realizar encaixe 
escapular e uma abdução de aproximadamente 140º sem permitir a elevação dos ombros. 
Trabalhar a respiração com propriocepção em sentido bilateral, unilateral e oblíquo. Pode-se 
manter tração cervical, bem como flexão do quadril com MMII sobre abdome. 
 
 
 34 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FOTO 19: Auto-postura para peitoral maior 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
VII. SÍNDROME DO DESFILADEIRO CERVICO-TORÁCICO 
 
1. Anatomia e Biomecânica 
A) Dobradiça cervico-torácica: 
C7 – T1 – T2 e a 1a costela 
 A dobradiça cervicotorácica é 
a zona de transição entre a coluna 
cervical (lordose cervical) e a coluna 
torácica (cifose torácica). Encontra-se 
entre a grande mobilidade da coluna 
cervical e limitada movimentação da 
coluna torácica, restrita pela 
presença das costelas (gradil costal). 
Os elementos ósseos importantes 
desta região são a (1) vértebra C7, (2) 
as vértebras T1 e T2 e a primeira 
costela (RODRIGUES, 2007). 
FIGURA 11: O desfiladeiro cérvico-torácico 
Fonte: RICHARD, 1990. 
 
 
 35 
B) Vértebra C7 
 A vértebra C7 faz parte da coluna cervical inferior, porém tem características próprias: 
 Processo espinhoso mais proeminente 
 Processo transverso unitubercular 
 A artéria vertebral não penetra em C7, pois esta vértebra não possui forame 
 Superiormente, a vértebra tem características cervicais (facetas articulares 
de conformação cervical) e, inferiormente, tem características torácicas 
(facetas articulares de conformação torácica) 
As facetas superiores voltam-se para cima e para trás. Devido à forma das facetas na 
coluna cervical, de C3 a C7, a lateroflexão combina-se com a rotação. As facetas inferiores são 
de conformação torácica. As superfícies são arredondadas, voltadas para frente, um pouco 
medial e para baixo. As facetas, então, permitem e guiam movimentos de flexão, extensão, 
lateroflexão e rotação. Todos os movimentos são limitados pelas costelas. Em C7-T1, 
predomina o movimento de flexo-extensão com rotação (DÂNGELO E FATTINI, 2007). 
 
C) Vértebra T1 
 Os corpos vertebrais torácicos apresentam facetas articulares costais, laterais e 
posteriores. A vértebra T1 se articula com a primeira costela. Entre T1 e T2, o movimento 
fundamental é de lateroflexão. A rotação é mínima, mas muito importante para a adaptação 
aos movimentos da região (DÂNGELO E FATTINI, 2007). 
 É impossível considerar a dobradiça C7 – T1 sem considerar a primeira costela e, 
conseqüentemente, o desfiladeiro cervicotorácico, e todas as estruturas que passam nesta 
região – abaixo da clavícula e acima da primeira costela, e que podem ser submetidas à 
compressão (o plexo braquial, estruturas vasculares, etc.) (RODRIGUES, 2007). 
 
2. Biomecânica 
 A dobradiça C7 – T1 possui pouca mobilidade. A vértebra C7 é mais móvel que T1 em 
extensão, pois desliza anteriormente, e tem pouca flexão. A flexão e a extensão só atingem a 
dobradiça no final dos movimentos. A articulação T1 – T2 funciona como pivô da dobradiça 
para os movimentos extremos de flexão e extensão. A partir da rotação cervical, a vértebra T1 
vai realizar uma pequena rotação. A rotação cervical máxima finaliza-se em T1 – T2. A 
 
 36 
vértebra T1 e a primeira costela funcionam como pivô que permite a rotação de C7 no mesmo 
sentido da rotação cervical contra a rotação de T1 – T2 (KAPANDJI, 2007). 
 
3. Fisiopatologia 
 De acordo com RODRIGUES (2007), essa síndrome apresenta manifestações clínicas 
ligadas a compressões mecânicas vasculonervosas no interior do desfiladeiro tóracobraquial 
– vasos subclávios e plexo braquial. Pode-se dar em três níveis, a saber: 
A) Desfiladeiro intercostoescalênico; 
B) Desfiladeiro costoclavicular; 
C) Túnel subpeitoral. 
 
A) Desfiladeiro intercostoescalênico 
 Segundo FRANCISCO (2006), este espaço é delimitado, inferiormente, pela primeira 
costela; anteriormente, pelo escaleno anterior e, posteriormente, pelo escaleno médio. 
Contêm a artéria subclávia e os troncos primários do plexo braquial 
 
 
Compressão da artéria por estreitamento do desfiladeiro: 
  extensão do pescoço 
  inspiração forçada 
 rotação da cabeça 
Compressão do plexo – tronco primário inferior: 
 abdução do braço 
  retropulsão do ombro 
 
 ++ primeira costela e espasmo do escaleno anterior. 
 
B) Desfiladeiro costoclavicular 
 FRANCISCO (2006) afirma que este espaço é limitado pela face inferior da parte 
interna da clavícula e face superior da primeira costela. 
Depressão do ombro 
Abdução do ombro 
 
 37 
 ++ lesões inferiores da esternoclavicular, lesões da primeira costela, espasmo de 
subclávio. 
 
C) Túnel subpeitoral 
O conjunto vasculonervoso passa sob o tendão do peitoral menor. 
Abdução forçada 
 
4. Causas 
 
a. Estreitamento do desfiladeiro 
1. Causas congênitas 
 Primeira costela maior que o normal 
 Costela cervical 
 Conjunto anormal de fibras 
(FRANCISCO, 2006) 
 A artéria subclávia atravessa o escaleno anterior 
 Troca de fibras entre os dois escalenos 
2. Causas adquiridas 
 Calcificação anormal da clavícula 
 Lesões da primeira costela, com espasmo do escaleno 
 Espasmo de pequeno peitoral em caso de lesão do ombro 
 Espasmo do subclávio em conseqüência de uma disfunção da clavícula 
b. Lesões arteriovenosas 
 Espessamento ou edema 
 Presença de trombo 
c. Lesões nervosas 
 Semelhante à síndrome do canal carpiano 
 Desmielinização/remielinização – lesão de axônio 
 
5. Sintomas (THOMAZINHO, 2008; RODRIGUES, 2007) 
1. Manifestações neurológicas 
 Parestesia da borda ulnar da mão (nevralgia C8) 
 
 38 
 Dor de topografia mal definida que aparece durante certos movimentos ou 
posições e que diminui com o repouso 
 Paresia do membro superior 
 
2. Manifestações vasculares +++ 
 Dores fugazes do membro superior, com sensação de mãos volumosas e 
com dificuldade de movimentos dos dedos 
 Fadiga ao esforço 
 Alterações vasomotoras do tipo síndrome de Raynauld 
 Sensação de dormência nos dedos 
 Frio nas extremidades 
 Hipersudação das mãos 
 Evolução: pulso arterial intermitente e dores isquêmicas ao menor esforço 
 
6. Diagnóstico clínico 
RODRIGUES (2007) cita que o diagnóstico clínico é baseado nas queixas do paciente e 
em testes que poderão reproduzir significativamente os sinais e sintomas da síndrome do 
desfiladeiro cervical, a saber: 
 
a) Teste doescaleno anterior - Teste de Adson 
(ALMEIDA, 2006) 
 
 Paciente: sentado e rosto voltado para o 
lado comprometido 
 Fisioterapeuta: de pé 
 Ação: palpar o pulso do paciente e solicitar 
uma inspiração forçada. O teste é positivo quando o 
pulso radial diminui ou desaparece. 
 
 FOTO 20: Teste de compressão do escaleno anterior 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
b) Teste para o peitoral menor - Teste de Wright (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: sentado 
 
 39 
 Fisioterapeuta: de pé 
 Ação: posicionar a cabeça voltada para o lado oposto a ser examinado e o 
ombro em abdução e rotação externa. Em presença de compressão, esse 
posicionamento provoca o desaparecimento do pulso radial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FOTO 21: Teste de compressão do peitoral menor 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
c) Teste costoclavicular - Manobra de Éden (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: sentado 
 Fisioterapeuta: de pé 
 Ação: alongar o membro superior e deprimir a cintura 
escapular. A diminuição do pulso arterial indica compressão. 
 
 
 
 
 
 
 
FOTO 22: Teste de compressão costoclavicular 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
d) Manobra de Roos – Três Minutos 
 Paciente: sentado 
 Ação: com os ombros abduzidos acima de 90o e rodados 
externamente, cotovelos em flexão também de 90o, o paciente abre e 
fecha as mãos por três minutos. O teste é considerado positivo 
quando o paciente for incapaz de manter os braços na posição 
inicial ou surgirem sintomas de dores isquêmicas, sensação de peso 
ou fraqueza, parestesias e formigamento da mão durante o teste. 
 
 
 40 
7. Exames Complementares 
 Radiografia – para eliminar anomalias ósseas congênitas 
 Angiografia – via umeral retrógada: em repouso e abdução moderada 
 
Existem formas clínicas 
 
Puramente neurológicas ou vasculares 
(RODRIGUES, 2007) 
8. Diagnóstico diferencial 
 Neuralgia cervicobraquial 
 Síndrome do túnel do carpo 
 Síndrome do canal de Guyon 
 Síndrome de Raynauld 
 
VIII. TÉCNICAS PARA SÍNDROME DE COMPRESSÃO 
CERVICOTORÁCICA 
1) Técnica de Jones para o Músculo Subclávio (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: em decúbito lateral, com os quadris e os joelhos fletidos a 90o. A mão 
superior do paciente segura a borda da mesa. 
 Fisioterapeuta: de pé, atrás do paciente. 
 Ação: com a mão cefálica, o fisioterapeuta apóia o indicador, reforçado pelo dedo 
médio, no ponto gatilho do músculo subclávio, e com a mão caudal, segura o ombro 
em sua face posterior e superior. Buscam-se as 
posições do ombro em que a dor desaparece 
ou diminui (para cima, para baixo, para frente, 
etc) e então se mantém por 90 segundos. Após 
este tempo, volta-se lentamente à posição 
neutra. 
 FOTO 23: Técnica de Jones para o músculo subclávio 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 41 
 
 
3) Técnica para a Correção da Primeira Costela (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: em decúbito dorsal, com os membros inferiores em extensão 
 Fisioterapeuta: sentado, atrás do paciente, apóia o polegar sobre a primeira costela. A 
outra mão mantém a cabeça em inclinação lateral do lado da lesão e rotação para o 
lado oposto. 
 Ação: durante a expiração, o polegar do 
fisioterapeuta acompanha o abaixamento da 
costela, apoiando para baixo, para frente e para 
dentro. Durante a inspiração, mantém a pressão. 
 Repetição: quatro vezes 
 FOTO 24: Correção de primeira costela 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
4) Pompage dos escalenos (ALMEIDA, 2006) 
 Paciente: decúbito dorsal 
 Fisioterapeuta: sentado à cabeceira do paciente. Os antebraços apóiam sobre a mesa. 
A mão do lado oposto a tratar entra em contato com a base do crânio. O polegar da 
outra mão apóia e pressiona a face superior da primeira costela (à frente do trapézio 
superior, na base do pescoço. 
 Ação: Durante algumas expirações, pressiona-se 
a 1a costela para baixo, para frente e 
medialmente, e mantém-se durante as 
inspirações. A tensão é obtida pela tração da mão 
que recebe a base do crânio, enquanto o polegar 
mantém a 1a costela. 
 FOTO 25: Pompage dos escalenos 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
 
 
 
 
 42 
Evidências científicas 
 
ARTIGO 6) Efeito da reeducação postural global e do alongamento estático segmentar em portadoras 
de disfunção temporomandibular: um estudo comparativo. MALUF, AS. Tese apresentada à 
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo para obtenção do título de doutorado 
em Ciências: São Paulo, 2006. 
 
ARTIGO 7) A eficácia da pompage, na coluna cervical, no tratamento da cefaléia do tipo tensional. 
Hoffmann, J; Teodoroski, RCC. Disponível em: www.fisio-tb.unisul.br/TCC2003b.html. 
Acessado em: 6 de maio de 2010. 
 
ARTIGO 8) Avaliação de protocolo de fisioterapia aplicado a pacientes mastectomizadas a 
Madden. Pereira, CMA e cols. Revista Brasileira de Cancerologia, 2005; 51(2): 143-148. 
 
 
 
 
IX. AUTO-POSTURAS 
 
1) Auto-postura sentada com membros inferiores alternados (ALMEIDA, 2006) 
 Ação 
- Sentar sobre os ísquios 
-Manter os membros inferiores em 
flexão/extensão alternados 
 Um dos membros alongado, alinhado e 
em dorsiflexão de tornozelo 
 O outro membro com joelho flexionado e 
pé apoiado no chão 
FOTO 26: Auto-postura sentada com membros inferiores alternados 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
 
 43 
2) Auto-postura sentada completa (ALMEIDA, 2006) 
 Ação 
- Sentar sobre os ísquios 
- Abduzir quadril e colocar planta contra planta do pé, mantendo simetria de 
abdução do quadril 
- Instalar a respiração 
- Apoiar os ísquios no chão e crescer pelo vértice 
- Alongar, progressivamente, os MMII, até que as pontas dos pés não se 
toquem mais 
- Fazer dorsiflexão de tornozelos 
- Juntar maléolos 
- Alongar progressiva e completamente os MMII 
Cuidado: Alongar empurrando os calcanhares 
 Não permitir cifose na região lombar 
 
4) Auto-postura de pé na parede com dobradiça (ALMEIDA, 2006) 
 Pode ser realizada 
 - Com o apoio do dorso na parede 
 - Com o apoio de um dorso contra outro 
 - Assentado em bolas, em rolos, em calços 
 
 Paciente: de pé com dorso encostado na parede 
 Ação 
 - Posicionar pés e joelhos segundo a disfunção 
postural, afastando os calcanhares da parede o necessário 
para posicionar a região lombar 
 - Realizar dobradiça mantendo os ísquios na parede 
 - Retornar à posição inicial 
 
FOTO 27: Dobradiça na parede 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
 
 44 
5) Asa delta sem apoio na parede 
Posição do paciente: posição ereta com os pés e maléolos unidos. 
 Inicia-se fazendo o mapeamento e o teste de flexibilidade 
 Observar o trabalho específico do valgo ou varo dos pés e joelhos 
 Instalar a respiração 
 Fazer a flexão progressiva do quadril, até 110o, no máximo 
 Corrigir as compensações 
 Observar a correção das curvas da coluna 
 Observar o trabalho específico da horizontalização do sacro 
 Finalizar com o mapeamento e o teste de flexibilidade. 
 
6) Asa delta com bastão (em dupla) 
Posição do paciente: posição ereta, com os pés unidos. Inicia-se com o mapeamento e o teste de flexibilidade; 
 Para pé plano, aproximar as bordas dos pés realizando supinação; 
 Para o cavo, separar um pouco os calcanhares e unir os maléolos; colocar 
calços entre os maléolos para dar referência e ajudar a mantê-los unidos 
 Flexionar os joelhos e realizar a correção específica 
 Colocar o bastão ao longo da coluna, tocando o sacro, a região entre as 
escápulas e a cabeça 
 Liberar a respiração - inspirar curto e expirar longo corrigindo as 
compensações a cada pequena progressão 
 Manter os pontos de contato com o bastão e pressioná-los contra o bastão 
 Com uma mão, controla-se o bastão e, com a outra, a respiração e as 
compensações 
 Ganha-se uma maior amplitude de movimento lenta e progressivamente (não 
se deve ultrapassar 110o de flexão do quadril) 
 Intercalar na progressão flexão do quadril, extensão do joelho e dorsoflexão do 
tornozelo 
 
 45 
 Iniciar o trabalho com os pés apoiados no 
chão. Deve-se repeti-lo aproximadamente três ou quatro 
vezes usando uma tábua inclinada e aumentar 
gradualmente o ângulo de inclinação da mesma 
 Quando existe uma grande dificuldade 
proprioceptiva do dorso, usa-se o bastão para 
desenvolvê-la. Neste caso, sem progressão e com os pés 
apoiados no chão. 
 
 
 
FOTO 28: Auto-postura asa delta com bastão 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
7) Asa delta com referência da parede 
Posição do paciente: posição ereta, a uma distância apropriada da parede de modo a 
permanecer com a coluna alongada e cotovelos semi-flexionados. 
 Inicia-se com o mapeamento e o teste de flexibilidade 
 Observar a posição e o trabalho dos pés e joelhos (valgo ou varo) 
 Instalar a respiração 
 Fazer a flexão do quadril, recriando as curvas da coluna – tocando somente 
com as pontas dos dedos na parede. Não deve ser permitido apoiar na parede 
 Observar os cuidados e o trabalho específico com a correção das curvas da 
coluna e horizontalização do sacro 
 Corrigir as compensações e progredir lentamente até, no máximo, 110o de 
flexão de quadril 
 Em caso de hérnia, o mais importante é conquistar a lordose e progredir muito 
lentamente na flexão do quadril 
 Finalizar com o mapeamento e o teste de flexibilidade 
 
 
 
 
 46 
X. POSTURAS GLOBAIS 
 
1) Postura “ASA DELTA” 
 
Objetivos 
 Alongar os músculos espinhais e posteriores dos membros inferiores 
 Recriar a lordose lombar e a cifose torácica 
 Proporcionar consciência postural e mudança de esquema corporal, utilizando o 
mapeamento inicial e final, e a participação ativa durante todo o atendimento. 
 Corrigir os desequilíbrios posturais, principalmente a retificação da lordose 
lombar, desequilíbrios dos joelhos e pés e tratamento das hérnias discais. 
 
Preparação 
 
Bases para realização da postura 
 
1. Mapeamento inicial e final. Mapeamento integrativo. 
Deve-se pedir a participação ativa e despertar as sensações corporais, promovendo 
assim a reestruturação do esquema corporal e, através de uma manualidade suave e firme, 
levar o paciente à posição postural corretiva. 
 
2. Restabelecer uma respiração livre e solta 
 
3. Posicionamento geral 
Posicionar inicialmente pés, joelhos, coluna, cabeça e os membros superiores 
Com retificação lombar e torácica: 
 Recriar a cifose torácica através da expiração e posição neutra do antebraço 
 Recriar a lordose lombar através da apnéia expiratória. 
Em caso de cifose torácica: 
 Manter o encaixe de escápulas e abertura do ombro. 
Valgo acentuado do cotovelo: 
 Manter o antebraço em posição neutra 
 
 47 
 Não permitir, em qualquer postura, o bloqueio do cotovelo. 
Horizontalização do sacro: 
 Posicioná-lo através do púbis 
Observar a hiperlordose ou retificação cervical 
Manter contato do occipital com a mão do fisioterapeuta, conservando a pressão. 
Aprender a permanecer alongado e relaxado. 
 
4. Correção das compensações 
 Encaixar as escápulas 
 Não bloquear os cotovelos 
 Manter os pés e joelhos bem posicionados 
 Não cifosar a região lombar 
 Não retificar a coluna torácica 
 Progredir somente até 110o de flexão do quadril. 
5. Trabalho ativo 
 Insistir na manutenção dos pontos de apoio, distribuição do peso nos pés, 
posicionamento dos joelhos, lordose lombar, fechamento dos ângulos tibiotársicos. 
 Manter pressão suave do occipital contra a mão do fisioterapeuta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 48 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FOTO 29: Postura global asa delta 
Fonte: ALMEIDA, 2006. 
 
 
6. Intenção terapêutica: 
 Privilegiar pés e joelhos 
 Manter vigilância sobre as compensações mais importantes, insistindo na 
correção das mesmas, não evoluindo com compensações 
 Para alongar os isquiotibiais, necessita-se de flexão do quadril e extensão do 
joelho 
 Para alongar o sóleo, necessita-se de dorsiflexão do tornozelo 
 Para alongar o gastrocnêmio, necessita-se de extensão dos joelhos e dorsiflexão 
do tornozelo. 
 
7. Retornar à respiração após cada correção 
 Progressão lenta 
 Não progredir com sintomatologia 
 Deve-se tratar todo sintoma que aparecer durante o atendimento como dor. Deve-
se tentar fazer a correlação entre a dor e a correção que a iniciou. 
 
 
 
 
 
 
 49 
Evidências científicas 
 
ARTIGO 9) Efeito de um programa de cinesioterapia, estimulação elétrica e reeducação 
postural no tratamento da disfunção temporomandibular: análise de seis casos. Pires, RR; 
Silva, PC; Monte, DF; Rosim-serrador, GC; Castro, RFD. Anuário da produção de iniciação 
científica discente. Vol. XI, N°12, p.227-238, ano 2008. 
 
ARTIGO 10) BORGES, B.L.A. Flexibilidade de atletas de basquetebol submetidos à postura 
“em pé com inclinação anterior” do Método de Reeducação Postural Global (RPG). Revista 
brasileira de Ciência e Movimento, 14(4): 39-46, 2006. 
 
 
 
 
 
 50 
2) Postura “DE PÉ NA PAREDE” (ALMEIDA, 2006) 
 
Objetivos 
 Trabalhar correção de pés e joelhos 
 Fornecer propriocepção de apoios e distribuição do peso 
 Fornecer propriocepção de dorso – a referência da parede facilita o encaixe 
 Alongar cadeia anterior 
 Alongar cadeia superior de ombro – trabalha ombros elevados 
 
Preparação 
 Encontrar distância entre o calcanhar e a parede de forma que a pelve e a lombar 
fiquem em contato com a mesma. 
 Correção de pés e joelhos 
 Encaixe lombo-pélvico 
 Contato de toda a coluna e occipital na parede 
 Crescimento axial 
 Encaixe escapular e colocação de MMSS 
 Respiração 
Obs.: Caso seja necessário, colocar calço occipital. 
Bases para Realização da Postura 
 
1. Mapeamento inicial integrativo 
 
2. Colocação em postura 
- Iniciar com encaixe da coluna lombar na parede e, caso seja necessário, pode 
dobrar-se os joelhos para manter os encaixes 
- Posicionar pés e joelhos segundo a disfunção postural 
- Se necessário, pode-se permitir o afastamento dos calcanhares da parede para obter 
o encaixe lombar 
- Pode-se colocar calços atrás do occipital, caso necessário, para permitir um bom 
alinhamento cervical 
 
 51 
- Instalar a respiração – insistir no desbloqueio alto e no primeiro tempo respiratório, 
pois a postura torna a respiração mais difícil 
 
3. Correção das Compensações 
- Desencaixe lombar e escapular 
- Bloqueio inspiratório 
- Deve-se utilizar a flexão do quadril para o encaixe, evitando a contração dos glúteos 
e bloqueio do quadril 
 
4. Trabalho Ativo 
- Crescer pelo vértice, alongando cervical 
- Alongar cadeia superior do ombro com a intenção de separaros ombros das orelhas 
- Alongar progressivamente joelhos e quadris, abrindo a 
coxofemoral, conservando a rotação externa de quadril, sem 
perder os encaixes lombar e escapular 
- Aproximar progressivamente os calcanhares da parede 
- Distribuir o peso através do posicionamento de pés e joelhos 
- Manter respiração livre 
FOTO 30: Postura global pé na parede 
 Fonte: ALMEIDA, 2006. 
5. Progressão 
- Membros superiores apoiados inicialmente em pronação na parede, em seguida 
colocar em posição neutra crescendo pelo 5o dedo e, por fim, em supinação 
- MMSS: adução  decoaptando a glenoumeral/ afastando ombros de orelha 
(posição supina e cotovelos desbloqueados) 
- MMII: extensão de joelhos  mantendo correção de pés e joelhos e os encaixes 
- A cada repetição: retirar calços/ aproximar calcanhares da parede/ subir na 
prancheta (graduar) 
 
6. Repetição 
- Pode-se repetir de três a quatro vezes 
 
 52 
 
Evidências científicas 
 
ARTIGO 11) Efeito de um programa de cinesioterapia, estimulação elétrica e reeducação 
postural no tratamento da disfunção temporomandibular: análise de seis casos. Pires, RR; 
Silva, PC; Monte, DF; Rosim-serrador, GC; Castro, RFD. Anuário da produção de iniciação 
científica discente. Vol. XI, N°12, p.227-238, ano 2008. 
 
ARTIGO 12) Impacto da reeducação postural global no tratamento da incontinência urinária 
de esforço feminina. Fozzati, MCM; Palma, P; Herrmann, Dambros M. Revista da Associação 
Médica Brasileira 2008; 54(1): 17-22. 
 
ARTIGO 13) The effect of global postural reeducation technique in a hemiparetic stroke 
patient. Gomes, BM; Nardoni, GCG; Lopes, PG, Godoy, E. Revista ACTA FISIÁTRICA 2006; 
13(2): 103-108. 
 
ARTIGO 14) Reeducação postural global e alongamento estático segmentar na melhora da 
flexibilidade, força muscular e amplitude de movimento: um estudo comparativo. Rosário, 
JLP ET AL. Revista Fisioterapia e Pesquisa 2008; 1 5( 1). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 53 
REFERÊNCIAS 
 
ALMEIDA, L. Reeducação postural e sensoperceptiva: fundamentos teóricos e práticos. Rio de 
Janeiro: MedBook, 2006. 
CALAIS - GERMAIN, Blandine. Anatomia para o movimento. São Paulo: Editora Manole, 
1992. 
CALAIS - GERMAIN, Blandine. Anatomia para o movimento 2°ed. São Paulo: Editora 
Manole, 2010. 
CAMPOS, V.C. Alterações posturais da cintura escapular e tronco em nadadores da 
categoria juvenil. Revista digital EBOM. 
CARNEIRO, S.M.D.R.M. Influência do psoas ilíaco nas disfunções lombo pélvicas e o 
tratamento osteopático. Revista digital EBOM. 
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana sistêmica e 
segmentar. 3. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2007. 
DUARTE, C.M.A. Alterações posturais da cintura escapular em pacientes 
mastectomizadas após um ano de cirurgia. Revista digital EBOM. 
FOZZATI, M.C.M.; PALMA, P.; HERRMANN, D.M. Impacto da reeducação postural 
global no tratamento da incontinência urinária de esforço feminina. Revista da 
Associação Médica Brasileira, São Paulo, v.54, n.1, p.17-22, 2008. 
FRANCISCO, M.C. et al. Estudo por Imagem da Síndrome do Desfiladeiro Torácico. 
Revista Brasileira de Reumatologia, São Paulo, v. 46, n.5, p.353-355, set/out, 2006. 
GOMES, B.M.; NARDONI, G.C.G.; LOPES, P.G.; GODOY, E. The effect of global 
postural reeducation technique in a hemiparetic stroke patient. ACTA FISIATR, São 
Paulo, v.13, n.2, p.103-108, 2006. 
HOFFMANN, J.; TEODOROSKI, R.C.C. A eficácia da pompage, na coluna cervical, no 
tratamento da cefaléia do tipo tensional.. Disponível em: 
www.fisiotb.unisul.br/TCC2003b.html. Acessado em: 6 de maio de 2010. 
MALUF, A.S. Efeito da reeducação postural global e do alongamento estático segmentar em 
portadoras de disfunção temporomandibular: um estudo comparativo. Tese apresentada à 
Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo para obtenção do título de 
doutorado em Ciências: São Paulo, 2006. 
 
 54 
MARTINS, R.F.; SILVA, J.L.P. Tratamento da lombalgia e dor pélvica posterior na 
gestação por um método de exercícios. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. São 
Paulo, v.27, n°5, p.275-282, 2005. 
MOTA, Y.L.; BARRETO, S.L.; BIN, P.R.; SIMÕES, H.G.; CAMPBELL, C.S.G. Respostas 
cardiovasculares durante a postura sentada da Reeducação Postural Global (RPG). 
Revista Brasileira de Fisioterapia, São Carlos, v. 12, n. 3, p. 161-8, mai./jun. 2008. 
MOTTER, R.F. Avaliação da pressão inspiratória máxima e da pressão expiratória máxima em 
diferentes decúbitos em jovens. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como 
requisito para obtenção do título de bacharel em Fisioterapia da Faculdade Assis 
Gurgacz – FAG (2005). 
PEREIRA, C.M.A. et al. Avaliação de protocolo de fisioterapia aplicado a pacientes 
mastectomizadas a Madden. Revista Brasileira de Cancerologia, São Paulo, v.51, n.2, 
p.143-148, 2005. 
PERES, C.R.F. Efeito da pompage articular no pos-operatório tardio de síndrome do 
impacto: um estudo de caso. Revista digital EBOM. 
PIRES, R.R.; SILVA, P.C.; MONTE, D.F.; ROSIM-SERRADOR, G.C.; CASTRO, R.F.D. Efeito 
de um programa de cinesioterapia, estimulação elétrica e reeducação postural no tratamento 
da disfunção temporomandibular: análise de seis casos. Anuário da produção de iniciação 
científica discente, Anhanguera, v.XI, n.12, p.227-238, 2008.. 
RIBEIRO, H.B.; SILVA, R.M.M. Análise do efeito das técnicas da reestruturação 
postural sensoperceptiva nos níveis de estresse. Brasil, ACO. Revista digita da EBOM, 
2009. 
RODRIGUES, B.G.S. Síndrome do desfiladeiro torácico inespecífico: Relato de Caso. 
Disponível em: http://www.efisioterapia.net/articulos/imprimir.php?id=235. Acessado 
em: 10 de maio de 2010. 
ROSÁRIO, et al. Reeducação postural global e alongamento estático segmentar na 
melhora da flexibilidade, força muscular e amplitude de movimento: um estudo 
comparativo. Fisioterapia e pesquisa, São Paulo, v.15, n.1, p.12-18, 2008. 
SOARES, L.K.G. A reeducação postural global e sensoperceptiva como recurso 
terapêutico no pós-cirúrgico de síndrome do impacto do ombro. Revista digital EBOM. 
SOUCHARD, P. A Respiração. São Paulo: Summus Editorial, 1989. 
 
 55 
THOMAZINHO, F. et al. Complicações arteriais da síndrome do desfiladeiro torácico. 
Jornal Vascular Brasileiro. São Paulo, v.7, n.2, p.150-154, 2008. 
http://anatomiaradiologia.zip.net/arch2004-07-11_2004-07-17.html 
www.auladeanatomia.com/osteologia/escapula2.jpg 
www.sogab.com.br/anatomia/ombro1.jpg 
www.auladeanatomia.com/osteologia/escapula2.jpg 
http://shiatsuvital.blogspot.com/2009/01/tendinitis-hombro.html 
www.anatomiahumana.ucv.cl/.../fotos1/frenico.jpg

Mais conteúdos dessa disciplina