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Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Exatas - Departamento de Química Laboratório de Química Geral e Inorgânica Relatório de Química Experimental Reações Químicas: Síntese de óxido ácido, óxido básico e reações de dupla troca Acadêmicos: Maringá(PR), 07 de julho de 2015 Sumário 1.0 Introdução 2.0 Procedimentos 2.1 Materiais 2.2 Substâncias 2.3.0 Experimento 01: Síntese de um oxido ácido 2.3.1 Experimento 02: Síntese de um oxido básico 2.3.2 Experimento 03: Identificação do caráter acido e básico 2.3.3 Experimento 04: Reações de dupla troca 3.0 Resultados e Discussões 3.1 Resultados e discussão do Experimento 1 3.2 Resultados e discussão do Experimento 2 3.3 Resultados do experimento 3 3.3.0 Discussão dos resultados do experimento 3 3.3.1 Série A dos tubos de ensaio (tabela 1) 3.3.2 Série B dos tubos de ensaio (tabela 1) 3.4 Discussão dos resultados do experimento 4 4.0 Conclusão 5.0 Referências bibliográficas 1.0 Introdução Na química, quando manipulamos diferentes tipos de substância, afim de, gerarmos outros compostos, muitas vezes, nos referimos às reações de síntese, tal qual, geramos um produto a partir de uma junção de outros tipos de substâncias, e assim, formando um composto. Essas substâncias que se interagem e formam o composto, formalmente, são chamados de reagentes, como representado abaixo. A + B → AB (Representação de uma reação de síntese) Reagente Produto Na síntese, sempre haverá a interação de duas ou mais substâncias para a produção de um único composto, na qual, em seu produto final apresentará características físicas ou químicas, diferenciada pelo pH ou pOH dessa substância. E, tais interações, serão o foco principal dos experimentos realizados em laboratório. Sendo assim, observadas suas propriedades de ácidos, de bases e de neutralidade, a partir de indicadores de ácidos e de bases, como a fenolftaleína e o vermelho congo. Nos experimentos de reações de síntese, veremos apenas a geração de óxidos, na qual, são compostos químicos formados por oxigênio e que formam os óxidos ácidos e os óxidos básicos, quando sintetizados. Óxidos ácidos, ou também chamados de anidridos, podem ser formados á partir de um ácido desidratado, como exemplo um dos óxidos mais conhecidos é o dióxido de carbono (CO2), que é produzida por combustão de combustíveis fósseis ou formado na produção de gelo-seco. Já, os óxidos básicos são formados com a desidratação de hidróxido, processo parecido com o dos óxidos ácidos. Há, também, os chamados óxidos neutros, ou indiferentes, que não interagem com a água, ácido ou base. E, por se tratar de um experimento com o objetivo de se observar as alterações de suas propriedades com , não há muito oque se obter em um material neutro[2]. Uma outra reação amplamente utilizada na química é a chamada dupla troca, na qual, também, foi realizada uma experimentação com substâncias que juntas reagiriam e fariam a reação de dupla troca, mostrando assim o tipo de comportamento físico e químico. AB + CD → CB + AD (Representação de uma reação de dupla troca) Pode-se observar que na reresentação houve a troca entre as substâncias, do reagente para o produto, e com essa alteração se da o nome de dupla troca. De uma forma geral, esse tipo de reação pode gerar produtos solúveis ou insolúveis, voláteis ou não-voláteis, pouco dissociados/ionizados ou muito dissociados/ionizados. Esse tipo de reação, pode não parecer muito interessante observa-la teoricamente. Mas no momento que são postas em prática, há uma mudança completa física e química em seu composto, em certas ocasiões pode não ocorre por gerar solubilidade completa. Essa mudança, ocorre principalmente pela geração de precipitados, conhecido como produto insolúvel em água, que acarreta na mudança de aspecto visual, que serão vistas nos experimentos[2]. 2.0 Procedimentos 2.1 Materiais: - Erlenmeyer de 250ml com rolha - Dispositivo de combustão - Bico de Bunsen - Pinça metálica - Tubos de ensaio - Bastão de vidro - Pipeta graduada de 3,00 mL - Pipetador - Etiquetas 2.2 Substâncias: - Ácido clorídrico (HCl) a 0,1 mol/L; - Hidróxido de sódio (NaOH) a 0,1 mol/L; - Indicador Fenolftaleina; - Indicador vermelho congo; - Água destilada; - Enxofre (S); - Fita de magnésio (Mg); - Nitrato de chumbo [Pb(NO3)2]; - Iodeto de Potássio (KI); - Hidróxido de amônio (NH4OH) a 0,7 mol/L; - Hidróxido de sódio (NaOH) a 0,25 mol/L; - Cloreto de bário (Ba Cl2); - Cromato de potássio (K2CrO4); 2.3.0 Experimento 01: Síntese de um oxido ácido Primeiramente, foi adicionado cerca de 100ml de água destilada em um erlenmeryer. Em seguida, foi pego uma pequena quantidade de enxofre e colocado no dispositivo de combustão, com isso feito, foi acesa a chama do bico de bunsen e iniciado a queima do enxofre. Com muito cuidado, foi introduzido o enxofre ainda queimando no erlenmeryer com água destilada de modo que a amostra não tivesse contato com a água. Para que o gás formado pudesse reagir com a água, foi preciso vedar o erlenmeyer com uma rolha. 2.3.1 Experimento 02: Síntese de um oxido básico Inicialmente, coletou-se uma pequena fita de magnésio, que com auxílio de uma pinça metálica foi posta na chama do bico de bunsen para ser totalmente queimada. Em seguida, colocou-se cerca ¾ de água em um tubo de ensaio. Depois da fita de magnésio ser queimada totalmente, as cinzas resultantes foram introduzidas no tubo de ensaio e agitado a solução com um bastão de vidro para o material dissolver. 2.3.2 Experimento 03: Identificação do caráter acido e básico Em um suporte contendo 10 tubos de ensaio divididos em duas series de 5, foram etiquetados de 1A ate 5A e de 1B ate 5B cada série. Em seguida, foram realizados os seguintes passos, sendo que para cada passo foi usada uma pipeta diferente: Com o auxílio de uma pipeta, adicionou-se 3,00ml de água destilada nos tubos 1A e 1B. Nos tubos 2A e 2B, introduziu-se 3,00ml de solução 0,1 mol/L de ácido clorídrico (HCl). Nos tubos 3A e 3B, colocou-se 3,00ml de soluçãoo 0,1 mol/L de hidróxido de sódio (NaOH). Nos tubos 4A e 4B, adicionou-se 3,00ml de solução da síntese do experimento 01. Nos tubo 5A e 5B, introduziu-se 3,00ml de solução da sintese do experimento 02. Em seguida, foram adicionas duas gotas de indicador fenolftaleina nos tubos da série A. Já na série B, foram adicionas duas gotas de indicador vermelho congo. Observou-se que alguns tubos ficaram vermelho, rosa e azul, já outros continuaram incolores. 2.3.3 Experimento 04: Reações de dupla troca Primeiramente, foram dispostos 4 tubos de ensaio, que foram enumerados de 1 a 4 com etiquetas. Para dar continuidade, foi realizado os seguintespassos, sendo que para cada passo foi executado com uma pipeta diferente: No tubo 1, adicionou-se 3,00ml de solução de Nitrato de chumbo e 3,00ml de solução de Iodeto de potássio. No tubo 2, introduziu-se 3,00ml de solução de Hidróxido de amônio e 3,00ml de solução de ácido clorídrico. No tubo 3, colocou-se, 3,00ml de Hidróxido de sódio e 3,00ml de Cloreto de bário. Já no tubo 4, inseriu-se 3,00 de cromato de potássio e 3,00ml de cloreto de bário. Os 4 tubos foram agitados para solubilizar melhor, e foi verificado que algumas soluções mudaram de cor e com precipitado. 3.0 Resultados e Discussões 3.1 Resultados e discussão do Experimento 1: Ao queimar uma pequena amostra de enxofre, ele entrou em contato com o oxigênio do ar, e como é teoricamente esperado, formando dióxido de enxofre: S(s) + O2 (g) → SO2 (g) Verificou-se tal reação imediatamente após o início da queima, visto que o gás formado possui um odor muito desagradável. Após a formação do gás, rapidamente o dispositivo de combustão foi inserido em um Erlenmeyer de 250ml contendo 100ml de água destilada e com uma rolha vedou-se o sistema. Desse modo, no sistema fechado o dióxido de enxofre gasoso reage com a água destilada e forma um óxido ácido, o ácido sulforoso: SO2(g) + H2O(l) → H2SO3(aq) Este é um exemplo clássico de um ácido de Arrhenius, isto é, uma substância que em meio aquoso apresenta caráter ácido (tal afirmação foi provada e confirmada no experimento 3). No entanto, observou-se visualmente no Erlenmeyer uma mistura de duas fases: o ácido sulfuroso aquoso líquido e incolor, e um precipitado de coloração verde flutuando sob o líquido (indica que sua densidade é inferior à do líquido). O Sólido formado não foi submetido a análises laboratoriais, logo não foi identificado. O objetivo era que somente o gás (SO2) reagisse com a água, sendo que o enxofre fundido no dispositivo de combustão não deveria entrar em contato com a água destilada. No entanto, muito provavelmente devido a inexperiência dos experimentadores, gotas de enxofre fundido caíram do dispositivo de combustão, e reagindo com a água formou-se o precipitado observado. 3.2 Resultados e discussão do Experimento 2: A fita de magnésio foi submetida a combustão, afim de que o magnésio reagisse com o oxigênio do ar, e como teoricamente esperado, formando óxido de magnésio: Mg(s) + O2(g) → MgO(s) A combustão do metal magnésio é uma reação bastante exoenergética da qual resulta a emissão de uma luz branca de forte intensidade[1]. Após o fim da combustão as cinzas (pó branco) que correspondem ao óxido de magnésio, foram transferidas ao tubo de ensaio com aproximadamente ¾ de água destilada. Após a dissolução do sólido formou-se uma solução pastosa branca, a qual trata-se de um óxido básico, o hidróxido de magnésio: MgO(s) + H2O(l) → Mg(OH)2(aq) Tal substância é um exemplo de uma base de Arrhenius, ou seja, uma substância que em meio aquoso apresenta caráter alcalino (essa afirmação foi provada no experimento 3). 3.3 Resultados do experimento 3: Tabela 1: Indicadores Ácido/Base Tubos de ensaio da série A Formula molecular Coloração após a adição de 2 gotas de fenolftaleína Tubos de ensaio da série B Coloração após a adição de 2 gotas de vermelho congo 1A H2O Incolor 1B Vermelha 2A HCl Incolor 2B Azul 3A NaOH Rósea 3B Vermelha 4A H2SO3 Incolor 4B Azul mais escuro 5A Mg(OH)2 Rósea mais intenso 5B Vermelho mais escuro Segue visualmente na imagem abaixo, os resultados obtidos: Figura 1: Estante de Amostras contendo ácidos e bases, separadas por grupos A e B.(experimento 1). 3.3.0 Discussão dos resultados do experimento 3: 3.3.1 Série A dos tubos de ensaio (tabela 1): Os indicadores ácido-base são substâncias naturais ou sintéticas que têm a propriedade de mudarem de cor em função do pH do meio. A fenolftaleína, fórmula C20H14O4, é um indicador de pH. Em meio ácido, ela fica incolor e, em meio básico, fica cor- de- rosa, dependendo da basicidade da solução. É insolúvel em água e solúvel em etanol. Seu pH de viragem, isto é, o momento crítico da reação denunciado por mudança de coloração é: Tabela 2: pH de viragem da Fenolftaleína pH abaixo de 8,2 pH entre 8,0 e 10,0 pH entre 10,0 e 12,0 Incolor Rosa Carmim ou roxa Em meio básico a fenolftaleína perde um Hidrogênio de sua composição para se combinar com a hidroxila (OH) da molécula da solução básica perdendo elétrons, ou seja, formando íon ou, ainda, oxidada. A fenolftaleína na forma ionizada tem uma coloração rósea. Foram adicionadas duas gotas de fenolftaleína nos tubos de ensaio da série A, e os resultados estão descritos na tabela 1. O fato os tubos 3A e 5A contendo 3,00ml de solução 0,1 mol/L de hidróxido de sódio (NaOH) e 3,00 ml de hidróxido de magnésio (Mg(OH 2) respectivamente, tiverem suas colorações alteradas para rósea, confirma que possuem caráter básico. Além disso, o Hidróxido de Magnésio (Mg(OH 2) tem basicidade mais alta que o hidróxido de sódio (NaOH), explicando porque a coloração rósea do tubo 5A é mais forte do que do tubo 3A, visto que a intensidade da cor do indicador depende do nível de basicidade ao qual foi submetido. Já os tubos 1A, 2A, e 4A, contendo respectivamente 3,00ml de água destilada (H2O), 3,00 ml de solução 0,1 mol/L de ácido clorídrico (HCl), 3,00ml de solução de ácido sulfuroso (H2S03) sintetizado no experimento 1, mantiveram-se incolores, confirmando assim seu caráter ácido, lembrando que a fenolftaleína continua incolor em meio ácido, já que seu pH de viragem (que resulta em mudança de cor) ocorre em meio básico, e não ácido. 3.3.2 Série B dos tubos de ensaio (tabela 1): Agora faremos a discussão dos resultados obtidos na série de ensaios B: foram adicionados os mesmos compostos a série de tubos B em mesma quantidade e proporção que a série A porém foi adicionado as soluções duas gotas do indicador vermelho congo. O indicador vermelho congo reage com o ph do meio de acordo com a tabela 2.2 abaixo; tabela 2.1 Vermelho Congo(indicador de pH) pH abaixo de 3.0 pH acima de 5.2 AZUL VERMELHO Os tubos de ensaio dispostos na serie B apresentaram os seguintes resultados:1B;3B;5B que continham respectivamente água destilada, hidróxido de sódio(NaOH), o quinto tubo contendo a síntese do experimento 2, percebemos que o tubo 5B apresentou uma coloração menos intensa do que os tubos 1B e 3B devido a resíduos da síntese do experimento 2, somente pela analise das cores obtidas não podemos afirmar que as substancias são básicas ou acidas tendo em vista que o vermelho possui ph acima 5.2. Porem os tubos 2B e 4B apresentaram coloração AZUL o que nos leva a concluir que são ácido cloridrico(HCl) e a síntese do experimento 1 são acidos fortes que possuem ph abaixo de 3. 3.4 Discussão dos resultados do experimento 4: Em cada tubo de ensaio pode-se observar uma reação de dupla troca.(observar a tabela dos reagentes em figura 3). Primeiramente temos o tubo de ensaio 1(Um), após a misura os reagentes,Nitrato de Chumbo (Pb(NO₃)₂) e Iodeto de Potássio (KI),ambos solúveis e incolores, observou uma formação de um precipitado amarelo (vide figura 2), concluímos que uma reação química ocorreu, e juntamente a uma tabela de solubilidade de sais(vide figura 5), vemos que o Iodeto de Chumbo (PbI₂) é insolúvel em água e que todos os nitratos são solúveis em água, suspeitamos que a reação se deu pela seguinte equação. Pb(NO₃)₂ + 2 KI → PbI₂ + 2 KNO₃ Pois o precipitado amarelo pode ser o Iodeto de Potássio(KI), uma vez que sabemos que este é insolúvel, a partir disso pode-se deduzir que se formou Nitrato de Potássio (KNO₃), apesar de não poder observar sua formação devido a ele ser solúvel. No tubo de ensaio 2 (Dois), após a mistura dos reagentes Hidróxido de Amônia e Ácido Clorídrico, não foi possível perceber nenhuma mudança visual no tubo, parecendo em um primeiro momento que não ouve reação, mas após uma análise mais atenta se percebe que o cheiro das substâncias mudaram, o hidróxido de amônia tem um cheiro forte similar a similar produtos de limpeza, e após a mistura dos dois reagentes a substância resultante não apresentou cheiro nenhum. Então suspeitamos que houve uma reação química cujo hidróxido de amônio foi transformado em outro composto. Segundo a reação : NH₃OH + HCl → HOH + NH₃Cl Observando a tabela de solubilidade dos sais (Vide Figura 4.), percebemos que o NH₃Cl é solúvel, esse também é incolor e inodoro, devido a essas propriedades não foi possível detectar a sua presença visualmente. No tubo de ensaio 3(Três) (vide Figura 2.), após a mistura dos reagentes hidróxido de sódio cloreto de bário nos notamos a formação de um precipitado esbranquiçado, percebemos que houve uma reação química, definir a formação desse precipitado branco, a partir da observação tabela sobre a solubilidade de sais, notamos que o Hidróxido de Bário não é solúvel tornando ele um candidado para produto da reação, suspeitamos que a reação se dê seguinte a equação: 2NaOH + BaCl₂ → Ba(OH)₂ + 2NaCl No tubo de ensaio 4(Quatro) (vide Figura2.), após a mistura dos reagentes Cromato de Potássio (K₂CrO₄) e Cloreto de Bário (BaCl₂), a aparência da substância mudou, aparecendo um precipitado amarelado, semelhante a nata do leite. Indicando que ouve reação. A formação de um precipitado nos deu uma dica de como procedeu a reação, observando a tabela de solubilidade de alguns sais(vide Figura 5.) notamos que o Cromato de Bário (BaCrO₄) não é solúvel em água, o que explica o precipitado, então deduzimos que a reação foi uma reação de dupla troca, conforme a equação: K₂CrO₄ + BaCl₂ → BaCrO₄ + 2KCl Figura 2: Estante de Amostras, separados de 1 á 4.(experimento 4) Figura 3: Compostos colocados em tubos de ensaio devidamente separados por 1 á 4 (experimento 4) Figura 4. Tabela de solubilidade de alguns sais.(experimento 4) 4.0 Conclusão As reações químicas são necessárias para a transformação da matéria em estado inicial (reagentes) em novas substâncias (produtos) que pode sofrer alterações em seu estado físico ou químico. Assim, reação química é o processo pelo qual átomos ou grupos de átomos são redistribuídos, resultando em mudança na composição molecular das substâncias. Em resultados encontrados nos experimentos realizados, foram identificados varias características da reação química, como a formação de precipitados, liberação ou a retenção de calor durante uma reação, mudança na coloração e principalmente a formação de compostos e a mudança do pH (potencial (ou potência) hidrogeniônico) e do pOH (potencial hidroxiliônico). 5.0 Referências bibliográficas ● http://www.explicatorium.com, consultado em 11/07/2015, às 11:40[1]. ● http://www.centrodeciencias.org.br, consultado em 11/07/2015 às 13:45. ● Livro de Química Geral e Reações Químicas 1- JOHN C. KOTZ, PAUL M. TREICHEL e GABRIELA C. WEAVER_Tradução da 6ª edição norte-americana - Editora CENGAGE Learning [2]. ● Livro de Química na abordagem do cotidiano, Volume único - FRANCISCO MIRANGAIA PERUZZO (TITO) e EDUARDO LEITE DO CANTO_3ª edição - Editora Moderna [2].