Como Ordenar as Ideias
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Como Ordenar as Ideias


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FACULDADE DO MARANHÃO
BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS
Taiana Dailma Dias Costa
RESENHA
São Luís
2010
Taiana Dailma Dias Costa
RESENHA: Como Ordenar as Ideias, Edivaldo Boaventura
Resenha Crítica apresentada à disciplina de Comunicação e Expressão, comentário do livro Como Ordenar as Idéias de Edivaldo Boaventura, para a obtenção de nota.
São Luís
2010
RESENHA CRÍTICA
Esta resenha crítica teve como base o livro: Como Ordenar as Ideias, escrito pelo autor Edivaldo Boaventura. Neste livro ele aborda um tema muito atual. Menciona exatamente as maneiras e macetes para se fazer um trabalho, mostrando as suas etapas principais e, como elaborá-las.
Como ordenar as idéias está dividido em: introdução, desenvolvimento e resumo (chamado pelo escritor de resumo marcante. Na introdução ele coloca de forma simples como se deve fazer na elaboração. É na introdução que se oferece a idéia geral do tema, para situar e criar uma expectativa no leitor fazendo com que ele se interesse pelo assunto abordado. Tem como meta motivar e prender a atenção do leitor para que ele leia a obra até o fim. Edivaldo cita as palavras de Goethe: \u201ctudo depende do plano\u201d. Para se elaborar um trabalho, principalmente deve-se esquematizá-lo, traçar, prever e organizar as idéias para colocar em prática no papel.
No desenvolvimento deve ser dividido e subdividido em poucas partes para que o texto não seja monótono. Dentro do contexto do desenvolvimento não é recomendável fazer cortes, pois o leitor ficará perdido no assunto, tornando o seu texto incoerente. O livro não esquece o fator redundância. A redundância consiste em fazer a repetição do assunto, isso pode fazer com em um determinado momento o autor poderá entrar em contradição.
A conclusão chamada por ele de resumo marcante e o ponto de chegada. É na conclusão que o autor demonstra o seu entendimento e domínio do tema abordado no desenvolvimento do trabalho, as questões que foram feitas na introdução são respondidas aqui. 
Segundo Edivaldo Boaventura \u201ca conclusão não é o fim da história, nem simples resumo de pontos... é a síntese da essência do conjunto. Concluir é expressar de forma simples todo o assunto abordado.
Esse livro faz recomendações simples para se organizar um trabalho. Engloba talvez uma das grandes dificuldades que os estudantes têm quando vão elaborar um trabalho, a Introdução e Conclusão. 
O livro peca em enaltecer os franceses. O autor faz comparações dos franceses com os brasileiros quando menciona que o raciocínio dos franceses é tão natural quanto o dos brasileiros de jogar futebol. Segundo ele os franceses não necessitam de livros que os ensinem a pensar quando vão elaborar um documento, trabalho, enfim qualquer coisa. No trecho do livro o autor faz o seguinte comentário: \u201cos franceses são mestres no ofício da arte de pensar e do cultivo do raciocínio.
O livro é uma obra excelente que exige que o leitor se dedique realmente a leitura e principalmente a faça com prazer, caso contrário o livro pode ser tido como monótono, chato. O autor demonstrou pleno domínio do assunto, soube eficazmente empregar a língua portuguesa de uma maneira de fácil compreensão, para que qualquer pessoa possa entender tudo o que o autor deseja proporcionar.