AD2   PORTUGUÊS IV
1 pág.

AD2 PORTUGUÊS IV

Pré-visualização1 página
Fu n d ão Centro d e Ciênc ias e Ed u c aç ão a Distân c ia d o Estado do Rio de Jan eiro
Cent r o de Ed u c ão Sup er io r a Dist ância d o E stado do Rio d e Jan eiro Univ er sid ad e
Fed eral Flu min ense Cur so de L icen c iat ura em Let r as UFF / CEDERJ
Discip li n a: Portu gu ês IV Coo r d en ador : Pro f. Dr . Ro n ald o A morim L ima
AD2 2017.1
Aluno (a) : Débo ra V ieira Wandelli
Po lo: Itap eruna Matrícula: 21 3120 00 1
1- O s ve rbos impe sso ais não possue m sujeito e são e mpre gados, invari ave lmen te, na 3ª
pe ss oa do si ngul ar. São impes soai s os que ex primem fe nôme no s da nature za, os que
i ndi cam temp o, ce rtos ve rbos que i ndi cam ne cessi dade , se nsaçõe s ou co nve ni ênci a, e
ai nda o ve rbo have r na acepção d e e xi sti r” - que é o caso do e xempl o. Na primei ra
ocorrê nci a, o ve rbo está e mpregado no se nti do de ter” (havi am), e na se gunda
ocorrê nci a (h ouve sse ) no sen tido de e xi sti r”, e por i sso e ste úl timo é i mpe ssoal.
2- O ve rbo é i rre gul ar quando apre se n ta v ari ação no radi cal ao longo da flex ão ve rbal ou
quando não obe de ce ao paradi gma de fl ex ão ve rbal dos ve rbos re gul ares. São
chamados de anômal os quando apre sen tam radi cais primári os dife re n te s na
conj ugação. Ex empl os de regul are s no te x to: fal avam, de cidi ram e tornar. Ex e mplos de
i rregul are s no te x to: f oram, faze r e de ram.
3- N a pri mei ra ocorrê nci a o ve rbo e stá no pre té ri to pe rfe i to do i ndi cati vo e pe rten ce ao
ve rbo Ir”. Na se gunda ocorrê n ci a o ve rbo e stá no pre té rito pe rf ei to do in di cati vo e
pe rte nce ao ve rbo “Ser”.
4- A bu ndante s são os ve rbos que possue m duas ou mai s f ormas e qui v al en te s. De re gra,
e ss a abun dânci a ocorre no parti pio, apres entando uma forma re du zi da ou anormal
da fo rma re gul ar e, - ado ou i do. O ve rbo “ex pul sar”, por e xe mpl o, admi te as formas
“ex pu lsado” (parti cípi o regul ar) e ex pul s o” ( particípi o i rre gul ar).
5- O s morfe mas l exi cai s são unidade s lexi cai s com signifi cação e xte rna, com conte úd o e
f orma e se ref e re m ao mundo e x trali nguísti co. Exempl os do tex to: bi chos, nature za,
e scol as, e tc. Os morf emas gramati cai s são aquele s que possue m um si gni ficado
i nte rno à s ua es trutura. Ex emplos: em, por, -s (i ndi cador de plural), - o ( canto) .
6- O ne ro do substanti vo “urubus” e stá marcado no arti go de fi ni d o “o s”, que in di ca o
masculi no. O de “ave s” está marcado na de sinên ci a de gêne ro -a” em “be cadas” e o
de tranquil idade e stá marcado no arti go “a”.