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Resposta da 1
A ideia da existência de uma tendência dos organismos ao progressivo aumento de complexidade da organização corporal já se fazia presente em tempos anteriores ao evolucionismo. Com a aceitação das teorias evolutivas, vários naturalistas, e especialmente aqueles que trabalhavam com fósseis, passaram a defender a ocorrência de tal tendência no processo evolutivo. Essa nova forma de abordar a ideia de progresso na natureza recebeu várias interpretações até o momento do surgimento da síntese evolutiva moderna, que pouco espaço deixou para a existência de outro elemento orientador da evolução, que não fosse aquele proposto por Darwin.
Na idade relativa das rochas, você observa fósseis parecidos, mas com algumas modificações, o que nos leva a concluir que a Teoria da Evolução estava certa, ao dizer que uma espécie sofre um tipo de seleção natural, quando ela resiste ao meio que vive e se adapta ao novo ambiente, tornando se um ser mais complexo.
a partir da datação de rochas sedimentares antigas se pode datar tambem os fosseis encontrados ali que são peças do quebra cabeça evolutivo
Resposta 2
As bacias sedimentares são um tipo de estrutura geológica caracterizada pela sua presença em áreas de depressão relativa ou absoluta resultantes do acúmulo de sedimentos (partículas de rochas), formando várias camadas de rochas sedimentares. Essa composição estrutural é importante por tornar possível a formação de fósseis e combustíveis como o petróleo e o gás natural.
Quando as rochas se desgastam em função da ação dos agentes externos ou exógenos de transformação do relevo, elas dão origem aos sedimentos. Um exemplo de sedimento é a areia da praia, formada a partir do desgaste das rochas litorâneas pela água do mar. Outro exemplo é o pó que se forma a partir do desgaste de rochas pela ação da água das chuvas e dos ventos.
Esses sedimentos são “carregados” pelas movimentações do ar e, principalmente, pela água, tanto dos rios quanto das chuvas. Assim, pela força da gravidade, eles tendem a ser levados para as áreas mais baixas e acumularem-se ali, geralmente em regiões oceânicas.
 
Então, com o passar dos milhões de anos, esses sedimentos acumulados vão sendo sobrepostos por mais e mais conjuntos de novos sedimentos, que vão exercendo um “peso” cada vez maior. Assim, as camadas mais inferiores vão sendo “esmagadas” por uma pressão que está sempre aumentando, fazendo com que as partículas de rochas unam-se, formando as rochas sedimentares.
À medida que esse processo vai se repetindo ao longo das eras geológicas, mais e mais camadas de rochas sedimentares vão se formando. Quando elas ocupam grandes áreas e significativas profundidades, temos a formação das bacias sedimentares.
A formação de combustíveis e objetos fósseis
Durante esse processo de sobreposição de camadas de sedimentos, é comum que alguns restos orgânicos de animais sejam eventualmente “enterrados”. Assim, eles acabam ficando entre uma camada e outra, de forma que, dependendo das condições de temperatura e pressão, poderão dar origem aos fósseis. Em alguns casos, os restos de animais e plantas podem sofrer uma força tão forte que podem acabar “derretendo” ou, mais precisamente, litificando-se. Esse processo dá origem aos combustíveis fósseis, como o petróleo e o gás natural.
É importante, portanto, compreender corretamente o processo de formação e transformação das bacias sedimentares, pois elas guardam uma zona de interesse que vai desde o campo científico (permitindo-nos estudar o passado da terra) até o campo econômico, através da extração de minérios e hidrocarbonetos.