PROSPEZIONI PETROLIO
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PROSPEZIONI PETROLIO


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MÉTODOS DE PROSPECÇÃO DE PETRÓLEO
As reservas de petróleo e gás foram jà encontradas através de infiltração natural de óleo, afloramentos de rochas betuminosas e várias formas de infiltração de gases, tais como vulcões de lama.
No entanto, isto não significa necessariamente provar que o óleo é presente em quantidades comerciais.
A principal atividade de exploração de petróleo é selecionar o local promissor para a perfuração de poços exploratórios com base na analise da estratigrafia e estrutura do subsolo de uma área.
Métodos de exploração geológica
Os mapas do subsolo incluem as seguintes formas básicas:
Mapas estruturais
2. Mapas das isópacas
3. Secções geologicas
As mapas estruturais são um tipo de mapa do subsolo cujos contornos representam a elevação de um marcador de formação, ou reservatório geológico específico no espaço.
De tal forma que as dobras, falhas e outras estruturas geológicas são claramente exibidas. 
1. Mapas estruturais
A sua aparência é semelhante à de um mapa topográfico, mas embora o um mapa topográfico exibe elevações da superfície da Terra, um mapa estrutural mostra a elevação de uma camada de rocha particular, geralmente presente em baixo da superfície terrestre.
Uma isópaca é uma linha que representa espessuras estratigraficas iguais; este tipo de mapa mostra, por meio das isopacas as variações na verdadeira espessura estratigrafica de um estrato, formação ou grupo de formações. 
2. Mapas das isópacas
O mapa de isópacas de subsuperfície é baseada principalmente na espessuras das formações determinada a partir de secçoes , perfuraçoes ou logs geofísicos. Embora a isopaca deve ser desenhada para concordar com espessuras representadas no mapa, o espaçamento e a natureza do espessamento e do desbaste podem ser guiadas por outros factos conhecidos sobre a fonte de sedimentos, as suas taxas relativas de deposição, truncamento, etc. 
Um mapa de isópacas elabora estritamente os valores numéricos sem levar em conta as razões geológicas para o espessamento e o desbaste das formações. As principais utilizações dos mapas isópacas sao especialmente na indústria do petróleo.
3. Secções geologicas
Uma secção geológica representa a intersecção de um plano (geralmente vertical) com a superfície do território, e constitui uma representação gráfica bidimensional da geologia do próprio território. 
Na secção geológica estão representados:
o perfil topográfico da área, derivado dos mapas disponíveis na escala mais adequada;
as unidades lito-estratigráficas e seu andamento no subsolo, representadas por cores e símbolos convencionais, de acordo com os dados disponíveis a partir dos afloramentos e possíveis pontos de controle no subterrâneo (túneis, poços, horizontes sísmicos de profundidade conhecida, etc. );
os elementos estruturais (fraturas, falhas, charneiras de dobras, etc.).
A seção geológica é, portanto, extrapolação e projeção da geologia de superfície ao longo de um plano para fins de interpretação. Os dados para a construção de uma secção geológica são geralmente obtidos a partir de um mapa geológico.
Mais geralmente, em uma seção geológica é extrapolado no subsolo um contexto geológico acessível ou jà conhecido, seja diretamente que indiretamente. Por exemplo, para diferentes tipos de aplicação, especialmente no campo da exploração de petróleo, as seções geológicas são construídas principalmente com base em dados de subsuperfície derivados por perfuraçoes e prospecçoes sísmicas, ou elétricas.
Os mapas do subsolo são uma parte necessária de qualquer empresa de engenharia de petroleos e os engenheiros de petroleos devem estar completamente familiarizados com a sua construção e interpretação.
Os dados para os mapas da subsuperfície são obtidos a partir de um número de fontes, tais como:
Logs de perfuração
2. Perfurações
3. Teste Strat
A construção de mapas de subsolo exige grande capacidade interpretativa.
Logs de perfuração: 
Representações de algumas propriedades das rochas em função da profundidade.
2. Perfurações: 
Pequenos buraco superficiais apenas para fins informativos. As formações encontradas são amostradas, ou seja, as pequenas amostras cilíndricas obtidas são, com rapidez e precisão, indentificadas.
3. Teste Strat: 
Furos exploratórios profundos feitos principalmente para obter informações.
A exploração geofísica é um conjunto de atividades para explorar o subsolo em função das específicas propriedades físicas das rochas.
A exploração geofísica é para ser realizada em conjunto com os métodos geológicos, de modo que a interpretação pode ser correlacionada e corrigida.
Há três métodos geofísicos principais que são usados na exploração de petróleo:
métodos sísmicos;
métodos gravimétricos;
métodos de magnetometria
A exploração geofísica é um processo/actividades para a exploração dos recursos naturais, minerais (hidrocarbonetos, etc.) ou outras anomalia, utilizando alguns métodos que são em acordo com as propriedades físicas dos materiais no subsolo.
A exploração geofísica é um pouco mais economica do que a prospecção direta por perfuração.
Informação sobre a distribuição e as propriedades específicas do óleo deve ser recolhida, quanto mai possível em detalho e em uma zona quanto mais ampla.
Existem três métodos geofísicos primários utilizados na exploração de petróleo:
Métodos passivos
 Método gravimetrico
 Metodo magnetometrico 
Métodos Ativos
	 Método sísmico
Este tipo de prospecção deve ser corrigida e correlacionada com os dados das perfurações feitas durante todo o tempo.
Na eploração, é normalmente aplicado mais de um método, de modo que cada método corresponda com o outro e no mesmo tempo confirme os outros e seja confirmado pelos outros.
MÉTODO GRAVIMÉTRICO
A distribuição de densidade no subsolo e os valores correspondentes de gravidade podem ser interpretados em termos de estruturas geológicas se sao conhecidos os tipos de rochas que existem na área de estudo e sua densidade. 
Para a realização da prospecção os instrumentos de medição mais utilizados são os gravímetros que permitem mediçoes rápidas e muito precisas. 
Os valores obtidos das mediçoes devem ser modificados mediante a aplicação das correcções de Faye, de Bouguer e topográficas, e possivelmente a correcção isostática; a diferença entre o valor correcto e o valor normal (relativo ao elipsóide) é definida como um valor anomalo de Bouguer. 
O mapa que apresenta as posiçoes dos pontos de mediçao e seus valores correspondentes com as linhas que unem os pontos de igual valor é o mapa das anomalias de Bouguer. 
É obtida assim uma distribuição das anomalias da gravidade de uma determinada região em relaçao a que deveria ser a distribuição normal na mesma região (campo regional). O passo seguinte é dar um significado estrutural aos defeitos e excessos da gravidade assinalados no mapa. Primeiro, calcula-se matematicamente quais sao as massas em profundidade que podem dar origem as anomalias: obviamente hà mais soluções, porque a mesma anomalia pode ser causada por rochas de diferentes densidades e com diferentes extensões e profundidade. 
Devemos, portanto, escolher as soluções que melhor se concordam com a situação geológica na região, uma situação que deve ser conhecida, pelo menos nas suas grandes linhas. 
O metodo gravimetrico é particularmente útil para a exploração de vastas áreas e, por conseguinte, é utilizado na pesquisa preliminar de hidrocarbonetos para identificar as estruturas, como anticlinales e falhas, favoráveis à acumulação de petróleo.
O metodo magnétometrico tem semelhanças significativas com o metodo gravimetrico. Mesmo com esse método procuram-se anomalias no quadro teórico da distribuição dos valores normais na superfície da Terra. No entanto, a prospecção magnética é mais difícil porque o campo magnético terrestre tem uma distribuição mais irregular e também é altamente variável ao longo do tempo. 
METODO MAGNÉTOMETRICO