cintra antonio carlos araujo grinover ada pellegrini dinamarco cc3a2ndido rangel teoria geral do processo 26c2aa ed sc3a3o paulo malheiros 2010
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cintra antonio carlos araujo grinover ada pellegrini dinamarco cc3a2ndido rangel teoria geral do processo 26c2aa ed sc3a3o paulo malheiros 2010

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ANTONIO CARLOS DE ARAÚJO CINTRA 
ADA PELLEGRINIGRINOVER 
CÂNDIDO RANGEL DINAMARCO
T F O R T À íwFRÂ T
DO PROCESSO
Prefácio do 
Prof. Luís Eulálio de Bueno Vidigal
26- Edição, 
revista e atualizada
=. = . MALHEIROS 
iV iE D IT O R E S
Teoria Geral do Processo
© Antonio Carlos de Aráújo Cintra 
Ada PeHegrini Grinover 
Cândido Rangel Dinamarco
9a edição, 1- tiragem: 08.1992; 2a tiragem: 01.1993;
3- tiragem: 07.1993; 10a edição, 1994; 11a edição, 1995; 
12a edição, 1996; 13a edição, 1997; 14a edição, 1998; 
15a edição, 1999; 16a edição, 2000; 17a edição, 2001; 
18- edição, 2002; 19a edição, 2003; 20a- edição, 2004; 
21a edição, 2005; 22a edição, 2006; 23a edição, 2007; 
24a edição, 2008; 25a edição, 2009.
ISBN 978-85-392-0000-9
Direitos reservados desta edição por 
MALHEIROS EDITORES LTDA.
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e-mail: malheiroseditores@terra.com.br
Composição 
PC Editorial Ltda.
Capa 
Nadia Basso
Impresso no Brasil 
Printed in Brazil 
01.2010
http://www.malheiroseditores.com.br
mailto:malheiroseditores@terra.com.br
PREFÁCIO DA 1* EDIÇÃO
Os jovens mestres de direito Ada Pellegrini Grinover, Cândido 
Rangel Dinamarco e Antônio Carlos de Araújo Cintra acabam de dar, 
com o preparo de seu curso de Teoria Geral do Processo, cumprimen­
tando a um dos principais deveres do professor.
A Faculdade de Direito de São Paulo sempre teve a ventura de 
contar, para seus alunos, com excelentes compêndios de direito pro­
cessual. Desde meados do século passado até o presente foram eles 
dos melhores que já se publicaram no Brasil. Muito poucos livros de 
caráter institucional, no campo do processo, deixam de filiar-se a nos­
sa escola. Se prescindirmos dos consagrados cursos de Paula Baptista 
no século passado e de Lopes da Costa no presente, nenhum manual 
pôde, a seu tempo, ombrear-se com os de João Mendes Júnior, João 
Monteiro, Manuel Aureliano de Gusmão, Gabriel de Rezende Filho, 
José Frederico Marques e Moacyr Amaral Santos.
A criação da nova disciplina de Teoria Geral do Processo veio 
dar aos novos mestres o incentivo que faltou a seus antecessores. A 
excelência dos compêndios existentes atenua, se não justifica, a falta 
de muitos, em que se inclui, vexado, o subscritor destas linhas.
A unificação, em uma só disciplina, dos estudos de direito pro­
cessual civil e penal, foi defendida, na Europa e no Brasil, por dois 
dos mais profundos e originais pensadores da matéria: Francesco Car- 
nelutti e Joaquim Canuto Mendes de Almeida.
Debateu-se o primeiro, ao longo de sua fecunda existência, pela 
unificação, sem quebra de seu sistema de congruência monumental. 
Se o processo tem por escopo a composição da lide, é preciso caracte­
rizar a lide e sua composição no processo penal. Que tarefa ingrata! 
Quais são as partes nesse conflito de interesses? O indiciado de um 
lado, a vítima, de outro? O indiciado e o Estado? A vítima e o Estado? 
A Justiça Pública e o indiciado?
4 TEORIA GERAL DO PROCESSO
Quais são os interesses em antagonismo? O interesse do indicia­
do em sua liberdade e do Estado em seu encarceramento? O interesse 
da vítima em obter reparação civil e moral e o do indiciado em não 
lha conceder? O do Estado em proteger a liberdade do cidadão e o do 
criminoso a querer purificar-se pela pena?
Todas as variantes foram exaustivamente estudadas e debatidas, 
a lembrar a deliciosa fábula do lavrador, o filho e o burro.
Os jovens autores deste livro pouco se detiveram \u2014 e fizeram 
muito bem - nessas indagações. O fato inegável é que há inúmeras 
matérias que são comuns ao processo civil e ao processo penal.
Sem falar nas noções fundamentais, a que os autores, em exce­
lente introdução, deram especial atenção, e que muito bem se desti­
nam a estudantes do segundo ano jurídico, cuidaram da natureza, fon­
tes, eficácia no tempo e no espaço, interpretação da lei processual. Na 
segunda parte do livro, tratando da jurisdição, da competência, dos 
serviços auxiliares da justiça, do Ministério Público e do advogado, 
não se afastaram um instante de sua visão unitária do processo. O mes­
mo se pode dizer da parte final, dedicada ao processo, às formas pro­
cessuais, aos atos processuais e às provas.
No capítulo referente às ações, os jovens mestres mantêm-se uni- 
taristas. Sustentam que a lide se caracteriza, no processo penal, pela 
pretensão punitiva do Estado em contraposição à pretensão do indicia­
do à sua liberdade.
Em todas as matérias versadas o novo compêndio mantém-se em 
alto nível científico. Os mestres que o elaboraram, que tão cedo se 
demonstram dignos dos mais altos postos da carreira universitária, te­
rão, estou certo, na consagração de seus alunos e no respeito de seus 
colegas o justo prêmio pelo bem empregado esforço em prol do ensi­
no de sua disciplina.
São Paulo, 1974 
Prof. Luís Eulálio de Bueno Vidigal
SUMÁRIO
prefácio da Ia edição............................... ..... .......... ....................... 3
a reforma constitucional do Poder Judiciário (apresentação da 2 Ia edição) 15 
apresentação da 22a edição ...... ..... ............. ......... .............. 21
PRIMEIRA PARTE - 1NTROPUÇAO
Capítulo 1 - SOCIEDADE E TUTELA JURÍDICA
1. sociedade e direito ....................................................................... 25
2. conflitos e insatisfações...................................... ......................... 26
3. da autotutela à jurisdição.................. ........................................... 26
4. a função estatal pacifícadora (jurisdição)...................................... 30
5. meios alternativos de pacificação social........................... ............. 31
6. autotutela, autocomposição e arbitragem no direito moderno......... 35
7. controle jurisdicional indispensável (a regra nullapoena sine judicio) 37
8. acesso à justiça...................... .................................. .................... , 39
Capítulo 2 - 0 PROCESSO E O DIREITO PROCESSUAL
9. as funções do Estado moderno..................................................... 43
10. legislação e jurisdição.................................................................. 44
11. direito material e direito processual............................................... 46
12. a instrumentalidade do processo....................... ............................ 47
13. linhas evolutivas.......................................................................... 48
Capítulo 3 - DENOMINAÇÃO, POSIÇÃO ENCICLOPÉDICA 
E DIVISÃO DO DIREITO PROCESSUAL
14. denominação................................................................................ 52
15. posição enciclopédica do direito processual................................... 53
16. divisão do direito processual........................................................ 54
6 TEORIA GERAL DO PROCESSO
Capítulo 4 - PRINCÍPIOS GERAIS DO DIREITO PROCESSUAL
17. conceito .................. ......................... ........................................... 56
18. princípio da imparcialidade do juiz.............................. ................ 58
19. princípio da igualdade ...................... ................... ........................ 59
20. princípios do contraditório e da ampla defesa. ..».......................... 61
21. princípio da ação - processos inquisitivo e acusatório.................... 63
22. princípios da disponibilidade e da indisponibilidade.... ................. 66
23. princípio dispositivo e princípio da livre investigação das provas -
verdade formal e verdade real....................................................... 70
24. princípio do impulso oficial............................................... ........... 72
25. princípio da oralidade.................................................................. 73
26. princípio da persuasão racional do juiz......................................... 73
27. a exigência de motivação das decisões