Caderno Completo   Simulado Direito Penal   XXV
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Caderno Completo Simulado Direito Penal XXV

Disciplina:<strong>matemática</strong>36 materiais
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‘‘Qualquer semelhança nominal e/ ou situacional presente nos enunciados das questões é mera coincidência’’

SIMULADO 2ª FASE EXAME DE ORDEM

DIREITO PENAL
CADERNO DE RASCUNHO

 Qualquer tipo de comunicação entre os examinados.

 Levantar da cadeira sem a devida autorização do

fiscal de sala.

 Portar aparelhos eletrônicos, tais como bipe, telefone

celular, walkman, agenda eletrônica, notebook,

palmtop, receptor, gravdor, telefone celular, máquina

fotográfica, controle de alarme de carro etc., bem

como relógio de qualquer espécie, protetor

auricular, óculos escuros ou quaisquer acessórios de

chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc., e

ainda lápis, lapiseira, borracha e/ou corretivo de

qualquer espécie.

 Usar o sanitário ao término da prova, após deixar

a sala

Além deste caderno de rascunho, contendo o

enunciado da peça prático-profissional e das quatro

questões discursivas, você receberá do fiscal de sala:

 Um caderno destinado à transcrição dos textos

definitivos das respostas.

 5 horas é o tempo disponível para a realização da

prova, já incluindo o tempo para preenchimento do

caderno de textos definitivos.

 2 horas após o início da prova é possível retirar-se

da sala, sem levar o caderno de rascunho.

 1 hora antes do término do período de prova é

possível retirar-se da sala levando o caderno de

rascunho.

 Verifique se a disciplina constante da capa deste caderno

coincide com a registrada em seu caderno de textos

definitivos. Caso contrário, notifique imediatamente o fiscal

da sala, para que sejam tomadas as devidas providências.

 Confira seus dados pessoais, especialmente nome, número

de inscrição e documento de identidade e leia atentamente

as instruções para preencher o caderno de textos definitivos.

 Assine seu nome, no espaço reservado, com caneta

esferográfica transparente de cor azul ou preta.

 As questões discursivas são identificadas pelo número que se

situa acima do seu enunciado.

 Não será permitida a troca do caderno de textos definitivos

por erro do examinado.

 Para fins de avaliação, serão levadas em consideração

apenas as respostas constantes do caderno de textos

definitivos.

 A FGV coletará as impressões digitais dos examinados no

caderno de textos definitivos.

 Os 3 (três) últimos examinados de cada sala só poderão sair

juntos, após entregarem ao fiscal de aplicação os documentos

que serão utilizados na correção das provas. Esses examinados

poderão acompanhar, caso queiram, o procedimento de

conferência da documentação da sala de aplicação, que será

realizada pelo Coordenador da unidade, na Coordenação do local

da prova. Caso algum desses examinandos insista em sair do

local de aplicação antes de autorizado pelo fiscal de aplicação,

deverá assinar termo desistindo do Exame e, caso se negue, será

lavrado Termo de Ocorrência, testemunhado pelos 2 (dois)

outros examinandos, pelo fiscal de aplicação da sala e pelo

Coordenador da unidade de provas.

 Boa prova!

XXV EXAME DE ORDEM UNIFICADO - SIMULADO 2ª FASE – DIREITO PENAL

PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL

JOÃO CARLOS RIBEIRO PEREIRA foi condenado como incurso nas penas do Art. 155, parágrafo 4º, inciso IV do
Código Penal. A denúncia, recebida em 15.04.2012 narra, em apertada síntese, que no dia 22.01.2012, por volta de
22:30, no interior de agência de automóveis situada na Rua G, no Centro de Campos dos Goytacazes, o denunciado,
subtraiu o veículo Ford Focus preto, 2005/2006, placa KZR-3245, pertencente à vítima Renato de Souza Maciel,
proprietário da agência de automóveis.

O crime foi cometido com abuso de confiança, visto que o denunciado era empregado do Lava-Jato anexo à
referida agência de veículos, pertencente a Francisco Carlos Rocha Rodrigues, e, por conseguinte, tinha chave que
dava acesso ao lava-jato. Dessa forma, uma vez que havia uma porta de comunicação entre os dois estabelecimentos
e que por vezes era deixada aberta, logrou entrar na agencia de automóveis.

Foram ouvidas a vítima e testemunhas arroladas em comum pela acusação e pela defesa. A vítima Sr. Renato
de Souza Maciel, declarou que o réu era funcionário do Francisco, que gerenciava o lava-jato. Que foi até o local
devido ao telefonema de um vizinho, tendo chamado o acusado, pois sua motocicleta estava lá, com o motor ainda
quente, que o acusado admitiu que pegou o carro para ir a uma festa e indicou a rua onde o veículo estava
estacionado.

O Sr. Francisco Carlos Rocha Rodrigues, proprietário do lava-jato, prestou declarações no mesmo sentido, mas
salientou que o réu é trabalhador e que, por ele, estava tudo resolvido porque o carro foi recuperado, mas Renato
quis fazer o registro policial.

O policial Renato Batista Pavoni declarou que estava em patrulhamento quando foi acionado para ir até uma
agência de automóveis, onde havia ocorrido o furto de um veículo. Na revista do local, viram uma motocicleta parada
atrás dos carros com o motor ainda quente, tendo a vítima informado que pertencia ao funcionário do lava-jato, que
foi chamado ao local e admitiu que pegou o carro e disse onde estava parado.
Quando interrogado em Juízo, o réu confessou que pegou o carro na agência de automóveis para ir a uma festa, com
uma menina no Parque Aurora, e depois o devolveria, tanto que deixou sua motocicleta lá para quando retornassem,
voltar para casa.

Tanto no interrogatório durante a fase policial, quanto em juízo o acusado declarou que apenas pretendia
pegar o carro emprestado e devolver na mesma noite, quando voltassem da festa.
Há Folha de Antecedentes Criminais, nas pastas de no. 000050/000053, constando, além da anotação referente ao
presente feito, transação penal, realizada há dois anos, pelo delito de porte de drogas para uso pessoal.

Após regular instrução Juízo da 1a Vara Criminal da Comarca de Campos dos Goytacazes, julgou procedente a
pretensão punitiva estatal e condenou o Réu como incurso nas sanções do crime de furto qualificado pelo abuso de
confiança, delito previsto no artigo 155, §4o, inciso IV, do Código Penal.

Sentença proferida pelo Juízo a quo em 07.05.2018 (segunda feira) condenando o réu, sendo a pena aplicada
nos seguintes termos (pasta de no. 000112): “1a fase: O acusado é primário mas possui maus antecedentes criminais.
Assim, fixo a pena-base acima do mínimo legal e em 02 (dois) anos e dois meses de reclusão e 12 (doze) dias-multa.

Pena Definitiva: Torno a pena definitiva em 02 (dois) anos e dois meses de reclusão e 12 (dez) dias-multa, no
valor mínimo legal vigente à época dos fatos, diante da inexistência de agravantes ou atenuantes, bem como causas
de aumento ou diminuição da pena. Regime de pena, substituição e sursis: O acusado é primário mas tem maus
antecedentes criminais em sua folha penal. Dessa forma, determino o regime semi-aberto e deixo de conceder a ele
a substituição da pena privativa de liberdade por penas restritivas de direitos ou o sursis.

Considerando que você, como advogado do réu, foi intimado da sentença no dia 14.05.2018 (segunda feira) apresente
a peça cabível, expondo todas as teses e pedidos pertinentes à defesa do seu cliente.

(Valor: 5,00)

XXV EXAME DE ORDEM UNIFICADO - SIMULADO 2ª FASE – DIREITO PENAL

XXV EXAME DE ORDEM UNIFICADO - SIMULADO 2ª FASE – DIREITO PENAL

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XXV EXAME DE ORDEM