NFPSS   TRF5   PARTE IV
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NFPSS TRF5 PARTE IV


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NÃO FAÇA A PROVA SEM SABER | TRF5 
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PRINCÍPIOS MAIS COBRADOS EM PROVAS 
 
PRINCÍPIO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
É o modelo que procura coadunar os aspectos ambiental, econômico 
e social, buscando um ponto de equilíbrio entre a utilização dos 
recursos naturais, o crescimento econômico e a equidade social. 
 
PRINCÍPIO DO DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL 
Estabelece a proteção ao meio ambiente como Direito Humano 
Fundamental indispensável à manutenção da dignidade humana, vida, 
e progresso da sociedade. 
PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO 
Assegura ao cidadão o direito à informação e a participação na 
elaboração das políticas públicas ambientais 
PRINCÍPIO DA PREVENÇÃO 
É aplicado nos casos em que os impactos ambientais já são 
conhecidos. Trabalha com a certeza da ocorrência do dano. 
 
 
PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO 
Diz respeito à ausência de certezas científicas. É aplicado nos casos em 
que o conhecimento científico não pode oferecer respostas 
conclusivas sobre a inocuidade de determinados procedimentos. 
Neste, há risco incerto ou duvidoso. 
 
 
 
PRINCÍPIO DO POLUIDOR-PAGADOR 
Deve o poluidor responder pelos custos sociais da poluição causada 
por sua atividade impactante, devendo-se agregar esse valor ao custo 
produtivo da sua atividade, para evitar que se privatizem o lucro e se 
socializem os prejuízos. 
Possui viés preventivo e repressivo, ao mesmo tempo em que 
promove o ressarcimento do dano ambiental, também visa evitá-lo. É 
necessário que haja poluição para a sua incidência! 
PRINCÍPIO DO USUÁRIO-PAGADOR 
Estabelece que todos aqueles que se utilizarem de recursos naturais 
devem pagar por sua utilização, mesmo que não haja poluição. 
PRINCÍPIO DA PARTICIPAÇÃO OU DA GESTÃO Assegura ao cidadão o direito à informação e a participação na 
elaboração das políticas públicas ambientais, de modo que devem ser 
 
1 
Por Rafael Arruda. 
2 
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DIREITO AMBIENTAL1 
1. Direito ambiental. Conceito. Objeto. Princípios fundamentais . 
 
 
 
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COMUNITÁRIA assegurados os mecanismos judiciais, legislativos e administrativos 
que efetivam o princípio. Dessa forma, a população deve ser inserida 
em questões ambientais. 
 
PRINCÍPIO DA COOPERAÇÃO ENTRE OS POVOS 
Tendo em vista que o meio ambiente não conhece fronteiras políticas, 
sendo a terra um grande ecossistema, a única forma de 
preservá-la é a cooperação entre as nações, mormente por meio 
dos tratados internacionais, para se ter uma tutela global ambiental. 
 
 
PRINCÍPIO DA FUNÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA 
PROPRIEDADE 
a função social da propriedade rural é atendida quando há 
aproveitamento racional e adequado; utilização adequada dos 
recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente; 
observação das disposições que regulam as relações de trabalho; 
exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e 
trabalhadores. É o princípio que justifica serem as obrigações 
ambientais. propter rem. 
 
 
PRINCÍPIO DA INFORMAÇÃO 
Toda informação sobre o meio ambiente é pública. Visa assegurar a 
eficácia do princípio da participação. É necessária a devida publicidade 
das questões ambientais, sob pena de impossibilidade de atuação do 
princípio democrático. O art. 5º, XXXIII da Constituição Federal e a Lei 
12.527/11, garantem o acesso à informação de forma ampla, 
incluindo aquela que diz respeito ao meio ambiente. 
 
PRINCÍPIO DO PROTETOR-RECEBEDOR 
O agente público ou privado que protege um bem natural em 
benefício da comunidade deve receber uma compensação financeira 
como incentivo pelo serviço de proteção ambiental prestado. Pode ser 
considerado o avesso do conhecido princípio do usuário-pagador. 
 
 
 
PRINCÍPIO DA VEDAÇÃO AO RETROCESSO 
ECOLÓGICO 
Sendo o meio ambiente ecologicamente equilibrado um direito 
fundamental, as garantias de proteção ambiental já conquistadas não 
podem retroagir. São inadmissíveis recuos de salvaguarda ambiental 
para níveis abaixo dos já positivados. A principal consequência deste 
princípio é obstar medidas legislativas e executivas que operem 
retrocesso em relação ao direito ambiental. Segundo o STJ, esse 
princípio busca estabelecer \u201cum piso mínimo de proteção ambiental, 
para além do qual devem rumar as futuras medidas normativas de 
tutela, impondo limites a impulsos revisionistas da legislação\u201d. 
PRINCÍPIO DA RESPONSABILIDADE COMUM, MAS 
DIFERENCIADA 
Todas as nações são responsáveis pelo controle da poluição e a busca 
da sustentabilidade, mas os países mais poluidores deverão 
adotar as medidas mais drásticas. 
PRINCÍPIO DA GESTÃO AMBIENTAL 
DESCENTRALIZADA, DEMOCRÁTICA E EFICIENTE 
As competências ambientais são repartidas por todos os entes 
federativos, que deverão cooperar harmonicamente na sua eficiente 
realização, contando com o apoio da sociedade, que deverá participar 
ativamente da gestão ambiental. 
 
 
 
\uf0b7 Atenção para os artigos mais importantes sobre o tema:\uf020
 
 
3 
2. O direito ambiental como direito econômico. A natureza econômica das normas de direito ambiental 
Art. 170. A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem 
por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os 
seguintes princípios: 
 
 
 
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I - soberania nacional; 
II - propriedade privada; 
III - função social da propriedade; 
IV - livre concorrência; 
V - defesa do consumidor; 
VI - defesa do meio ambiente, inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto 
ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação; 
VII - redução das desigualdades regionais e sociais; 
VIII - busca do pleno emprego; 
IX - tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e 
que tenham sua sede e administração no País. 
 
 
 
 
 
 
 
 
TÉCNICAS DE DIREÇÃO DO MERCADO 
AÇÃO POR ABSORÇÃO ATUAÇÃO POR 
PARTICIPAÇÃO 
ATUAÇÃO DO ESTADO SOBRE 
O DOMÍNIO ECONÔMICO 
Nenhum agente econômico 
privado compete com o Poder 
Estatal. 
Ex.: Monopólio. 
O Poder Estatal compete, em 
igualdade de condições, com 
agente econômico privado ou 
atua em parceria com o setor 
privado. 
Ex.: Empresa pública e 
Sociedade de economia 
mista. 
O Poder Estatal regula o 
processo de produção, por 
meio da atividade legislativa, 
impondo conduta a serem 
observadas pelos agentes 
econômicos (chamada de 
INTERVENÇÃO ESTATAL). 
Ex.: norma antitruste. 
Desempenha diretamente as 
funções: 
a) Sem interesse de 
empresários; 
 
 
b) Desenvolvidas pelo 
Estado em razão do 
interesse nacional. 
 Duas modalidades: 
a) INTERVENÇÃO POR 
DIREÇÃO: o Estado 
atua por meio de 
normas cogentes, 
devendo ser 
observado pelos 
sujeitos da atividade