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Apol de Sociedade brasileira contemporânea

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Apol de Sociedade brasileira contemporânea
Ques tão 1 
Os Camp os de Conc entração no Brasil 
Dur ante a 2 ª Guerr a, tamb é m ti ve mo s c amp os de c onc entr aç ão - onde 
japones es, i ta li anos e pr inci palme nte a le mães f ic aram c onfi nados [ .. . ]. Durante a 
2ª Gu er r a Mundia l, o Brasil mante ve 3 1 c a mpo s de c onc entração, p ar a on de 
manda va os c idadãos de p aíses do Ei xo”. 
Consi der an do as i nformaç ões aci ma e de acordo c om os c onte údo s do li vr o - base 
Socie dade br asile ira conte mpor âne a sobr e a par tic ipação do Br asi l na 
Segund a Guer ra Mun dial, a na lise a s se guin tes asserti vas e mar qu e V para as 
asserç ões verdadei r as e F para as f als as. 
I ( F) O Br asil en tr ou ao lado do s Ali a dos na g uer r a c ontr a o Eixo, o que f oi vis to 
c omo uma d ec isão n atural e esp erada devid o s ua ali a nça his tóric a c om os 
Esta dos Unido s. 
II .(F) O Brasil en trou na guerr a a o l ado de d e moc r ac ias liber ais, c omo os 
Esta dos Unidos, e p or i sso Var gas reori ento u s ua polí tic a inter na para se 
adequ ar aos A liados. 
II I . ( V) A polí tic a ext erna de Var gas não aponta va de i media to para um 
ali nh amen to c o m o s Es ta dos Unidos, pois, por mui to te mp o, man te ve boas 
relaç ões c om o s países do Ei xo. 
IV. ( V) A perseguiç ão sof ri da por i mi gran te s do s país es do Ei xo apo nta a 
c ontr adi ç ão do Brasi l, que lu ta va na guerr a ao lado d e de moc r a c i as e 
mantinha um r egi me au tori tári o. 
Agora, assinale a alterna ti va q ue r epr esenta a se quênc ia c orr eta: 
D- F – F – V – V 
Ques tão 2 
Aten te par a o se guin te tr echo de te xto: 
 
“Em abr i l d e 197 4, o r egime mi li tar c omp leta va dez anos, c o m poucas a meaç as 
no hori zon te. Um si mu lacr o de de moc raci a er a manti d o, c om e leiç ões dir etas 
apena s par a deputa dos, sen ador es, vereadores e par t e dos prefeito s [. . .] . O ano 
de 74 ter mi n aria, por ém, e m desas tr e par a o go vern o. Na s e leiç ões [ .. . ], o MDB 
[. . .] , partido da ‘ op osiç ão c onsen ti da’, se r ecuperou e spe tac ularme nte, elegen do 
16 sena dores, das 22 vaga s” . 
Consi der an do ess as i nformaç ões e c onforme os c onteú dos d o li vro - base 
Socie dade bras i leir a conte mporân ea so bre a disten são do r egi me militar, 
ana li se as se gui nt es propo siç ões: 
I. Apesar de Geise l an unc iar uma aber tura po lí ti c a “len ta, gr adu al e seg ura”, a 
vi tóri a do MDB e m 197 4, partid o de opo siç ão qu e a dita dura c onse nti a, ac abou por apressar o proc esso de r ede moc r ati z aç ão. 
 
PORQUE 
 
II . A ditadura c i vil e mili tar buscou manter o c ontrole da aber tura polític a e assim 
garantir uma transiç ão sem r e va nc hismos e puniç ões p ara os mi litares q ue 
fi zer am parte do r egi me. 
A respeito de ssa s asser ç ões, assin ale a alter na ti va c or reta: 
R- D A asserç ão I é uma pr oposiç ão f als a, e a II é uma pr oposiç ão ver da deir a. 
Ques tão 3 
Consi der e a seg uinte pass age m de te xto: 
“As pr inci pais entidades e mpres ariais, r epr esenta das n as declar aç ões e n as 
aç ões de suas li der a nç as mais e xpr essi vas, manti vera m o a poio à agen da 
go verna me ntal. O ê xi to do P lan o Rea l gar an ti u a uni d ade d o c onju nto da c lasse 
em torno da es ta bilida de ec onô mic a, a des peito do sac r if íc io imposto a a lguns 
setores, dese nc orajand o manif es tações de di ssidênci a e iso l and o os mais 
desc ont entes” . 
Consi der an do as i nformaç ões aci ma e de acordo c om os c onte údo s do li vr o - base 
Socie dade brasileir a cont e mporâne a s obr e o P lano Re al, ana li se as segui ntes 
afi r mati va s e marque V para as asserç ões ver dad eir as e F para as falsas. 
 
I. (F) O P lano Re al era a d éc ima terc eir a te nta ti va de equili brar a ec ono mia 
desde 1979, mas ta mb ém f a lh ou no s eu obje ti vo d e c onter a i nfl aç ão. 
II. (F) O Plano Real, dif eren te me nte do s planos an teri ores, te ve suc esso e m 
c onter a i nf laç ão, p ois r o mpe u c om a l ógi c a neo liber a l i nic iada por Col lor. 
III. (V) O s uc esso inic ial do Plano Rea l gar antiu a Fernan do Henri que, seu 
idealiz ador, uma vi tória tranqui la no primeir o turno das e leiç ões de 19 94. 
Agora, assinale a alterna ti va q ue aprese nta a sequ ênc ia c or reta: 
R- D – F_F_V 
Ques tão 4 
“A boss a nova f oi um mo vi men to music al que s ur giu no Ri o e m 1958 [ .. .]. [ O] 
mo me nto era de mud anç a [ .. .] . No go ver no J K [ J usc elino Kubitschek], o país 
vi veu a euforia dese n vo l vi men tis ta, de c resc imento es pe tac ular (10% ao ano), de 
c onsumo desenfr eado, e no vo s produ tos das multinac i onais in va diram nos so 
merc ado. O auto mó ve l er a o símbolo d e um ‘go verno bos sa nova’ ” . 
R - C – A euforia c om o suc esso i nic i al dos pla nos de me ta s c oinc idiu c om o 
estour o da bos sa nova, fazendo c om q ue J K r ec ebesse o ape lido de “ pr esiden te 
bossa n o va”
Ques tão 5 
“[ ... ] a posiç ão de Már io de Andrade a r espei to da r e vo l ta de 32 f ic ava e xpr ess a no seu 
c omen tário ao dísti c o Tudo por São Paulo: [...] ‘Tudo por São Pa ulo’ exprime ap enas o 
amor à terr a pau li s ta, a r evolta c ontr a os q ue i nde vid amen te se apr opr iara m do pa tri môni o 
pau li sta, o desesp ero c om que surpreendeu a os pau lis tas, [. .. ] a ver dad e de que a 
revoluç ão nã o se fi zer a c ontr a um r egi me de testá vel, mas c ontr a São P aul o’” . 
Consi der an do essas informaç ões e conf or me o s c onte údo s do li vr o -ba se 
Socie dade br as ile ir a c ont e mporânea so bre a Re vo lução Cons ti tuci onali s ta de 
1932 ana li se as s eguin tes as serti va s e marqu e V para as ass erç ões ver dadei r as 
e F par a as falsas. 
 
I. (V) A citação ac i ma e videnci a um se nti mento d e que a c hegada d e Ge tú li o 
Var gas ao p oder e m 1930 signifi c ou um ataqu e c ontra o estad o de Sã o Pau lo e 
seus in ter es ses. 
II. (F) Quando Már io de Andrade di z que a “ a r e vo luç ão não s e f izer a c ontra um 
regime de testá vel” , iss o r efl ete o ap oio u nâni me do po vo de S ão P au lo ao 
Go ver no Pr o vi sór io de Vargas. 
III. ( V) A afir maç ão “a r e vo lta con tr a o s q ue i n devi da men te se a propri aram do 
patr i mônio pau lis ta” di z respeito a u ma acusação ao go verno Vargas, pois a 
Re voluç ão de 193 0 signif i c ou a per da de hegemonia d o estado pa ulis ta. 
Agora, assinale a alterna ti va q ue r epr esenta a se quênc ia c orr eta: 
B 
V – F – V