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ANHANGUERA EDUCACIONAL
Unidade de Apoio Presencial – I Campinas-SP
Curso de Tecnologia em Logística
Edson Tadeu Cândido – RA: 3454180721
Luciana Luiza de Camargo – RA: 6061278191
Wagner Pereira dos Santos– RA: 3188916834
Projeto Interdisciplinar Aplicado aos Cursos Superiores de Tecnologia III
Relatório Parcial
Campinas
 2018
Edson Tadeu Cândido– RA: 3454180721
Luciana Luiza de Camargo – RA: 6061278191
Wagner Pereira dos Santos– RA: 3188916834
Projeto Interdisciplinar Aplicado aos Cursos Superiores de Tecnologia III
Relatório Parcial
Projeto Interdisciplinar apresentado ao curso de Logística da Universidade Anhanguera como requisito parcial à obtenção de nota para aprovação da disciplina de Projeto Interdisciplinar aplicado aos cursos de Tecnologia III.
Tutor Eletrônico: GILBERTO CARMO DE MORAIS 
Tutor de Sala: Sylmara Nunes 
Introdução
Neste trabalho iremos apresentar uma breve explicação sobre todo conteúdo instruído pela instituição.
Iremos mostrar o que é logística e o quanto é importante saber aplicar técnicas do planejamento estratégico e da análise SWOT quais são os tipos de transportes mais utilizados seus principais custos no meio logístico.
Quando se pede para definir o que é logística logo o primeiro pensamento é o conceito de transporte, e logística não é apenas isso e sim um processo comum todo, ela abrange todos os setores dentro de uma empresa e cuida de toda parte de um produto até a entrega para seu cliente final.
Para que se obtenha um processo robusto é necessário conhecer suas estratégias realizar planejamento saber quais são seus principais custos o meio de transporte mais vantajoso, elaborar o melhor plano de controle de produção para ter entrega satisfatória de ambos lados (empresa e cliente) e conhecer o mercado do qual está colocado quais são suas fraquezas. 
2. Logística
 Indica controle, organização e contabilidade, sendo assim aborda o planejamento e a execução dos processos. Abrange a gestão de materiais utilizados nas operações e também inclui a administração financeira. Inclui o plano da produção, bem como o transporte, o armazenamento e a distribuição dos recursos.
São atividades importantes para o alcance do maior nível de serviço com o menor custo. Assim, elas se dividem basicamente em dois tipos:
 Primárias que contribuem com a maior parte do custo total e são fundamentais para o desencadeamento de outras atividades, compreendem o transporte, a manutenção de estoques e o processamento de pedidos;
 Apoio são fundamentais para a continuidade das atividades primárias, compreendem a armazenagem, controle, movimentação de materiais, suprimentos, manutenção de informações e estudos de demandas, atividades ligadas às devoluções e vendas de resíduos da produção, layout de fábricas e de armazéns.
 O transporte para a maioria das empresas essa é uma atividade extremamente importante e essencial para o fluxo de materiais e representa um custo considerável dentro dos processos de distribuição. Através de seus planos estratégicos, proporciona também aos profissionais grandes chances de crescimento com uma dinâmica que passa pela escolha apropriada dos modais, pela capacidade de utilização da frota, roteiros, e a satisfação dos clientes.
3. Cadeia de suprimentos
 É também chamado de supply chain ou cadeia logística que abrange os processos que fazem parte do ciclo de vida de um produto, desde a produção até a entrega ao consumidor final, incluindo como parte desse procedimento: fabricantes, armazéns, fornecedores, distribuidores, consumidores e varejistas. A cadeia de suprimentos é uma estrutura interligada, ramificada, integrada e cujos processos estão em diferentes frentes. É um procedimento mais complexo.
 Nos últimos anos, é possível perceber uma mudança acentuada no perfil do consumidor, se antes ele comprava tendo como base o preço do produto ou serviço, atualmente tem se tornado mais crítico e seletivo.
 Isso faz com que as empresas necessitem investir bastante na qualidade do serviço prestado, o que demanda um funcionamento adequado de toda a cadeia de suprimentos.
 Quanto mais a empresa evolui, aperfeiçoa seus métodos e trabalha em busca de processos mais eficientes e produtivos, mais aumenta seus resultados.
 Podemos citar como exemplo, o uso de plataformas inteligentes pelas empresas, permitindo que o cliente acompanhe em tempo real o andamento de seu pedido até a efetiva entrega. Esse domínio total da cadeia de suprimentos aperfeiçoa o relacionamento entre comprador e vendedor, já que transmite confiança e credibilidade.
 Ou seja, a cadeia de suprimentos é essencial para o desenvolvimento de uma empresa, já que negócios que possuem essa gestão diferenciada no tratamento de clientes conseguem alcançar índices maiores de faturamento.
Principais benéficos de se ter uma cadeia de suprimentos bem organizada são:
Permite uma produção otimizada, auxilia na redução de custos operacionais, reduz o tempo do processo, contribui para o aperfeiçoamento da logística do negócio e promove a inovação empresarial.
 4. As diferenças entre logística e cadeia de suprimentos
 A logística é uma função técnica dentro da supply chain. É um processo interno e que pode ser terceirizado. Os principais objetivos são reduzir custos e a implantação do modelo de distribuição de produtos e de centros de distribuição just in time.
A cadeia de suprimentos aborda: aquisição, logística e planejamento.
Atua diretamente com fabricantes, fornecedores e parceiros externos. Sua finalidade é obter vantagem competitiva pelo incentivo à inovação e à diminuição de gastos em diferentes etapas da produção. supply chain management. Essa prática abrange todos os aspectos relativos à produção, ao abastecimento e à entrega de produtos. A partir dela, é possível fazer um planejamento melhor, já que as informações coletadas e utilizadas permitem ter uma visão mais estratégica do ambiente em que a empresa está inserida.
 A logística cuida diretamente da aquisição dos insumos, do armazenamento e do transporte do produto do ponto de origem ao de chegada.
O supply chain está mais associado à visão estratégica e integral dos processos logísticos.
 
5. Planejamento e Controle da Produção
 PCP consiste em um processo utilizado no gerenciamento das atividades de produção. Sistema de gerenciamento dos recursos operacionais de produção de uma empresa, com funções envolvendo planejamento (o que e quando será produzido), programação (recursos utilizados para a operação, com início e término de todo o fluxo de trabalho) e controle (monitoramento e correção de desvios da produção), bem como a determinação das quantidades que serão produzidas, qual o layout da planta para melhor aproveitamento do fluxo de insumos, quais as etapas de cada processo de manufatura e designação de mão de obra, seja ela humana ou mecânica, para a transformação das matérias primas passo a passo. Com a consolidação de todos estes dados, será criada a carta mapa da produção, o chamado PMP – Plano Mestre da produção, nas quais estão expostas as diretrizes do processo em geral. Nos dias atuais existem departamentos especializados apenas no PCP, sendo estes dedicados as atividades mais operacionais do cotidiano de produção.
Outra característica marcante da evolução do PCP como um todo é a transcendência de tal atividade do nível operacional para outros níveis essenciais da administração, como, por exemplo, o nível tático, onde a aplicação do PCP determina a aquisição de novos insumos, sejam eles as quantidades de matérias primas, máquinas ou pessoal, no nível de vendas, onde a provisão de produção torna-se importante na previsão de oferta e demanda, e no nível financeiro, onde a programação de gastos e receitas ajuda em uma visão mais ampla do gerenciamento empresarial.
 Quemnão planeja, programa e controla o que produz, terá dificuldades em alcançar os índices de produtividade e qualidade que o mercado exige. Para que isto não ocorra, deve gerenciar sua empresa de maneira mais objetiva, dinâmica e eficaz. Portanto, é necessário decidir uma forma de garantir que a sua empresa atinja o objetivo de produzir com qualidade e produtividade.
 A garantia de bons resultados está ligada ao bom planejamento, programação e controle de todo o processo de produção. Desse modo, torna-se possível atuar corretamente quando ocorrerem desvios, falhas do processo, ou agir em metas traçadas de melhoria de seu produto, para que ele seja bem aceito. Essa prática também possibilita a diminuição de seus custos operacionais.
 O planejamento prevê a necessidade de um processo decisório que ocorre antes, durante e depois de sua elaboração e implementação na empresa.
Portanto a função do PCP requer um modo de pensar que objetive responder a indagações referentes aos diversos questionamentos sobre o que será feito, como, por quem e com que recursos, bem como onde e quando será executado.
 O planejamento de produção define todos estes fatores, a partir do projeto de desenvolvimento do produto que vai ser manufaturado, fornecendo os dados básicos para o estabelecimento da programação.
 As empresas que possuem maior preocupação com o seu PCP ou efetuam algum PCP, conseguem melhores resultados finais. Além de estarem sempre com os seus planos de melhoria voltados para onde suas produções prioritariamente exigem.
 O PCP consegue dar informações à gerência, e esta tem capacidade de decidir melhor. Além da empresa conseguir uma melhor compatibilização dos produtos entre a produção e as vendas, levando a um produto capaz de atender ao cliente e a produção, já que neste setor este fato é de suma importância, dada a diversificação que os modelos podem alcançar.
 PCP tem como função a organização, padronização e sistematização do processo, levando a empresa a produzir com mais perfeição, segurança, rapidez, facilidade, correção e menor custo.
As principais etapas são: previsão da demanda, planejamento da capacidade de produção, planejamento agregado da produção (PAP), programação mestra da produção (PMP), programação detalhada da produção (PDP), administração de materiais, sequenciamento, emissão de ordens e controle da produção.
6. Custos logísticos
 Na nova era dos mercados competitivos e globalizados, o aspecto Custo vem cada vez mais assumindo uma importância significante na busca das empresas por maior eficiência e produtividade. Porém, ao objetivarem a redução de custos, a empresa vem focando no tradicional custo do produto e se esquecem ou dimensionam mal os Custos relacionados à Logística.
 Só para se ter uma ideia, este tipo de custo em geral assume a segunda posição em termo de valores, só perdendo para o próprio custo da mercadoria (porém em alguns casos, os Custos Logísticos são até maiores do que o próprio custo do produto, como no caso do sal). Portanto, saber identificar e mensurar esse tipo de custo pode muitas vezes significar a própria existência da empresa.
 Quando dizemos Custos Logísticos, a primeiro pensamento que vem na cabeça é o Custo com Frete ou Transportes. Apesar deste ser o mais significativo, os Custos Logísticos não se resumem somente a isso. Podemos identificar Custos na Armazenagem, nos Estoques, no Processamento de Pedidos e é claro no Transporte.
 Os Custos relacionados à armazenagem são aqueles que são aplicados nas estruturas e condições necessárias para que a empresa possa guardar seus produtos adequadamente. Faz parte deste tipo de Custo, o aluguel do armazém, os custos com aquisição de paletes, custo com pessoal do armazém, etc.
 Já os Custos com Estoques são aqueles que são gerados a partir da necessidade de estocar os materiais. Nesta categoria, com certeza o mais expressivo é o Custo de Oportunidade do Capital Parado, que nada mais é do que o valor que a empresa perde imobilizando o capital em estoque em vez de aplicar esse valor no mercado financeiro, ganhando a remuneração dos juros. Existem outros Custos com Estoques como as perdas e roubos, a própria depreciação dos materiais, etc.
 No que diz respeito aos Custos relacionados à emissão de pedidos, seus valores são inexpressivos em relação aos demais. Todos os gastos relacionados à emissão de pedidos na empresa devem ser computados para essa categoria. São considerados Custos com Emissão de Pedidos: O salário do comprador, o aluguel do espaço destinado ao setor de compra, os papéis usados na emissão do pedido, etc.
 Por último e que na verdade é o mais importante de todos, temos os Custos com Transportes. Frequentemente calculado, este custo geralmente dá origem às despesas com fretes que a empresa vê na nota fiscal ou que já está incluído no preço. Todas as despesas relacionadas à movimentação de materiais fora da empresa podem ser consideradas Custos com Transportes. Enquadram-se aqui os custos com a depreciação dos veículos, pneus, combustíveis, custo de oportunidade dos veículos, manutenção, etc.
 Uma vez identificado quais são os Custos Logísticos, as empresas devem atentar para aqueles que geralmente não são computados por serem quase imperceptíveis.
 Um clássico é o Custo de Oportunidade. Apesar de ser chamado de Custo, na verdade o que ocorre é que a empresa deixa de ganhar com juros financeiros imobilizando o capital em estrutura (armazém, paletes e estruturas de armazenagem), máquinas e equipamentos (empilhadeiras e esteiras), veículos (caminhões), etc.
 Quanto maior for o juro no país, maior será o Custo de Oportunidade. Em se tratando de Brasil, onde os juros são altíssimos, os Custos de Oportunidade associados à Logística são relativamente altos se comparados com outros países.
 Um outro Custo Logístico de fácil identificação, mas de agregação nem tanto, é o de depreciação de máquinas, equipamentos e veículos. Apesar deste custo ser contabilizado na forma tradicional, raramente é alocado como Custo da Logística e consequentemente não é agregado aos preços dos produtos, sendo considerado como despesa fixa.
 As empresas devem conhecer profundamente seus próprios Custos Logísticos, para que passem a ter condições de estabelecerem metas de diminuição e repassar os ganhos para a Cadeia como um todo. Assim, outras empresas pertencentes à Cadeia absorvem as novas práticas, reduzem seus Custos Logísticos, contribuindo para a competitividade da Cadeia.
 Se antes a concorrência era entre a Ford e a Volkswagen, hoje a concorrência se dá entre a Cadeia Produtiva da Ford e a Cadeia Produtiva da Volkswagen. Será mais competitiva aquela que apresentar melhor Qualidade e menor preço para o consumidor. Resta para as empresas entender que este é um caminho sem volta e que somente através da integração e da diminuição dos Custos Logísticos é que as Cadeias podem se tornar competitivas.
7. O Planejamento Estratégico 
 É um processo gerencial de grande importância dentro das empresas de todos os portes e setores. Um bom planejamento impulsiona a empresa na direção correta, auxiliando para que ela possa antecipar-se às ameaças e fazer um diagnóstico de oportunidades e melhorias. 
 Determina que a empresa desenvolva seu conjunto de tarefas maiores, de maneira disciplinada e organizada, visando atingir objetivos que a levarão a um futuro melhor.
 Planejar é compatibilizar as oportunidades oferecidas pelo ambiente externo às condições internas, favoráveis ou não, da empresa, de modo a satisfazer seus objetivos futuros.
Há três questões principais que devemos responder para traçar uma estratégia:
Onde estamos?
Para onde queremos ir?
Como chegar lá?
 E para responder essas questões devemos analisar os seguintes quesitos:
 Análise do cenário
Definição de objetivos
Definição de estratégias.
Elaboração de um programa de ações.
8. Análise SWOT
 Podemosdizer então que o conceito da Análise SWOT está em sua ampla utilização como método de gestão para o estudo dos ambientes interno e externo da empresa através da identificação e análise dos pontos fortes e fracos da organização, e das oportunidades e ameaças às quais ela está exposta. Faz parte do conceito de Analise SWOT também a identificação assertiva dos fatores que influenciam no funcionamento da organização fornecendo informações bastante úteis no processo de seu planejamento estratégico.
 Pode-se dividir a análise SWOT em duas partes: ambiente interno, onde serão identificados os pontos fortes e os fracos, e a análise do ambiente externo, onde estão as ameaças e as oportunidades.
 A Análise SWOT é um sistema simples de analise que visa posicionar ou verificar a posição estratégica de uma determinada empresa em seu ramo de atuação, e devido sua simplicidade metodológica pode ser utilizada para fazer qualquer tipo de análise de cenário ou ambiente, desde a criação de um site à gestão de uma multinacional.
 O ambiente interno é formado pelo conjunto de recursos humanos, financeiros, físicos, entre outros, sobre os quais é possível exercer maior controle, pois são resultado de estratégias definidas pela direção. Nesse ambiente é possível identificar os pontos fortes, correspondentes aos recursos e capacidades que juntos se transformam em uma vantagem competitiva para a empresa em relação aos seus concorrentes, e os pontos fracos que são as deficiências que a empresa apresenta em comparação com seus concorrentes atuais ou em potencial.
 Já o ambiente externo é composto por fatores que existem fora dos limites da organização e, que de alguma forma, exercem influência sobre ela. Este é um ambiente sobre o qual não existe controle, porém deve ser monitorado continuamente, pois é base para o planejamento estratégico.
 A análise do ambiente externo é comumente dividida em fatores macro ambientais como questões políticas, demográficas, tecnológicas, econômicas.
Fatores micro ambientais como fornecedores, parceiros, consumidores e que devem ser constantemente acompanhados, antes e após a definição das estratégias da empresa. Desta forma, por meio deste acompanhamento será possível identificar em tempo hábil as oportunidades e as ameaças que se apresentam.
 Finalmente, se considerarmos que os fatores externos influenciam de forma homogênea todas as empresas que atuam em um mesmo mercado, podemos afirmar que somente aquelas que conseguirem melhor identificar as mudanças e tiverem agilidade para se adaptar é que conseguirão tirar melhor proveito das oportunidades sofrendo uma menor quantidade de danos e ameaças.
 9. Tipos de transportes
 
 Transportes Multimodais: Envolve a movimentação de bens por dois ou mais modos de transporte, utilizando de um único contrato de transporte emitido por um OTM (Operador de Transporte Multimodal), que assume, perante o embarcador, total responsabilidade pela operação da origem ao destino como um transportador principal e não simplesmente como um agente.
Simplificando o entendimento, nas operações multimodais a variedade dos meios de transporte utilizados é pouca, porém existe o OTM, que geralmente organiza todo o trânsito de mercadorias, inclusive mudanças de modal, em nome de um cliente com quem firmou contrato.
 Transportes Intermodais: É uma visão sistêmica que engloba todas as atividades envolvidas na cadeia logística, visando reduzir e até eliminar algumas resistências ao movimento contínuo de bens e equipamentos de transporte da origem até o destino. A cada nova mudança de meio ou modal de transporte, um contrato diferente entra em vigor para acompanhar a carga. Ainda nesse caso, geralmente, usa-se o termo para definir operações que utilizem mais de um tipo de meio de transporte para cumprir seu trajeto até o destino, porém a acomodação e o modo de tração da carga permanecem, mesmo substituindo a forma do modal.
 Cabotagem: É a navegação entre portos do mesmo país utilizando as vias marítimas ou vias navegáveis interiores. Ela se contrapõe a navegação de longo curso. Logo, nesse trajeto, não se perde a costa de vista.
O Brasil é um País favorecido para a navegação por suas condições naturais de costa navegável. São cerca de oito mil quilômetros de costa, mais de 40 mil quilômetros de vias potencialmente navegáveis. Existem 34 portos, e desse total 08 portos estão na Região Sul, 05 no Norte, 10 no Sudeste e 11 no Nordeste.
 Além disso, existe uma grande concentração da população no litoral em detrimento ao interior do País. Cerca de 80% da população brasileira vive em até 200 km da costa litorânea.
 
 A cabotagem é um dos meios de transportes menos poluentes além da baixa ocorrência de acidentes, consolidação do contêiner como facilitador do transporte de carga e uma maior capacidade de transporte. Além de maior segurança, pois a bordo a carga está menos sujeita a roubos e assaltos como acontece nas rodovias.
10. Considerações finais
Neste trabalho aprendemos o que é logística e cadeia de suprimentos e quais as diferenças entre elas.
Aprendemos mais sobre planejamento estretegico, analise de cenário e controle de produção e qual sua importância dentro da logística.
Abordamos sobre técnicas e tipos de transportes utilizado para a movimentação de estoque.
Referências bibliográficas 
Pablo, Rojas. Introdução a logística. São Paulo: Editora: Bookman,1989.
Ballou, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/Logística empresarial. São Paulo, Editora: Bookman, 2006.
Ballou, Ronald H. Gestão Logística da Cadeia de Suprimentos. São Paulo, Atlas, 1990.
Ballou, Ronald H. Logística Empresarial: Transportes, Administração de Materiais e Distribuição Física. São Paulo, Atlas, 1993.

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