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MOBILIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO

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Terapeuta em pé, homolateralmente ao lado a ser trabalhado. 
Colocação das mãos: 
 Terapeuta posiciona os polegares na faceta articular a ser trabalhada. 
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Técnica: 
 Realiza-se uma flexão e latero-flexão contralateral até o nível a ser trabalhado. Logo após o 
terapeuta realiza oscilações no sentido cranial, com o intuito de abrir a faceta articular. 
Progressão: Colocar a cervical em latero-flexão neutra e realizar a mobilização articular. 
 
 
 
 
TRATAMENTO MEMBROS SUPERIORES 
(AUTOMOBILIZAÇÃO) 
 
Deve ser iniciada em uma fase onde os sintomas do paciente já estão mais amenos. A duração 
da automobilização deverá ser de 5 a 10 repetições / 3 x ao dia. 
Obs: Instruir o paciente que se trata de uma mobilização e não um alongamento, sendo que a 
amplitude que ele irá realizar a automobilização não poderá reproduzir sintomas. 
 
POSIÇÃO 1: SENTADO 
Posição do paciente: 
Paciente sentado com o braço a ser trabalhado apoiado na maca em abdução até a amplitude a 
ser trabalhada. 
Técnica: 
 Paciente deverá realizar oscilações em latero-flexão cervical contralateral. 
Progressão: Aumentar a abudução de ombro e colocar os parâmetros específicos para cada nervo. 
 
 
 
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POSIÇÃO 2: EM PÉ 
Posição do paciente: 
 Paciente em pé realiza abdução de ombro até a amplitude a ser trabalhada, apoiando a mão na 
parede. 
Técnica: 
 Paciente deverá realizar oscilações em latero-flexão cervical contralateral. 
Progressão: Aumentar a abudução de ombro e colocar os parâmetros específicos para cada nervo: 
 
 Mediano: Abdução e rotação externa de ombro, flexão de cotovelo e supinação de antebraço. 
 Ulnar: Abdução e rotação externa de ombro, flexão de cotovelo e pronação de antebraço. 
 Radial: Abdução e rotação interna de ombro, semi-flexão de cotovelo e pronação de antebraço. 
 
 
 Nervo Mediano Nervo Ulnar Nervo Radial 
 
 
MEMBROS INFERIORES 
 
PALPAÇÃO 
 
NERVO FEMORAL 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em pé, homolateral ao nervo a ser palpado. 
Colocação das mãos: 
 Localizar aproximadamente a metade da distância entre a EIAS e o ramo púbico, imediatamente 
lateral à artéria femoral. 
Técnica: 
 Observar a sensação de um cordão. 
 
 
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NERVO ISQUIÁTICO 
Quadril: 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito ventral. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em pé, homolateral ao membro a ser palpado. 
Colocação das mãos: 
 Com o polegar palpar o primeiro terço entre o tubérculo isquiático e o trocânter maior do fêmur. 
Técnica: 
 Palpação indireta. Observar se o paciente relata alguma sensação dolorosa. 
 
 
NERVO TIBIAL 
Joelho: 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal com flexão de quadril e joelho. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta anterior, olhando para os pés do paciente, homolateral ao membro a ser 
palpado. 
Colocação das mãos: 
 Com a mão externa estabilizar o tornozelo do paciente e com a mão interna palpar região 
medial da fossa poplítea. 
Técnica: 
 Observar a sensação de um cordão. 
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Tornozelo: 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal com extensão de joelho e rotação externa de quadril. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta sentado inferiormente aos pés do paciente. 
Colocação das mãos: 
 Com a mão externa estabilizar a face dorsal do pé, e com a mão interna palpa-se região 
posterior do maléolo medial. 
Técnica: 
 Observar a sensação dolorosa. 
 
 
NERVO FIBULAR 
Joelho: 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal com flexão de quadril e joelho. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta anterior, olhando para os pés do paciente, homolateral ao membro a ser 
palpado. 
Colocação das mãos: 
 Com a mão externa estabilizar o tornozelo do paciente e com a mão interna palpar região lateral 
da fossa poplítea. 
Técnica: Observar a sensação de um cordão. 
 
Tornozelo: 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal com ligeira flexão de quadril e joelho, e inversão de tornozelo. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta sentado inferiormente aos pés do paciente. 
Colocação das mãos: 
 Com a mão interna estabilizar a face dorsal do pé e com a mão externa palpar região anterior ao 
maléolo lateral. 
Técnica: 
 Observar a sensação de um cordão. 
 
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NERVO SURAL 
Tornozelo: 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito ventral. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta dupla, inferiormente aos pés do paciente. 
 
Colocação das mãos: 
 Com a mão externa estabilizar a face plantar do pé do paciente e com a mão interna palpar 
região posterior do maléolo lateral. 
Técnica: 
 Observar a sensação de um cordão. 
 
 
 
 
TESTES DE TENSÃO MEMBROS INFERIORES 
 
SLR – ELEVAÇÃO DA PERNA ESTENDIDA 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal sem travesseiro. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta anterior, olhando para a cabeça do paciente. 
Colocação das mãos: 
 Com as duas mãos, estabilizar o tornozelo do paciente. 
Técnica: 
 Realizar flexão de quadril até o final da ADM, ou aparecimento de algum sintoma. 
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TESTE TENSÃO PARA NERVOS ESPECIFICOS 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito dorsal. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta anterior, olhando para a cabeça do paciente. 
Colocação das mãos: 
 Com as duas mãos, estabilizar o tornozelo do paciente. 
Técnica: 
 Nervo Tibial: Realizar Eversão e Dorsiflexão de tornozelo. Em seguida realizar a flexão de 
quadril. 
 Nervo Fibular: Realizar Inversão e Flexão Plantar de tornozelo. Em seguida realizar a flexão 
de quadril. 
Nervo Sural: Realizar Inversão e Dorsiflexão de tornozelo. Em seguida realizar a flexão de 
quadril. 
 
 
 
 
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SLUMP TESTE 
Posição do paciente: 
 Paciente sentado na borda da maca, com as duas mãos entrelaçadas na região lombar. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta dupla, atrás do paciente. 
Colocação das mãos: 
 Com as duas mãos, estabilizar a cabeça do paciente. 
Técnica: 
1° Passo: Pedir para o paciente inclinar o corpo para frente, enquanto o terapeuta mantém a 
cervical neutra. 
2° Passo: Pedir para o paciente realizar flexão cervical, encostando seu queixo no esterno. 
 3° Passo: Com o membro não afetado realiza-se extensão de joelho e dorsiflexão de tornozelo. 
 4° Passo: Libera-se a flexão cervical e verificam-se os sintomas. 
 5° Passo: Realiza-se o mesmo teste com a perna contralateral. 
 
 Obs: O Teste não precisa ser realizado totalmente. Portanto se o paciente relatar algum sintoma 
ou tensão na região do trajeto do nervo, o teste já é considerado positivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TESTE TENSÃO PARA NERVO FEMORAL EM DECÚBITO LATERAL 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito lateral, com o membro a ser testado para cima. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta dupla, atrás do paciente. 
Colocação das mãos: 
 Com a mão cefálica o terapeuta estabiliza o quadril e com a mão caudal faz o contato com a 
região anterior do joelho do paciente. 
Técnica: 
Realizar flexão de joelho e extensão do quadril. 
 Progressão: Flexão cervical e flexão de tronco. 
 
 
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TRATAMENTO MEMBROS INFERIORES 
(SENSIBILIZAÇÃO) 
 
MOBILIZAÇÃO DE RAÍZES EM DECÚBITO LATERAL 
Posição do paciente: 
 Paciente em decúbito lateral, com o membro a ser tratado para cima e joelhos em semi-flexão. 
 Posição do Terapeuta: 
 Terapeuta em finta dupla, de frente ao corpo do

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