CASO CLINICOS 24.10.2018
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CASO CLINICOS 24.10.2018


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SAUDE DO ADULTO E ALTA COMPLEXIDADE
CASO CLÍNICO \u2013 EAP / HAS
ESTUDO DIRIGIDO
História:
Homem de 33 anos, previamente hígido, procura o pronto-socorro com quadro de dispnéia progressiva há 12 horas. Ele nega tabagismo, etilismo, uso de drogas, é diabético e tem ICC CLASSE III/IV secundário a miocardiopatia isquêmica. Entretanto, ele não era adepto a prescrição médica ambulatorial.
Exame físico na admissão:
Peso estimado: 70 kg.
Paciente encontra-se pálido, apresentando sudorese fria, agitado, consciente e com discurso pouco coerente, edema em MMII, com sinais de má perfusão tissular. Taquipnéico (FR=32 irpm). Dispnéico, com uso de musculatura acessória e retração subdiafragmática. À ausculta pulmonar: sibilos, estertores finos até ápices pulmonares, secreção avermelhada (escarros hemoptóicos). Refere precordialgia, taquicardia (FC= 130bpm), ausculta cardíaca, ritmo de galope (B3), extremidades frias e cianóticas. PA 230 x 160 mmhg.
Exames complementares na emergência:
ECG
GASOMETRIA ARTERIAL
RX TÓRAX
ECOCARDIOGRAMA
HEMOGRAMA, ELETRÓLITOS,ENZIMAS CARDÍACAS, UREÍA E CREATININA
Vinha em tratamento ambulatorial com:
Naprix/ramipril 5 mg/dia;
Bufferin Cardio/AAS 200 mg/dia;
Vytorin 10/20 mg/dia (ezetimiba 10 mg/sinvastatina 20 mg);
Aldactone/espironolactona 25 mg/dia;
Glifage/metformina 850 mg café e jantar;
Amaryl/glimepirida 2 mg 1 x /dia.
Conduta na Emergência:
Controle da pressão: nitroprussiato de sódio, 0,1 a 0,2\u3bcg/kg, até que ocorra controle da TA.
Diurético de alça: furosemida 40 a 80mg de 30 em 30min até que ocorra diurese
Oxigenioterapia \u2013 alto fluxo
Monitorização cardíaca
Acesso venoso Periférico com SF 0,9% 500ml
Sedação \u2013 morfina IV 1 - 3 mg
Isordil -nitrato SL(5 ou 10mg?) Isordil AP, indicado?
VMNI com pressão positiva, PEEP 10.
IMAGEM DE RX PA
\ufffd
PERGUNTAS:
SELECIONE 01 MEDICAÇÃO NO QUAL ESTAVA PRESCRITO PARA O PACIENTE A NÍVEL AMBULATORIO, E DESCREVA O SEU PRINCIPIO ATIVO E INDICAÇÃO.
QUAIS AS COMORBIDADES ASSOCIADAS QUE TEM RELAÇÃO DIRETA COM A EMERGENCIA HIPERTENSIVA CHAMADA EDEMA AGUDO DE PULMÃO? SÃO CONSIDERADAS COMO FATORES ETIOLOGICOS MAIS COMUNS PARA OS CASOS DE EAP?
RELACIONE OS SINAIS E SINTOMAS COM A DOENÇA, DIZENDO O PORQUÊ DAS ALTERAÇÕES CLINICAS.
TENDO EM VISTA OS EXAMES COMPLEMENTARES REALIZADOS NA EMERGENCIA EXPLIQUE O PORQUÊ DA SOLICITAÇÃO BEM COMO POSSIVEIS ALTERAÇÕES PRESENTES NESSES EXAMES.
TENDO EM VISTA A CONDUTA REALIZADA, DESCREVA SE A CONDUTA TERAPEUTICA ESTÁ DESCRITA CONFORME PROTOCOLO DE ATENDIMENTO, SE NÃO, QUAIS MEDICAÇÕES PADROES.
NA IMAGEM RADIOLÓGICA, QUAIS AS ALTERAÇÕES VISÍVEIS, OU É CONSIDERADO UM EXAME DE IMAGEM NORMAL PARA O CASO?
ELABORE UM DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DE ACORDO O PROBLEMA ENCONTRADO NO CONTEXTO DO CASO.
ELABORE UM DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DE ACORDO O PROBLEMA ENCONTRADO NO CONTEXTO DO CASO.
RESPOSTA DO CASO CLINICO:
Padrão respiratório ineficaz (inspiração e/ou expiração que não proporciona ventilação adequada) caracterizado por alteração na profundidade respiratória, capacidade vital diminuída e dispneia, relacionado a fadiga muscular respiratória.
Perfusão tissular cardiopulmonar ineficaz (diminuição na oxigenação, resultando em incapacidade de nutrir os tecidos no nível capilar) caracterizada por dispneia, uso de musculatura acessória e alteração no equilíbrio ácido base (gases sanguíneos anormais) relacionados a problemas na troca gasosa