Slide   Aula 22   Hipertensão Arterial Sistêmica
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Slide Aula 22 Hipertensão Arterial Sistêmica


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Hipertensão Secundária 
4. Metabólicas
\uf0d8 Diabetes Mellitus( envolvimento renal )
\uf0d8 Nefropatia da Gota
\uf0d8 Porfiria intermitente aguda
\uf0d8 Hipercalcemia
\uf0d8 Hipernatremia
Causas de Hipertensão Secundária 
5. Neurológicas
\uf0d8 Disautonomia( Síndrome de Ryley-Day ) 
\uf0d8 Neurofibromatose
\uf0d8 Aumento da pressão intracraniana, independentemente da causa
\uf0d8 Síndrome de Guillain-Barré
\uf0d8 Poliomielite
Causas de Hipertensão Secundária 
6. Relacionadas a drogas
\uf0d8 Corticoterapia
\uf0d8 Metais pesados
\uf0d8 Overdose de reserpina e anfetamina
\uf0d8 Alfametildopa EV
\uf0d8 Simpaticomiméticos
\uf0d8 Anticoncepcionais
Causas de Hipertensão Secundária 
7. Miscelânea
\uf0d8 Queimaduras
\uf0d8 Síndrome de Stevens-Johnson
\uf0d8 Vômitos cíclicos com desidratação
Etiologia da Hipertensão Arterial
> Doença parenquimatosa renal 78%
> Estenose da artéria renal 12%
> Coarctação da aorta 2% 
> Feocromocitoma 0,5%
> Outros 7,5% 
( Londe )
Etiologia da Hipertensão Arterial
Grupo Etário Etiologia
RN Trombose de Art.Renal
Estenose de Art.Renal
Malformações Renais Congênitas
Displasia Bronco Pulmonar
Coarctação da Aorta
Um mês \u2013 6 anos Doenças Parenquimatosas Renais
Coarctação da Aorta
Estenose da Art.Renal
6 \u2013 10 anos Estenose da Art.Renal
Doenças Parenquimatosas Renais
Hipertensão Primária
Adolescência Hipertensão Primária
Doenças Parenquimatosas Renais 
Como deve ser conduzida a 
investigação?
\uf0fcHistória
\uf0fcExame físico
\uf0fcInvestigação laboratorial
História 
História pré-natal e do parto ( peso de nascimento, história de 
sofrimento fetal, anóxia, cateterismo umbilical)
Doenças renais e urológicas atuais ou pregressas
Doença genética associada à hipertensão secundária (doença 
policística renal)
Uso de medicações
Drogas que podem elevar a Pressão Arterial
\uf0d8Anti-inflamatórios não hormonais
\uf0d8Anti-histamínicos/descongestionantes
\uf0d8 Corticosteróides
\uf0d8 Simpaticomiméticos
\uf0d8 Eritropoietina
\uf0d8 Antiácidos ricos em sódio
\uf0d8 Anticoncepcionais orais
\uf0d8 Ciclosporina
Exame físico
Medida da PA nos 4 membros e palpação de pulsos 
(coarctação da aorta)
Presença de genitália ambígua( hiperplasia congênita de 
supra-renal)
Sinais sugestivos de doenças genéticas ( neurofibromas e 
manchas café com leite na neurofibromatose)
Obesidade central, fascies de lua cheia, estrias, hirsutismo, 
aumento da tireóide ( sugestivos de causa endócrina)
Massa renal, rins aumentados de volume, edema, sopro 
abdominal ( doença renal ou renovascular )
Fundo de olho
Investigação Laboratorial da HA
na Infância e Adolescência
Etiologia da Hipertensão Arterial
Grupo Etário Etiologia
RN Trombose de Art.Renal
Estenose de Art.Renal
Malformações Renais Congênitas
Displasia Bronco Pulmonar
Coarctação da Aorta
Um mês \u2013 6 anos Doenças Parenquimatosas Renais
Coarctação da Aorta
Estenose da Art.Renal
6 \u2013 10 anos Estenose da Art.Renal
Doenças Parenquimatosas Renais
Hipertensão Primária
Adolescência Hipertensão Primária
Doenças Parenquimatosas Renais 
Investigação Laboratorial da HA
na Infância e Adolescência
FASE 1 
\uf0d8 Hemograma completo
\uf0d8 Uroanálise e urocultura 
\uf0d8 Uréia e creatinina
\uf0d8 Eletrólitos, ácido úrico, perfil lipídico
\uf0d8 Ultra-sonografia de vias urinárias
\uf0d8 Ecocardiograma
Investigação Laboratorial da HA
na Infância e Adolescência
FASE 2 
\uf0d8 Cintilografia renal , UCM
\uf0d8 Dosagem de renina e aldosterona
\uf0d8 Catecolaminas em urina de 24 horas
\uf0d8 Esteróides séricos e urinários
Investigação Laboratorial da HA
na Infância e Adolescência
FASE 3
\uf0d8 Arteriografia renal 
\uf0d8 Cintilografia com meta-iodo-benzil-
guanidina( MIBG )
\uf0d8 Biópsia renal 
A hipertensão deve ser tratada? 
Como?
Medidas não medicamentosas para o 
controle da hipertensão e dos fatores de 
risco cardiovascular
Mudança de hábitos
Exercícios físicos diários
EVITAR A TODO CUSTO
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s?ff
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\uf043 Alimentos cozidos, assados, grelhados ou refogados
\uf043 Temperos naturais, limão, ervas, alho, cebola, salsa e cebolinha
\uf043 Verduras, legumes, frutas, grãos e fibras
\uf043 Peixes e aves preparadas sem pele
Recomendações Dietéticas
Preferir
\uf0d6Açúcares e doces
\uf0d6 Frituras
\uf0d6Derivados de leite na forma integral, com gordura
Evitar
\uf076 Sal
\uf076 Álcool
\uf076 Gema de no máximo três vezes por semana
\uf076 Crustáceos
\uf076 Margarinas, dando preferência às cremosas
Limitar
Modificações terapêuticas do estilo de vida
\uf0d8Atividade física regular ( 30-60 min/dia ) 
para prevenção e tratamento da 
obesidade.
\uf0d8Restrição das atividades sedentárias 
(menos de duas horas por dia).
\uf0d8Melhorar a qualidade do sono.
Tratamento Medicamentoso
- Princípios Gerais -
\uf0d8 Ser eficaz por via oral.
\uf0d8 Ser bem tolerado.
\uf0d8 Permitir a administração em menor número possível de 
tomadas diárias, com preferência para aqueles com 
posologia de dose única diária.
O medicamento anti-hipertensivo deve:
\uf0d8 Iniciar com as menores doses efetivas preconizadas para 
cada situação clínica, podendo ser aumentadas 
gradativamente. Deve-se levar em conta quanto maior a 
dose, maiores serão as probabilidades de efeitos adversos.
\uf0d8Diuréticos
\uf0d8 Inibidores adrenérgicos
\uf0d8Vasodilatadores diretos
\uf0d8 Inibidores da enzima conversora da 
angiotensina
\uf0d8Bloqueadores dos canais de cálcio
\uf0d8Antagonistas do receptor AT1 da 
angiotensina II
Classes de Anti-hipertensivos
PE
BA
MG
ES
RJ
GO
DF
SP
SC
PR
RS
RNCE
MAPA
AL
SE
Academia Brasileira de Geriatria
Sociedade Brasileira de Diabetes
Sociedade Brasileira de Pediatria
Academia Brasileira de Neurologia
Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Sociedade Brasileira de Medicina de Família
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia 
Federação Brasileira das Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia
V Diretrizes Brasileiras de 
Hipertensão Arterial
118 
participantes
Estágio 1
Diurético
Betabloqueador
Inibidor da ECA
Bloqueadores dos canais de cálcio
Bloqueadores do receptor AT1
Classes distintas em baixas 
doses, principalmente para 
estágios 2 e 3
Monoterapia Associação de fármacos
Aumentar 
a dose
Substituir a 
monoterapia
Adicionar 
2o anti-
hipertensivo
Aumentar a 
dose da 
associação
Trocar a 
associação
Resposta inadequada ou efeitos adversos
Adicionar outros anti-hipertensivos
Resposta inadequada
Tratamento Medicamentoso
Adicionar 
3o anti-
hipertensivo
Conclusão
O reconhecimento precoce da 
pressão arterial anormal e a 
intervenção (investigação e 
tratamento) adequada são 
necessários para diminuir a 
morbidade/mortalidade 
cardiovascular e renal futura. 
\u201cFeliz aquele que transfere o que sabe e 
aprende o que ensina\u201d
Cora Coralina