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Nome do Curso; Letras língua Portuguesa
NOME DA DISCIPLINA: Psicologia da aprendizagem
NOME DO PROFESSOR EXECUTOR
Nome do Tutor; Mariana dos Santos Araujo
Nome do Aluno ; Cláudia Caldas Santiago
Atividade contextualizada da matéria de 
ESTUDO DE CASO
Na atualidade, tem sido um grande desafio para as escolas lidar com a questão daevasão escolar, muitos jovens não conseguem se manter nas escolas ou desenvolver as competências esperadas para o período/ano que estão cursando.
A escola “B”, de médio porte e ensino fundamental e médio, situada na região metropolitana de uma grande cidade do Nordeste, apresenta índices de evasão escolar próximo a 18%. Geograficamente, a escola está situada próximo a uma zona de produção industrial e também agrícola. Na região existem ainda um índice alto de comércio que informal. 
A evasão tem vários motivos que estão ligados a diversos contextos. Por muito tempo ouvimos o discurso de que o aluno abandonava o ensino médio para buscar oportunidade no mercado de trabalho. “Uma pesquisa de 2009 da Fundação Getúlio Vargas mostrou, com base nos dados da Pnad de 2006, que 40,3% dos jovens de 15 a 17 anos tinham abandonado os estudos por falta de interesse” (http://info.geekie.com.br/evasao-escolar-as-principais-causas-e-como-evitar/)
 Na escola “B” os alunos fazem questionamentos junto aos professores, sobre a qualidade dos professores e da educação oferecida pela escola, por vezes relacionando a evasão dos colegas. Colocações como: “Se a escola fosse boa, as pessoas não desistiam de estudar”; “Os professores fazem a gente desistir.” Por vezes, os alunos dizem que não entendem porque precisam estudar ou por que estudar alguns conteúdos, como podemos observar na seguinte colocação “Não sei porque estamos estudando isso?” “Estudar não dá dinheiro, preciso trabalhar”. Por parte dos professores, estes também demonstram preocupação em entender a questão da evasão escolar e a aparente diminuição do interesse dos alunos.
Diante dessa situação, a direção e coordenação pedagógica, se pergunta como reverter esse quadro de evasão escolar e como intervir junto aos alunos que permanecem na escola e junto aos docentes para minimizar as dificuldades decorrentes da falta de interesse. 
Algumas questões parecem importantes: Quais as repercussões dessa evasão no grupo classe? E sobre os professores, essa evasão tem alguma repercussão? Quais? O que fazer para manter o interesse dos alunos que permanecem na escola? Como tornar os conteúdos e a escola mais interessante para o aluno?
Caro(a) estudante, mediante o exposto, o aluno de Psicologia da Aprendizagem deve elaborar um relatório recomendando ações com o objetivo de aumentar o interesse do aluno pela escola e conteúdos estudados.     
 Resumo
Em quase toda escola os professores sofrem com o mesmo problema: alunos abaixo da média, desinteressados e com um desempenho que poderia (e deveria) ser muito melhor. Se essa realidade é extremamente comum e se repete de forma incessante, como fazer para mudá-la ou, pelo menos, melhorar o quadro geral de desempenho dos alunos?
A resposta não é simples, nem única.
Em quase toda escola os professores sofrem com o mesmo problema: alunos abaixo da média, desinteressados e com um desempenho que poderia (e deveria) ser muito melhor. Se essa realidade é extremamente comum e se repete de forma incessante, como fazer para mudá-la ou, pelo menos, melhorar o quadro geral de desempenho dos alunos?
A resposta não é simples, nem única.
1. Mudar a visão que os alunos têm dos estudos
A primeira mudança a ser adotada diz respeito à uma alteração de mentalidade que deverá gerar efeitos práticos, a longo prazo. Trata-se de mudar a imagem que os alunos têm dos estudos.
Estudar é, muitas vezes, visto como um afazer mandatório e entediante, quase uma punição que pais e professores impõem aos jovens. Porém, isso não deveria ser assim, afinal, a possibilidade de entrar em contato com o novo e de compreender mais o mundo ao nosso redor é algo que deveria se apresentar como extremamente estimulante. Para que esse quadro mude, é interessante que as atividades escolares sejam apresentadas como desafiadoras e cativantes.
Muitos pais e professores cobram o desempenho de forma errada, focando na duração dos estudos do aluno, por exemplo. Frequentemente, quando a criança ou o adolescente está ocioso, logo é obrigado a estudar mais, mesmo que já tenha concluído as atividades em sala de aula ou o dever de casa. Dessa maneira, o aprendizado acaba se tornando, inevitavelmente, um castigo.
Por isso, muito mais do que dizer “vá estudar” de forma vazia e automática, é mais interessante focar a questão do aprender, mostrando ao aluno o que ele tem a ganhar. Além disso, é fundamental transformar as estratégias pedagógicas.
A família pode ser uma grande aliada no processo de melhorar o desempenho dos alunos, já que exercem um papel muito relevante na sua formação. Portanto, manter um diálogo aberto e direto entre as famílias e a escola é extremamente importante para criar uma relação de confiança. Além disso, com essa proximidade eles terão a oportunidade para contribuir para uma melhora contínua no ambiente escolar. Assim sendo, cria-se a oportunidade de estimular ainda mais os estudantes.
2- Fazer do aprendizado uma diversão
A utilização da tecnologia aliada à educação, por exemplo, é uma estratégia bastante promissora para motivar o estudo. Atualmente, a maioria dos jovens é bastante ligada a aparelhos tecnológicos e a ferramentas digitais. Aproveitar esse interesse de modo a melhorar o ensino é uma ótima ideia. Aplicativos como o Plurall e o AppProva são maneiras de fazer os estudantes se divertirem e aprenderem ao mesmo tempo, e por isso valem a sua atenção.
Propor atividades externas, de modo a prender a atenção e instigar o pensamento dos estudantes é outra ótima estratégia. É preciso saber manter o foco nos objetivos, mas sair do lugar-comum é mais do que recomendado. Além dos exercícios que envolvem a tecnologia, é preciso usar a criatividade para fazer com que aulas fujam do esquema restrito ao livro, ao caderno e ao quadro.
Nosso cérebro funciona melhor quando é constantemente estimulado e surpreender os estudantes com exercícios diferentes é muito positivo. Atividades diferenciadas são interessantes para dar contexto ao que foi aprendido em sala de aula, além de serem úteis para desenvolver e fortalecer as competências socioemocionais dos alunos. Por meio disso, a escola estará incentivando os estudantes a se tornarem cidadãos integrais capazes de aplicar seus conhecimentos no dia a dia.
3-Mostre a aplicação prática do conteúdo
Fazer com que os alunos atinjam um grau de excelência nos estudos passa por motivá-los a querer aprender para, a partir daí, ensinar com qualidade e receber resultados positivos. Esse ensino diferenciado deve deixar de lado, antes de tudo, o “decoreba”, para privilegiar o conhecimento mais profundo e aplicado do conhecimento no dia a dia dos estudantes, de modo que aquilo que o aluno aprende em sala passe a fazer parte de sua vida, mesmo fora da escola.
Por isso, é essencial tornar as aulas mais dinâmicas e práticas, aliando o conteúdo das disciplinas à “vida real”, por assim dizer.
Relacionar aquilo que está nos livros às situações comuns do cotidiano dos estudantes ajuda a deixá-los muito mais interessados nas aulas. Dessa forma, o desempenho dos alunos melhora bastante ao perceber a utilidade dos estudos e a aplicação dos conceitos na prática.
É válido, por exemplo, pedir para que eles observem o respeito às normas gramaticais nas revistas e blogs que leem, deixando a aula de português muito mais envolvente. Já no caso da matemática, é possível propor a atividade de observação das condições de pagamento das lojas que costumam frequentar, de modo a estudar os juros e o parcelamento de valores.
 
4. Acompanhe o desempenho dos alunos para melhorar
Outra estratégia para melhorar o desempenho dos estudantesé sempre estar atento ao resultado geral da turma. Uma dificuldade recorrente em matemática, por exemplo, pode ser um sinal de que o conteúdo não está sendo trabalhado da melhor forma. É essencial que o professor esteja atento, também, aos sinais de dificuldade de aprendizagem.
Ao longo do ano, por meio das ferramentas de avaliação de desempenho, é importante comparar os resultados e acompanhar a evolução da turma. Esse tipo de diagnóstico ajuda professores e coordenação a identificar as intervenções pedagógicas necessárias e a traçar estratégias de ensino mais eficientes. O educador ganha embasamento para, por exemplo, testar diversas formas de trabalhar o conteúdo e ver quais combinam mais com cada turma. Além disso, ao indicar exercícios, atividades e formas de avaliação múltiplas, torna-se muito mais fácil melhorar o desempenho dos alunos.
A partir daí, o processo de aprimoramento do desempenho tem sua etapa final — que será, também, o pontapé inicial, já que se trata de um ciclo — no momento da intervenção pedagógica. Isso porque não adianta aplicar uma atividade aos alunos se os seus resultados não são analisados: é fundamental entender quais são as lacunas do aprendizado dos alunos e traçar estratégias para que sejam de fato superadas.
Por fim, não se esqueça de retomar o conteúdo com alguma periodicidade. Certos temas vão ficando para trás, e relembrá-los é uma boa estratégia para manter os tópicos sempre em voga na sala de aula e ainda mostra aos alunos que o que foi aprendido não deve ser esquecido após as avaliações, e sim permanecer com eles para o futuro.
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFIAS
www.google.com
www.psicologiadosaber 
www.escoladehoje.com

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