GESTÃO DAS INFORMAÇÕES ORGANIZACIONAIS
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GESTÃO DAS INFORMAÇÕES ORGANIZACIONAIS


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à responsabilidade 
Quanto à relação dos objetos 
Quanto à sua utilização 
Quanto à forma de medir 
Quanto à sua natureza 
Quanto à amplitude 
Quanto à constituição 
10.2 - Resumo. 
10.3 - Veja se sabe responder. 
 
Capítulo 11: Escalas e variáveis 
11.1 -Tipos de escalas 
11.1.1-Escala tipo Thurstone 
11.1.2-Escala tipo Likert 
11.1.3-Escala de frequência verbal ou de avaliação de 
frequência 
11.1.4-Escala ordinal 
11.1.5-Escala de ranking forçado 
11.1.6-Escala linear numérica 
11.1.7-Escala tipo trade-off 
11.2 - Tipos de variáveis 
11.3 - Resumo. 
11.4 - Veja se sabe responder. 
 
Capítulo 12: Importância relativa dos indicadores 
12.1 \u2013 Importância relativa dos indicadores 
Tipos de indicadores 
Quanto à utilização 
Importância funcional dos indicadores 
Indicadores principais 
Indicadores de apoio 
Indicadores sociais 
12.2 - Indicadores referentes à gestão das informações 
12.3 - Sistemas de Indicadores 
12.4 - Resumo. 
12.5 - Veja se sabe responder 
 
Capítulo 13: Estrutura da visão de futuro 
13.1 - Subsídios teóricos para a construção de indicadores 
13.2 - Planejamento Estratégico 
13.3 - Necessidade de uma visão de futuro operacionalizável 
13.4 - Estruturação da visão de futuro 
13.5 - Catchball 
13.6 - Visão de futuro operacionalizável 
13.7 - Levantamento da estratégia vigente 
13.8 - Resumo. 
13.9 - Veja se sabe responder 
 
Capítulo 14: Conceitos fundamentais para especificação de 
indicadores 
14.1 \u2013 Conceito de Vantagem Competitiva 
14.2 - Conceito de Campo de Competição 
14.3 - Conceito de Arma de Competição 
14.4 - Conceito de Negócio 
14.5 - Conceito de Portfólio de Negócio 
14.6 - Resumo. 
14.7 \u2013 Veja se sabe responder 
 
Capítulo 15: Indicadores da estratégia competitiva 
15.1 \u2013 Estratégia competitiva 
SE de diferenciação 
Perfil competitivo e Fatores críticos de sucesso 
SE de imitação 
SE de integração com clientes 
SE de oportunidades 
15.2 - Resumo 
15.3 \u2013 Veja se sabe responder 
 
Capítulo 16: Indicadores da estratégia corporativa 
 16.1- Objetivos da estratégia corporativa 
SE de portfólio de negócios 
SE de cobertura e amplitude do mercado 
SE das competências essenciais 
SE das bases essenciais 
SE de inovação 
SE de intento 
SE de investimentos e desinvestimentos 
16.2 - Resumo 
16.3 \u2013 Veja se sabe responder 
 
 
Capítulo 17: Indicadores da estratégia de posicionamento 
 17.1 \u2013 Estratégia de posicionamento 
SE de adaptação (reposicionamento na cadeia); 
SE de integração horizontal; 
SE de integração vertical; 
SE de alianças; 
SE de controle da cadeia de suprimentos; 
SE de reação; 
SE de despistamento; 
SE de cooperação; 
SE de agressão; 
SE de pró-proteção; e 
SE de diferenciação produto-mercado. 
17.2 - Resumo 
17.3 \u2013 Veja se sabe responder 
 
 
Capítulo 18: Indicadores da funcionalidade interna e gestão 
sistêmica 
18.1 \u2013 Funcionalidade interna 
Auditoria de Empresa 
A) Planejamento Liderança e Controle 
Liderança 
Estratégias e Planos 
Informações e conhecimento 
Clientes 
Resultados 
B) Área de Apoio 
Sociedade 
Pessoas 
C) Área de Transformação e Distribuição 
Processos de transformação: 
Exemplos de Indicadores Funcionais 
18.2 \u2013 Gestão sistêmica 
Pensamento sistêmico 
Aprendizado organizacional 
Cultura de inovação 
Liderança e constância de propósitos 
Orientação por processos e informações 
Visão de futuro 
Geração de valor 
Valorização das pessoas 
Conhecimento sobre o cliente e o mercado 
Desenvolvimento de parcerias 
Responsabilidade social 
18.3 - Resumo. 
18.4 - Veja se sabe responder 
 
Capítulo 19: Processo de especificação de indicadores 
19.1 - Forma geral de especificação de indicadores 
19.2 - Especificação do objetivo 
19.3 - Tipos de indicadores geralmente especificados 
19.4 - Indicadores típicos 
19.5 - Resumo. 
19.6 - Veja se sabe responder 
 
Capítulo 20: Indicadores compostos 
 20.1 \u2013 Indicadores compostos 
20.2 \u2013 Indicadores proxy 
20.3 - Metodologia de construção de indicadores compostos 
20.3 - Resumo. 
20.4 - Veja se sabe responder. 
 
Posfácio 
 
Apêndice 1- Armas da competição 
 
Apêndice 2- Questionário Trade-Off 
A 2.1-O que é uma Matriz trade-off 
A 2.2 -Como selecionar variáveis 
A 2.3-Como preparar o questionário 
A 2.4-Como tabular as respostas 
A 2.5-Como calcular a Relação Trade-Off (RTO) 
A 2.6-Como analisar os resultados 
A 2.7 Resumo 
 
Apêndice 3- Questionários de Opinião e Atitude 
A 3.1-O que é uma Matriz trade-off 
A 3.2 -Como selecionar variáveis 
A 3.3-Como preparar o questionário 
A 3.4-Como tabular as respostas 
A 3.5-Como calcular a Relação Trade-Off (RTO) 
A 3.6-Como analisar os resultados 
A 3.7 Resumo 
Referências Bibliográficas 
 
 
Agradecimentos 
O autor agradece a valiosa colaboração de: 
 
Umberto Nanini, que escreveu o capítulo 4: 
O sistema de informações como fonte de vantagem competitiva; 
 
Eudes L de Castro, que escreveu o capítulo 6: 
Gestão do capital intelectual; 
 
 
Cida Sanches e Marisa Regina Paixão que escreveram o 
Capítulo 7: 
Monitoração Ambiental 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A 
Sérgio Baptista Zaccarelli e 
José Celso Contador 
que produziram 
a mais coerente e sinérgica 
teoria da estratégia competitiva. 
 
 
 
 
 
capítulo 1: Cultura da informação 
 
Objetivos 
Ao término deste capítulo o leitor deve estar capacitado a: 
a)descrever o papel do administrador do sistemas de 
informação; b)conceituar cultura da informação e suas principais 
características; c)determinar o modo de se especificar a tipo de 
cultura da informação adequada para uma empresa. 
 
Sumário: 
1.1 - O papel do administrador de sistemas de informação 
1.2 - Cultura da informação 
1.3 - Primeira regra da cultura da informação 
1.4 - Cultura da informação adequada à empresa 
1.5 - Resumo. 
1.6 - Veja se sabe responder. 
 
1.1 - O papel do administrador de sistemas de informação 
 A administração de sistemas de informação é uma ação 
administrativa que obedece a um escopo maior, escopo esse 
contido no PEI - Planejamento Estratégico da Informação. O PEI 
nada mais é, na sua essência, que a expressão de uma meta de 
sobrevivência vital da organização, que exige informação ótima, 
isto é: informação certa, no tempo, no lugar e na forma 
desejada. O PEI é o resultado do desdobramento da meta de 
sobrevivência. Por sua vez, ao ser desdobrado o PEI, produz o 
Plano Diretor de Informática. O Plano Diretor de Informática 
contém os elementos que expressam a estratégia da Informação. 
Geralmente ocupa-se da expansão, ampliação, modernização ou 
do planejamento e implantação do Sistema de Informações. O 
Plano Diretor de Informática é, assim, o desdobramento do 
Planejamento Estratégico da Informação e, uma vez realizado, 
conduz à existência de um Sistema de Informações que, 
idealmente, deve operar com efetividade. 
 Portanto o Plano Estratégico da Informação é subordinado 
ao Plano Estratégico da Organização, e aquele não pode ser 
concebido sem este último. A ação de administrar Sistemas de 
Informação é, essencialmente, uma ação de cunho gerencial, e só 
tem sentido como ação coerente e contributiva para as metas de 
 
sobrevivência da organização. Tal ação deve estar intimamente 
ligada ao Plano Diretor de Informática que é, como dissemos, a 
expressão tática do Planejamento Estratégico da Informação. 
 Para entender o papel do Administrador de Sistemas de 
Informações precisamos ter em mente estes dois conceitos: o 
conceito de administrador e o conceito de sistema de 
informações. 
 O conceito de administrador opõe-se ao de operador - 
aquele que opera, aquele que executa atividades. O 
administrador (qualquer que seja seu nível
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