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Conceito
	Segundo a definição da ABNT, resíduos sólidos são os resíduos nos estados sólido e semissólido, que resultam de atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica, comercial, agrícola, de serviços e de varrição.
	Classificação
	Os resíduos sólidos são classificados quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública. Três categorias são previstas na norma: classe I - resíduos perigosos; classe II - resíduos não-inertes; classe III - resíduos inertes. 
	Produção e dados atualizados sobre a produção 
	A quantidade de resíduos sólidos urbanos gerada no país em 2015 totalizou 79,9 milhões de toneladas, 1,7% a mais do que no ano anterior. No período, foi registrado também aumento de 0,8% na produção per capita de resíduos sólidos: de 1,06 quilo (kg) ao dia em 2014, para 1,07 kg ao dia em 2105. Os dados foram divulgados hoje (4) pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
	Como deve ser feita a coleta
	A coleta deve ser feita com frequência adequada e com veículos apropriados conforme a: quantidades de resíduos, tipos de resíduo, etc. procurando sempre manter a comodidade da população.
	Responsabilidade pelo gerenciamento 
	Para a elaboração, implementação, operacionalização e monitoramento de todas as etapas do plano de gerenciamento de resíduos sólidos, nelas incluído o controle da disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, será designado responsável técnico devidamente habilitado.
	Disposição final, destino: explicar cada tipo 
	Fazer a disposição final de rejeitos requer uma completa neutralidade com o meio ambiente. Isso significa que não deve poluir ou alterar o meio onde tais soluções forem construídas. As principais formas de poluição é a contaminação do solo, dos lençóis freáticos e do ar. As consequências dessa poluição é a proliferação de doenças decorrentes de pragas de ratos, insetos e animais que vivem dos rejeitos assim como doenças ocasionadas pela poluição dos lençóis freáticos como a diarreia.
Veja a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário e entenda quando podemos dizer que uma disposição final é ambientalmente adequada ou não.
Lixão (vazadouro) a céu aberto: Disposição final sem proteção alguma do solo e do ar. Os resíduos ficam a céu aberto atraindo toda a espécie de animal como ratos, cobras, insetos, … e com estes as doenças e perigos para as pessoas que vivem ao seu redor. A geração de gases que acontece de maneira incontrolável nos lixões, também polui o meio ambiente com gases do efeito estufa, contribuindo para o aquecimento global e suas consequências.
Além disso, o chorume originado da decomposição da matéria orgânica dos lixões, podem contaminar os lençóis freáticos e assim levar doenças como diarreia até mesmo para populações que vivem longe do lixões e constitui com isso um perigo de epidemia em potencial devendo ser combatido severamente.
Dessa forma, o Lixão não pode ser considerado uma forma de Destinação Final Ambientalmente Adequada.Aterro Controlado: Normalmente é um lixão coberto de terra. Não tem proteção do solo e contamina os lençóis freáticos. O fato de o problema não ser visível faz desse caso uma solução muitas vezes até pior que o lixão, já que funciona como um tumor que causa prejuízos a natureza por baixo da terra e não é visível. Fatalmente os problemas de poluição aparecerão um dia, quem sabe com epidemias difíceis de controlar.
Caso não tenham um sistema de coleta de gases, oferecem risco grande de explosão. 
Com raras exceções, o Aterro Controlado não pode ser considerado uma forma de Destinação Final Ambientalmente Adequada.
	Importancia da Reciclagem
	A reutilização de resíduos sólidos como insumo nos processos produtivos gera benefícios diretos, tanto na redução da poluição ambiental causada pelos aterros e depósitos de lixo como em benefícios indiretos relacionados à conservação de energia. 
	Soluções para reduzir a produção
	Reciclagem: Consiste, basicamente, da reintrodução dos resíduos no processo de produção. É uma prática que precisa ser difundida, especialmente pela economia da energia gasta nos processos de produção e pela diminuição na utilização de matéria-prima virgem. Compostagem: Constitui-se no processo biológico de decomposição da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal. Esse processo tem como resultado final um produto – o composto orgânico – que deve permitir sua aplicação no solo sem ocasionar riscos ao meio ambiente.
Aterro Sanitário: É a forma de disposição final de resíduos sólidos no solo, em local devidamente impermeabilizado, mediante confinamento em camadas cobertas com material inerte, geralmente solo, segundo normas operacionais específicas, de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais. Incineração: É o processo de redução de peso e volume do lixo pela combustão controlada. A incineração é utilizada, atualmente, no Brasil, apenas para o tratamento de resíduos hospitalares e industriais. É bastante difundida em países desenvolvidos e com pouca extensão territorial e, normalmente, associada à produção de energia.
	Identifique como/onde é a disposição final dos resíduos em Regente-Feijó
	o município de Regente Feijó ainda não adequou sua legislação específica às políticas, nem ao menos a PERS que figura desde 2006 e ainda o município não tomou nenhuma iniciativa. Diante desse fato, fica eminente que a questão da geração de resíduos sólidos e seus desdobramentos não são tratados de forma satisfatória, pelo contrário, adotam-se medidas medianas que apenas adiam os problemas gerados, pois sem a legislação específica não há a certeza de que as ações serão contínuas, podendo ser modificadas conforme os pensamentos e ideais de cada gestor público, o que causa instabilidade e assim, tanto o meio ambiente e população, quanto os catadores de materiais recicláveis ficam a mercê de opiniões mudanças políticas locais. Todo resíduo produzido no município tem por destino final o lixão.
	Conceito
	De acordo com a NBR n°12.808 apud Ferreira (2000), os resíduos hospitalares ( ou de serviço de saúde) são os resíduos produzidos pelas atividades de unidades de serviço de saúde (hospitais, ambulatórios, postos de saúde, etc.). 
	Classificação
	“Os RSS são de natureza heterogênea” (GARCIA; ZANETTI-RAMOS, 2004, p. 746), e diferentes classificações já foram propostas por várias entidades, como o CONAMA, a ANVISA e ainda governos estaduais e municipais, já que se faz necessária uma classificação e separação desses tipos de resíduos, além da preocupação com os manipuladores desse material e com o meio ambiente.
Resíduos de Serviços da Saúde (RSS), para as normas brasileiras de terminologia, classificação, manuseio e coleta de resíduos e serviços de saúde, são definidos como resíduos resultantes das atividades exercidas por estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, abrangendo os resíduos provenientes das mais diversas fontes potencialmente geradoras, como hospitais, clínicas médicas, veterinárias, odontológicas, farmácias, ambulatórios, postos de saúde, laboratório de análises clínicas, laboratórios de análises de alimento, laboratórios de pesquisa, consultórios médicos e odontológicos, empresas de biotecnologia, casas de repouso e casas funerárias (SCHNEIDER, 2004).
	Tipos de resíduos
	Resíduos infectantes (classe A): culturas, vacina vencidas, sangue e hemoderivados, tecidos, órgãos, perfurocortantes, animais contaminados, fluidos orgânicos; Resíduos especiais (classe B): rejeito radioativo, residuos farmacêuticos, e residos químicos; Os resíduos comuns (classe C): das áreas adiminastrivas, da limpeza,do jardim, etc. Segundo Grippi(2006) os RSS constituem os resíduos sépticos os que contem ou potencialmente podem conter germes patogênicos. São produzidos em serviços de saúde, este resíduo é constituído de agulhas, seringa, gazes, bandagens, algodoes, órgãos e tecidos removidos,

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