Relatorio de Quimica Organica 2
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Relatorio de Quimica Organica 2


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Reagentes
	Vidrarias
	Equipamentos
	Outros
	100 ml de óleo vegetal usado
20 gramas de saldo cáustica (NaOH)
50 ml de água em 70º C
0,500 gramas de sabão em pó
Aromatizante
	Béquer (500ml)
Proveta
Bastão de Vidro
	Chapa Aquecedora
	Peneira
Tab. 1 \u2013 Reagentes, Vidrarias e equipamentos usados no processo de saponificação.
Biodiesel 
	Reagentes
	Vidrarias
	Equipamentos
	Outros
	1,5 g de soda cáustica (NaOH)
35 ml de Metanol
100ml de óleo vegetal novo ou usado
NaCl
	Bequer (100mL)
Bastão de vidro
Erlemeyer de 125 mL
Pipeta
Proveta
	Balança
Agitar Mecânico
Bico de Bunsen
	Garrafa descartável
Sistema de Mangueiras
Tab.2 \u2013 Reagentes, vidrarias e equipamentos usando no processo de obtenção do Biodiesel.
4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 
4.1 - Biodiesel
Em um béquer de 100mL de capacidade adicionou-se 1,475 de NaOH, após foi diluído em água destilada com o auxílio de um bastão de vidro.
Com auxílio de uma proveta, mediu-se 35mL de álcool metílico, que foi despejado no béquer que continha a solução de soda caustica (NaOH) e foi misturada até ser tornar bem homogenia. 
Adicionou-se em um Erlemeyer de 250mL, 100mL de óleo vegetal e em seguida adicionou-se a solução Metanol + NaOH, obtido na etapa anterior, a solução permaneceu por meia hora agitando com o auxílio do agitador magnético. 
Adicionou-se na mistura de biodiesel e glicerina, 50mL de água destilada e 20mL de álcool de 75%, adicionando-se um pouco de NaCL, mexendo cuidadosamente até a mistura se separar em duas fases (Glicerina e o Biodiesil), a parte superior da solução contém o biodiesel por ser menos denso do que a glicerina.
Usando-se uma garrafa pet e o sistema de mangueiras, realizou-se o procedimento de retirada da glicerina do biodiesel, fazendo lavagens usando água destilada, realizando-se ao todo cinco lavagens. 
Figura 3\4 \u2013 Utilização do sistema de mangueiras e garrafa pet.
Verificou-se a qualidade do biodiesel obtido através do aquecimento do mesmo, em comparação com a água e o óleo de cozinha, utilizando-se uma placa de petri, o óleo e o biodiesel foram aquecidos em fogo alto com auxílio de um Bico de Bunsen, verificando-se suas queimas, cor da chama, cor da fumaça, e retirando-se a água contida. 
Figura 5\6 \u2013 utilização do teste da queima.
4.2 - Saponificação
Coloque-se o óleo vegetal usado em um béquer de 500mL, foi utilizado uma peneira para a retirada de substancias heterogenias existe no óleo usado para frituras.
Mediu-se 100mL de óleo vegetal na proveta, e foi transferido para um béquer.
Mediu-se 50Ml de água que foi aquecida a 70ºC.
Pesou-se 20,102 gramas de NaOH que foi dissolvido na água aquecida a 70ºC (soda cáustica).
Adicionou-se a soda cáustica (NaOH) no óleo de cozinha já pesado, após foi adicionado 0,500g de sabão em pó, depois a mistura foi deixada sobre agitação por até 30 minutos, no decorre da agitação foi adicionado algumas gotas de aromatizante, a mistura foi transferida para um copo plástico, onde foi deixada secando por mais de 48 horas.
Figura 7 \u2013 Produto final da Saponificação.
5. REFENCIAL TEÓRICO 
Biodiesel 
Na produção de biodiesel podem-se obter mais dois subprodutos na fase aquosa que é descartada por não ter utilização, outro subproduto que é obtido no processo é a glicerina que pode possuir uma utilidade na indústria de sabonete por exemplo, fazendo com que o custo do biodiesel seja diminuindo com a venda da glicerina que é produzida no processo. É finalmente se obtém o biodiesel como último produto do processo através de óleo vegetal. Esses produtos são obtidos na separação por meio de sistema de mangueiras e com auxílio de uma garrafa pet. 
Depois foi realizado um teste de queima colocando em fogo alto duas placas uma com óleo vegetal e a outra com Biodiesel, colocando o óleo vegetal em contato com o fogo houve uma combustão não muito intensa e que não durou muito tempo a chama acessa, já no teste realizado com o biodiesel obteve-se uma chama muito intensa, e com longo tempo de duração da chama, percebendo a qualidade do Biodiesel.
Como já foi citado durante este relatório o Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, produzido a partir de gorduras animais e óleos vegetais, que nos traz muitos benefícios. Por exemplo, os ambientais que com o consumo de combustíveis fósseis derivados do petróleo apresentam um impacto significativo na qualidade do meio ambiente. A poluição do ar, as mudanças climáticas, os derramamentos de óleo e a geração de resíduos tóxicos são resultado do uso e da produção desses combustíveis. O setor de transportes é o maior responsável pela emissão de CO2, um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. O efeito da maior concentração de CO2 na atmosfera gera um aumento da temperatura, ou seja, um aquecimento global, trazendo consequências para a humanidade.
Segundo Jovens pesquisadores ano3, n.5, (2006) o biodiesel poderá contribuir em termos sociais para o mercado brasileiro através do programa de geração de emprego e renda. Estudos desenvolvidos no Brasil comprovam que a cada 1% de substituição de óleo diesel por biodiesel produzido com participação da agricultura familiar pode ser gerado cerda de 45 mil empregos no campo, com uma renda média anual de R$ 4,900 por emprego. A inclusão social e o desenvolvimento regional são os princípios básicos das ações direcionadas ao biodiesel, o que implica dizer que a sua produção e consumo devem ser promovidos de forma descentralizada e não incluindo rotas tecnológicas e matérias-primas utilizadas. O programa de biodiesel diminuirá a intensa migração da população rural para os centros urbanos, promovendo a fixação do homem no campo.
Saponificação 
Os sabões são formados por moléculas que possuem uma cadeia carbônica longa, apolar e, portanto, solúvel em gorduras e também pelo grupo carboxila (-COO-), que é polar e, portanto solúvel em água.
Segundos historiadores, a reação saponificação já era praticada pelos fenícios e romanos antes de Cristo. Eles aqueciam gordura de cabra com cinzas vegetais, que contém carboneto de sódio. 
(Na2CO3) e carbonato de potássio (K2CO3). O uso do sabão, no entanto, só se intensificou no século XIX, pois, a descoberta dos micróbios fortaleceu entre os homens a preocupação com a higiene pessoal. O sabão mais comum é o de sódio, mais duro. O sabão de potássio é mole e por isso empregado em creme de barbear e cosméticos.
Figura 8 - Sabão feito de óleo vegetal já usado (Carboneto de Sódio).
6. CONCLUSÃO
Biodiesel
A atividade experimental propunha a síntese do biodiesel através da reação de transesterificação alcalina. A reação ocorreu corretamente, e o experimento foi bem satisfatório. 
A utilização do biodiesel em larga escala apresenta, contudo vantagens tanto ao nível socioeconômico como também ambiental, face aos combustíveis tradicionais. Além de ser uma energia renovável também tem como consequência a diminuição dos gases poluentes. 
Saponificação
O método de preparação do sabão é um processo simples que apresenta a reação explicada por mecanismos de reações que mostram mais detalhadamente a formação do sabão e do seu subproduto, a glicerina, o experimento foi satisfatório, onde nos levou ao conhecimento sobre as propriedades químicas do sabão, além de desenvolver uma atividade que possa preservar o meio ambiente, através da reutilização de óleos já usados, óleos que poderiam ser jogados nas tubulações e prejudicar diversos biomas aquáticos. 
 7. PÓS-LABORATÓRIO
01. Que componentes químicos estão presentes nos óleos e gorduras?
Resposta: Os óleos são formados principalmente por ésteres de ácidos insaturados, enquanto as gorduras são formadas por ésteres de ácidos saturados.
02. O que são Triacilgliceróis?
Resposta: Também conhecidos como triglicerídeos ou gorduras neutras, constituem basicamente as gorduras e os óleos encontrados nas plantas e animais. Eles são substancias apolares e