Aula 04
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dados do banco e seus relacionamentos. Cada entidade pode se relacionar 
com uma ou mais entidades diferentes, resultando em mapeamentos, por 
exemplo: 1:1, 1:N, N:1 ou N:M. Esses mapeamentos, com base no número 
de entidades às quais outra entidade pode ser associada, denominam-se 
a) cardinalidade. 
b) hierarquia. 
c) relacionamento. 
d) diagrama. 
e) agregação. 
 
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Comentários 
O que é um relacionamento? Um relacionamento pode ser entendido como 
uma associação entre instâncias de Entidades devido a regras de negócio. 
Normalmente ocorre entre instâncias de duas ou mais Entidades, podendo 
ocorrer entre instâncias da mesma Entidade (auto-relacionamento). 
Por que o relacionamento é necessário? 
\u2022 Quando existem várias possibilidades de relacionamento entre o par das 
entidades e se deseja representar apenas um. 
\u2022 Quando ocorrer mais de um relacionamento entre o par de entidades 
\u2022 Para evitar ambiguidade. 
\u2022 Quando houver auto-relacionamento. 
Para definir o número de ocorrências de uma entidade usamos o conceito de 
Cardinalidade. A Cardinalidade indica quantas ocorrências de uma Entidade 
participam no mínimo e no máximo do relacionamento. 
Cardinalidade Mínima - define se o relacionamento entre duas entidades é 
obrigatório ou não. 
Gabarito: letra A. 
 
40. (ESAF/2010/MPOG-TI/Analista de Planejamento e Orçamento) 
No modelo entidade-relacionamento, a cardinalidade de mapeamento 
expressa 
a) o número de entidades ao qual um relacionamento pode estar associado 
a um outro relacionamento. 
b) o número de relacionamentos ao qual outro relacionamento pode estar 
associado via uma entidade. 
c) o critério de classificação segundo o qual os relacionamentos associam 
entidades. 
d) o número de entidades ao qual outra entidade pode estar associada via 
um relacionamento. 
e) o posicionamento de uma entidade dentro do mapeamento do modelo. 
 
Comentários 
A cardinalidade de um relacionamento expressa a quantidade de registros de 
uma tabela que estão relacionados com registros da tabela associada. 
Gabarito: letra D. 
 
41. (CESGRANRIO/2010/PETROBRÁS/ANALISTA DE SISTEMAS 
JÚNIOR/ÁREA ENG. SOFTWARE) Considere o modelo conceitual de 
dados representado pelo diagrama de entidades e relacionamentos (DER) a 
seguir, na notação de Peter-Chen. Esse diagrama apresenta três 
relacionamentos: o primeiro é Lotado_em, que representa empregados 
lotados em departamentos; o segundo DER apresenta também o 
relacionamento Trabalha_em, que representa as associações dos 
empregados aos projetos em que trabalham e o terceiro relacionamento é 
Supervisão, que representa associação entre empregados e seus 
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supervisionados. Os atributos identificadores de cada entidade estão 
sublinhados. 
 
 
 
A partir da análise do diagrama, NÃO se pode inferir que é possível 
(A) determinar todos os empregados que não supervisionam outros 
empregados. 
(B) determinar que empregados não estão lotados em departamento algum. 
(C) saber qual o departamento em que E trabalha, dado um empregado E 
qualquer. 
(D) saber quais os empregados de D que trabalham em P para um 
determinado projeto P e um determinado departamento 
D. 
(E) saber que há apenas um empregado que supervisiona todos os demais. 
 
Comentários 
Para identificar a informação solicitada na letra E, será necessária uma 
consulta que conte o número de registros. 
Sendo assim, a análise do diagrama não poderia inferir se há apenas um 
empregado que supervisiona os demais. 
Gabarito: letra E. 
 
42. (CESGRANRIO/2010/PETROBRÁS/ANALISTA DE SISTEMAS 
JÚNIOR/ÁREA ENG. SOFTWARE) A independência de dados lógica, 
definição componente da arquitetura de três esquemas para sistemas de 
banco de dados, corresponde à capacidade de se efetuarem 
(A) mudanças no nível conceitual, sem a necessidade de modificações no 
nível externo e em programas aplicativos. 
(B) mudanças no nível interno, sem a necessidade de modificações nos 
níveis conceitual e externo. 
(C) mudanças no nível externo, sem a necessidade de modificações nos 
níveis interno e conceitual. 
(D) consultas em SQL sobre um banco de dados relacional, independente da 
estruturação física dos dados armazenados. 
(E) consultas em SQL sobre um banco de dados relacional, independente da 
lógica de programação usada em programas aplicativos. 
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A independência de dados a nível lógico (descrição da base de dados 
conforme vista pelos usuários do SGBD \u2013 programadores e aplicações) é a 
capacidade de se alterar o esquema lógico sem reescrever os programas da 
aplicação. Deve-se ressaltar que em alguns casos é necessária somente a 
recompilação da aplicação. 
Gabarito: letra A. 
 
43. (ESAF/2005/AFRF) O modelo relacional refere-se à visualização física 
e não lógica dos dados. Está relacionado ao nível conceitual interno. A 
teoria relacional não diz nada sobre o nível externo, preocupa-se somente 
com o armazenamento e manipulação dos dados executados pelo SGBD. 
 
Comentários 
A modelagem relacional busca a descrição da organização das estruturas, 
normalmente representadas em formato de tabelas, que se relacionam por 
atributos. 
Gabarito: item errado. 
 
44. (ESAF/2005/AFRF) Chaves estrangeiras são os elos de ligação entre 
as tabelas. Uma coluna definida como chave estrangeira deve ser chave 
primária em outra tabela. 
 
Comentários 
A chave estrangeira permite a implementação de relacionamentos em um 
banco de dados relacional. 
 
Gabarito: item correto. 
 
45. (FGV/Fiscal de Rendas/ICMS-RJ/2008) No funcionamento de um 
sistema de gerenciamento de banco de dados, uma situação de falha ocorre 
quando dois usuários tentam alterar, simultaneamente, um mesmo registro. 
Por exemplo, no caso de dois clientes de uma empresa de cartões de 
crédito tentarem realizar, num dado instante, a liquidação de um mesmo 
boleto da mesma fatura, um deles receberá uma mensagem de falha. 
A situação descrita é conhecida por: 
(A) Multlock. 
(B) Crashing. 
(C) Overlock. 
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(D) Locking. 
(E) Deadlock. 
 
Comentários 
O deadlock ocorre com um conjunto de processos e recursos em que um ou 
mais processos desse conjunto está aguardando a liberação de um recurso por 
um outro processo que, por sua vez, aguarda a liberação de outro recurso 
alocado ou dependente do primeiro processo. Um processo, portanto, está em 
deadlock quando deixa de responder porque está esperando por um evento 
que nunca ocorrerá. 
Quando um sistema de banco de dados está acessando um registro qualquer 
esse registro fica "bloqueado" (locked) para acesso dos demais 
usuários/processos que dele precisam. Nesse caso, o processo/usuário que 
tentar acessar um registro depois de ele ter sido travado vai receber a 
mensagem de que não é possível manipular aquele registro em si... O termo 
certo, portanto, nessa questão seria Locking (Bloqueio)! 
Gabarito Oficial: letra E, mas o correto é a letra D. 
 
46. (ESAF/2008/STN/Desenvolvimento de Sistemas) SBGD (Sistema 
Gerenciador