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DIREITO CIVIL - OBRIGAÇÕES - 1BIM - DO CONCEITO A FACULTATIVAS

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sujeito.
ERRO
OF -> o erro sobre a pessoa acarreta NULIDADE
OD-> não se verifica
A obrigação de dar recebe completa execução com a entrega do objeto, já a de fazer resolve-se em caso de inadimplemento.
A astreinte (multa pecuniária) só serve nas obrigações de fazer (ou não fazer) -> incentivar o devedor a cumprir a obrigação.
ESPÉCIES DAS OBRIGAÇÕES DE FAZER 
- DE NATUREZA INFUNGÍVEL
Só pode ser executada pelo próprio devedor. A pessoa do devedor é fator essencial, pois o credor pode exigir que a prestação avençada seja fornecida por ele, visto que celebrou o negócio, em atenção aos seus requisitos pessoal
ART 247 – prestação executada apenas pelo devedor.
- FUNGÍVEL
Ato que pode ser realizado pelo devedor ou por terceiro. São fungíveis as prestações que não requerem para execução aptidões pessoais, além dos requisitos comuns.
CONSEQUENCIA DO INADIMPLEMENTO DA OBRIGAÇÃO DE FAZER
Se a prestação do fato se impossibilitar sem culpa do devedor RESOLVER-SE-A a obrigação, CC 248 e as partes serão reconvencidas ao estado em que se encontravam, havendo devolução daquilo que por ventura tenha recebido.
Entretanto se se impossibilito por culpa do devedor, RESPONDERÁ POR PERDAS E DANOS,
Caso em que obrigado poderia ter cumprido o seu dever, mas não fez por que não lhe é conveniente => ninguém será obrigado a realizar, mas deverá indenizar por perdas e danos.
Se for fungível, o credor pode executar o ato através de terceiro a custa do devedor
Em caso de urgência, poderá o credor executar ou mandar executar o ato, pleiteando depois, contra o devedor inadimplemente, o ressarcimento das despesas
OBRIGAÇÕES DE NÃO FAZER
É aquela em que o devedor assume o compromisso de SE ABSTER DE ALGUM que poderia praticar livremente se não tivesse se obrigado a atender o interesse jurídico do credor.
Obrigação negativa:
Ex: Proprietário que se obriga com o vizinho para não lhe impedir a passagem – art 287.
Descumprimento dá se em:
- Pela indisponibilidade da abstenção do fato, sem culpa do devedor, que se obrigou a não praticá-lo. Havendo força maior ou caso fortuito, resolver-se-a a obrigação , exonerando o devedor.
- Pela inexecução culposa do devedor, ao realizar por negligência ou por interesse, ato que não poderia, caso em que o credor, CC art 251, pode exigir dele que o desfaça -> pode obter ressarcimento das perdas e danos.
Todavia na hipótese da haver urgência, o credor pode desfazer ou mandar desfazer independente de prévia autorização judicial. -
> DEVEDOR DEVE RESSARCIR O DISPENDIDO 
OBRIGAÇOES RELATIVAS AO MODO DE EXECUÇÃO
OBRIGAÇÃO SIMPLES -> é aquela cuja a prestação recai sobre uma coisa (certa ou incerta) ou um ato (fazer ou não fazer)
-Único efeito
-Obrigação cumulativa -> relação obrigacional múltipla por conter duas ou mais prestações
- Deve- se realizar totalmente, o credor NÃO É OBRIGADO a receber uma sem a outra e nem o credor a pagar em partes.
-> satisfazer as várias obrigações como se fossem uma só.
OBRIGAÇÃO ALTERNATIVA -> é aquela que contém duas ou mais prestações com objetos distintos, da qual o devedor se libera com cumprimento de uma só delas
Caracteriza-se por:
- haver dualidade ou multiplicidade de prestações
- operar a exoneração do devedor pela satisfação de uma única prestação
-obrigação única.
 - concentração do débito na obrigação alternativa:
Escolha – elemento constitutivo
Ato de escolha – CONCENTRAÇÃO
Dá a liberdade das partes convencionarem que escolheram -> pode até ser feita por terceiro.
Há permissão legal para a variação da concentração nas prestações periódicas.
- consequências da inexequibilidade: 
- Impossibilidade por perecimento ocasionado por força maior ou caso fortuido -> uma só -> passa a valer a outra. Todas as prestações perecem sem culpa > extingue-se a obrigação. Contudo, só haverá exoneração se o devedor não estiver em mora.
-Inexequibilidade por culpa do devedor. 
O credor poderá exigir ou a prestação subsistente ou o valor da outra, com perdas e danos (CC, art 255) -> quando a escolha lhe compete.
A CONCENTRAÇÃO cabe a outra -> quando compete ao devedor
Se por culpa do devedor não puder cumprir nenhuma das prestações, ficará obrigado a pagar o valor da última que se impossibilitou + perdas e danos (art 254)
- Perecimento por culpa do credor -> devedor fica liberado da obrigação
-Impossibilidade da primeira prestação por caso fortuido e força maior e da segunda por culpa do devedor ou vice-versa (art 253 e 234, 2ª parte)
Responde o devedor em relação ao restante que se impossibilitou por sua culpa, pelo equivalente + perdas e danos.
Em relação a culpa do credor...
Concentra-se na outra parte. Impossibilitada as duas - > exonera-se o devedor
Inexequibilidade de uma prestação por culpa do devedor e da outra por culpa do credor -> exonerado está o devedor
OBRIGAÇÕES FACULTATIVAS
Não está prevista no código
- Se trata de uma substituição e não uma possibilidade de escolha.
- Só se deve uma prestação 
- Não confundir com dação em pagamento ou cláusula penal.
 
Direitos Não Patrimoniais -> concernentes a pessoa humana
Reais -> INTEGRAM O DIREITO DA COISA.
Obrigacionais -> O DIREITO DAS OBRIGAÇÕES.
Direito Patrimoniais
Exigir a prestação
DÉBITO -> Dever do devedor- satisfazer pontualmente a obrigação, horando seu compromissos.
RESPONSABILIDADE => confere ao credor o direito de exigir judicialmente o cumprimento da obrigação.

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