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5.1 fundamentos de enfermagem

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seguir a seguinte 
ordem: colocar o termômetro, verificar o pulso, contar a respiração, 
mensurar a pressão arterial, retirar o termômetro e registrar os valores 
aferidos no plano assistencial de enfermagem. Correta. 
(E) Para a aferição da pressão arterial de adultos e crianças, pode-se 
utilizar um único manguito. Incorreta deve-se utilizar manguitos de 
acordo com a circunferência do braço para se obterem valores corretos. 
 
Gabarito: D 
 
Pressão Arterial 
A pressão arterial avalia a situação de saúde de uma pessoa resulta 
da tensão que o sangue exerce sobre as paredes das artérias, depende do 
débito cardíaco relacionado à capacidade do coração impulsionar sangue 
para as artérias do volume de sangue circulante, da resistência vascular 
periférica, determinada pelo lúmen (calibre), elasticidade dos vasos e 
viscosidade sangüínea, traduzindo uma força oposta ao fluxo sangüíneo, 
da viscosidade do sangue, que significa, em outros termos, sua 
consistência resultante das proteínas e células sangüíneas. 
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O controle compreende a verificação da pressão máxima ou sistólica 
e da pressão mínima ou diastólica, registrada em forma de fração ou 
usando-se a letra x entre a máxima e a mínima (120/70mmHg ou 
120x70mmHg). 
Para um resultado preciso, é ideal que, antes da verificação, o 
indivíduo esteja em repouso por 10 minutos ou isento de fatores 
estimulantes (frio, tensão, uso de álcool, fumo). 
Hipertensão arterial é o termo usado para indicar pressão arterial 
acima da normal. Hipotensão arterial para indicar pressão arterial 
abaixo da normal. Pressão arterial que se encontra normal, dizemos que 
está normotensa. 
A pressão sangüínea geralmente é mais baixa durante o sono e ao 
despertar. A ingestão de alimentos, exercícios, dor e emoções como 
medo, ansiedade, raiva e estresse aumentam a pressão arterial. 
 Geralmente, a verificação é feita nos braços, sobre a artéria 
braquial. A pressão arterial varia ao longo do ciclo vital, aumentando 
conforme a idade. Crianças de quatro anos podem ter pressão em torno 
de 85/ 60mmHg; aos 10 anos, 100/65mmHg. Nos adultos, são 
considerados normais os parâmetros com pressão sistólica variando de 90 
a 140mmHg e pressão diastólica de 60 a 90mmHg. 
 
Fonte: http://www.jped.com.br Fonte:dab/docs/portaldab/publicacoes/caderno_37.pdf 
 
A medida da pressão arterial deve ser realizada, preferencialmente, 
na posição sentada, de acordo com a técnica descrita a seguir: 
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x Explicar o procedimento ao paciente deixa- lo em repouso de 5 a 
10minutos, bexiga vazia, verificar se a pessoa não ingeriu bebidas 
alcoólicas, café, alimentos, ou fumou até 30 minutos antes da medida. 
x Localizar a artéria braquial por palpação. 
x Colocar o manguito firmemente cerca de 2 cm a 3 cm acima da fossa 
antecubital, centralizando a bolsa de borracha sobre a artéria braquial, a 
largura da bolsa de borracha do manguito deve corresponder a 40% da 
circunferência do braço e seu comprimento, envolver pelo menos 80% do 
braço. Assim, a largura do manguito a ser utilizado estará na 
dependência da circunferência do braço do paciente. 
x Manter o braço da pessoa na altura do coração. 
x Posicionar os olhos no mesmo nível da coluna de mercúrio ou do 
mostrador do manômetro aneróide. 
x Palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, 
para a estimativa do nível da pressão sistólica, desinflar rapidamente e 
aguardar de 15 a 30 segundos antes de inflar novamente. 
x Colocar o estetoscópio nos ouvidos, com a curvatura voltada para 
frente. 
x Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria 
braquial, na fossa antecubital, evitando compressão excessiva. 
x Solicitar ao paciente que não fale durante o procedimento de medição. 
x Inflar rapidamente, de 10 mmHg em 10 mmHg, até o nível estimado 
da pressão arterial. 
x Proceder à deflação, com velocidade constante inicial de 2 mmHg a 4 
mmHg por segundo, evitando congestão venosa e desconforto para o 
paciente. 
x Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do 
primeiro som (fase I de Korotkoff), que se intensifica com o aumento da 
velocidade de deflação. 
x Determinar a pressão diastólica no desaparecimento do som (fase V de 
Korotkoff), exceto em condições especiais. Auscultar cerca de 20 mmHg 
a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e 
depois proceder à deflação rápida e completa. Quando os batimentos 
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persistirem até o nível zero, determinar a pressão diastólica no 
abafamento dos sons (fase IV de Korotkoff). 
x Registrar os valores das pressões sistólica e diastólica, 
complementando com a posição da pessoa, o tamanho do manguito e o 
braço em que foi feita a mensuração; 
x O paciente deve ser informado sobre os valores da pressão arterial e a 
possível necessidade de acompanhamento. 
- Classificação da pressão arterial de acordo com a medida casual 
no consultório (> 18 anos) 
Classificação Pressão sistólica 
(mmHg) 
Pressão diastólica 
(mmHg) 
Ótima < 120 < 80 
Normal < 130 < 85 
Limítrofe 130±139 85±89 
Hipertensão estágio 1 140±159 90±99 
Hipertensão estágio 2 160±179 100±109 
Hipertensão estágio 3 •���� •���� 
Hipertensão sistólica 
isolada 
•����� < 90 
*Quando as pressões sistólica e diastólica situam-se em categorias diferentes, a maior 
deve ser utilizada para classificação da pressão arterial. (VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão) 
 
6-PREF. JABOATÃO DOS GUARARAPES/PE/AOCP/ ENFERMEIRO/2015 
 De acordo com os valores pressóricos obtidos durante a consulta de 
enfermagem, é possível classificar a pressão arterial (PA) em 
normotensão, PA limítrofe e hipertensão arterial sistêmica. Paciente 
masculino, durante sua consulta, apresentou PA de 130/85 mmHg. Dessa 
forma, sua PA pode ser considerada 
(A) normal. 
(B) ótima. 
(C) limítrofe. 
(D) hipertensão grave. 
(E) hipertensão leve 
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Comentários: Conforme quadro acima citado a pressão arterial descrita 
é limítrofe. 
Gabarito: C 
 
7-CHS/CETRO/ENFERMEIRO/2014 
 
Segundo POTTER (2010), os sinais vitais fazem parte da base científica 
para a prática da enfermagem. As medidas de frequência respiratória e 
saturação de O2, pulso, pressão arterial e temperatura são consideradas, 
pelos trabalhadores de saúde, parâmetro inicial, constituindo o cerne da 
resolução de diversos problemas clínicos. Entretanto, podem ocorrer 
resultados inesperados durante a medição desses sinais, como imperícia 
no procedimento, aparelhos com defeito ou associação com alguma 
patologia. Nesse caso, assinale a alternativa que apresenta a intervenção 
incorreta quando em uma medição dos sinais vitais for identificado um 
resultado inesperado. 
 
(A) Avaliar a possibilidade de infecção localizada e dados relacionados 
sugerindo uma infecção sistêmica.