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ANATOMIA -  XILEMA

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do câmbio;
Radiais têm origem nas células iniciais 
radiais do câmbio;
Essas podem ocorrem células vivas e 
células mortas; 
Proporção e arranjo de células variam 
de acordo com a espécie. 
Para observação anatômica 
3 tipos de planos para seccionar 
a madeira:
Transversal;
Longitudinal tangencial;
Longitudinal radial;
Anéis de crescimento 
Decorrentes de atividade 
periódica do câmbio; 
Em períodos de temperaturas mais 
baixas o câmbio cessa sua 
atividade;
Quando retorna a atividade deixa 
um sinal.
Anéis de crescimento 
Atividade cambial no decorrer de 
um ano é denominada de anel 
anual de crescimento; 
É possível avaliar a idade através 
destes anéis; 
 
Fatores endógenos da planta. 
 
Anéis de crescimento 
Períodos prolongados de chuva ou 
seca, formação de 2 anéis em um 
ano; 
Inviabiliza a utilização deste 
parâmetro de idade nos trópicos; 
lenho inicial e Lenho tardio. 
Cerne e alburno 
Alburno (xilema secundário) são células de 
transporte de água que quando estão 
inativas formam o cerne 
Óleos , resinas, gomas e ou compostos 
fenólicos (cor e durabilidade).
Morte de protoplasto
Inclusões minerais do xilema secundário
São formados por cristais, principalmente de 
oxalato de cálcio, podendo ser encontrados nas 
células do parênquima axial, nos raios e também nas 
fibras.
Os cristais também podem ser encontrados 
formando cadeias - séries cristalíferas.
Inclusões minerais do xilema secundário
Estruturas como a sílica também podem ser 
observadas nos raios, no parênquima axial e nas 
fibras em forma de partículas, grãos e 
também em agregados, podendo estar junto a 
parede celular.
Estruturas secretoras
A secreção também pode estar 
relacionada à eliminação ou 
armazenamento de produtos finais de 
metabolismo ou de substâncias protetoras. 
Eliminam substâncias que atraem animais.
Estruturas secretoras
Células oleíferas, são encontradas nos 
parênquimas radias ou nos axias, também pode ser 
encontradas entre as fibras. São encontradas nas 
eudicotiledôneas lenhosas.
Estruturas secretoras
Canais intercelulares axiais, canais intercelulares de origem 
traumática. São ductos tubulares, circundados por células epiteliais 
que geralmente secretam resina;
Laticíferos ou taniníferos. Os laticíferos podem estender-se nas 
regiões radial e axial, penetrando entre as fibras.
Lenho estratificado
Quando os elementos celulares do 
xilema secundário se dispõe 
regularmente em séries horizontais e 
paralelas, constituem o lenho 
estratificado.
Lenho Gimno e Angio
❖ Vasos ausentes;
❖ Fibras ausentes;
❖ Parênquima axial 
ausente.
Gimnosperma
❖ Traqueídes presentes;
❖ Arranjo Linear das Traqueídes;
❖ Raios Predominantemente 
unisseriados;
Lenho Gimno e Angio
❖ Arranjos variados de vasos, 
parênquima axial e fibras;
❖ Parênquima axial em diversos 
arranjos.
Angiosperma
❖ Traqueídes às vezes 
presentes;
❖ Raios de várias larguras;
❖ Fibras presentes;
Lenho de reação - Tração
Aumento da atividade cambial na 
região, aumentando o número de 
anéis de crescimento.
Lenho de reação - Compressão
Aumento da atividade cambial na 
região, aumentando o número de 
anéis de crescimento.
Fatores de limitação - X. 2°
➢ Características genéticas;
➢ Variabilidades externas;
➢ Variabilidades internas.
❖ Inundação;
❖ Seca;
❖ Latitude e longitude;
❖ Estrutura do solo;
❖ Poluição.
Referências
ARBO, M., M., Tejidos conductores o Vasculares, 2013. Disponível em: 
<http://www.biologia.edu.ar/botanica/tema15/15-5vasos.htm>. Acesso em: 30 de Abril de 2018.
CASTRO, N., Tecidos vasculares: Xilema e floema, 2005. Disponível em: 
<http://katyabotanica.blogspot.com.br/2015/06/tecidos-vasculares-xilemae-floema.html>. Acesso 
em: 28 de Abril de 2018.
CASTRO, N., M., Xilema. Disponível em: 
<http://www.anatomiavegetal.ib.ufu.br/exercicios-html/Xilema.htm>. Acesso em: 28 de Abril de 
2018.
Referências
COSTA, C., G., et al. Xilema, Cap. 5. Anatomia Vegetal. 3 edição. Viçosa - MG: Ed. UFV, 2012. 
páginas de 124 a 146.
ESAU, K., Anatomia de plantas com sementes. Tradução: Berta Lange - São Paulo: Blucher, 
1974. 293 pag.
SIARI, C., N., Tejido vascular: xilema y floema, Novembro de 2012. Disponível 
em:<http://fisiolvegetal.blogspot.com.br/2012/09/tejido-vascular-xilema-y-floema.html>. Acesso 
em: 29 de Abril de 2018.

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