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EMPREENDEDORISMO REVISÃO

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EMPREENDEDORISMO
PROF. Adm. Esp. Ingrid da Mota
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HISTÓRIA DO EMPREENDEDORISMO
Conceituar o empreendedorismo parece tarefa simples, mas não há um consenso entre os pesquisadores sobre este conceito, tampouco a sua primeira utilização. Hoje você certamente ouve falar muito sobre empreendedorismo, o quanto é importante esta ação e o quão importante é o empreendedor para a melhoria da situação econômica e financeira do nosso país. 
Prof. ADM. ESP. Ingrid da Mota
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EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO EMPREENDEDORISMO
Segundo Hashimoto (2006), em 1755, Richard Cantillon utilizou o termo para explicar o risco de comprar algo em um determinado preço e procurar vendê-lo sem a certeza do êxito. 
Em 1803, Jean-Baptiste Say, segundo Hashimoto (2006), ampliou essa definição afirmando que o empreendedorismo estava relacionado àquela pessoa que transferia recursos econômicos de um setor de baixa produtividade para um setor de alta produtividade e maior rendimento. 
Corroborando com isto, Farah et al. (2013, p. 1) apontam que Say denominava empreendedorismo a pessoa que era remunerada pelo lucro com uma definição centrada nos negócios, definia então o empreendedor como “o indivíduo que recombina capital, recursos físicos e mão de obra de alguma maneira original ou inovadora”. Ficando convencionado o empreendedor como aquele que abria seu negócio. 
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INTRAEMPREENDEDOR
O termo intraempreendedor, segundo Hashimoto (2006), foi cunhado por Gifford Pinchot III, em 1978, e representava aquele que empreendia dentro da organização, que assumia responsabilidade de promover inovação dentro da empresa, indiferentemente de tempo, tipo e lugar. 
Podemos concluir que o intraempreendedor é qualquer pessoa, dentro da empresa, que utiliza seu talento para criar e conduzir projeto de caráter empreendedor no interior da organização. Esse intraempreendedor, quando inicia um projeto, trata-o como se fosse dele, como se fosse o seu próprio negócio, e busca se autogerenciar. Ele, então, ainda segundo Hashimoto (2006), é um sonhador que realiza, arregaça as mangas e faz uma ideia acontecer.
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A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO
Antes de planejar formalmente o nosso Plano de Negócios, ou seja, coloca-lo no papel, existe uma etapa preliminar que é a concepção do negócio. Esta etapa consiste em diversos questionamentos que devemos fazer para descobrir o que realmente queremos, se o nosso negócio é efetivamente uma oportunidade e se os prós e contras do negócio compensam o esforço. 
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CONCEPÇÃO DO NOVO NEGÓCIO: IDEIAS x OPORTUNIDADES
É importante ressaltar que uma ideia de negócio não é necessariamente uma oportunidade. Para saber se a ideia ou sonho de negócio que temos é, de fato, uma oportunidade, precisamos avaliar alguns fatores, por exemplo, o mercado em que se está inserido, o potencial dos produtos/serviços que desejamos ofertar, o público-alvo, entre outros. Falaremos um pouco adiante sobre pesquisa de mercado, o que nos ajudará nessas análises.
É evidente que, quanto mais ideias nós temos, maior será a chance de encontrarmos alguma oportunidade de mercado. Para que tenhamos mais ideias, uma das formas é desenvolver a nossa criatividade, que é um processo de desenvolvimento de novas ideias ou o ato de pensar algo novo.
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O QUE É PLANEJAMENTO?
 As organizações são afetadas por variáveis econômicas, políticas, tecnológicas, ecológicas, sociais, legais e demográficas, que influenciam diretamente nas estratégias a serem adotadas e no resultado final. Aliando estes fatores à globalização, internacionalizações, rápida difusão do conhecimento e das informações, há o desenho de um cenário bastante complexo no qual as empresas operam atualmente, pois todos estes fatores induzem a novos hábitos de consumo. E esta complexidade é o que faz do planejamento uma ferramenta indispensável para quem deseja abrir um novo negócio, investir num já existente, lançar um novo produto ou serviço e ter sucesso. Portanto, fica evidente que a pessoa que deseja ser empreendedora deve saber, antes de qualquer coisa, o que é e como se faz um planejamento.
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O CONCEITO DE PLANO DE NEGÓCIOS
O Plano de Negócios é a ferramenta que permite planejar em detalhes o novo negócio antes de colocá-lo em prática. Complementando este raciocínio, Dornelas (2012, p. 97) conceitua o Plano de Negócios como uma ferramenta de gestão "que pode e deve ser usada por todo e qualquer empreendedor que queira transformar seu sonho em realidade, seguindo o caminho lógico e racional que se espera de um bom administrador". Para Dolabela (2008, p. 244), o Plano de Negócios:
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COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS
A ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIOS:
Existem diversas estruturas para um Plano de Negócios, não existe rigidez no roteiro. Se você procurar na literatura, cada autor apresentará diferentes maneiras de detalhar o plano. A estrutura que aqui apresentaremos é um compilado de quatro fontes: Dolabela (2018), Dornelas (2012), Chiavenato (2012) e SEBRAE (2013). Lembre-se de que o detalhamento de cada estrutura irá depender do público-alvo do seu Plano de Negócios. 
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SUMÁRIO EXECUTIVO
O conteúdo do Sumário Executivo deve ser apresentado em forma de texto corrido, sem subseções, da maneira mais lógica possível. Deve abranger as seguintes informações:
• Dados do empreendimento: Nome fantasia, razão social, endereço, forma jurídica, enquadramento tributário, visão, missão e valores.
• Visão geral do negócio: breve resumo de cada um dos itens descritos no Plano de Negócios.
• Dados dos empreendedores: breve currículo dos idealizadores do negócio, apresentando a formação, cursos específicos, experiência profissional e atribuições.
• Recursos: descrever quanto dinheiro é necessário para a abertura do negócio, como se dará o retorno do investimento e onde pretende conseguir os recursos necessários.
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SWOT
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PLANO OPERACIONAL
 Arranjo físico ou layout: com o desenho do layout do seu negócio, você poderá verificar como será a distribuição das áreas da sua empresa, bem como visualizar a disposição de móveis, equipamentos, máquinas etc. e ter uma melhor ideia do espaço disponível. Se possível, peça ajuda a um profissional para esta etapa. Veja na figura a seguir um modelo de layout.
Necessidade de pessoal: faça uma projeção da mão de obra necessária para o funcionamento do seu negócio. Aqui se incluem os sócios e todas as demais pessoas a serem contratadas. 
Prof. ADM. ESP. Ingrid da Mota
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MARCAS E PATENTES, EMPREENDEDORISMO INDIVIDUAL, MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
MARCA E PATENTES: Criado em 1970, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual para a indústria (INPI, 2017).
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MARCAS E PATENTES, EMPREENDEDORISMO INDIVIDUAL, MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
 MARCA: A marca é uma simbolização de uma instituição, é uma representação de uma organização que permita relacionar a uma entidade, podendo se apresentar através de uma palavra, símbolo, ícone.
Segundo INPI (2017), marca é um sinal que se distingue dos demais, que remete visualmente a uma instituição, distinguindo produtos e serviços, apresentando-se como um certificado de confiança dos produtos e serviços de certa instituição, servindo de padronização e especificação técnica para que os clientes relacionem a organização a seus produtos e serviços ofertados.
O registro de uma marca funciona como uma proteção ao proprietário. Servindo de garantia ao proprietário da marca o direto de usufruir exclusivamente de seu slogan.