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Resposta Imune Inata, Adaptativa e Imunização

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Resposta Imune 
Inata, Adaptativa e 
Imunização
MSC LUCILLA OLIVEIRA
2018
Defesa Imune
2
Inespecífica Específica
Imunidade Inata Imunidade Adaptativa
Celular Humoral
Linfócitos 
B
Linfócitos 
T
Células 
de 
memória
Plasmócitos
Células T 
citotóxica 
(CD8)
Células T 
auxiliares 
(CD4)
Neutrófilos Monócitos Células Dendríticas
Macrófagos
A Resposta Imune
3
Abbas et al, 2012
Imunidade Inata
4
Funções
Resposta inicial a micro-organismos.
Reparo tecidual.
Estimula as respostas imunológicas adaptativas.
5
Reconhecimento de micro-organismos e estruturas orgânicas
PAMP DAMP
HMGB1HSP
Cristais
Padrões Moleculares Associados a Patógenos Padrões Moleculares Associados a Danos
6
Receptores de Reconhecimento de Padrões - PRR
VALLÉS, Patricia G. et al. Acute kidney injury: what part do toll-like receptors play?. International 
journal of nephrology and renovascular disease, v. 7, p. 241, 2014.
Os receptores de reconhecimento de 
padrões são associados a vias 
intracelulares de transdução de sinal 
que ativam diversas respostas 
celulares.
7Onde estão localizados esses receptores?
Receptores Semelhantes a Toll (TLR)
8
NF-KB IRFs
Proteínas adaptadoras
Expressão de genes 
inflamatórios.
Expressão de genes do 
Interferon tipo I.
Inflamação aguda
Estimulação de Imunidade 
Adaptativa Estado Antiviral
Receptores Citosólicos
9
Receptores Semelhantes a NOD 
(NLR)
Receptores Semelhantes a RIG 
(RLR)
NOD1/NOD2
NLRP →inflamassomo
Ácido Nucleicos de Vírus
Os Inflamassomos
10
Os Inflamassomos e doenças 
inflamatórias
11
Gota – deposição 
de cristais de ácido 
úrico.
Obesidade → Sindrome 
metabólica. Deposição 
de lipídeos. DM?
Deposição de cristais de 
colesterol. Inflamação na 
aterosclerose?
Deposição anormal de 
proteínas. “Alzheimer?”
Outros Receptores
12
Receptores de carboidratos
• Receptor de manose
• Dectinas
Receptores Scavenger
Receptores N-Formil Met-leu-Phe
Imunidade Inata
13
Resposta Inflamatória
Estimulação da Imunidade Adaptativa
14
Células T: moléculas 
coestimuladoras induzidas em 
APCs por produtos microbianos 
durante a resposta imune inata.
Células B: Ativação do sistema 
complemento
Resposta Imune 
Adaptativa
Características da Imunidade 
Adaptativa
15
Início da Resposta Imune Adaptativa
16
Início da Resposta Imune Adaptativa
17
Sítio de entrada de 
antígenos
Captura e Apresentação de Antígeno
18
Captura 
do 
antígeno 
pela DC
Ativação 
da DC
Migração 
da DC
Apresentação 
do antígeno
Como reconhecer os Antígenos?
19
Células T reconhecem os antígenos livres?
Moléculas de MHC exibem 
peptídeos derivados de antígenos 
Células T reconhecem antígenos 
proteicos associados a células
Ativação de Linfócitos
20
Diferenciação de Linfócitos T CD4+
21
Resposta Mediada 
por Células
Secreção de citocinas
Estímulo de fagócitos 
22
23
24
Linfócitos T Citotóxicos (T CD8+)
Microrganismos que infectam e se replicam no 
citoplasma das células
• Resposta mediada por linfócitos T CD8+:
• Linfócitos citotóxicos ou citolíticos (CLTs);
• Reconhecem antígenos microbianos ligados a MHC classe I; 
• Eliminam células infectadas e reservatórios da infecção.
Ex: Defesa contra vírus e outros parasitas 
intracelulares
25
Linfócitos T Citotóxicos (T CD8+)
Linfócitos T citotóxicos 
(CTLs) efetores
Grânulos 
citoplasmáticos 
(perforinas e granzinas)
Destruição de células infectadas ou 
tumorais por formação de poros na MP 
e indução de apoptose.
Imunidade Adaptativa Mediada por 
Celulas 
26
CONCLUSÃO DA RESPOSTA
• Eliminação do antígeno e declínio da resposta de células T:
• Suspensão de estímulos de sobrevivência (citocinas e 
co-estimuladores);
• Morte de células T ativadas por apoptose;
• Retorno ao estado de repouso ou homeostasia.
Imunidade Adaptativa Mediada por 
Celulas 
27
Resistência de microrganismos 
patogênicos
CONCLUSÃO DA RESPOSTA
Imunidade Adaptativa
28
Resposta Humoral
Mediada por anticorpos 
secretados
Função fisiológica de defesa contra 
microrganismos extracelulares e 
toxinas microbianas.
Resposta Humoral
Produção de 
anticorpos
Exposição 
subsequente 
ao antígeno
INFECÇÃO
Primeira exposição 
ao antígeno
VACINAÇÃO
Ativação de 
linfócitos B naïve
Células produtoras 
de anticorpos
Células de 
memória
Reposta maior 
e mais rápida
Ativação de Células B
30
Troca de isotipo de cadeia pesada de 
Ig
31
Funções efetoras dos Anticorpos
32
Funções mediadas por 
diferentes isotipos de 
anticorpos
Imunidade Neonatal
33
IgG atravessa o epitélio 
intestinal atingindo a 
circulação do RN
IgG materna
Transportada pela 
placenta
Transporte mediado pelo 
receptor FcRn que se liga 
aos anticorpos
 Secretada no leite
Ingestão pelo RN
IgG e IgA neutralizam 
organismos patogênicos que 
tentam colonizar o TGI do 
bebê
IgA materna
Imunidade
34
RELEMBRANDO...
Imunização
35
Vacinação
Um pouco de história...
1786
Século 
XX
Varíola
1000 ac
China
Vacinas
36
Estimula respostas imunológicas protetoras do hospedeiro para 
combater o patógeno invasor. 
São eficazes se o agente infeccioso não estabelecer latência, 
variação antigênica e não interferir na resposta imunológica do 
hospedeiro.
As melhores vacinas são aquelas que estimulam o 
desenvolvimento de plasmócitos de vida longa, produtores de 
anticorpos de alta afinidade, assim como de células B de 
memória.
Vacinação
47
Perspectivas em Vacinas
38
Mecanismo de Ação
39
Adjuvantes
40
Qualquer substância que 
quando adicionada a uma 
formulação vacinal, aumenta 
sua imunogenicidade.
Tipos de adjuvantes:
• Imunoestimulatórios
• Particulados (sais 
minerais, partículas 
lipídicas, micropartículas) 
• Mucosa 
41
Obrigada
42
Dúvidas?
Email: lucilla.s.oliveira@gmail.com