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O USO DO MASP (MÉTODO DE ANALISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS) PARA CONSTANTE CAVITAÇÃO EM UMA BOMBA CENTRÍFUGA

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Alunos : 
Gabriel Lins , 
João Soares, 
Leomário Gomes ,
Marcelo Teixeira e 
Milon Ferraz
Turma : 6842
O USO DO MASP (MÉTODO DE ANALISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS) PARA CONSTANTE CAVITAÇÃO EM UMA BOMBA CENTRÍFUGA
Salvador , 2016
Sumário
Passos da etapa 1 - Identificação do problema.............................................................................. 3
Passos da Etapa 2 - Observação.................................................................................................... 4
Passos da Etapa 3 - Análise........................................................................................................... 5
	3.1 – Brainstorm ................................................................................................... 5
	3.2 – Ishikawa (descarte) ..................................................................................... 6
 3.3 – Uso dos porquês .......................................................................................... 6
Passos da Etapa 4 - Plano de Ação................................................................................................ 7
 4.1 - 5W2H......................................................................................................... 7
 Passos da Etapa 5 - Ação.............................................................................................................. 8
 Passos da Etapa 6 - Verificação.................................................................................................... 9
 Passos da Etapa 7 - Padronização............................................................................................... 10
 Passos da Etapa 8 - Conclusão................................................................................................... 11
Fontes ......................................................................................................................................... 12
Etapa 1 - Identificação do problema
A identificação do problema é a primeira etapa do MASP. Tornando-se assim o primeiro passo para a solução do problema. É necessário que seja feita de forma criteriosa, pois isso irá ajudar no desenvolvimento das outras etapas. 
No nosso caso, foi dada o problema para ser solucionado.
Etapa 2 – Observação
A observação do problema é a segunda etapa do MASP, consiste em observar as condições em que o problema ocorre e as características do mesmo. Tendo como principal ponto a coleta de informações que podem ser úteis para direcionar um processo de análise que será feito na etapa seguinte. A cavitação é um fenômeno físico que ocorre no interior das bombas de deslocamento hidráulico de fluidos quando a quantidade de liquido requerida for insuficiente a disponível no sistema. A ocorrência da formação de bolhas pela redução da pressão do líquido ao ponto da pressão de vapor, afeta tanto o rotor quanto a carcaça, pois essas bolhas tendem a se chocar contra a superfície desses corpos a uma zona de pressão muito alta, maximizando o impacto dessas bolhas ao ponto de causarem trincas e rachaduras, na maioria das vezes irreversíveis. No caso da cavitação, a vibração interna e os ruídos a denunciam.
A pesquisa referente ao tema foi feita em livros e com pessoas que trabalham ou já trabalharam na área industrial e já tiveram que lidar com esse problema. As causas desse problema podem ser observadas na próxima etapa do PDCA.
Etapa 3 – Análise
Esta é a etapa em que serão determinadas as principais causas do problema. Se não forem identificadas as causas, provavelmente serão perdidos tempo e dinheiro em várias tentativas de solução que não darão resultado. Dessa forma, podemos dizer que essa é a mais importante etapa do processo de solução de problemas. Os passos dessa etapa são:
A partir das analises feitas, pudemos listar algumas possíveis causas do problema:
Dado o passo inicial de como se posicionar diante da análise de caso, poderemos dessa maneira realizar o brainstorming com ideias das mais variadas que possivelmente nos ajudarão a encontrar a causa raiz do problema.
Dimensionamento incorreto da tubulação de sucção por falhas no projeto;
Reservatórios despressurizados;
Válvula de descarga parcialmente fechada;
Excessiva rotação da bomba;
Após isso, selecionamos as ideias que estão mais condizentes com o caso em questão para entrarmos em um estudo mais detalhado, buscando respostas mais objetivas. Para isso, utilizaremos o diagrama de causa-efeito de Ishikawa.
Partindo dessas causas e seus efeitos, nos aprofundaremos em apenas um desses casos. É	 preciso analisá-las a fim de chegarmos o mais próximo possível da sua causa raiz. Isso porque, saber o porquê do problema não é somente saber a sua causa, mas também ter conhecimento de todo o seu contexto. Sendo assim, utilizaremos como ferramenta para a obtenção de respostas mais concretas acerta do problema o uso dos “porqûes”:
	Constante Cavitação em uma Bomba
	Por que? Falha na operação da bomba com ocorrência constante
	Por que? Líquido não evacua pela descarga de forma correta
	Por que? Válvula de descarga parcialmente fechada
	Por que? Falha humana de monitoramento e regulagem da válvula
	Por que? Monitoramento do rendimento na descarga ineficaz
Etapa 4 - Plano de Ação
Esta etapa consiste em definir estratégias para eliminar as verdadeiras causas do problema identificadas pela análise e então transformar essas estratégias em ação. Pois de nada adianta identifica o problema, identificar as causas e não agir a fim de saná-las. Assim, os passos dessa etapa estão mostrados a seguir:
O 5W1H é uma ferramenta essencial para que a execução seja bem feita:
	What? (O quê?) 
	Monitoramento da regulagem e performance da descarga da bomba
	Who? (Quem?)
	Gabriel Lins , João Soares, Leomário Gomes , Marcelo Teixeira e Milon Ferraz
	When? (Quando?)
	De acordo com as determinações do planejamento
	Where (Onde?)
	Na própria empresa
	Why? (Por que?)
	Para que não seja preciso intervenções imediatas com maiores danos a bomba, antevendo o pior
	How? (Como?)
	Executando com excelência o planejamento montado
Etapa 5 – Ação
 Na seqüência da elaboração do plano de ação, está o desenvolvimento das tarefas e atividades previstas no plano, ou seja, a parte da ação em si. Esta etapa do MASP se inicia na comunicação do plano com todas as pessoas envolvidas, abrangendo aqueles que manusearão o equipamento. Após isso, passa pela execução e termina com o acompanhamento dessas ações para verificar se sua execução foi feita de forma correta e conforme planejado. Os passos da etapa 5 estão representados na figura abaixo :
Durante essa etapa, após a divulgação do plano a todos os envolvidos, as reuniões e o treinamento das pessoas que irão executar a tarefa, é hora de executá-la. A execução deste plano teve um acompanhamento efetivo, através de reuniões periódicas bem estruturadas, de forma a se verificar o andamento e as dificuldades de cada ação do plano. Devido ao comprometimento de toda a equipe, as ações previstas tiveram um custo relativamente baixo, uma vez que os responsáveis procuraram formas de executá-las utilizando recursos internos da própria empresa, respeitando os requisitos das tarefas e o prazo estipulado.
Etapa 6 – Verificação
 É nesta etapa que se verifica se as expectativas foram satisfeitas. O monitoramento e medição da efetividade da solução implantada são essenciais por um período de tempo para que haja confiança na solução adotada. Os passos da etapa estão representados abaixo:
Realizando um comparativo entre o rendimento da bomba antes da intervenção e monitoramento de sua descarga pela equipe de planejamento,