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Resumo Trauma e Basicas

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e + 4 semanas VO
Monoterapia após resultado da cultura
Drenagem Cirúrgica
Tração ou Goteira
Prognóstico:
	tempo entre o início dos sintomas e tratamento
articulação afetada: quadril é pior
	existência de osteomielite associada
idade do paciente: lactentes têm pior prognóstico do que crianças mais velhas
Complicações
	Multifocal
Envolvimento articular
	Pioartrite crônica
Subluxação do quadril
	Necrose da cabeça do fêmur
Alta morbidade por destruição articular ou de placa de crescimento
Vias para Punção e Drenagem 
Quadril
Punção
Lateral
45o imediatamente inferior e anterior ao grande trocânter, avançando a agulha medial e proximalmente junto ao osso por 5-10 cm
Anterior
Palpar a artéria femoral na altura do ligamento inguinal
Inserir a agulha cerca de 2,5 cm lateral e distal a este ponto a 45o com a pele
Medial
Flexão e abdução da coxa
Agulha inferiormente ao tendão do adutor longo e com o auxílio da TV
Avançar a agulha em plano inferior ao da artéria femoral até tocar a cabeça ou colo femoral
Drenagem
Anterior: via preferida para criança pequena (reduz lesão vascular e risco de luxação pós-operatória)
Incisão oblíqua, 1 cm abaixo da EIAS
Exposição do sartório e tensor da fáscia lata
Identificação da borda lateral do reto femoral
Afastamento do reto medialmente
Exposição e incisão da cápsula
Posterior (Ober) 
Incisão oblíqua na linha do colo femoral, do trocanter maior até EIPS
Divulsão das fibras do glúteo máximo
Ligadura dos ramos dos vasos glúteo inferiores
Individualização dos rotadores externos
Identificação e incisão da cápsula na inserção pélvica para proteger vasos para a cabeça femoral
Lateral:
Incisão Longitudinal de 7,5 a 12,5 cm, paralela à borda anterior trocanter maior
Incisão do tensor da fáscia lata
Desinserção da porção anterior do vasto lateral
Afastamento dos abdutores
Incisão da cápsula articular
Medial:
Incisão de 7,5 a 12,5 cm na face medial da coxa
Exposição do grácil e adutor longo
Dissecção romba posterior ao adutor longo
Exposição e incisão da cápsula articular
Joelho
Punção de Joelho
Inserção da agulha na porção lateral do polo superior da patela à 45º
Avançar pelo retináculo lateral até articulação
Drenagem: 
Via posterior: deve ser evitada pelo risco de disseminação por planos profundos
Anterior
Incisões de 7,5 cm até 10 cm na porção medial e lateral do tendão patelar
Incisão da cápsula e sinóvia
Acesso póstero-medial e lateral (Henderson)
Joelho fletido, incisão de 7,5 cm na porção póstero-lateral, anterior à fíbula e tendão do bíceps
Proteger nervo fibular
Extensão da incisão pelo trato iliotibial e cápsula
incisão póstero-medial anterior aos tendões do semimembranoso e pata de ganso
Extensão da dissecção pela cápsula 
Incisão da cápsula posterior ao ligamento colateral medial
Acesso Póstero-Medial (Klein)
Bursa entre semimembranoso e cabeça medial do gastrocnêmio: comunicação com a cápsula
joelho fletido, incisão de 10 cm lateral ao tendão semimembranoso
Incisão da fáscia superficial e identificação dos músculos isquiotibiais
Identificar a bursa e expor a cápsula
Acesso Póstero-medial e lateral (Kelikian)
Incisão longitudinal posterior de 7,5 a 10 cm sobre o tendão do semimembranoso
Identificar intervalo do gastrocnêmio
Incisão no semimembranoso, abrindo janela articular com secção do corno posterior do menisco medial
Realizar mesmo procedimento com o bíceps na porção lateral
Tornozelo
Punção de Tornozelo
Edema dificulta encontro do ponto de flutuação
Inserção da agulha 2,5 cm proximal e 1,3 cm medial à extremidade do maléolo lateral 
Drenagem: 
Ântero-lateral:
Incisão de 5 a 7,5 cm sobre a articulação, cerca de 2 cm medial ao maléolo lateral
Dissecção lateral aos tendões extensores e fibular terceiro
Incisão da cápsula longitudinalmente
Póstero-lateral: melhor acesso
Pé mantido em dorsiflexão – alonga o compartimento posterior
Incisão 5 cm proximal à borda inferior do maléolo lateral, lateral ao aquiles, até o calcâneo
Identificar e proteger o nervo sural e veia safena parva lateralmente
Rebater tendões fibulares lateralmente
Incisão da cápsula proximal ao ligamento fíbulotalar anterior
Ântero-medial:
Incisão de 7,5 cm na porção anterior do tornozelo, medial à borda do tendão tibial anterior
Estender até a cápsula
Póstero-medial:
Incisão de 7,5 a 10 cm, medial e paralelo ao tendão de aquiles
Rebater o flexor longo do hálux e feixe neurovascular
Extensão da incisão até a cápsula
Ombro
Punção de Ombro
Anterior: ponto ½ entre o coracóide e superfície ântero-lateral do acrômio, direcionando a agulha posteriormente pela cápsula
Posterior: subacromial, posterior à cabeça do úmero
Vias de drenagem
Anterior:
Incisão de 7,5 a 10 cm pela borda anterior do acrômio sobre o centro da cabeça umeral
Divulsão das fibras do deltóide
Secção e reparo do subescapular 
Abertura da cápsula sob visão direta
Drenagem posterior:
Incisão de 7,5 a 10 cm na base da espinha da escápula, estendendo distalmente e lateralmente 
Dissecção entre o infra-espinhoso e redondo menor
Incisão da cápsula
Cotovelo
Punção: agulha posterior, lateralmente ao olécrano
Drenagem
Medial: 
Incisão sobre o epicôndilo medial, 5 cm proximal e 2,5 cm distal
Ampliar espaço entre tríceps e braquial
Isolamento do nervo ulnar
Elevação do periósteo e exposição da cápsula 
Lateral: Incisão sobre o epicôndilo lateral 
Separar tríceps do extensor radial longo do carpo
Exposição da cápsula 
Posterior
Incisões longitudinais paralelas ao olécrano, de 7 cm
Aprofundar até borda medial e lateral da aponeurose tricipital até compartimento posterior da articulação
Incisão da cápsula 
Punho
Punção: entre 1º e 2º, 3º e 4º e 4º e 5º compartimento extensor
Drenagem
Medial:
 Incisão de 5 cm sobre a cabeça ulnar, entre flexor e extensor ulnar do carpo 
isolar ramo dorsal do nervo ulnar
Expor ligamento colateral ulnar e da fibrocartilagem triangular
Abrir distalmente ao processo estilóide
Lateral: 
Incisão de 5 cm entre abdutor longo e extensor curto do polegar volarmente, e o extensor longo dorsalmente
Incisão pela tabaqueira anatômica (a. radial)
Abrir ligamento colateral radial e cápsula 
Dorsal: entre extensor longo do polegar e do indicador ou entre extensor ulnar do carpo e do 5º
Abrir ligamento carpal dorsal e cápsula
Artrite gonocócica (Neisseria gonorrhoeae)
Transmissão sexual ou vertical
Canal de parto ( em conjuntivite e abscessos em couro cabeludo
Pode ter diversas apresentações
Adolescentes
Disseminação pelo TGU - infecção do TGU pode ser assintomática
A forma disseminada está associada a gestação e menstruação (↓ atividade progesterogênica)
Apresentação clássica:
Lesão inicial: mácula eritematosa que pode desaparecer ou desenvolver-se como vesícula pequena, seguida de centro necrótico que forma uma pústula
Tenossinovite: geralmente superfície dorsal do punho e mão
Poliartralgia migratória (80% dos casos): joelho é o mais afetado
Febre alta e calafrios em ¾
Tratamento: penicilina ou ceftriaxone
Se pioartrite: drenagem cirúrgica, principalmente se acometer o quadril
Tuberculose
tuberculose extra-pulmonar: mais comum em < 5 anos e imunodeprimidos
infecção primária: geralmente foco pulmonar
Biópsia: inflamação granulomatosa com ou sem isolamento do agente
Diagnóstico
	Deve-se sempre considerar HIV
Cultura: demorada para dar resultado
	PPD: pouco valor no Brasil
Apresentações na infância
Dactilite tuberculosa ou spina ventosa
	< 5 anos
Pode acometer vários dedos
MTC, MTT e falanges
	Maioria negra
Pouca dor
Edema
	Encurtamento e contraturas
RX: rarefação cística
Diferencial: encondroma solitário, encondromatose múltipla, dactilite