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Prática Jurídica Penal

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PRÁTICA JURÍDICA PENAL
Profº: Almir Sameiro Godinho Júnior
Aluna: Kelleyn Farsura Rodrigues Lourenço
AULA 01 – PROCURAÇÃO 
AULA 02- QUEIXA-CRIME 
 Procedimentos Penais - Art. 394, CPP (Procedimento Comum Sumaríssimo)
Procedimento Comum: - Ordinário: =/> 4 anos
- Sumário : < 4 anos
- Sumaríssimo (JECRIM- Lei 9099/95): até 2 anos 
Procedimento Especial 
 Concurso de Crimes: 
Concurso Material: soma as penas máximas em abstrato
Concurso Formal: pena abstrata mais gravosa + 1/6 até ½
 Prescrição e decadência 
Prazo:
Penal (poder punitivo do Estado) -art. 10 do CP
Processual – art. 798,§1º CP
 Queixa-crime: 
É a peça inicial criminal, da Ação Penal Privada
Aspectos: privativa do advogado
Fundamento legal da Queixa-crime: art. 30 do CPP ou art 100, §2º do CP
Prazo decadencial para a representação e apresentação da Queixa-Crime: o prazo é material penal, inclui o 1º dia e exclui o último dia, de 6 meses.
LER ART. 41 do CPP
 Roteiro de peças a serem trabalhadas em Prática Jurídica Penal:
1- queixa crime/ queixa crime subsidiaria da publica
2- resposta a acusação
3- Alegações finais (memoriais)
4- Apelação
5- Recurso em sentido estrito (RESE)
6- Embargos de Declaração
7- RE e REsp
8- Pedido de relaxamento de prisão
9- Pedido de revogação de prisão
10- Pedido de liberdade provisória
11- Habeas Corpus
12- Revisão criminal
13- Agravo em Execução Penal
Instrução Criminal
Fato					 (art.395)		 	 	 Sentença
	Inq. Pol. 				 Juiz Citação. Acusado	 AIJ
 Elementos Informativos Denúncia. / 	 Resposta à Acusação	Alegações
					 Queixa-Crime	Teses: art. 396 e 396-A	 Finais
Prova da Indícios						art. 397			
Existência + Suficientes								 Memoriais
Do crime. de Autoria
 				 MP. / Ofendido	 Representante P.E.C. +. I.S.A. 
				 Ação Penal	 Ação Penal 		 Legal		MP Defesa
 Pública	 Privada. C.A.D.I – 
 Art. 31, CPP
Elementos informativos = justa causa = prova existência do crime + indícios suficientes de autoria
IDENTIFICAR NO CASO FÁTICO:
Crime praticado
Ação Penal
Procedimento Comum ou Especial (observar a pena em abstrato)
Rito
Cliente (acusado ou vítima)
DEFESA do Cliente / ASSISTENTE DA ACUSAÇÃO 
Réu Preso ou Solto
 Ação Penal:
A ação penal pode ser pública ou de inicativa privada
Ação Pública:
Incondicionada
Condicionada: a representação (ofendido ou representante legal) 
 a requisição (ministro da justiça)
- Peça inicial acusatória = denúncia (privativa do MP)
Ação de iniciativa Privada
Exclusiva: mediante queixa
Personalissima: inerente ao próprio ofendido - art 236, PU - casamento enganado
Subsidiaria da Pública: por inércia do titular da ação publica (MP)
- Peça inicial acusatória- queixa crime/ queixa crime subsidiária da pública.
Atenção!
Da decisão que recebe a Denúncia Não cabe recurso, mas cabe habeas corpus.
O habeas corpus visa evitar o abuso de cerceio da liberdade de locomoção. 
O HC deve ser uma peça subsidiária, ou seja, primeiro deve pedir a liberdade provisória, que se negada deve então impetrar o HC.
A partir do recebimento da denuncia ocorrerá a citação do acusado para tomar ciência da imputação penal que lhe foi dirigida, para que apresente a sua defesa. Ocorre nessa fase a triangularização do processo.
 Quando o Réu estiver Preso:
São 04 possibilidades: 
- Soltura
- Relaxamento
- Liberdade Provisória 
- HC 		Liberatório 		Alvará de Soltura (qdo preso)
					Revogação Ordem de Prisão (pode ser preso a 
Preventivo 							 qualquer momento)
		
 PRISÃO	 									 Data: 23/03/18 
(1º Grau)
Fato										Sentença
	Inquérito Policial		Instrução Criminal
	Prisão Temporária		 Prisão Preventiva		Trânsito em Julgado
	Prisão Preventiva						
		Sanção (Penal): só ocorrerá após Trânsito em Julgado
PRISÃO
		Cautelar (Processual):	Temporária: Lei 7960/89
							Art. 1º, III -crimes cabíveis 	 Mandado 
Prazo: 5 dias prorrogados. de Prisão
 por mais 5 dias 
						Preventiva: CPP
							- Art 311: cabimento
- Art 312: requisitos 
 F.B.I – fumus bônus iuris
 							 P.I.M – periculum in mora 
-Art 313: Condições 
Decisão de Pronúncia: Art 413 do CPP: O juiz pode decretar a prisão ao finalizar a fase de pronúncia
						Sent. Penal Condenatória. Recorrível
						Prisão Domiciliar Cautelar
LEGAL: para combatê-la é necessário realizar uma peça chamada de Liberdade Provisória, discutindo a necessidade ou não com base da premissa constitucional da liberdade.
		ILEGAL: combatida pelas peças: 
Relaxamento da prisão (atrelado as Formalidades do ato)
	- Nos casos de Prisão em Flagrante
				Revogação da prisão (atrelado a Necessidade do ato)
					- Nos casos de Prisão Temporária e Prisão Preventiva
Tipos de Prisão Cautelares (processual) mandado de prisão
Prisão Temporária:		Lei 7.960/89, Art.1°, III- crimes cabíveis
Prazo: 5 dias, prorrogáveis por mais 5 dias 
Construída na fase investigativa
Crimes de natureza hedionda: 30 dias, prorrogável por mais 30 dias
Determinada pelo juiz
Prisão Preventiva
Fase da investigação ou fase do processo
Pode ser Determinada pelo juiz de oficio na fase de inquérito
CPP : 	 arts. 311- cabimento, 
312- requisitos, 
313- condições para ser efetivada
Fumus comici delict e periculum libertatis
Após a Decisão de Pronúncia
Art.413,CPP- o juiz pode decretar a prisão ao finalizar a fase de pronúncia
Sentença penal condenatória recorrível
Prisão domiciliar cautelar
Para definir se é PRISÃO ILEGAL, deve-se observar:
Formalidades:
Formalidades da Prisão em Flagrante: Art. 304 e seguintes
	Combatido pelo Relaxamento da Prisão 
 Requisitos:
Art. 302.  “Considera-se em flagrante delito quem:
        I - está cometendo a infração penal;
        II - acaba de cometê-la;
        III - é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;
        IV - é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.”
Legitimidade para deflagrar prisão em Flagrante: Art 301, CPP
Art.301,CPP -“Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito.”
- Legitimidade da condução coercitiva: Flagrante Compulsório e Flagrante Facultativo
- Situações/cabimento
Flagrante Próprio ou Real : Art. 302,I e II CPP
Este ocorre quando a pessoa é pega no momento em que está cometendo o crime ou logo após do cometimento. É quando a pessoa é pega “com a boca na botija.”
Flagrante 	Impróprio: Art. 302,III, CPP
É impróprio o flagrante quando a pessoa é perseguida (por qualquer pessoa) após o cometimento do crime.
Flagrante Ficto ou Presumido: Art. 302, IV, CPP
Quando a pessoa é encontrada com instrumentos ou produto de crime que acabou de ocorrer e possa se presumir que foi ela que o cometeu.
Ação Controlada (art. 2º, II, lei 9.034/95)
Quando a polícia sabe que um crime está sendo cometido e retarda a sua captura para conseguir recolher mais elementos sobre a organização criminosa diz-se Ação Controlada. (Por exemplo, quando sabe-se que um caminhão está transportando drogas, mas ao invés de dar voz de prisão no ato e prender só o motorista a polícia espera um pouco para ver quem vai receber o carregamento)
 
Esperado
Quando a polícia tem conhecimento de que um crime vai ocorrer e prepara uma operação para prender o sujeito no ato. No entanto o que se pune é a tentativa e não a consumação do fato.
Condições:
Necessidade:
Observação:
Em resumo:
Relaxamento

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