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Questionário de protensão

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Estado Limite de Abertura de Fissuras (sct ≥fctm) (há formação de fissuras – w ≤ wlim)
ELS-DP estado no qual garante-se a compressão na seção transversal, na região onde existem armaduras ativas. Essa região deve se estender até uma distância ap da face mais próxima da cordoalha ou da bainha de protensão.
ELS-CE estado em que as tensões de compressão atingem o limite convencional estabelecido. Usual no caso do concreto protendido na ocasião da aplicação da protensão
43) Para verificação no ELU no ato da protensão, qual é a tensão limite especificada pela NBR 6118 para o concreto comprimido?
R:
44) Definir o que são as combinações: quase-permanente, frequente e rara. Como são
calculados os valores das ações relativas a essas combinações?
R: quase permanentes: podem atuar durante grande parte do período de vida da estrutura, e sua consideração pode ser necessária na verificação do estado-limite de deformações excessivas;
R: frequentes: repetem-se muitas vezes durante o período de vida da estrutura, e sua consideração pode ser necessária na verificação dos estados-limites de formação de fissuras, de abertura de fissuras e de vibrações excessivas. Podem também ser consideradas para verificações de estados-limites de deformações excessivas decorrentes de vento ou temperatura que podem comprometer as vedações;
R: raras: ocorrem algumas vezes durante o período de vida da estrutura, e sua consideração pode ser necessária na verificação do estado-limite de formação de fissuras.
45) Quais as características principais de cada um dos três níveis de protensão?
CQP- Nas combinações quase permanentes de serviço, todas as ações variáveis são consideradas com seus valores quase permanentes ψ2 Fqk
CF- Nas combinações frequentes de serviço, a ação variável principal Fq1 é tomada com seu valor frequente ψ1 Fq1k e todas as demais ações variáveis são tomadas com seus valores quase permanentes ψ2 Fqk
CR- Nas combinações raras de serviço, a ação variável principal Fq1 é tomada com seu valor característico Fq1k e todas as demais ações são tomadas com seus valores frequentes ψ1 Fqk
46) Numa peça em ambiente CAA II e com pré-tensão, qual o nível de protensão indicado pela NBR 6118?
R: Combinação Perfeita.
47) Uma peça em ambiente CAA III e com pré-tensão pode ser projetada com protensão
parcial? Explique.
R: Não apenas em nível completa porque a combinação seria rara.
48) Uma peça em ambiente CAA II e com pré-tensão pode ser projetada com protensão
completa? Explique.
R: Não apenas no nível limitado com combinação frequente.
49) Uma peça em ambiente CAA IV e com pós-tensão pode ser projetada com protensão limitada? Explique.
R: Não apenas em nível limitado com combinação frequente.
50) Por que devem ser verificadas as tensões na seção transversal na seção mais solicitada? Quais as etapas importantes nessa verificação?
R: Após serem determinadas as forças de protensão (Pi, Pa, Po e P∞), deve-se verificar as tensões normais no concreto (seção), referentes às diferentes etapas da peça (produção, transporte, montagem, tomando os esforços na seção mais solicitada pelos carregamentos externos, e deve seguir as seguintes etapas;
Transferência da força de protensão à seção (quando geralmente atua o peso próprio e a protensão);
Transporte da peça pré-moldada internamente ou no canteiro (peso próprio, protensão, efeitos dinâmicos no transporte);
Estocagem (no caso de peças pré-moldadas);
Transporte externo à fábrica;
Montagem das peças;
“Estado em vazio” (protensão e peso próprio);
Estado em serviço” (protensão, peso próprio, demais ações permanentes e demais ações permanentes e frações das ações variáveis).
51) O que são estados em vazio e em serviço? Qual a importância de fazer verificações de tensões nesses estados?
R: São estados que considera a situação mais desfavorável definida com a atuação do peso próprio da peça e da protensão antes das percas. É de extrema importância para delimitação das seções críticas da peça.
52) Por que se deve fazer a verificação das tensões ao longo do vão? Quais os processos
existentes?
R: A verificação deve ser feita, uma vez que podem ocorrer tensões elevadas em regiões com baixas solicitações do carregamento externo. São utilizados dois processos: das “curvas limites” e do “fuso limite”.
53) O que representam as curvas limites e o fuso limite?
R: No processo das curvas limites são estabelecidos limites para as tensões devidas à protensão, mas no processo do fuso limite são estabelecidos limites para a excentricidade da força de protensão.
R: O processo do fuso limite é adequado onde a força de protensão se mantém aproximadamente constante ao longo do vão (cabos retos ou com curvatura suave, forças de atrito pequenas), com todos os cabos ancorados juntos aos apoios.
54) O que representa o fuso limite?
R: O fuso limite é uma faixa dentro da altura da peça onde os cabos de protensão devem se situar, de modo que assim os limites das tensões normais são atendidos.
Cabos curvos pós-tracionados e cabos poligonais pre tracionados.
55) Quando é indicado o uso do fuso limite?
R: O processo do fuso limite é indicado quando toda a armadura de protensão é ancorada nos topos da peça, e pode-se considerar a força de protensão aproximadamente constante ao longo do vão, que acontece quando a inclinação do cabo resultante é relativamente pequena, e quando as perdas de protensão, principalmente por atrito, não inviabilizam a consideração de um único valor ao longo do vão.