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FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA ESTÁGIO SUPERVISIONADO JULIANA LAZARINI : 160123769 ANAHY 2018 Classificação da informação: Uso Interno FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA ESTÁGIO SUPERVISIONADO: Trabalho apresentado como requisito parcial para a atribuição de nota na disciplina de Estágio Supervisionado, do curso de Matemática da Faculdade Educacional da Lapa – FAEL. Orientador: Prof. (a). Cleverson Alessandro Thoaldo JULIANA LAZARINI: 160123769 ANAHY 2018 INTRODUÇÃO O presente trabalho refere-se ao Relatório de Estágio Supervisionado I – Anos Finais do Ensino Fundamental, realizado no Colégio Estadual José Bonifácio localizado na cidade de Anahy, estado do Paraná. O estágio supervisionado tem por objetivo integrar o aluno de licenciatura ao meio em que irá atuar. Por sua vez o estágio proporciona ao acadêmico vivenciar na prática todo o conhecimento teórico que observou e adquiriu até o momento na graduação. O estágio supervisionado II, realizou-se em duas series dos anos finais do ensino fundamental. Desde 2006 conforme LDB 9394/96, o ensino fundamental passou a ter 9 anos obrigatórios e em 2010 foi dividido em duas partes series iniciais, que compreende do 1º ao 5º ano e series finais 6º ao 9º ano. O principal objetivo do ensino fundamental é a formação básica como cidadão, envolvendo o desenvolvimento da capacidade de aprender, com plenos domínios de leitura escrita e cálculos, bem como o desenvolvimento dos sistemas sociais, visa-se ainda o fortalecimento dos vínculos familiares e de solidariedade e tolerância humana. (BRASIL-LDB 1996) Para a realização do presente estudo foram realizadas observações nas turmas do 8º e 9º anos durante as aulas de matemática. Foram planejadas dez aulas, conforme os temas propostos pela professora dando continuidade aos assuntos por ela abordados. Nas turmas de 8º ano trabalhou-se medidas de comprimentos, e medidas de área: Área de figuras planas. Já para o 9ºano foram trabalhados relações métricas no triangulo retângulo e teorema de Pitágoras. O relatório está subdividido da seguinte forma: Introdução, que apresenta a forma geral o conteúdo do trabalho; o desenvolvimento que apresenta a caracterização da instituição; a observação frente aos processos de inclusão bem como as observações em sala de aula, a descrição da docência de ambas as turmas, as considerações finais e referencias. DESENVOLVIMENTO Trata-se do Estágio Supervisionado nos Anos Finais do Ensino Fundamental, no Colégio Estadual José Bonifácio, neste item serão apresentados os relatos de todas as etapas cumpridas durante o estágio nas turmas 8º e 9º anos articulando-se a descrição das observações e das ações realizadas com o referencial teórico pertinente a cada situação informada. Deste modo no subitem a seguir, serão descritas as características da escola onde se realizou o estágio. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO O Estágio Supervisionado realizou-se no Colégio Estadual José Bonifácio, aqui denominada como, (CEJB) nas series finais no ensino fundamental, situada na Rua Duque de Caxias, Nº 260 – Bairro Centro na cidade de Anahy estado do Paraná, a qual atende os anos finais do ensino fundamental 6º ao 9º, no período da tarde, e o ensino médio completo do 1º ao 3º ano, nos períodos manhã e noite. Atualmente a escola conta com 36 funcionários entre eles, professores, secretários, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha, psicopedagoga, coordenação pedagógica e direção. Para atender as necessidades destes profissionais e principalmente dos alunos a escola conta com uma infraestrutura completa, ainda que pequena. São oito salas de aula amplas e compatíveis com número de alunos em cada turma, possui biblioteca, laboratório de ciências, laboratório de informática e sala de vídeo. A escola é dividida em três blocos, logo à frente, estão as salas da direção/coordenação, a secretaria, a sala de psicopedagoga, sala de professores e sala de vídeo, nesta mesma ala fica dois banheiros, um feminino e um masculino sendo eles adequados a PCD. Mais ao lado ficam 4 salas de aulas, biblioteca e o laboratório. Na outra ala, ficam mais 4 salas de aula, todas são de alvenaria e com ar-condicionado, dois banheiros sendo eles um feminino e um masculino, depósito, a cozinha, e refeitório. A escola é pequena, entretanto bastante organizada com os meios que tem. É possível o acesso a todas as áreas da escola, por pessoas com necessidades especiais e de mobilidade reduzida. O pátio da escola é parcialmente coberto, no entanto há uma cobertura, um corredor coberto onde leva os alunos de uma ala a outra, impedindo que os alunos se molhem nos dias chuvosos. A quadra de esportes é coberta, tem opções de outras salas que são disponíveis com mesas de ping-pong e xadrez que fica disponíveis aos alunos Atualmente a escola tem matriculado trezentos alunos, sendo que duzentos e dez são matriculados no período matutino e noventa no período vespertino. As turmas são organizadas em Ensino Fundamental (11 a 14 anos), Ensino Médio (15 a 17). A quantidade de aluno por turma varia entre 16 alunos á 35 alunos por turma. A escola conta com o seguinte espaço físico: uma secretaria, duas sala de hora atividade, doze salas de aula, sendo uma destinada á sala de recurso, uma sala de informática, uma biblioteca, uma sala da diretora, uma sala da coordenadora pedagógica, uma cozinha, uma lavanderia, um saguão coberto, uma quadra esportiva coberta, e alguns espaços entre as construções com gramado para os alunos brincarem. A escola realiza no início do ano letivo uma reunião com todos os pais e funcionários, para estar orientando como serão as atividades do ano letivo, e durante o ano é realizado reuniões ao final de cada semestre, para apresentar aos pais o desenvolvimento das crianças, e quando necessário é enviado bilhetes informativos, ou os responsáveis são convidados á ir até a escola, para tratar o problema individualmente. O lúdico faz parte do cotidiano dos alunos, seja em atividades dentro da sala de aula, ou fora buscando sempre expor o aluno em diversas situações onde ele possa interagir com diferentes materiais. É realizado com maior frequência na disciplina de educação física, onde os alunos são expostos a diversas situações. A avaliação é realizada em prova descritivas, produções de texto e trabalhos realizados durante a aula. São considerados como critérios avaliativos a oralidade do aluno, tarefas complementares realizadas em casa e o dia a dia do aluno, o que o mesmo consegue desenvolver. Respeito ao acervo cultural do aluno, como ponto de partida para apropriação dos conteúdos necessários estabelecidos no plano curricular; Valorização do processo de crescimento do aluno na interação com o grupo; Preponderar aspectos qualitativos; Importância da atividade crítica, da capacidade de síntese e a elaboração pessoal sobre a memorização; Deve-se evitar a comparação entre alunos; É vetada aferição única; A totalidade do rendimento escolar se a avaliação continua, permanente, cumulativa Conselho de classe: O conselho de classe é realizado ao termino de cada semestre, é realizado com todos os professores, e acolhido todas as informações á respeito de cada aluno, que não esteja apresentando um resultado satisfatório. É debatido com equipe pedagógica e professores, quais as possíveis soluções para que este aluno possa ter um desempenho melhor e quais recursos deverão ser utilizados para que este melhore. Associação de Pais, Mestres e Funcionários: A associação de pais é mestre é composta por professores, funcionários e pais dos alunos, com a função de buscar sempre a melhoria estrutural da escola e adquirindo novos recursos para entidade, por meio de festas juninas abertas á comunidade e promoções. A escola frente à Inclusão A aprendizagem é, pois, um ato complexo, vinculado a uma sériede fatores que estão além do âmbito escolar. Drouet (2006, p.9) apresenta pelo menos sete fatores fundamentais para que a aprendizagem ocorra: saúde física e mental, motivação, prévio domínio, maturação, inteligência, concentração, atenção e memória. Além desses fatores, a aprendizagem depende do fator emocional, que envolve a relação entre o aluno e os seus professores. Se o ajuste for apropriado, o aluno aprenderá e apresentará progressos, tomando como um ponto de partida seu nível de aprendizado inicial, pois a aprendizagem está invariavelmente ligada ao efetivo da criança. Segundo Drouret (2006, p.8) As diferenças individuais levam alguns indivíduos a serem mais lentos na aprendizagem enquanto outros são mais rápidos. A aprendizagem é um processo pessoal e individual, tem fundo genético e depende de vários fatores: dos esquemas de ação natos do individuo; do estágio de maturação de seu sistema nervoso, de se seu tipo psicológico constitucional (introvertido ou extrovertido) de seu grau de envolvimento, esforço e interesse. Os alunos da Sala de Recursos não constituem um grupo homogêneo, muitos terão diferenças individuais, que deverão ser respeitadas, através de atividades práticas diversificadas, mesmo que se verifica a necessidade de elaborar um plano individual para cada aluno. É um trabalho interativo, reconhecendo as funções da escola que é desenvolver as capacidades acadêmicas, afetivo-emocionais e sociais, potencializando o desenvolvimento pessoal de todos os educandos. 2.2 INCLUSÃO NA ESCOLA ESTAGIADA Neste bloco serão apresentados os métodos de avaliação, os procedimentos referentes a inclusão de alunos, bem como o suporte de atendimento aos alunos inclusos na escola. A Inclusão Educacional é um projeto gradativo, que exige em sua fase de transição o absoluto respeito ás diferenças individual dos alunos e a oferta de apoio e serviços apropriados ao seu atendimento educacional. A Inclusão Educacional responsável, antes de ser educacional é social, portanto, é uma conquista de toda a sociedade, elas são definidas pelos problemas de desenvolvimento de aprendizagem apresentados pelo aluno, em caráter temporário ou permanente, bem como pelos recursos e apoios que a escola deve proporcionar com o objetivo de remover as barreiras para aprendizagem como: - Dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultem o acompanhamento das atividades curriculares; - Condutas típicas de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos; - Super. dotação ou altas habilidades; A inclusão é um processo cheio de imprevistos, sem formulas prontas e que exige aperfeiçoamento constante Através de atendimento em sala de Recurso, que se trata de um serviço de apoio pedagógico especializado. O trabalho com os alunos deficientes é em contra turno visando possibilitar a complementação do currículo comum ao aluno, utilizando-se de metodologias diferenciadas. Em cada contra turno consta oito alunos inclusos, e 2 em cada contra turno com laudos, não contém a existência de profissionais intérpretes e professores auxiliares. Ainda em sala de aula a pratica pedagógica seja coletiva, precisa ser respeitada a diversidade, criando vínculos afetivos de aprendizagem com o aluno, para que tanto na família como na escola lhe seja proporcionado ambientes adequados, permitindo-lhe sentir-se seguro, e acreditar em suas potencialidades. Para Freire (1996 p.59) “o respeito á autonomia e a dignidade de cada um é um imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros”. 2.3 OBSERVAÇÃO PARTICIPANTE DA TURMA As observações ocorreram entre os dias 03 e 11 de Setembro deste mesmo ano. Foram observadas apenas as aulas da disciplina de matemática, em uma turma de 8º ano e uma turma de 9º ano. 2.3.1 Observação 8º ano As observações desta turma ocorreram nos primeiros dias do mês de setembro deste mesmo ano. O 8º ano fica na ala principal da escola, é a turma menos numerosa do turno da manhã enquanto todas as outras turmas têm em média vinte a vinte e cinco alunos essa tem catorze, a sala de aula é grande e comporta todos os alunos tranquilamente, é uma turma fácil de controlar por ser poucos alunos. As classes são organizadas em três fileiras duplas, os alunos respeitam o um espelho de classe organizado pela professora regente, que é fixado junto ao mural da turma na sala de aula. Os cartazes da turma ficam ao fundo da sala. A turma recebeu livros didáticos fornecidos pelo estado, todo o planejamento da professora se dá sobre os exercícios propostos pelo livro. Referente aos planos de aula o PPP da própria escola traz a seguinte informação. Os planos de aulas são elaborados pelos professores responsáveis por cada área do conhecimento, conforme objetivos definidos para cada ano respeitando a capacidade cognitiva dos alunos A rotina da sala de aula se dá da seguinte forma, primeiramente é realizada a chamada e posteriormente a professora corrige alguns cadernos, de modo aleatório, posteriormente são corrigidos os exercícios propostos na aula anterior, bem como os exercícios propostos como tema de casa. Dá-se seguimento a aula com os novos trabalhos e ou exercícios propostos. A professora costuma ter uma postura bastante firme com esta turma, mas é sempre bastante prestativa e busca trazer metodologias de ensino que familiarizem o aluno com aquilo que está sendo estudado, procura dar exemplos práticos tornando a aula mais atrativa. Em relevância (CURRY 2003, pág. 55) expõe, “educar é acreditar na vida, mesmo que derramemos lagrimas. Educar é ter esperança no futuro, mesmo que os jovens nos decepcionem no presente. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência. Educar é ser um garimpeiro que procura os tesouros do coração”. Os alunos são avaliados de forma qualitativa, e quantitativa. No qualitativo dos alunos são avaliados o comportamento em sala de aula, a entrega de trabalhos dentro do prazo estipulado, e a organização dos cadernos e realização das atividades propostas. Já o quantitativo se dá através dos trabalhos e provas realizados. 2.3.2 Observação 9º ano O 9º ano é uma turma bastante tranquila foi possível perceber que todos os professores gostam de trabalhar com essa turma. A turma é pequena e tem em média 18 alunos, é uma turma ágil e é possível perceber que entendem com mais facilidade os exercícios propostos, a mesma turma está com o caderno sempre em dia e raramente algum aluno não faz os exercícios propostos. As classes de ambas as turmas são organizadas em quatro filas, a turma não tem espelho de classe e os alunos costumam sentar de acordo com a preferência deles, não é cobrado que os mesmos sentem em lugares específicos a menos que estejam perturbando a sala. Os cartazes são expostos no fundo da sala de aula, e os alunos como nas demais turmas receberam livros didáticos, a professora faz o planejamento em cima dos temas proposto pelo livro da escola. A rotina da turma se dá com a chamada logo no início e depois de observador alguns cadernos a professora dá seguimento com a aula primeiro corrigindo os temas propostos na aula anterior e depois passando novas atividades. Os alunos do 8º ano são avaliados da mesma forma que os alunos do 9º ano de forma quantitativa e qualitativa, observando o comportamento e comprometimento em sala também os resultados de trabalhos e provas. As observações são de grande importância ao acadêmico, que assim tem a oportunidade de previamente conhecer os alunos, e também possível ver como é o comportamento da turma em geral, para posteriormente aplicar os planos de aula adequando a realidade dos mesmos. Depois das observações realizou-se àdocência em sala de aula. 2.4 DESCRIÇÃO DA DOCÊNCIA Neste item é possível observar como se realizou a aplicação dos planos de aula e como deu a participação dos alunos nos temas propostas. As descrições são conforme os períodos e datas das aplicações. Conforme a definição do Conselho Nacional de educação sobre o estágio, parecer 21 de 2001 Como um tempo de aprendizagem que, através de um período de permanência, alguém se demora em algum lugar ou oficio para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma profissão ou oficio. Assim o estágio supõe uma relação pedagógica entre alguém que já é um profissional reconhecido em um ambiente institucional de trabalho e de um aluno estagiário (...) é o momento de efetivar um processo de ensino/aprendizagem que, tornar-se á concreto e autônomo quando da profissionalização deste estagiário (BRASIL,2001) No dia 30/08 aplicou-se o plano de aula ao 8º ao abordando medidas de comprimento, e medidas da área: Área de figuras planas. Iniciou-se com o 8º ano, onde foi realizado a chamada e de início a aula foi pouco produtiva. Esta turma demorou um pouco até focar na aula, o plano de aula tratava-se de Números e álgebras e Sistema de numeração, como os alunos possuem livros, foi solicitado que um aluno se dispusesse a ler o que o livro trazia sobre os assuntos propostos. Então foram demonstrados os sistemas juntamente com os alunos foram realizados vários exemplos no quadro para que então, eles pudessem desenvolver os exercícios propostos. Em fim o período se resumiu a aplicação da matéria ficando então os exercícios para resolver em casa, ao fim da aula, o retorno quanto á explicação não foi positivo, pouco menos da metade não havia entendido a matéria a ponto de desenvolver com facilidade os exercícios. Já no 9º ano a aula foi mais produtiva, os alunos são mais compenetrados em sala de aula e em um período de aula foi possível passar todo o conteúdo necessário. Os exercícios foram propostos como tema de casa, quando perguntado a todos quanto ao entendimento do conteúdo passado a maioria havia entendido o conteúdo. Ao 9ºano, aplicou-se o plano de aula referente a Relações métricas no triangulo retângulo e Teorema de Pitágoras, a aula ocorreu conforme o plano de aula. Iniciou-se a aula pela chamada conforme a professora sempre faz, em seguida realizou-se uma apresentação sobre o tema proposto, pedindo que os alunos acompanhassem todas as explicações junto do livro. Em seguida foi apresentado aos alunos um protótipo de retroprojetor, onde em conjunto com a turma foi realizado um exercício relacionado com o tema estudado. Após a apresentação da situação problema bem como a apresentação da matéria de estudo proposta, foram propostos exercícios aos alunos, enquanto os alunos realizavam os exercícios circulei pela sala de aula auxiliando os alunos em dúvidas. Antes de terminar a aula foram corrigidos todos os exercícios, percebeu-se que três alunos não haviam feito ás atividades propostas. Quando questionado a professora regente ela comentou que isso era recorrente os mesmos costumam não colaborar e realizar as atividades propostas e que os pais já foram avisados e serão alertados novamente na entrega dos boletins. Ao final da aula quando questionados se haviam entendido o conteúdo e se haviam gostado da aula, o retorno foi bastante positivo. Classificação da informação: Uso Interno Classificação da informação: Uso Interno Classificação da informação: Uso Interno CONSIDERAÇÕES FINAIS Este capítulo destina-se as considerações finais acerca do presente relatório que trata do Estagio Supervisionado II, realizado no período de julho a setembro de 2018, quando então deram-se os primeiros passos acerca do estudo, acompanhando as aulas propostas pela instituição faculdade, bem como acompanhando os fóruns e já acompanhando os fóruns e já iniciando os trabalhos com a escola onde realizou-se o estágio. Considera-se que todos os objetivos propostos pelo estagio foram alcançados, principalmente na relação teoria a pratica. Quanto as dificuldades estas figuraram se no tempo para construção do relatório, bem como para a realização do estágio. O tempo é algo que assombra praticamente todas as profissões, pois a cada dia corremos contra ele, nas escolas não é diferente, o tempo assola todas as circunstancias e uma reunião emergencial, por exemplo, pode atrasar todo um período. A intenção deste estudo foi apresentar a relação teórica e prática dentro das possibilidades do acadêmico. As dificuldades foram muitas, desde a disponibilidade das obras, até a administração correta do tempo, que é o que nos assombra constantemente, e a dificuldade que temos de avaliar nossas necessidades e planejar nossas prioridades. Para ajudar a resolver isso é que procuramos os conhecimentos no mundo acadêmico, para crescermos juntamente com os professores, proporcionando a todos, inclusive aos colegas, a troca de experiências. Classificação da informação: Uso Interno REFERÊNCIAS Ldb https://www.infoescola.com/educacao/lei-de-diretrizes-e-bases-da-educacao/ As referências bibliográficas devem ser listadas em ordem alfabética, de acordo com a NBR6023 da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Observem os exemplos: Referência de Livros: LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. Referência de Capítulo de livro: GOMES, Nilza Godoy. Computador na escola: novas tecnologias e inovações educacionais. In: BELLONI, Maria Luiza (Org.). A formação na sociedade do espetáculo. São Paulo: Edições Loyola, 2002. Referência de Monografias, dissertações e teses: FERNANDES, Rubia Juliana Gomes. Estatística e probabilidade: uma proposta para os anos iniciais do ensino fundamental. 2014. 194 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino de Ciência e Tecnologia) – Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2014. Referência de Trabalho apresentado em evento em meio eletrônico: SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE INICIAÇAO CIENTIFICA DA UFPE, 4., 1996. Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPE, 1996. Disponivel em: <http://www.propesq.ufpe/anais/anais/educ.htm>. Acesso em: 21 jan. 2017. Classificação da informação: Uso Interno Classificação da informação: Uso Interno