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Desenvolvimento Embrionário de Aves

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Camila Berbert RA: 743651​
Carmen Nobre RA: 743654
Karoline Bernardo RA: 743736
Kaique Cesar RA: 743734
Mariana Vitorino RA: 743772
Thaynara Rennó RA: 745876
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É necessário que o macho deposite seus espermatozoides dentro da cloaca da fêmea para que então seja transferido para o oviduto dela.​
O tempo de vida deste espermatozoides é de aproximadamente três semanas.​
Pode ocorrer polispermia, porém apenas um núcleo masculino se unirá com o feminino (cariogamia).
A clivagem do ovo de aves é meroblástica;  parcial, ocorre apenas na região da cicatrícula, que contém o citoplasma ativo, e o fuso de segmentação limita-se ao disco germinativo, ela é, meroblástica e discoidal.
Formação do hipoblasto e epiblasto​
Formação da linha primitiva​
Formação das 3 camadas germinativas
Não contribui com células para o embrião em desenvolvimento​
Suas células formarão estruturas extra-embrionárias (saco vitelínico, pedúnculo) que ligarão o vitelo ao tubo digestivo endodérmico
Onde fica a maioria das células
​
Forma as 03 camadas germinativas do embrião
Causado por:​
Ingresso de células mesodérmicas do epiblasto para dentro da blastocele​
Migração de células da região lateral do epiblasto posterior em direção ao centro​
Dá origem ao nódulo de Hensen
 
Células que migram anteriormente formam:​
Intestino anterior​
Mesoderma da cabeça​
Notocorda
Células que passam pelas porções laterais formam:
​
Tecidos endodérmicos​
Tecidos mesodérmicos
Enquanto continua o ingresso do mesoderma, a linha primitiva começa a regredir, movendo o nódulo de Hensen para uma posição mais posterior, até formar a região anal
Há um distinto gradiente de maturidade de desenvolvimento ântero-posterior​
Células da porção anterior já começam a formar órgãos, enquanto as células da porção posterior ainda estão gastrulando
3 camadas germinativas ​
Ectoderme: pele e sistema nervoso central​
Mesoderme: conjuntivo, células sanguíneas, coração​
Endoderme: sistemas respiratórios e digestivos 
Formação do tubo neural ​
Neurulação primária: as porções anteriores do tubo neural ​
Neurulação secundária: tubo neural
Mesoderme dorsal e ectoderme: organogênese ​
Estimula a formação do tubo neural oco​
O ectoderma se dobra no ponto mais dorsal, formando a epiderme externa e um tubo neural interno
Pode ser dividido em 5 estágios distintos:​
A formação da placa neural​
A formação do assoalho da placa neural​
Modelagem da placa neural​
Dobramento da placa neural para formar o sulco neural​
Fechamento do sulco neural para formar o tubo neural
Secção transversal que mostra a progressão de uma placa neural para o sulco neural de baixo para cima.​
Tubo neural cefálico bem maior em relação ao restante;
Cabeça se projeta para frente e começa uma flexão, a dobra cefálica;
Área cardiogênica se dobra e reflete para a posição torácica;
Formação dos vasos:
Duas artérias que buscam nutrientes no vitelo;
Duas veias que trazem para o coração o sangue enriquecido.
Surgem a partir da extensão dos 3 folhetos embrionários entre o período de 12 a 36 somitos.​
São:  Âmnio e serosa, vesícula vitelínica e alantóide.
O âmnio é uma membrana que envolve o embrião, separando-o do meio circundante.​
Sua cavidade é preenchida por um fluido que evita o dessecamento do embrião.
A serosa, derivada do âmnio,  é a parte externa das dobras amnióticas e envolve externamente todos os outros anexos.​
Possui funções de proteção térmica e contra patógenos.
Constituído pela membrana extra-embrionária (esplanctopleura)​
Conectado ao intestino médio pelo pedúnculo​
É o órgão nutritivo do embrião. Suas células possuem enzimas que degradam o vitelo, facilitando a absorção.
Origina-se a partir do dobramento da prega caudal, formando uma vesícula na parede ventral do intestino posterior.​
O pedúnculo do alantóide corresponde a região umbilical do embrião.​
Essa vesícula envolve o âmnio e o saco vitelínico, portanto, ajuda também na proteção do embrião.​
É uma vesícula altamente vascularizada devido ao contato com as artérias e veias alantóicas.​
Suas funções são:​
Servir como órgão respiratório (permite trocas gasosas devido as suas membranas internas e externas serem vascularizadas e terem contato com a casca porosa). União com o córion forma o alantocórion​
- Servir para a absorção de nutrientes provindos da casca ( sais de cálcio)​
- Servir como órgão armazenador de excretas
FONTENELE-NETO, José Domingues. Morfofisiologia da reprodução das aves: desenvolvimento embrionário, anatomia e histologia do sistema reprodutor. Acta Veterinaria Brasilica, v. 6, n. 3, p. 165-176, 2012. ​
GARCÍA DE, Sonia Maria Laver, and Casimiro Garcia 
FERNANDEZ. "Embriologia." (2001).​
HOUILLON, Charles. Embriologia. (1972).