biologia do desenvolvimento 5a edicao scott fgilbert
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biologia do desenvolvimento 5a edicao scott fgilbert


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Biologia do
Desenvolvimento
Q U I N T A E D I Ç Ã O
Biologia do
Desenvolvimento
Q U I N T A E D I Ç Ã O
Scott F. Gilbert
Swarthmore College
Tradução e Revisão
Adolfo Max Rothschild
Zuleika Rothschild
Francisco A. de Moura Duarte
Maria Helena Corrêa Marques
A capa
FOTOGRAFIA DA CAPA: O mRNA para o Fator 8 de Crescimento
Fibroblástico pode ser detectado pela hibridização in situ da montagem
total usando RNA marcado quimicamente que é complementar a
essa mensagem. No embrião de pinto de 3 dias, a mensagem do Fgf8
é encontrada no ectoderma mais distal dos brotos dos membros, no
limite entre o cérebro posterior e o cérebro intermediário, nos somitos,
nos arcos branquiais do pescoço e na cauda em desenvolvimento. O
FGF8 é importante para diversos processos desenvolvimentais e
desempenha papéis críticos no crescimento dos membros e na
padronização do desenvolvimento do cérebro. Capítulos 3, 7 e 18.
(Fotografia cortesia de E. Laufer, C.-Y. Yeo e C. Tabin.)
FOTOGRAFIA DA CONTRACAPA: Fotografia de um embrião de pinto
de 20-21 dias nos estágios de \u201cpipping\u201d (bicando a casca internamente)
e pré-eclosão. Note o revestimento peridérmico proeminente na
extremidade do bico (dente do ovo), usado pelo pinto para fazer
buracos na casca do ovo, a qual se tornou mais fina e mais quebradiça,
como uma conseqüência da utilização de minerais pelo embrião para
seu crescimento esquelético. Esse estágio desenvolvimental marca a
transição do embrião em um pinto que respira ar. Capítulos 1 e 5.
(Fotografia do International Poultry Journal, cortesia de R. Tuan.)
As páginas de título
PÁGINA ESQUERDA: A expressão gênica gera limites nos discos imagi-
nais da Drosophila. Os discos grandes e pequenos dentro da larva da
mosca formam as asas e os halteres, respectivamente, no adulto. Nes-
se estágio, a proteína Apterous (vermelho) é expressa somente nos
compartimentos dorsais; a proteína Cubitus interruptus (azul) mar-
ca os compartimentos anteriores (mas não os posteriores) (uma linha
formando esse limite pode ser observada). A coloração verde (origi-
nária da proteína Vestigial) no interior demarca o limite entre o mem-
bro livre e a articulação ligando-o à parede torácica. Capítulo 19. (Fo-
tografia cortesia de J. Williams, S. Paddock e S. Carroll.)
PÁGINA DIREITA: Expressão do gene paraxis no embrião de pinto no
estágio de 6 somitos. Hibridização in situ da montagem total usando
RNA marcado com \u201cdigoxygenin\u201d complementar a uma porção da
mensagem paraxis do pinto mostra a expressão desse gene durante a
formação do somito. A proteína Paraxis é importante no estabeleci-
mento da estrutura desses grupos mesodérmicos. Capítulos 2 e 9.
(Montagem fotográfica cortesia de R. Tuan.)
Do original: Developmental biology,
Fifth Edition
Copyrigth ® 1997 by Sinauer Associates,
Inc.
Dados Internacionais de Catalogação na
Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do livro, SP, Brasil)
_____________________________________
Gilbert, Scott F., 1949-
Biologia do desenvolvimento /
Scott F. Gilbert. --
5. ed. -- Ribeirão Preto, SP :
FUNPEC Editora, 2003.
Título original : Developmental biology
Vários tradutores e revisores.
Bibliografia.
ISBN 85-87528-61-0
1. Biologia do desenvolvimento I. Título.
03-4459 CDD-571.8
_____________________________________
Índices para catálogo sitemático:
1. Bilogia do Desenvolvimento: Ciências
da vida 571.8
Direitos para a língua portuguesa cedidos
pela Sinauer Associates, Inc. para a
Fundação de Pesquisas Científicas de
Ribeirão Preto que se reserva a
propriedade desta tradução.
Proibida a reprodução dos textos
originais, mesmo parcial e por
qualquer processo, sem autorização
da editora.
Para Daniel, Sarah, e David
Tabela de Conteúdos
Introdução ao desenvolvimento
animal 1
O objetivo da biologia do desenvolvimento 1
Os problemas da biologia do desenvolvimento 2
Os estágios do desenvolvimento animal 3
Nossa herança eucariótica 5
Desenvolvimento entre eucariotos unicelulares 6
Controle da Morfogênese no Desenvolvimento em
Acetabulária 6
Diferenciação em Ameboflagelados Naegleria 10
As Origens da Reprodução Sexual 12
Eucariotos coloniais: A evolução da diferenciação 16
As Volvocaceanas 16
Q Informações adicionais & Especulações
Sexo e Individualidade em Volvox 18
Diferenciação e Morfogênese em Dictyostelium 21
Q Informações adicionais & Especulações
Evidência e Anticorpos 25
Q Informações adicionais & Especulações
Como o Grex Sabe Qual Lado Está Para Cima 27
Padrões desenvolvimentais entre metazoários 28
Os Poríferos 29
Protostomatas e Deuterostomatas 30
PARTE I Introdução à Biologia do Desenvolvimento
1
Genes e desenvolvimento:
Introdução e técnicas 35
As origens embriológicas da teoria dos genes 35
Núcleo ou Citoplasma: Qual Controla a
Hereditariedade? 35
O Cromossomo X como uma Ponte Entre Genes e
Desenvolvimento 37
A cisão entre a embriologia e a genética 38
Primeiras tentativas da genética do desenvolvimento 39
Evidência para a equivalência genômica 40
Metaplasia 40
Clonagem de Anfibios: A Restrição da Potência
Nuclear 42
Clonagem de Anfíbios: A Pluripotência de Células
Somáticas 43
Q Informações adicionais & Especulações
Clonando Mamíferos por Prazer e Lucro 45
Sobre E.coli e elefantes: O modelo operon 47
Síntese diferencial de RNA 49
Hibridização de ácido nucléico 54
Clonagem de DNA genômico 55
Hibridização de DNA: entre e intra espécies 58
Seqüenciamento de DNA 59
Análise de mRNA através de bibliotecas de cDNA 61
Técnicas de localização de RNA 63
Hibridização In Situ 63
Transferências Northern 64
2
Tabela dos Conteúdos vii
Encontrando mensagens raras pela reação da polimerase
em cadeia 66
Determinando a função do gene: células e organismos
transgênicos 69
Técnicas de inserção de DNA novo em uma célula 69
Camundongos quiméricos 70
Experimentos com genes com endereçamento
(Gene targeting ou Knockout) 70
Determinando a função de uma mensagem: RNA antisense 73
Reinvestigação de velhos problemas com novos métodos 73
Uma conclusão e um alerta 75
Base celular da morfogênese:
Afinidade celular diferencial 79
Afinidade celular diferencial 80
O modelo termodinâmico de interações celulares 84
Q Informações adicionais & Especulações
Evidência para o modelo termodinâmico 87
A base molecular das adesões célula-célula 88
As classes de moléculas de adesão celular 88
Q Informações adicionais & Especulações
Anticorpos monoclonais e genética reversa 89
Moléculas de adesão celular 92
Identificando moléculas de adesão celular e seu
papel no desenvolvimento 92
Caderinas 92
CAMs da superfamília de imunoglobulinas 95
Moléculas da junção celular: proteínas da junção em
fenda 97
A base molecular da afinidade célula-substrato 99
Afinidade diferencial a substrato 99
A matriz extracelular 99
Receptores celulares para moléculas da matriz
extracelular 104
Adesão diferencial resultante de sistemas de
adesão múltipla 106
Moléculas de receptores e vias de transdução
de sinais 107
A via JAK-STAT 107
A via RTK-Ras 108
Q Informações adicionais & Especulações
Mutações negativas dominantes em receptores 110
A via do inositol fosfato 111
Cruzamentos entre vias 112
A matriz extracelular e a superfície da célula como
fontes de sinais críticos para o
desenvolvimento 112
Interações recíprocas na superfície celular 113
3
PARTE II Padrões de Desenvolvimento
Fertilização: Iniciando um
novo organismo 121
Estrutura dos gametas 121
Espermatozóide 121
O óvulo 125
Reconhecimento do óvulo e do espermatozóide: Ação à
distância 128
Atração