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Disciplina:<strong>direito Processual Penal</strong>22 materiais15 seguidores
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DIREITO PROCESSUAL PENAL I

	Avaliando Aprend.: CCJ0040_SM_201808402901 V.1 

	Aluno(a): MARINALVA DA CUNHA MELO
	Matrícula: 201808402901

	Desemp.: 0,4 de 0,5
	29/09/2018 16:19:20 (Finalizada)

	

	
	1a Questão (Ref.:201809044376)
	Pontos: 0,1  / 0,1  

	Sobre o assistente de acusação, é correto afirmar:

		

	
	Só cabe habilitação do assistente até sentença penal

	
	Da decisão que não admite o assistente cabe apelação

	 
	Pode o assistente recorrer da sentença de impronúncia

	
	Admite-se o assistente tanto na ação penal pública quanto na ação penal privada

	

	

	
	2a Questão (Ref.:201808633496)
	Pontos: 0,1  / 0,1  

	V Exame de Ordem Unificado
Tendo em vista o enunciado da súmula vinculante n. 14 do Supremo Tribunal Federal, quanto ao sigilo do inquérito policial, é correto afirmar que a autoridade policial poderá negar ao advogado

		

	
	do indiciado que esteja atuando com procuração o acesso aos depoimentos prestados pelas vítimas, se entender pertinente.

	
	a vista dos autos, sempre que entender pertinente.

	 
	o acesso aos elementos de prova que ainda não tenham sido documentados no procedimento investigatório.

	
	a vista dos autos, somente quando o suspeito tiver sido indiciado formalmente.

	

	

	
	3a Questão (Ref.:201808566881)
	Pontos: 0,1  / 0,1  

	João está sendo investigado pela prática do delito de furto simples, tipificado no artigo 155, caput, do Código Penal. Concluída a investigação, o Delegado Titular da 76ª Delegacia Policial envia os autos ao Ministério Público, a fim de que este tome as providências que entender cabíveis. O Parquet, após a análise dos autos, decide pelo arquivamento do feito, por faltas de provas de autoria. A vítima ingressou em juízo com uma ação penal privada subsidiária da pública, que foi rejeitada pelo juiz da causa, que, no caso acima, agiu

		

	
	corretamente, pois a vítima não tem legitimidade para ajuizar ação penal privada subsidiária da pública.

	
	erroneamente, já que a Lei Processual admite, implicitamente, a ação penal privada subsidiária da pública.

	
	erroneamente, tendo em vista a Lei Processual admite a ação privada nos crimes de ação pública quando esta não for intentada.

	 
	corretamente, já que a Lei Processual não admite a ação penal privada subsidiária da pública nos casos em que o Ministério Público não se mantém inerte.

	

	

	
	4a Questão (Ref.:201809102217)
	Pontos: 0,0  / 0,1  

	Assinale a alternativa correta segundo o Código de Processo Penal:

		

	
	O Ministério Público pode desistir da ação penal a qualquer tempo do processo, mas não poderá fazê- lo após a prolatação da sentença.

	 
	A queixa conterá os mesmos requisitos da denúncia, sendo possível, no entanto, ao querelante, a apresentação do rol de testemunhas após o seu recebimento, em vista da natureza da ação.

	
	O prazo para oferecimento da denúncia estando o réu preso é de quinze dias contados da data do recebimento dos autos do inquérito policial pelo Ministério Público.

	 
	A ação penal pública é regida pelos princípios da obrigatoriedade e indisponibilidade, ao passo que os princípios da oportunidade e disponibilidade regem a ação penal de iniciativa privada.

	
	Na queixa em que a ação penal é privativa do ofendido, o Ministério Público não pode aditá-la, por falta de legitimidade ativa ¿ad causam¿.

	

	

	
	5a Questão (Ref.:201809025188)
	Pontos: 0,1  / 0,1  

	Acerca da competência no âmbito do direito processual penal, assinale a opção correta.

		

	
	Caso um indivíduo tenha cometido, em uma mesma comarca, dois delitos conexos, um cujo processo e julgamento seja da competência da justiça federal e o outro, da justiça comum estadual, a competência para o julgamento unificado dos dois crimes será determinada pelo delito considerado mais grave.

	
	NENHUMA DAS ALTERNATIVAS ANTERIORES.

	
	Os desembargadores dos tribunais de justiça dos estados e dos tribunais regionais federais possuem prerrogativa de foro especial, devendo ser processados e julgados criminalmente no STF.

	
	A competência para processo e julgamento por crime de contrabando ou descaminho define-se pela prevenção do juízo federal do local por onde as mercadorias sejam indevidamente introduzidas no Brasil.

	 
	Caso um policial militar cometa, em uma mesma comarca, dois delitos conexos, um cujo processo e julgamento seja de competência da justiça estadual militar e o outro, da justiça comum estadual, haverá cisão processual.