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relatorio aula pratica de quimica geral e inorgânica

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ASSOCIAÇÃO PIRIPIRIENSE DE ENSINO SUPERIOR 
CHRISTUS FACULDADE DO PIAUÍ - CHRISFAPI 
CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA 
DISCIPLINA: QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA 
BLOCO: I 
PROFESSOR: FRANCISCO DA CHAGAS DE MELO BRITO 
 
BRENDA GONÇALVES DA SILVA 
DALILA MARIA DE SOUSA NASCIMENTO 
DANIELE SOUSA 
IAN CARDOSO DE ARAÚJO 
MARA BARBOSA FONTENELE 
MARCELO LUZIANO DE BRITO GOMES 
MATHEUS OLIVEIRA CARVALHO SOUSA 
 
 
 
 
 
 
CALIBRAÇÃO DE PIPETA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PIRIPIRI 
2018 
 
 
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BRENDA GONÇALVES DA SILVA 
DALILA MARIA DE SOUSA NASCIMENTO 
DANIELE SOUSA 
IAN CARDOSO DE ARAÚJO 
MARA BARBOSA FONTENELE 
MARCELO LUZIANO DE BRITO GOMES 
MATHEUS OLIVEIRA CARVALHO SOUSA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CALIBRAÇÃO DE PIPETA 
 
 
 
 
Relatório apresentado a Christus Faculdade do 
Piauí, como requisito para obtenção de nota na 
disciplina prática Química geral e inorgânica do 
curso Bacharelado em Farmácia, bloco I. 
 
Professor Orientador: Francisco das Chagas de 
Melo Brito. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PIRIPIRI 
2018 
 
 
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 RESUMO 
 
O experimento foi realizado com êxito, tendo os objetivos satisfatórios. O tratamento 
correto dos dados experimentais é imprescindível para uma boa qualidade do 
proposto, utilizando técnicas e conhecimentos. A pipeta é um instrumento de 
medição e transferência rigorosa de volumes líquidos. É fundamental ao fazer a 
calibração observar a temperatura da água, para posterior verificação da densidade. 
O manuseio das amostras (calibração, pesagem, verificação de marcas) acarreta 
dados eficazes proporcionando mais confiabilidade ao contexto analisado. 
 
PALAVRAS-CHAVE: Temperatura, Calibração, Pesagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................5 
2 OBJETIVO................................................................................................................6 
 2.1 Materiais.............................................................................................................6 
 2.2 Procedimentos...................................................................................................6 
3 RESULTADO E DISCUSSÃO..................................................................................7 
4 CONCLUSÃO...........................................................................................................8 
REFERÊNCIAS............................................................................................................9 
APÊNDICE A- IMAGENS OBTIDAS DURANTE O EXPERIMENTO........................10 
ANEXO A- QUESTIONÁRIO.....................................................................................12 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1 INTRODUÇÃO 
As aulas práticas, tanto no ensino médio e principalmente no ensino superior, 
desenvolvem melhor as habilidades dos alunos e por meio delas os professores 
podem avaliar mais adequadamente a aquisição dos conhecimentos dos seus 
alunos e conduzi-los a empregar seu aprendizado no seu dia a dia. O presente 
relatório objetiva descrever a calibração de uma pipeta graduada através de uma 
aula prática no laboratório de química. 
Materiais volumétricos servem para pré-estabelecer uma determinada medida 
e são indispensáveis em laboratórios que trabalham com pesquisas, análises, e 
algumas outras atividade que envolva uma ação e reação. 
Executar atividades em laboratórios precisa de, além dos equipamentos de 
proteção (jaleco, luvas, máscaras, etc.), uma necessidade de exatidão dessas 
amostras de medidas, pois lidam com o manuseio de substâncias reagentes que 
toleram uma margem de erro mínima. Para realizar a medição dos volumes nos 
laboratórios são utilizados diversos instrumentos como as pipetas. 
 As pipetas são materiais volumétricos que são usadas para realizar a 
transferência de volumes estipulados de um reservatório para outro. São 
instrumentos simples, que são utilizadas rotineiramente em laboratórios, mas que 
têm uma grande importância. Existem as pipetas graduadas e as pipetas 
volumétricas. As pipetas volumétricas permitem carregar apenas uma determinada 
quantidade de volume, na região média do seu corpo possui um alargamento e não 
possui graduações ao longo do seu corpo, são calibradas para medir volumes 
únicos e fixos com grande precisão. Já as pipetas graduadas possuem subdivisões 
ao longo do seu corpo indicando medidas intermediárias e dependendo da sua 
necessidade são usadas para escoar líquidos. 
A calibração da pipeta é necessária, mesmo sendo um equipamento preciso, 
alguns fatores podem atrapalhar a interpretação da medição do aparelho. Baseia-se 
em indicar que o valor estipulado pela pipeta seja equivalente igual ao valor medido, 
já que, o fato de uma pipeta indicar medir uma certa capacidade não significa que a 
medida seja exatamente aquela, por isso, o processo de calibração contribui para o 
perfeito comportamento dos reagentes. Como medir volumes é um procedimento 
cauteloso nos laboratórios, a perfeita medição desses volumes reduz o efeito 
reverso da reação desejada. 
 
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2 OBJETIVO 
 
Saber calibrar uma pipeta. 
 
 2.1.Materiais 
 Dois beques de 50mL 
 Uma pipeta volumetria de 10 ml 
 Um termômetro 
 Balança analítica 
 Água destilada 
 Papel toalha 
 Calculadora. 
 2.2. Procedimento 
1. Manter-se um béquer com água destilada e um termômetro mergulhado, para 
que a água entrasse em equilíbrio térmico com o ambiente antes de sua 
coleta. Anota-se a temperatura observada. 
 
2. Pesa-se um béquer de 50 ml que deve estar limpo e seco e leva-se a 
balança. Procura-se se usar um papel toalha seco e não usar as mãos, para 
tocá-lo. 
3. Usa-se uma pêra para encher a pipeta volumétrica de 10,00 ml devidamente 
limpa. Retira-se do recipiente de amostragem 10,00mL de água destilada e 
coloca-se no béquer e leva-se para a medição da massa. 
4. Calcula-se a diferença do béquer com água destilada e do béquer seco, para 
obter-se a massa da água. 
5. Verifica-se na tabela fornecida no final do procedimento o valor da densidade 
da água tabelado em função da temperatura registrada no item 1. 
6. Conhecendo-se a massa de água escoada e sua densidade na temperatura 
da experiência, calcula-se o volume da pipeta através da equação d 
=m/vonde: 
d = densidade em g/cm3 ou g/ml 
m = massa em g 
v = volume em cm3 ou ml 
 
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7
 
3 RESULTADO E DISCUSSÃO 
Para a prática de calibração de pipeta, executada através dos procedimentos 
de pesagem, obtivemos duas medidas de massa, do béquer seco 25.7375 e a outra 
massa do béquer com a água 35.7591. Para descobrirmos o volume da água 
usamos a seguinte fórmula da densidade: d = m\V 
 
Quadro 1. Representação dos resultados obtidos 
 1 Vidrarias Densidade Volume Massa 
 2 Béquer seco 0,996512 10,0216 25.7375 
 3 Béquer com 
água 
 0,996512 10,0567769 35.754 
 
 
De tal modo, utilizou-se na hora da transferência dos reagentes a limpeza das 
vidrarias para não haver nenhum resquício de gordura. A temperatura do recipiente 
foi definida com 27 graus. Com a utilização da água destilada foi possível entrar em 
equilíbrio térmico, para a elaboração do experimento foi pesado as vidrarias (Béquer 
seco) logo depois foi pesado o recipiente

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