A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
70 pág.
Aula 4   Comandos Linux 2 Arquivo

Pré-visualização | Página 1 de 2

Superior de Analise e Desenvolvimento de Sistemas
Serviços Básicos de Redes para WEB
Fernando Costenaro Silva
fernando.costenaro@edu.sc.senai.br
Comandos Linux – parte 2
• Gerenciamento de arquivos
• Permissões
Comandos Linux
Gerenciamento de Arquivos
• O gerenciamento de arquivos é responsável por manipular
arquivos, criar, ler, gravar, modificar, copiar, mover, apagar
arquivos e diretórios.
Comando cp
• O comando cp copia os arquivos para outros arquivos ou
diretórios. O comando pode copiar um arquivo ou múltiplos
arquivos.
• Uso:
cp opções arquivo destino
Comando cp
• Opções do cp:
-d Preserva os links
-p Preserva todos atributos
-R Copia recursivamente
-a Faz o mesmo que as opções –dpR
-f Força a copia
-i Confirmação antes da copia
-v Mostra o nome de cada arquivo copiado
Comando cp
• Copia arquivo1 para o arquivo2 no mesmo diretório:
cp arquivo1 arquivo2
• Copia o arquivo1 para pasta tmp:
cp arquivo1 /home/user/Documents/
• Copia o arquivo1 para o diretório local:
cp carquivo1 /home/user/
Comando mv
• Move (equivalente ao ctrl+x) ou renomeia arquivos e
diretórios. Não altera atributos. Se o destino já existir será
substituído.
• Uso:
mv opções origem destino
Comando mv
• Opções:
-f Força a movimentação
-i Pergunta antes de mover (sobreescrever)
• Renomear o arquivo1 :
mv arquivo1 arquivo2
• Mover arquivo:
mv arquivo1 /tmp
Comando rm
• Utilizado para remover arquivos ou diretórios.
• Uso:
rm opções arquivos
• Opções:
-f Força a remoção
-R Remove diretório
Comando rm
• Remove o arquivo:
rm arquivo1
• Remove o diretório (e os arquivos dentro):
rm –R analise
Comando mkdir
• Cria um ou mais diretórios.
• Uso:
mkdir opções diretório
Comando mkdir
• Opções:
-p Cria o diretório mesmo que o pai não exista, neste caso
cria o diretório pai.
-m Cria e configura permissão do diretório criado
(rxwrxwrxw).
• Ex. cria o diretório analise:
mkdir analise
Comando mkdir
• Ex. cria o diretório analise, se o diretório senai não existir ira
criar o senai depois analise:
mkdir –p senai/analise
• Ex. cria o diretório so e adiciona as permissões de leitura,
escrita e execução:
mkdir –m 777 senai/so
Comando rmdir
• Remove um ou mais diretório, precisa estar vazio.
• Uso:
rmdir diretórios
• Ex.:
rmdir /pasta1
Comando touch
• Muda a data e hora de acesso ou modificação dos arquivos.
• Uso:
touch opção arquivos
• Opções:
-a Muda data/hora de acesso para hora/data atual
-m Muda data/hora de modificação para hora/data atual
Comando touch
• -t datahora Muda data/hora para a datahora definido.
Formato da data/hora (AAAAMMDDhhmm).
• Ex. 29 de abril de 2011 as 21:00
201104292100
Comando touch
• Ex.
touch –a arquivo1
touch –m arquivo1
touch –t 201103012100 arquivo1
• Para verifica as data:
stat arquivo1
Comando grep
• O grep basicamente faz buscas.
• Uso:
grep “palavra” “arquivo”
ls | grep “palavra”
Comando grep
• Algumas opções:
-e procura por um padrão “padrao”
-f arquivo
-i ignora case sensitive
-c conta as ocorrências
-E expressão regular
Comando grep
• Ex.: Encontrar o padrão “te”
grep te arquivo.txt
• Ex.: Pode ser utilizado com expressões regulares ( -E ou
egrep):
ls | grep -E ‘test*‘
(encontra teste.txt; testa.txt; testo.txt; absteste.txt, etc)
Permissões de Acesso
• No Linux, por ser um sistema multiusuário, as permissões de
acesso a arquivos, diretórios e outros dispositivos são
necessárias para garantir que os usuários tenham acesso
apenas a conteúdos permitidos.
Classes de Acesso
• No Linux as classes de acesso estão divididas em 3 classes:
• Permissões de Usuário: define a permissão para o dono do
arquivo.
• Permissões de Grupo: Define a permissão para o grupo de
usuários que o arquivo pertence.
• Permissão Outros: Define a permissão para os outros
usuários.
Tipos de Acesso
• Para cada classe de acesso existem tipos de acesso:
Leitura ( r )
Escrita ( w )
Execução ( x )
Permissões em Arquivos
• As permissões são representadas por combinações de 10
caracteres:
Representação de tipos de 
Arquivo
• Existem letras para identificar o tipo de arquivo, que ficam a
esquerda das permissões:
Exemplo
Controle de Acesso
• As definições de Leitura, Escrita e execução, possuem
sentidos diferentes em se tratando de arquivo e diretório.
Modificar permissões dos 
Arquivos
Utilizar as letras:
u – user
g – group
o – others
a – all
+ adiciona uma permissão
- subtrai uma permissão
= configura a permissão com exatidão
Permissões em Diretórios
• As permissões dos arquivos e diretórios são gravadas de
forma binária com 12 bits de tamanho.
Representação das Permissões
• As permissões podem ser representadas por letras ou
octetos.
Exemplos
• rwx r-x --- root users script.sh
dono – leitura, escrita e execução
grupo – leitura e execução
outros – não possuem permissão.
Exemplos
• rwx r-x --- root users script.sh
• As permissões podem ser representadas pelos octetos 750:
• 750 root users script.sh
7 – leitura, escrita e execução (rwx)
5 – leitura e execução (r-x)
0 – sem permissão (---)
Bits especiais - SUID
• SUID – Set User ID – Afeta arquivos executáveis.
• Faz com que o programa seja executado com as permissões
do usuário dono do arquivo, não importando quem executa.
Também da permissões de root.
Bits especiais - SGID
• SGID – Set Group ID – Aplicado em diretório.
• Faz com que o programa seja executado com as permissões
do grupo dono arquivo. Se aplicada a diretório faz com que
todos os arquivos abaixo do diretório, sejam executados
pelo grupo do dono.
Bits especiais - Sticky
• Sticky – Esta permissão é um flag de restrição de exclusão.
• Indica que um usuário não pode apagar ou renomear
arquivos de outros usuários.
Bits Especiais
• Modo Octal:
Stick = 1
SGUID = 2
SUID = 4
• Por letra (m = + ):
Stick = T ( t = + permissão de execução para os outros)
SGUID = S (s = + permissão de execução para o grupo)
SUID = S (s = + permissão de execução para o dono)
Bits Especiais
• Os números ou as letras substituirão o “X” de cada
permissão.
Stick = Substitui o “X” da permissão de outros.
SGUID = Substitui o “X” da permissão de grupos.
SUID = Substitui o “X” da permissão de dono.
Bits Especiais
• Exemplos:
#chmod 1555 /home/user/publico
#chmod o=rwxt /home/user/publico
#chmod o-t /home/user/publico
Exemplos
• rws r-x --- root users backup.sh
rws – leitura, escrita e execução como super usuário.
r-x – leitura e execução para o grupo
--- – sem permissão para os outros
• octal:
4750 root users backup.sh
4 = SUID
Modificar permissões dos 
Arquivos
• O comando utilizado para modificar as permissões de
arquivos é o chmod.
• Este comando aceita a representação das permissões
através de letras ou octetos.
Modificar permissões dos 
Arquivos
Exemplos:
chmod 755 texto.txt
chmod u=rwx,go=rx texto.txt
chmod +x texto.txt
Comando UMASK
• O comando umask mostra a mascara das permissões
quando os arquivos são criados e aceita como argumento um
numero inteiro de três dígitos para configurar as permissões.
• No Linux as permissões padrões para criação de arquivos e
diretório são:
644 para arquivo;
777 para diretório
Exemplos
• Ex.: umask 27
• O numero 27 deve ser lido como 027, e define os bits da
mascara como:
000 – para o dono
010 – para o grupo
111 – para outros