AULA PRÁTICA 5 Relatório de determinação da dureza da água por volumetria de
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AULA PRÁTICA 5 Relatório de determinação da dureza da água por volumetria de


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Relatório apresentado ao Instituto Federal de 
Educação, Ciência e tecnologia do Pará, Campus 
Industrial de Marabá, como requisito parcial para 
avaliação na disciplina de Química Analítica 
Quantitativa sob orientação do Prof. Dr. Marconiel 
N. Silva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARABÁ/PARÁ 
MAIO/2018 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 
CAMPUS INDUSTRIAL DE MARABÁ 
COORDENAÇÃO DE QUÍMICA 
QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA 
 
RELATÓRIO V 
Determinação da Dureza da Água por Volumetria de 
Complexação 
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Docente: Prof. Dr. Marconiel N. Silva 
Discentes: Fábio Silva do Carmo 
 Sara Lima Campos 
 Mayara Marques Lima 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARABÁ/PARÁ 
MAIO/2018 
 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 
CAMPUS INDUSTRIAL DE MARABÁ 
COORDENAÇÃO DE QUÍMICA 
QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA 
 
RELATÓRIO V 
Determinação da Dureza da Água por Volumetria de 
Complexação 
 
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SUMÁRIO 
 
1.INTRODUÇÃO___________________________________________________ 04 
2.OBJETIVO______________________________________________________ 05 
3.MATERIAL E MÉTODOS __________________________________________ 05 
3.1.Materiais e Reagentes ___________________________________________ 05 
3.2.1.Procedimento Experimental______________________________________ 05 
3.2.2.Procedimento Experimental______________________________________ 05 
3.2.3.Procedimento Experimental______________________________________ 06 
4.RESULTADOS E DISCUSSÃO______________________________________ 06 
4.1.Preparação da Solução de EDTA 0,01mol/L __________________________ 06 
4.2.Preparação da Solução Padrão de CaCO3 0,01 mol/L___________________ 06 
4.3.Padronização da Solução de EDTA 0,01mol/L_________________________ 07 
4.4.Determinação da dureza da água __________________________________ 08 
5.CONCLUSÃO ___________________________________________________ 09 
6.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS __________________________________ 10 
7.ANEXO ________________________________________________________ 11 
7.1.Exercícios_____________________________________________________ 11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1.INTRODUÇÃO 
1.1.Volumetria de Complexação 
Átomos que possuem elétrons livres \u2013 O, S, F, Cl \u2013 funcionam como base de 
Lewis, as espécies que recebem os pares de elétrons são consideradas ácidos de 
Lewis. O complexo é um composto resultante de uma molécula contendo átomos 
doadores de elétrons com aceptoras de elétrons, cada composto possui um número 
de coordenação que mostra o número de ligantes que se associam ao íon metálico. 
Os ligantes ou agentes quelantes mais comuns são: NH3, CN
-, F-, EDTA, EDA 
(etilenodiamina). O mais utilizado é o EDTA \u2013 Etilenodiaminotetracético \u2013 que possui 
características especificas: 
\uf0b7 Reage com íons metálicos com estequiometria 1:1 
\uf0b7 Formam complexos metálicos estáveis com os íons metálicos a temperatura 
ambiente. 
\uf0b7 É um ácido fraco. 
\uf0b7 Ligante mais estável em análise volumétrica. 
1.2.Determinação de Dureza na Água 
A composição química da água e, portanto, sua dureza, depende em grande 
parte, do solo da qual procede. Assim, águas brandas são encontradas em solos 
basálticos, areníferos e graníticos, e são geralmente ácidas, já as águas duras são 
frequentemente provenientes de solos calcários, e são geralmente alcalinas. 
 A dureza da água é causada pelos sais de cálcio e magnésio lixiviados pela água 
em seu caminho através do solo. Na maioria das vezes, presença destes sais não 
tem significado sanitário, ou seja, a água é potável. 
Existem dois tipos de dureza: temporária e permanente. A dureza temporária 
é devida a presença de bicarbonato de cálcio e magnésio que são precipitados pela 
a ação do calor ou agentes alcalinos. A dureza permanente ocorre pela presença de 
sulfatos, nitratos ou cloretos que são precipitados em presença de substâncias 
alcalinas. 
A dureza é expressa em ppm ou mg/L de carbonato de cálcio (CaCO3) ou 
óxido de cálcio (CaO) presentes na água e existem cinco categorias de classificação 
expostas na tabela 3. Segundo a portaria nº 1.469, de 29 de dezembro de 2000, 
água potável pode apresentar até 500 mg/L de CaCO3. 
 
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2.OBJETIVO 
Determinar a dureza da água utilizada no bebedouro do laboratório de 
microbiologia, bebedouro externo aos (alunos) e distribuição (água da torneira) das 
dependências IFPA \u2013 industrial de Marabá, por volumetria de complexação com 
EDTA. 
3.MATERIAL E MÉTODOS 
3.1.Materiais e Reagentes 
 Materiais 
\uf0b7 Bastão de vidro; 
\uf0b7 Bureta de 50 mL 
\uf0b7 Proveta de 50 mL; 
\uf0b7 Béquer de 100 mL; 
\uf0b7 Erlemeyer de 250 mL; 
\uf0b7 Pipeta volumétrica de 10 mL; 
\uf0b7 Pipeta volumétrica de 50 mL; 
\uf0b7 Balão volumétrico de 250 mL; 
 Reagentes 
\uf0b7 Negro de Eriocromo T; 
\uf0b7 Solução tampão NH3/NH4Cl de pH10; 
\uf0b7 Solução de EDTA 0,1mol/L; 
\uf0b7 Solução padrão de CaCO3 0,01 mol/L; 
3.2.1.Procedimento Experimentais - Preparação da Solução de EDTA 0,01mol/L 
Pipetou-se 25 mL da solução estoque de EDTA (0,1mol/L), transferindo-se 
para um balão volumétrico de 250 mL e dilua com água destilada até o traço de 
aferição. 
3.2.2.Procedimento Experimentais - Padronização da Solução de EDTA 
0,01mol/L. 
Adicionou-se num erlemeyer de 250 mL, 50 mL de água destilada, 10 mL de 
solução tampão pH10, 100 mL da solução padrão de CaCO3 0,01 mol/L e 0,05 g de 
negro de eriocromo T. Titulando-se com a solução de EDTA 0,01mol/L até a viragem 
do indicador de vermelho para azul. Ao final, calcule o fator de correção. 
 
 
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3.2.3.Procedimento Experimentais - Determinação da dureza da água. 
Pipetou-se 50 mL da amostra de água e transferindo-se para um erlenmeyer 
de 250 mL. Adicionando-se 1 mL da solução tampão pH10 e 0,05 g de negro de 
eriocromo T. Titulando-se com a solução de EDTA 0,01mol/L até a viragem do 
indicador de vermelho para azul. Calcule o teor de CaCO3 em ppm na amostra de 
água. 
4.RESULTADOS E DISCUSSÃO 
4.1.Preparação da Solução de EDTA 0,01mol/L 
Iniciamos os cálculos para obtenção da quantidade e gramas de EDTA 
necessário para preparo de 250 mL de uma solução estoque de EDTA a 0,1 mol/L. 
Dados: MMEDTA = 372,24 g/mol e VEDTA = 250 mL CEDTA = 0,1 mol/L 
Cálculo I. 
0,1 mol de EDTA ---------------- 1 L 
 x1 mol de EDTA ---------------- 0,25 L 
x1 = 0,025 mol de EDTA. 
1 mol de EDTA ------------------ 372,24 g 
0,025 mol de EDTA ------------ m1 g 
m1 = 9,306 g de EDTA. 
Pesou-se no béquer 100 mL, com auxílio de uma balança analítica 9,3061 g 
de EDTA. Adicionando-se 50 ml de água destilada para dissolver previamente, e 
transferindo em seguida para um balão volumétrico de 250 mL e completando-se 
com água destilada até o traço de aferição. Para posteriormente realizar a 
padronização da solução. 
4.2.Preparação da Solução Padrão de CaCO3 0,01 mol/L 
Iniciou-se os cálculos para obtenção da quantidade e gramas de CaCO3 
necessário