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Apol de educação 2018

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APOL: Sistema de E nsin o e poli tic as
e du cac ionais e Me todol ogi a Cie ntífi ca...
Pes s oal, s egue m in ha p ro va t ir ei 90, ou s ej a er rei um a e nã o s ei qual a err ad a. De pois c oloco
aqui. Ac ho q ue e rrei a do t ra ns po rte es c ola r (q uest ão 6 ).
Com a aj ud a da A n a, s egue a ques t ã o 6 c orri gid a, a let ra c or reta é a D..
Q uestão 1 /10
Le ia o fra gme nto de te xto a se guir :
N o Bras il e xiste número ra zoá ve l de pe sq uisa s sobre a a va liação, rea liza das no inter ior
das esco la s de ed ucação bá s ica, apo nta ndo se u ca te r c la ss ifica tór io , e xc lude nte,
autor itár io e p unit ivo. Sabe- se q ue, de modo gera l, ape nas o a luno é a va liado e so me nt e
pe lo pro fe ssor, co m o propós ito de ap ro vação o u r epro vação.
Após e sta a vali ação, c aso queir a ler int e gr alment e esse t exto , ele está n o livro : VI LL AS BOAS, Ben igna Maria de Fre it as.
Co n struindo a av aliação f or mat iva em um a esco la de educação in fant il e fun damental. I n.: VI LL AS BOAS, Ben ign a M aria de
Freit as ( or g.). Av aliação : p o ticas e prát icas. Camp in as: P ap irus, 200 2. (p . 113 )
A a va liação, vista pe la per spect iva da le gis lação, ocor re de modo d ife re nc iado, de
acordo co m os ve is de e ns ino. Des se modo, o q ue d iz a le gis lação ace rca dos
processos a va lia t ivo s na ed ucação infa nt il”?
Ass ina le a respos ta corr eta :
A
N a educação infa nt il o s a lunos não são a va liados, vis to q ue não há pre vio de
propostas a va liat ivas para ta l e tapa de e ns ino na le gis lação.
B
N a educação infa nt il, p ara a va lia r a cr ia nça o pro fessor d e ve co nhecer o s
cr ité r ios p re vistos nos Re fere nc ia is C ur r ic ulare s Nac io na is.
C
N a educação infa nt il a a va liação base ia- se nos cr i r ios de co nt inuidade e
c lass ific ação, o nde pre va lece m os aspec tos q ua nt itat ivos.
D
N a educação infa nt il a a va liação obj etiva ape nas o r e gis tro e aco mpa nha me nto
do desenvo lvi me nto da cr ia nça, e não a pro moção par a o e ns ino funda me nta l.
E
N a educação infa nt il as a va liações te m b ase na obse r vação dos p ro fesso res sob re
a adaptação da c r ia nça ao a mb ie nte e sco la r.
Q uestão 2 /10
Le ia o fra gme nto de te xto a se guir :
N a evo lução da nor mat ização do s iste ma de e ns ino, o M inisté r io da Ed ucação e C ult ura
conse guiu q ue se a lt erass e m o s te r mos co nt e údos mín imos para d ir etr izes
cur r ic ulare s ass im co mo se des locas se a inic iativa de s ua de finiç ão para o mes mo
minis r io e post er io r aprec iação do Conse lho Nac io na l de Ed ucação, inve rte ndo a
orde m, a e ntão, insta lada. [...]
Após e s ta a valia ção , ca so queir a ler int e gralmente e sse t exto , ele e st á n o liv ro : CERVI, Rejan e de Me deir o s. P adr ão estrut ur al do
sist em a de en sino n o Bra sil. Cur it iba: InterSaber es, 2013. (p . 137 )
De acordo co m os co nte údos abordado s nas a ulas e no livro - base Sis te mas de e ns ino e
pol ít icas e ducacio na is no B ras il, o Co nse lho N ac io na l de Ed ucação é co mpos to por
represe nta nte s no meados ...
A
pe lo pres ide nte da rep úb lica.
B
pe lo minis tro da Ed ucação.
C
pe los go ver nado res de es tado.
D
por processo s de e le ição d ireta.
E
pe lo co nse lhe iro da Câ mara da Ed ucaç ão.
Q uestão 3 /10
Le ia o fra gme nto de te xto a se guir :
As po t icas mo ne tar ista s ga nhara m ter re no, co mo se pode ve r pe la s at it udes
per miss iva s d ia nt e do eno r me vo lume de c d ito e xte r no e pe la introd ução de re for mas
fina nce iras inter nas a fro uxa ndo as re gr as re lativas às t a xas de j uro, à co mpos ição das
carte iras de t ít ulo s, aos pra zos de ve nc ime nto e ao uso dos rec ursos.
Após es ta a valia ção , ca so queir a ler int egralm ent e esse t ext o, ele es no livro : FFRENCH- DAVI S, Ricardo; MUNOZ, O scar ;
P AL MA, José Gabriel. As econo m ia s lat ino - am er ican as 1950-199 0. In.: BET HE L, Leslie. His ria da Am ér ic a L at in a: a Am érica
Lat ina apó s 1 960 : e conomia e so cie dade. São Paulo : EDUSP / Br asília: Fun dação Alexan dre de Gusmão , 20 05. (p . 210 )
As po t icas mo netar is tas neo libera is pa ssara m a se r imp la nt adas a par t ir do a no de
1988. Sobre ta l fato, é co rre to a fir ma r q ue :
A
Como r es ultado da imp le me nta ção da po lít ica mo ne tar ist a neo libera l fora m
susp e nsas as p r iva t iza ções e t erce ir izações de e mpresa s est ata is.
B
A ideo lo gia pr edo mina nte ve ic ulada na imp le me ntação do mo neta r is mo
neo liber a l er a se me lha nt e à da po lít ica de Estado d e be m- esta r.
C
N a imp le me ntação d as po t icas mo netar is tas neo libera is na A mé r ica La t ina
obte ve- se s ucesso ape nas e m a lguns pa íses co mo C hile e A r ge nt ina.
D
N a Amér ica Lat ina, a ma is marca nte est raté gia po lít ica mo netar is ta neo libera l
data do a no de 1989, e fico u co nhec ida co mo C o nse nso de Was hingto n.
E
U ma das p ropos ições das po lít ica s mo ne tar istas neo lib era is é o re tor no da
inter ve nção estata l sobre a e co no mia dos Estado s N ac io na is.
Q uestão 4 /10
Le ia o fra gme nto de te xto :
“As notas de rodapé e xist e m para poss ib ilit ar ao pesq uisador inc luir e le me ntos. co mo a
conce itu ão de dete r minados ter mos j ur íd icos, os q ua is não pode m e star no co rpo do
te xto por p rej ud icar s ua ló gica e coerê nc ia.
Ta m m pode m s er utilizada s para ind icar a re ferê nc ia b ib lio g fica de uma c itação,
seja d ireta o u ind ireta.
Exis te m do is t ipos d e notas d e roda : as e xp lica t ivas e as de r e ferê nc ia .
Após e s ta a valia ção , ca so queir a ler o texto int e gr alm ente, ele est á dispo v el em : BO NAT , Débora. Meto dologia da pes quis a. 3
ed. Curit iba: IE SD E, 2009. p . 10 8.
As no tas de rodapé são e le me ntos de apo io ao te xto acadê mico sob re o ass unto, a na lise
as a fir ma t ivas a se guir :
I As no tas de rodapé ca racter iza m- se co mo ind icações o u ad ita me ntos, inser idos pe lo
própr io a utor na e laboração do traba lho acadê mico.
II O texto da nota de rodapé de ve se mpr e ter mina r na mes ma gina e m q ue fo i
inic iada, se se mpre co locada na mes ma pá gina q ue fo i ind icada.
III As notas d e re fe nc ias, a lé m de bre ve s, o car acte r izada s co mo infor mações
co mp le me nta res, q ue não pode m co nstar no te xto.
IV As no tas e xp licat ivas são aq ue las nas q ua is se insere m ma iores infor mações a
respe ito das obra s e a uto res co ns ultado s e c itados.
Est ão corre tas a s a fir ma t iva s :
A
I e IV ap e nas.
B
II e II I ape nas.
C
I e II ape na s.
D
III e I V ape na s.
E
I e III ape nas.
Q uestão 5 /10
Le ia o fra gme nto de te xto :
“As ginas pré- te xt ua is são muito impor ta nte s no t raba lho, e is que cons is te m
bas ica me nte na aprese ntação vis ua l de sse. A lgumas são de cunho opta t ivo, não-
obr igató r io, poré m as de ma is são obr igatór ias .
Após e sta a valia ção , caso queira ler o texto int e gr alment e, ele e st á dispo nív el em: T HUM S, Jor ge . Acess o e reali da de : té cnica s de
pes quisa e cons t rução do conhecimento . Cano as: E dito ra ULBRA , 200 3. p . 89 .
Ent re os e le me ntos pr é - text ua is, é poss íve l c itar a fo lha de apro vação, ep ígra fe, r es umo
e sumár io. De acordo co m os co nte údos abo rdados nas a ulas e no livro -
base O rie ntaçõe s e dicas prá ticas pa ra t raba l hos acadê micos , re lac io ne corr eta me nte
estes e le me ntos pré- te xt ua is às s uas carac ter íst icas :
1 Folha d e apro vação
2 Ep ígra fe
3 Res umo
4 Sumá r io
() Trec ho no q ua l são ap rese ntados o a uto r, a nat ure za e ob jet ivos do t raba lho e a ba nca
exa minado ra.
( ) Aprese ntação s inté t ica de todo s os pontos esse nc ia i s e re le va ntes do t raba lho
acadê mico.
( ) Loca l e m q ue o ap rese nt adas as seções do te xto, for nece ndo ao le ito r uma visão
ger a l do t raba lho.
( ) Propo rc io na ao le ito r uma re fle xão inic ia l, a ntes q ue a le it ura do te xto seja
efet iva me nte inic iada.
A gora, as s ina le a seq uê nc ia cor reta :
A
1 3 4 2
B
1 4 2 3
C
3 2 1 4
D
2 3 1 4