A ESCOLA COM QUE SEMPRE SONHEI SEM IMAGINAR QUE PUDESSE EXISTIR
15 pág.

A ESCOLA COM QUE SEMPRE SONHEI SEM IMAGINAR QUE PUDESSE EXISTIR


DisciplinaPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem6.251 materiais61.524 seguidores
Pré-visualização3 páginas
1 
 
UNIP \u2013 Universidade Paulista 
Instituto de Ciências Humanas 
Curso de Psicologia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
\u201cA ESCOLA COM QUE SEMPRE SONHEI SEM IMAGINAR QUE PUDESSE EXISTIR\u201d: 
REFLEXÕES A PARTIR DAS TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO E DA 
APRENDIZAGEM 
 
 
 
 
 
 
 
Julia Jhemilly de Carvalho Silva RA: N1280H-8 
Larissa Thiely Carrera RA: N17969-4 
Lauriane Frangiosi Jorge RA: N12433-4 
Layohara Yohana da Silva RA: D32646-5 
Marcelo dos Santos Junior RA: D36CHD-3 
 
 
 
 
 
 
 
 
Campinas/SP 
2017 
 
2 
 
UNIP \u2013 Universidade Paulista 
Instituto de Ciências Humanas 
Curso de Psicologia 
 
 
 
 
 
 
Julia Jhemilly de Carvalho Silva RA: N1280H-8 
Larissa Thiely Carrera RA: N17969-4 
Lauriane Frangiosi Jorge RA: N12433-4 
Layohara Yohana da Silva RA: D32646-5 
Marcelo dos Santos Junior RA: D36CHD-3 
 
 
 
 
 
 
\u201cA ESCOLA COM QUE SEMPRE SONHEI SEM IMAGINAR QUE PUDESSE EXISTIR\u201d: 
REFLEXÕES A PARTIR DAS TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO E DA 
APRENDIZAGEM 
 
 
 
 
Trabalho apresentado à disciplina \u201cPsicologia 
do Desenvolvimento e Teorias da 
Aprendizagem\u201d do 2º semestre do curso de 
Psicologia da Universidade Paulista \u2013 UNIP. 
 
Orientação: Profª Drª Elisana M. Machado de 
Souza. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Campinas/SP 
2017 
 
3 
 
SUMÁRIO 
 
APRESENTAÇÃO........................................................................................................4
1. COMO É A ESCOLA DA PONTE.............................................................................5 
2. ANÁLISE A PARTIR DAS TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO E 
APRENDIZAGEM.........................................................................................................6 
2.1 Abordagem tradicional............................................................................................6 
2.2 Abordagem comportamental..................................................................................7 
2.3 Abordagem Humanista...........................................................................................8 
2.4 Abordagem Psicanalista.........................................................................................9 
2.5 Abordagem Historico-Cultural..............................................................................10 
2.6 Abordagem Construtivista....................................................................................12 
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS...................................................................................14 
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................................15 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
APRESENTAÇÃO 
 
 O presente trabalho teve como objetivo analisar as abordagens de ensino 
com o livro do autor Rubem Alves \u201e\u201fA escola que sempre sonhei sem imaginar que 
pudesse existir\u201f\u201f trazendo uma reflexão, comparação e ligação com as teorias de 
desenvolvimento e aprendizagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
1. COMO É A ESCOLA PONTE 
 
 O livro relata a experiência inovadora da Escola da Ponte, desenvolvida em 
Portugal. O psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro Rubem Alves, ao 
tomar contato com a Escola da Ponte viu a materialização de todos os seus anseios 
educacionais na medida que, a Escola da Ponte apresenta uma prática focada no 
aluno e em suas necessidades, fazendo do espaço escolar um verdadeiro 
laboratório de novas experiências. 
 
 Rubem Alves compara o modo de produção em massa das linhas de 
montagem com o ensino nas nossas escolas, e chama esses modelos escolares de 
fábricas, organizados para a produção de unidades biopsicológicas. Após tecer essa 
crítica ao sistema escolar, Alves argumenta que o ideal seria que o ensino fosse 
visto como os modelos de arte medieval, em que cada artista, artesão, aprendiz, 
desempenhava uma função única, que nunca mais se repetiria, isto é, cada objeto 
contendo sua particularidade de acordo com o trabalho do artista. 
 
 A Escola da Ponte não apresenta a clássica divisão de salas de aulas por 
séries e nem os espaços são organizados como as escolas tradicionais. Os espaços 
são amplos, as salas são multisseriadas e o que determina o trabalho pedagógico 
são os temas escolhidos que possibilitam o agrupamento dos alunos de acordo com 
os interesses em determinados projetos. Rubem Alves avaliando essas experiências 
constata no livro que a Escola da Ponte não tem a cidadania como algo a ser 
atingido, discurso tão comum e corriqueiro na propostas pedagógicas das escolas, 
mas sim afirma que a Escola da Ponte permite que seus alunos efetivamente vivam 
a cidadania. 
 
 O encanto do autor por essa experiência dá-se sobretudo pelo fato que ele é 
um severo crítico das escolas tradicionais e por isso vê a Escola da Ponte, como 
uma experiência autêntica que estimula a inclusão de todos os alunos, agregando 
valores que permitem a vivência da cidadania e formando alunos considerando sua 
totalidade e não os fragmentando como normalmente acontece, segundo o autor, 
nas escolas organizadas nos moldes tradicionais. 
 
 
 
6 
 
 
2. ANÁLISE A PARTIR DAS TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO E 
APRENDIZAGEM 
 
2.1 Abordagem Tradicional 
 
 A abordagem Tradicional é caracterizada por ser muito rígida e centrada no 
professor onde o aluno apenas escuta as prescrições que lhes são fornecidas por 
autoridades exteriores. Na concepção tradicional, o homem é considerado como um 
homem acabado, \u201cpronto\u201d e o aluno um \u201cadulto em miniatura\u201d que precisa ser 
atualizado. 
 É um tipo de abordagem na qual os padrões são muito respeitados, o que é 
diferente é muito discriminado, durante as aulas as carteiras deveriam estar sempre 
em perfeita ordem e bem alinhadas, o professor ensina e o aluno em silencio aceita, 
para contribuir para o seu aprendizado. 
 Na escola da ponte já é totalmente o contrário pois sujeito e objeto aprendem 
em conjunto, onde o aluno é o que tem mais influência sobre o que aprende e o prof 
está lá só para tirar algumas dúvidas e deixar que o aluno tenha autonomia para 
fazê-lo sozinho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
2.2 Abordagem Comportamental 
 
 Na abordagem comportamental de Skinner é dito que a aprendizagem 
decorre de uma primeira ação do sujeito que será reforçada, ou seja , a 
consequência de um comportamento ao aprender alguma coisa , no ambiente 
escolar essa abordagem é usada de forma negativa e positiva: Reforço positivo: 
ocorre quando uma recompensa é dada para o comportamento desejado. 
 
 Por exemplo, quando um aluno estuda e tira uma nota boa , a nota e o elogio 
dos professores , pais , colegas e afins é o seu reforço positivo. Reforço negativo: 
ocorre quando algo desagradável é removido devido ao comportamento desejado. 
Por exemplo, quando um aluno não vai muito bem em uma matéria e então pula 
para uma próxima só para não ter que lidar com aquilo que tem dificuldade. 
 
 Punição positiva pode ser um conceito confuso. Isto ocorre quando algo 
indesejável acontece como resultado de um comportamento. Um exemplo, é uma 
criança que está recebendo tarefas extras. Punição negativa