18522603018 OAB1FASE DIR PROC CIVIL AULA 02
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TEMAS: EXECUÇÃO - PARTE I I E M EI OS DE I MP UGNAÇÃO DAS DECI S ÕES JUDI CIAIS
01. Ra u l a j ui z ou a çã o de i n de ni z a çã o por da nos m a te ri a i s, pe l o ri to o rdi ri o, e m fa ce de S é rgi o, pre te n-
de ndo re ssa rcir-se dos pre j z os suporta dos com o conse rto de se u x i , de corre nte s de um a col i sã o no
trâ nsi to ca usa d a por i m prudê ncia do u . O pe di do foi j ul ga d o proce de nte , m a s a de te rm i na çã o do va l or
e x a to da conde na çã o de pe ndi a de a pura çã o do quantum debeatur, re l a tivo à s conse qu ê ncia s do a to i l í ci to.
Di a nte da a tua l siste m á tica d o Código de Proce sso Ci vil , é corre to a firm a r que a l i qui da çã o de se nte nça , n a
hi póte se ,
A) é c ons i derada s imples inc ident e proc ess ual, devendo o juiz , de ofíc io, i nic -la, determi nando a c it ão do réu.
B) c ons t it ui-se em proces s o autônomo, inic iado mediante requeriment o da parte interes s ada, do qual s erá c it ado o
u.
C) c ons t it ui-se em fas e do proc es s o de c onhec imento, inic i ada m ediante requeriment o da part e int eress ada, do qual
s erá int im ada a part e c ontrária na pess oa de s eu advogado.
D) c ons t it ui-se em procediment o autônomo, devendo o juiz , de ofíc io, inic i á -lo, mediant e int imaç ão das part es.
02. M á ri o foi ci ta do e m proce sso de e x e cuçã o, e m virtude do de scumpri m e n to de obri ga çã o consubsta n-
cia da e m n ota prom i ssóri a por e l e e m i tida . Ale ga ndo e x ce sso de e x e cuçã o, por te r e fe tua d o o pa ga m e nto
pa rcia l da d í vida , M á ri o opôs e m ba rgos à e x e cuçã o.
So bre e sse s e m b a rgos, a ssi na l e a a firm a tiva corre ta .
A) Cons t it uem-s e em ão aut ônoma, raz ão pela qual s erão autuados e dis t ribuídos livrem ent e, em homenag e m
ao princ ípio do juiz natural.
B) S ão c abíveis t ant o nas exec ões autônomas quanto no c umprim ent o de s entenç a.
C) Em regra, s us pendem a exec ão.
D) S eu oferec imento independe de efetiv ão da penhora, depós it o ou c aução.
03. X contra tou um p l a no de sa ú de com cobe rtura i nte gra l e se m ca ncia junto à op e ra dora S a úde 100 %,
e m 19 de o utubro de 2012. S e i s m e se s d e poi s, p re ci sou se subm e te r a um a cirurgi a na coluna , m a s o pl a no
se ne gou a cobri -la , sob a l e ga çã o de que ta l p roce di m e nto o e sta va pre visto e m contra to. I nconforma do,
X a j ui z ou a çã o vi sa ndo a o cumpri m e nto força do da obri ga çã o, de m a n da e ssa di stribu í da pe ra nte a 10ª V a ra
Cí ve l d a com a rca d o Rio d e Ja ne i ro, de titula ri da de do m a gi stra do Y. Após re gul a r tra m i ta çã o, o pe di do
a utora l foi j ul ga d o proce de nte , te ndo e m se nte nça si do fi x a do o pra z o de 10 di a s pa ra a e fe tiva çã o da ci ru r-
gi a , sob pe na de m ul ta de R$ 1.000, 00 por di a de a tra so. Trê s m e se s de poi s do trâ nsi to e m j ul ga d o, e a i nda
o te ndo si do cum pri da a obri ga çã o, X re que re u a m a j ora çã o da m ul ta d i á ri a , pe di do e ste i nde fe ri do pe lo
j ui z Y, sob a l e ga çã o de e sta r i m pe di do de a tua r por força da coi sa j ul ga da m a te ri a l .
So bre os fa tos, a ssi na l e a a firm a ti va corre ta .
A) O magis t rado agiu c orret ament e, c abendo ao autor apenas c obrar a m ulta venci da.
B) A m ulta poderia s er aument ada, ou até m esm o s ubst i t da por out ra medida de apoio mais efet iva, a fim de
c onc retiz ar o direit o do aut or.
C) A m ulta s oment e poderia ser aumentada s e o autor c onseguis s e m odific ar a s entenç a por meio de uma ão
res c i s ória.
D) A m ulta o poderia s er aumentada, mas o juiz poderia c ondenar a empresa r é a pagar danos m orais ao autor.
04. Rica rdo a j ui z ou a çã o de e x e cuçã o po r títul o e x tra j udi cia l e m fa ce de F á bi o, obj e tiva ndo o pa ga m e nto
de che que que fora de vol vido p or i nsufici ê ncia d e fundo s, no va l or de R$ 1.000,00. Após bi o se r re gul a r-
m e nte ci ta do, Rica rdo re qu e re u a o j ui z a de si s ncia do proce sso.
De ssa forma , a ssin a l e a a firm a tiva corre ta .
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A) O juiz deverá homologar a des is t ênc i a, independentemente da c onc ornci a do ex ecut ado, c aso o t enha m
s ido apres ent ados embargos vers ando sobre quest ões de di reit o material.
B) O juiz s omente poderá homologar a desi s t ênc ia após a anuênc i a do exec utado.
C) O juiz o homologará a des i s t ência, que o c redor t em a faculdade de des i s t ir apenas de algumas medidas
exec uti vas.
D) O juiz não homologará a desis t ênc i a c as o o devedor, c it ado, ofer a embargos que vers em apenas s obre ques -
t ões proc es s uais .
05. Em 21/08/ 2012, Fe l i pe , e m pre sá rio do ra m o de re sta ura nte s, contra tou, por R$ 20 m i l , m e di a n te pa ga -
m e nto à vi sta , os se rviços de i ça m e nto por gui nda ste da e m pre sa Júni or e Júni or Ltda . , a fi m de que uma
gra nde pi sci na fosse le va da à cobe rtura de se u pré di o. No contra to, re stou de fini do q ue todos os se rviç o s
de ve ri a m se r e x e cuta dos a o di a 05/ 11/2012, ve z que Fe l i pe ha via progra m a do um a fe sta de i na ugura ção
de se u m a i s n ovo e m p re e ndi m e nto p a ra 10/ 11/ 2012. Em 07/ 11/ 2012, se m que os se rvi ços fosse m e x e cuta -
dos, Fe l i pe procura se u a dvoga d o, que a j z a um a a çã o j udi ci a l .
So bre os fa tos na rra dos, a ssi na l e a a firm a tiva corre ta .
A) O juiz poderá fix ar mult a periódica (ast reint es) para a efeti vação da obrigaç ão de s e realiz ar os s erv os de
amento, mes mo que não t enha havido pedido específic o do aut or nes s e s entido.
B) Fi x ado o valor da mult a periódica por dec i s ão judici al i rrecorrida, s eu montante o pode s er alt erado por for ç a
da precl usão t emporal.
C) O montante da mult a peri ódic a o poderá ult rapas s ar o do valor da c aus a, s ob pena de enriqueci mento ilícit o
de Felipe.
D) Fi x adas as as t reintes pelo juiz , fic a vedada a pos t erior c ominação de mult a por l it igânc ia de -fé no m esm o
proces s o, por s e t ratarem, ambas , de s anções de nat urez a proc es s ual.
06. Dom i ni que , cid a o fra ncê s, foi pa rte e m proce di m e nto a rbi tra l que te ve com o se de u m a m a ra loca -
l i z a da e m Pa ri s, na F ra n ça , te ndo e ste ta m b é m si do o l oca l ond e a se nte nça foi profe ri da . El e obte ve ê x i to
e m sua p re te nsã o, que foi j u l ga da conform e a le gi sla çã o fra nce sa , e , a gora , de se j a re ce be r da pa rte sucum-
be nte os va l ore s a que fa z j us. A pa rte de ve dora é bra si l e i ra e possui pa trim ôni o no Bra sil , se ndo a conde -
na çã o de na ture z a ve l . El e procura você pa ra , com o a dvoga do(a ), ori e ntá -l o.
Assi na l e a op çã o qu e i ndi ca o p roce di m e nto que Domi ni q ue de ve a dota r.
A) Inic iar procediment o de c umprim ent o de s entença perante uma das varas c íveis da c omarc a onde est á loc aliz ada
a devedora, uma vez que a s entenç a arbitral, c onforme legis laç ão proc ess ual bras ileira, é t it ulo ex ec utivo j udic i al.
B) A juiz ar ação de exec ão perante uma das varas c íveis da c omarc a onde es t á loc aliz ada a devedora, uma ve z
que a s ent ença arbit ral, c onforme legisl ação proc ess ual bras ileira, é t i t ulo ex ecut ivo ex t rajudici al.
C) Dar iníc io aos t m it es para rec ebim ent o dos valores perant e os t ribunais de P aris , na Fra a, uma vez que es s e
foi o l ocal onde foi c onduz ido o proc edim ent o de arbitragem.
D) Obter, preliminarmente, a hom ologa��ão da s ent ença arbit ral perant e o S uperior Tribunal de Just i ç a, uma ve z
que, pelas c aract erís t ic as narradas na quest ão, t rat a -s e de s entença arbit ral es t rangeira.
07. M á rcia tra fe ga va re gul a rm e nte a 40 km / h e m um a rua da cida de de S a l va d or/ BA qua ndo se u ca rro foi
a ba l roa do pe l o ve í culo d e ni a que , a o a te nde r a um a l i ga çã o do te l e fone ce l ul a r e nq ua nto di ri gi a , pe rdeu
a di re çã o e i nva di u a pi sta contrá ri a de rol a m e nto, ca usa nd o o a cide nte .
Aca l m a dos os â ni m os, a s pa rte s o che ga ra m a um a cordo, pe l o que rcia a j ui z ou, pe ra nte a V a ra
Cí ve l de S a l va dor/ BA, um a a çã o de re pa ra çã o de da nos m a te ri a i s, da nos m ora i s e l u cros ce ssa nte s contra
ni a , q ue , a pós se r re gul a rm e nte ci ta da , conte stou todos os p e di dos a u tora i s, a l e ga ndo o te r da do ca usa
a o a cide nte .
Em se nte nça , a p ós o tra m i ta r proce ssua l e m que fora m cum pri da s toda s a s e x i nci a s p roce di m e nta i s, o
m a gi stra do j ul ga p roce de nte s os pe di dos de da nos ma te ri a i s e de da nos m ora i s, re j e i ta ndo, poré m , o d e
pe di do de lucros ce ssa nte s, por e nte nd e r i ne x i sti re m prova s de sse da no a l e ga do, te ndo ta l se nte nça tra n-
si ta da e m j ul ga do e m 19/ 10/ 2012.
So bre os fa tos de scri tos, a ssi na l e a a firm a ti va corre ta .