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Manual de Teologia Católica   Versão Atualizada

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módulo/disciplina cuja frequência pressupõe o aproveitamento em outros módulos/disciplinas”. 
Conteúdo da Unidade Curricular 
 
CAPÍTULO IV: O PENSAMENTO DA IGREJA CATÓLICA EM QUESTÕES DE 
BIOÉTICA 
4.1. Conceito 	 
4.2. A vida humana 
4.2.1. O início da vida humana 
4.2.2. Sexualidade Humana 
4.2.3. Desvios Sexuais 
4.2.4. Pecados de natureza sexual 
4.3. Actos contra a vida humana 
4.3.1. A Contracepção 
4.3.2. Reprodução assistida 
4.3.3 Fecundação in vitro e transferência de embriões 
4.3.4. O congelamento embrionário 
4.3.5. A doação de gâmetas 
4.3.6. A seleção do sexo por motivos não médicos 
4.3.7. A seleção de embriões 
4.3.8. A maternidade de substituição 
4.3.9.A inseminação artificial em casais com o vírus de HIV 
4.3.10. Reprodução póstuma 
4.3.11. Clonagem reprodutiva 
4.3.12. O aborto 
CAPÍTULO V: PENSAMENTO SOCIAL DA IGREJA CATÓLICA 
5.1. A Justiça 
5.1.1. A caridade 
5.1.2. Bem comum 
5.1.3. Subsidiariedade 
5.1.4. Solidariedade 
5.1.5. Boa governação 
5.1.6. A Paz: fruto da justiça e da caridade 
5.1.7. Defesa da cultura 
5.1.8. A família 
 
Métodos de ensino - aprendizagem 
A metodologia adoptada pela Universidade Católica de Moçambique privilegia a convocação de métodos inovadores centrados na aprendizagem do estudante. Isto significa que a responsabilidade pelo processo de aprendizagem é do estudante. Quanto ao docente, ele passa a ser, sobretudo, um gestor/mediador/facilitador de situações de aprendizagem. 
Por isso, nesta unidade curricular privilegia-se: (a) o exercício de leitura crítica de textos fornecidos pelo docente, (b) o debate em torno da pesquisa realizada pelos estudantes, (c) a participação em actividades de grupo (como, por exemplo, estudos de caso, discussão de grupos, debates e fóruns plenários) e o estudo individual (como por exemplo, pesquisa bibliográfica, recensões críticas, ensaios). 
Os estudantes terão 30 sessões (trinta) presenciais, com uma duração de 2 (duas) horas cada, repartidas por dois semestres (30H + 30H). As principais actividades durante as aulas são: (a) debate orientado pelos docentes, (b) trabalhos de grupo e (c) apresentações orais. Para além destas actividades de contacto, os estudantes serão acompanhados de forma individualizada com vista a monitorar as actividades de aprendizagem inscritas no contexto do trabalho autónomo (usando a Plataforma Moodle). 
Métodos de avaliação 
Na UCM, os métodos de avaliação são regulados pelo regulamento de Avaliação em vigor na UCM. 
A classificação final do estudante será baseada na participação, durante as aulas, e no desenvolvimento de um mínimo de dois elementos de avaliação: (a) avaliação contínua (60%) e (b) exame (40%). 
	Língua de Ensino – Português 
	Bibliografia recomendada 
 
Magistério pontifício 
Bento XVI (2009). Exortação Apostólica pós-sinodal Sacramentum caritatis, S. Paulo: Ed. Paulinas. 
Bento XVI (2011). Exortação apostólica pós-sinodal Africae Munus. Vaticano: Libreria Editrice Vaticana. Francisco (2013). Exortação apostólica Evangelii Gaudium. Maputo: Ed Paulinas. 
João XXIII (1963). Carta encíclica Pacem in Terris. Acedido a 23 de Janeiro de 2015 de http://w2.vatican.va/content/johnxxiii/pt/encyclicals/documents/hf_jxxiii_enc_11041963_pacem.html. 
João Paulo II (1979). Carta encíclica Redemptor Hominis. Braga: A.O. Braga. 
João Paulo II (1984). Exortação Reconciliatio et Paenitencia. Acedido a 23 de Janeiro de 2015 de http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_exhortations/documents/hf_jpii_exh_02121984_re conciliatio-et-paenitentia_po.html. 
João Paulo II (1981). Exortação apostólica Familiaris Consortio. Acedido a 23 de Janeiro de 2015 de http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_exhortations/documents/hf_jpii_exh_19811122_fa miliaris-consortio_po.html. 
João Paulo II (1995). Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Africa. Braga: Editorial A.O. Braga. 
Paulo VI (1967). Carta encíclica Populorum Progressio. Acedido a 23 de Janeiro de 2015 de http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/encyclicals/documents/hf_pvi_enc_26031967_populorum_po. html 
Magistério eclesiástico 
Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Editora Loyola. 
Concílio Vaticano II (2002). Constituições, Decretos e Declarações. Coimbra: Gráfica de Coimbra. 
Conferência Episcopal de Moçambique (1991). Carta pastoral Momento Novo. Maputo. 
Conferência Episcopal de Moçambique (1984). Cartas pastorais. Porto: Humbertipo – Artes Gráficas. 
Conferência Episcopal de Moçambique. Comunicados e Notas. 
Pontifício Conselho ‘Justiça e Paz’ (2002). Compêndio da Doutrina Social da Igreja. Vaticano: Libreria Editrice Vaticana. 
Obras 
Bacetti B., et al. (1994). HIV-particles in spermatozoa of patients with AIDS and their transfer into oocyte. J Cell Biol, 27, 903-914. 
Callahan D. (1995). The puzzle of profound respect. Hastings Cent Rep, 25 (1): 39-40,. Ek Herz. Infertility and bioethical issues of the new reproductive technologies. Psychiatric Clinics of North America, 12(1): 117-31, 1989. 
Englert Y. et al. (2001). ART in HIV-infected couples. Human Reprod, 16 (7): 1309-1315. 
Eshre task force on Ethics and Law (2001). The moral status of the pre-implantation embryo. 
Human Reprod, 16 (5): 1046-8,. 
Peschke, K. (1986). Ética Cristiana I. Roma: Urbaniana University Press. 
Ramsey P. (1970). The fabricated man. New York, Yale. 
Roberti, F. (1960). Diccionário de Teologia Moral. Barcelona: ELESA. 
Sgreccia, E. (2002). Manual de Bioética I - Fundamentos e Ética Biomética (2ª Ed.). São Paulo: Ed. Loyola. 
Spagnolo, A. (1969). Bioetica nella ricerca e nella prassi medica. Roma: Ed. Camilliane. 
Tettamanzi, D. (2002). Dizionario di Bioetica. Roma: Ed. Piemme. 
The Ethics Committee of the American Society of Reproductive Medicine (1999). Sex selection and preimplantation genetic diagnosis. Fertil Steril, 72 (4): 595-8. 
 The Ethics Committee of the American Society of Reproductive Medicine (2001). Preconception gender selection for nonmedical reasons. Fertil Steril, 75(5): 861-4. 
 The Ethics Committee of the American Society of Reproductive Medicine – www.asrm.org. 
The Ethics Committee of the American Society of Reproductive Medicine (2002). Human immunodeficiency virus and infertility treatment. Fertil Steril, 77(2): 218-22. 
Vidal. M. (2003). Nova moral fundamental. O Lar teológico da ética. Lisboa: Ed Paulinas. 
Vieira, D. (2012). Doutrina Social da Igreja: Introdução à Ética social. Lisboa: Ed. Paulus. 
	Docentes que leccionam a disciplina: 
 
	Regente 
	 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO IV: PENSAMENTO DA IGREJA CATÓLICA EM QUESTÕES DE 
BIOÉTICA 
4.1. Conceito 
A bioética é o estudo sistemático da conduta humana, no âmbito das ciências da vida e da saúde, considerada á luz de valores e de princípios morais. 
O âmbito das ciências da vida e da saúde compreende a consideração da biosfera para além da medicina. 
A bioética é a orientação que diz respeito às intervenções sobre a vida, entendida em sentido extensivo que deve compreender também as intervenções sobre a vida e saúde do homem. 
4.2. A vida humana 
4.2.a - Vida Humana-A vida é um dos grandes mistérios do ser humano que faz uma série de perguntas a respeito desse assunto. As pessoas se perguntam por que nasceram neste século e não em outro, por que nasceram em determinado local e não em outro, como também o porquê de sua existência. Estes tipos de perguntas mostram uma realidade: a transcendência da vida do ponto de vista intelectual não pode ser analisada exclusivamente como um fato experimental, o ser humano convive com perguntas que não têm respostas. [11: Para mais informações remetemos a http://queconceito.com.br/vida-humana ]
A vida humana não é uma propriedade no sentido estrito da palavra, ou seja, a vida humana é dada a uma pessoa mesmo que ela não queira. O ser humano é dono e detentor de vários objectos materiais, entretanto, a vida por si só é um fato transcendente. Uma pessoa não decide quando nasce nem menos quando vai morrer.

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