NBR 11801   1992   Argamassa de Alta Resistência Mecânica para Pisos
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NBR 11801 1992 Argamassa de Alta Resistência Mecânica para Pisos

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Nor mas Técnicas
NBR 11801
ABR 1992
Ar
g
am assa de alta resistência m ecânica
p
ara
p
is o s
Palavra-chave: Ar
g
amassa. Piso 2 pá
g
inas
SUMÁRIO
1 Ob
j
etivo
2 Documentos complementares
3 Defini
ç
ões
4 Condi
ç
ões
g
erais
5 Condi
ç
ões específicas
6 Inspe
ç
ão
7 Aceita
ç
ão e re
j
ei
ç
ão
1 Ob
j
etivo
Esta Norma fixa as Condi
ç
ões exi
g
íveis para a ar
g
amassa
de alta resistência mecânica.
2 Documentos com
p
lementares
Na aplica
ç
ão desta Norma é necessário consultar:
NBR 12041 - Ar
g
amassa de alta resistência mecâni-
ca para pisos - Determina
ç
ão da resistência à com-
pressão simples e tra
ç
ão por compressão diametral -
Método de ensaio
NBR 12042 - Materiais inor
g
ânicos - Determina
ç
ão do
des
g
aste por abrasão - Método de ensaio
3 Defini
ç
ões
Para efeito desta Norma são adotadas as Defini
ç
ões de 3.1
e 3.2.
3.1 A
g
re
g
ados de alta resistência mecânica
Materiais naturais, artificiais ou sintéticos, estáveis e qui-
Ori
g
em: Pro
j
eto 18:004.03-003/1990
CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e A
g
re
g
ados
CE-18:004.03 - Comissão de Estudo de Concreto de Alta Resistência para Pisos
NBR 11801 - Specification of floor usin
g
hi
g
h stren
g
ht mortar - Specification
Descriptors: Mortar. Floor
Reimpressão da EB-2100, Dez 1990
Especifica
ç
ão
micamente inertes com o cimento e a á
g
ua, capazes de
conferir ao piso a necessária resistência ao des
g
aste e de-
mais solicita
ç
ões mecânicas.
3.2 Ar
amassa de alta resistência mecânica
Mistura homo
g
ênea de cimento, á
g
ua, a
g
re
g
ados de alta
resistência mecânica e eventualmente aditivos, que te-
nha resistência compatível com as solicita
ç
ões impostas,
conforme 5.1.
4 Condi
ç
ões
g
erais
4.1 O cimento utilizado deve atender às especifica
ç
ões
brasileiras, podendo ser de qualquer tipo e classe.
4.2 Os a
g
re
g
ados de alta resistência mecânica devem ser
fornecidos em embala
g
ens lacradas e invioláveis, que
g
a-
rantam sua inte
g
ridade. O nome do produto, a cate
g
oria
e a massa líquida devem ser impressos na embala
g
em, de
forma bem visível.
4.3 Os a
g
re
g
ados de alta resistência mecânica devem ser
misturados ao cimento minutos antes do lan
ç
amento.
Nota: Caso os a
g
re
g
ados de alta resistência mecânica se
j
am
fornecidos
j
á misturados com o cimento, deve constar na
embala
g
em a data de validade do produto.
5 Condi
ç
ões es
p
ecíficas
5.1 Classifica
ão
As ar
g
amassas de alta resistência mecânica são classi-
Cópia não autorizada
2NBR 11801/1993
ficadas em três
g
rupos, conforme a solicita
ç
ão a que de-
vem ser submetidas.
5.1.1 Gru
p
o A
Solicita
ç
ão predominante por abrasão, causada pelo ar-
raste e rolar de car
g
as pesadas, tráfe
g
o de veículos de ro-
das rí
g
idas e impacto de
g
rande intensidade.
5.1.2 Gru
p
o B
Solicita
ç
ão predominante por abrasão, causada pelo ar-
raste e rolar de car
g
as médias, tráfe
g
o de veículos de ro-
das rí
g
idas, tráfe
g
o intenso de pedestre e impacto de pe-
quena intensidade.
5.1.3 Gru
p
o C
Solicita
ç
ão predominante por abrasão, causada pelo ar-
raste e rolar de pequenas car
g
as leves, tráfe
g
os de veícu-
los de rodas macias e pequeno trânsito de pedestres.
5.2 Resistência mecânica
A resistência mecânica da ar
g
amassa deve obedecer
aos valores da Tabela.
6 Ins
p
e
ç
ão
6.1 Devem ser dadas ao comprador todas as facilidades
para cuidadosa Inspe
ç
ão e amostra
g
em do a
g
re
g
ado.
6.2 A Inspe
ç
ão da ar
g
amassa de alta resistência mecânica
é feita pela verifica
ç
ão de sua resistência, em corpos-de-
prova confeccionados e ensaiados conforme NBR 12041
e NBR 12042.
6.3
É
considerada como um lote a massa de, no máximo,
15t, referente ao a
g
re
g
ado oriundo de um mesmo produ-
tor, entre
g
ue na mesma data e mantido nas mesmas Con-
di
ç
ões de armazenamento.
6.4 Cada lote deve ser representado por uma amostra
composta de dois exemplares, mantidos na embala
g
em
ori
g
inal.
6.5 Cada um dos exemplares deve ser devidamente iden-
tificado, sendo um enviado ao laboratório para ensaios e
o outro mantido em local seco e prote
g
ido, como teste-
munha para eventual comprova
ç
ão de resultados.
7 Aceita
ç
ão e re
j
ei
ç
ão
7.1 O lote é automaticamente aceito, sempre que os resul-
tados dos ensaios atenderem às exi
g
ências desta Norma.
7.2 Quando os resultados não atenderem às Condi
ç
ões
específicas desta Norma, o impasse deve ser resolvido
através da utiliza
ç
ão do exemplar reservado para a repe-
ti
ç
ão dos ensaios, que devem ser efetuados em laborató-
rio escolhido por consenso entre as partes.
7.3 Independentemente das exi
g
ências anteriores, não
devem ser aceitos os a
g
re
g
ados entre
g
ues em sacos ras-
g
ados ou avariados durante o transporte.
7.4 Sacos que apresentem varia
ç
ão maior do que 2%, pa-
ra mais ou para menos, da massa líquida impressa na em-
bala
g
em, devem ser re
j
eitados. Se a massa média dos sa-
cos, em qualquer lote obtido pela pesa
g
em de 30 unida-
des tomadas ao acaso, for menor do que a massa líquida
impressa no saco, todo o lote deve ser re
j
eitado.
Tabela - Resistência mecânica
Tipo de solicita
ç
ão Des
g
aste (D) Resistência à Resistência à tra
ç
ão
Percurso de 1000m compressão simples por compressão diametral
Grupo A - 0,8mm
Grupo B 0,8mm < D - 1,6mm > 40,0 MPa > 4,0 MPa
Grupo C 1,6mm < D - 2,4mm
Cópia não autorizada