Projeto NBR 13279resistencia
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Projeto NBR 13279resistencia


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\ufffd\ufffd	Projeto NBR 13279:2002
Projeto NBR 13279:2002\ufffd\ufffd	
 ICS 91.100.10
jul 2002
reunião de 30/07/02
 Projeto NBR 13279 
Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação da resistência à flexão e compressão
Origem: NBR 13279:1995
ABNT/CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados 
CE-18:406.03 - Comissão de Estudo de Métodos de Ensaios para Argamassas para Assentamento e Revestimento
Projeto NBR 13279 - Mortar - Determination of the compressive strength in the hardened stage - Method of test
Descriptors: Mortar. Wall covering
Esta Norma substituí a NBR 13279:1995
Palavra(s)-chave:
Argamassa. Revestimento de parede. Revestimento de teto
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Sumário \ufffd
Objetivo
Referências normativas
Condições ambientais do laboratório
Aparelhagem
Execução do ensaio
Resultados
Relatório de ensaio
Prefácio\ufffd
A ABNT \u2013 Associação Brasileira de Normas Técnicas \u2013 é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.
Objetivo\ufffd
Esta Norma prescreve o método para a determinação da resistência à flexão e compressão de argamassas para assentamento e revestimento de paredes e tetos, no estado endurecido.
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Referências normativas\ufffd
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR 6156:1983 \u2013 Máquina de ensaio de tração e compressão \u2013 Verificação 
NBR 13276:1995 \u2013 Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos \u2013 Preparo da mistura e determinação do índice de consistência \u2013 Método de ensaio
EN 196-1:1995 \u2013 Methods of testing cement \u2013 Determination of strength (detalhar os equipamentos a serem incluídos)
Condições ambientais do laboratório
O laboratório deve apresentar temperatura do ar de (23 ± 2)ºC e umidade relativa do ar de (60 ± 5)%. 
Aparelhagem \ufffd
A aparelhagem necessária à execução do ensaio é a seguinte:
moldes prismáticos de 4x4x16cm, conforme descrição anexa; (necessário detalhar) 
máquina de ensaio de compressão, conforme NBR 6156;
mesa de adensamento por queda, conforme descrição anexa; (necessário detalhar)
paquímetro, com resolução mínima de 1 mm; 
cronômetro; 
utensílios de laboratório. 
Execução do ensaio
Preparação dos corpos-de-prova
Moldar três (03) corpos-de-prova prismáticos, por idade, com argamassa recém-preparada.
Procedimento de moldagem 
Colocar os moldes prismáticos sobre a mesa de adensamento, fixando-os adequadamente.
Aplicar uma fina camada de óleo mineral nas faces internas do molde, remover o excesso com pano limpo ou papel secos.
Preparação da argamassa
Preparar a argamassa a ser utilizada neste ensaio, conforme a NBR 13276.
Os corpos-de-prova devem ser moldados imediatamente após a mistura da argamassa, em duas camadas de alturas aproximadamente iguais, recebendo cada uma 30 quedas da mesa de adensamento.
Rasar os corpos-de-prova com a régua metálica.
Os corpos-de-prova devem permanecer (48 ± 24) h nos moldes, nas condições do item 3. A seguir devem ser desmoldados e mantidos também nas condições do item 3 até a ruptura. 
Ensaio de ruptura
Determinar, com auxílio do paquímetro, a largura e a altura de cada corpo-de-prova em três posições e registrar a média em milímetros, que corresponde ao lado da seção quadrada do prisma (b).
Os ensaios devem ser realizados nos corpos-de-prova nas idades indicadas pelo interessado e na idade de 28 dias. 
Tolerância de tempo para ruptura
Idade de ruptura
Tolerância
24 h
3 dias
7 dias
14 dias
28 dias
91 dias
1 h
2 h
4 h
6 h
8 h
24 h
5.3.3 Resistência à flexão
5.3.3.1 Posicionar o corpo-de-prova nos dispositivos de apoio do equipamento de ensaio conforme figura 1, e de modo que a face rasada não fique em contato com os dispositivos de apoio e nem com o dispositivo de carga. 
5.3.3.2 Aplicar carga de ( 50 ± 10) N/s até a ruptura do corpo-de-prova.
5.3.3.3 A resistência à flexão é calculada segundo a fórmula:
Rf = 
onde: 
Rf é a resistência à flexão (Mpa);
Ff é a carga aplicada verticalmente no centro do prisma (N);
L é a distância entre os suportes (mm);
b é o lado da seção quadrada do prisma em (mm);
 
Figura 1 (colocar título da figura)
5.3.4 Resistência à compressão
5.3.4.1 Utilizar as metades dos corpos-de-prova do ensaio de flexão, posicionando-as no dispositivo de apoio do equipamento de ensaio conforme figura 1, e de modo que a face rasada não fique em contato com o dispositivo de apoio e nem com o dispositivo de carga.
5.3.4.2 Aplicar carga de (500 ± 50) N/s até a ruptura do corpo-de-prova.
5.3.4.3 A resistência à compressão é calculada segundo a fórmula:
Rc = 
onde:
Rc é a resistência à compressão (MPa);
Fc é a carga máxima aplicada (N);
1600 é a área da seção quadrada do dispositivo de carga (40 x 40) mm.
Resultados
Resistência individual
Calcular a resistência à flexão e compressão, em MPa, de cada corpo-de-prova (cp), segundo item 5.3.3.3 e 5.3.4.3 respectivamente. O resultado deve ser arredondado ao décimo mais próximo.
Resistência média 
Calcular a resistência média de 3 cp\u2019s para resistência à flexão e a resistência média de 6 cp\u2019s para resistência à compressão.
Desvio relativo máximo da série de cp\u2019s indicados em 5.3.3.2 e 5.3.4.2 dividindo o valor absoluto da diferença entre a resistência média e a resistência individual que mais se afaste desta média para mais ou para menos, pela resistência média, e multiplicando este quociente por 100.A porcentagem obtida deve ser arredondada ao decimal mais próximo.
Quando o desvio relativo máximo for superior a 6%, calcula-se uma nova média, desconsiderando-se o valor discrepante, identificando-o no certificado, com asterisco. O ensaio é considerado válido quando o resultado for constituído da média de no mínimo quatro corpos-de-prova, caso contrário o ensaio deve ser refeito. 
Relatório de ensaio
Deve indicar expressamente os seguintes dados e informações:
a) característica do material submetido a ensaio (tipo, cor, lote ou data de fabricação);
b) marca comercial do produto e fabricante;
c) proporção água/argamassa anidra, em massa;
d) resultados individuais, média e desvio relativo máximo, em cada idade.
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\ufffdPAGE \# "'Página: '#'\ufffd'" \ufffd\ufffdO sumário é um elemento preliminar opcional, mas necessário para permitir uma visão global da norma e facilitar sua consulta. Deve conter uma lista das seções e dos anexos. Todos os elementos listados devem ser relacionados com seus títulos completos.
\ufffdPAGE \# "'Página: '#'\ufffd'" \ufffd\ufffdO prefácio deve constar de todas as normas; não devendo conter requisitos, figuras ou tabelas.
O texto-padrão acima deve ser acrescido das seguintes informações, quando pertinentes:
indicação de modificações técnicas e significativas em relação à edição anterior da norma;
relação da norma com outra norma ou outros documentos;
indicação do caráter normativo ou informativo dos diversos anexos.
\ufffdPAGE \# "'Página: '#'\ufffd'" \ufffd\ufffdEste elemento deve constar no início de cada norma, a fim de definir,